O beijo mais difícil
Filme criado e dirigido por Justin Weber para o Palm Springs International ShortFest
O beijo mais difícil
Filme criado e dirigido por Justin Weber para o Palm Springs International ShortFest
A Leicester Square é um dos pontos mais movimentados de Londres, a toda hora. Durante o dia, é lá que se encontram os ingressos mais em conta para os musicais; à noite, as discotecas e os tradicionais pubs estão sempre lotados. Democrática, a praça também dá espaço aos moradores de rua que vendem a revista de variedades “The Big Issue”. Entre patricinhas, punks e turistas do mundo todo, lá estão eles: “Issue…Big Issue! Issue…Big Issue!”
Hoje, a publicação é lida por cerca de 670 mil pessoas em todo o Reino Unido. Para se tornar um vendedor da revista, é preciso primeiro provar que se é morador de rua. Depois, o homeless faz um curso de boa conduta e assina um termo de responsabilidade. A partir daí, pode comprar a revista por 75 centavos e vendê-la por 1,50. Um lucro de 100%.
Antenada, a Big Issue anunciou no final de agosto que vai digitalizar suas edições anteriores como parte de estratégia para ampliar a presença no meio online. O veículo vai criar versões eletrônicas de cada uma de suas edições passadas e disponibilizá-las na Yudu Store, loja virtual criada pela editora digital Yudu Media. Segundo os responsáveis, consumidores terão a oportunidade de fazer assinaturas da revista a partir do site. Além disso, um sistema pelo qual moradores de rua serão recompensados por cada transação efetuada também está em desenvolvimento.Encabeçando a coisa toda está David S. Goyer, o nome por trás dos roteiros da nova franquia de Batman. No elenco temos Joseph Fiennes, John Cho, Jack Davenport, Peyton List, Dominic Monaghan (Charlie de Lost), Courtney B. Vance e Sonya Walger (Penny Widmore também de Lost).
FlashForward aposta muito na convergência de mídias para gerar interatividade e, lógico, muito barulho. Uma das ferramentas desenvolvidas, The Mosaic Collective, propõe que as pessoas contem como o mundo estará em seis meses para assim montar um mosaico global do que acontecerá no futuro. Além de conteúdo gerado pelos usuários, o site Join The Mosaic traz também uma série de vídeos que funcionam como complemento ao que foi/será exibido na TV, provavelmente apresentando novos personagens.
Outro pedaço da campanha viral de FlashForward é o blog fictício Truth Hack, em que o jornalista investigativo Oscar Obregon pretende mostrar que é a The Mosaic Collective é na verdade uma jogada política do governo dos Estados Unidos. Em uma série de vídeos, Oscar descontrói a iniciativa, e está também no Twitter.Finalmente, o site FlashForward Experience, lançado semanas antes da estreia da série, faz aquilo que é moda entre as novas experiências publicitárias do momento: utiliza as informações do Facebook, como fotos, amigos e grupos, para inserir o usuário no contexto do vídeo.
Enquanto não estréia no Brasil, vale conferir o trailer oficial da série abaixo:
O termo nefelibata se refere àquele que vive nas nuvens, ou seja, se aplica muito bem a idealistas, utópicos e afins, figuras raras nos dias de hoje. De certa forma, no entanto, os adeptos da The Cloud Appreciation Society (algo como Clube para Apreciação das Nuvens) poderiam perfeitamente ser chamados de 'os novos nefelibatas'.
"Sempre adorei ficar olhando as nuvens. Não há nada igual na natureza no que diz respeito à sua variedade e carga dramática. Nada se compara a sua beleza efêmera, sublime", afirma Pretor-Pinney, que já tem mais de 18 mil seguidores no seu site, criado em 2004.
Voltado para o público do cinema independente e de arte, o The Auteurs funciona como uma rede social onde o usuário pode “ver, descobrir e discutir filmes”. Ainda em fase beta, a rede possui acervo bombado, entre novidades e clássicos, e parceira com distribuidoras como Costa Films, Celluloid Dreams e Criterion, além de festivais como Toronto, Veneza, Cannes, Tribeca e Sundance. Em sua maioria em inglês e sem legendas, os filmes podem ser vistos em exibições gratuitas, por convite ou a razoáveis 3 dólares.
(via 284 Blog)
A essa altura do campeonato, quando a Internet já conta com rádios online do calibre de Pandora, Last.fm e Imeem, é preciso ser no mínimo ousado para almejar um objetivo tão audacioso como transformar-se no “YouTube do Rádio”. Mas é desta forma mesmo que Nikhil Shah e Nico Perez apresentam o seu MixCloud.
Na verdade, ao contrário dos sites mencionados acima que se limitam a transmitir músicas online agrupadas sob a forma de playlists organizadas pelos usuários, o MixCloud é especificamente dedicado a programas de rádio, sejam eles musicais ou meros talk-shows.
Shah e Perez eram estudantes de matemática e engenharia da Universidade de Cambridge de dia mas apresentadores de rádio e DJs à noite. Com o projeto do MixCloud em mãos, decidiram abandonar seus empregos e contratar os programadores Mat Clayton e Sam Cooke. Em pouco tempo desenvolveram uma versão beta acessível apenas por convite. Segundo o TechCrunch, eles começaram distribuindo os convites através do Twitter a uma média de cem por dia.

Cada imagem registrada no photoblog é acompanhada de um breve descritivo. A proposta tem atraído o interesse de centenas de internautas locais, o que prova o poder de disseminação da Internet onde quer que seja, e também de curiosos, que tem uma oportunidade rara de desvendar as peculiaridades sociais, culturais e econômicas dessa região.
O projeto, que entrou no ar no final de agosto, já está presente também no Facebook e no Twitter
Sete designers de San Francisco e Tokyo mantém esse endereço na web com imagens inspiradoras em homenagem ao nosso companheiro de todos os dias, Joint Photographic Experts Group.
O escritor e produtor Anthony Zuiker estava dirigindo por Las Vegas quando teve a ideia de escrever o seriado policial Crime Scene Investigation (CSI), sucesso da televisão que ziguezagueia das investigações dos peritos para flashbacks constantes dos crimes cometidos. Agora, Zuiker decidiu tentar algo mais ousado: acaba de criar um livro para romper os limites tradicionais da narrativa literária.
Lançado nos Estados Unidos no início deste mês, Level 26, assim como CSI, tem a ver com pessoas mortas de maneira horrível. Desta vez, sempre pelo mesmo assassino, o contorcionista Sqweegel, que passa a ser perseguido por Steve Dark, um ex-agente do FBI . No entanto, o grande diferencial do projeto, apelidado pelo próprio Zuiker de “romance digital”, ou “digi-novel", é a aposta na convergência de mídias. O romance policial convida os leitores mais ou menos a cada 20 páginas do texto a irem a um site onde, com uma senha, poderão assistir a uma “ciberponte”, filme de 3 minutos relacionado à trama. Como o livro tem vinte capítulos será uma hora de filme no total.
Um jogo on-line para explicar a crise econômica foi desenvolvido pela empresa mineira O2 Games neste mês. Durante a brincadeira, os jogadores recebem um diploma de presidente do Banco Central e precisam tomar decisões de política econômica. Uma delas simula a falência de bancos no país e os internautas podem decidir se oferecem ou não ajuda financeira às instituições.
Três amigos, clientes assíduos do Wal Mart, após irem a uma das lojas na Carolina do Sul (EUA) e se depararem com algumas “figuras irreverentes", resolveram criar o People of Walmart.
O endereço reúne fotos de pessoas que por livre e espontânea vontade se vestem de uma forma nada convencional. Qualquer pessoa pode enviar suas fotos, desde que tenha o consentimento das pessoas fotografadas. Os organizadores ainda promovem a melhor imagem do mês, dando ao autor do flagrante prêmios em dinheiro.
O sucesso do site foi tão grande que acabou entrando na lista das Top 10 histórias mais populares da Time nos últimos dias.
Mugasha é o Hulu da música eletrônica. Ou pelo menos se propõe a ser. O novo portal permite aos DJs de todo o mundo compartilhar seu set list. É possível navegar por categorias, artistas ou apenas escolher os últimos line-ups e curtir o som. Alguns famosos já fazem parte da rede como Tiësto, Markus Schulz, Andy Moor e Matt Darey.
Apesar do Pirate Bay estar hoje em dia quase morto e enterrado, nunca como agora o seu espírito esteve tão disseminado – dentro e fora da Internet. Prova disso é o recém criado Pirate Kiosk, que nada mais é do que uma barraquinha situada em plena Sophienstiftplatz, na cidade de Weimar, antigo território da República Democrática Alemã.
Os organizadores do projeto pretendem demonstrar que 'a Internet não é uma máquina e não pode ser controlada de forma alguma'. Para disseminar a ideia, eles disponibilizaram um arquivo com as instruções para que qualquer pessoa, onde quer que seja, possa criar quiosques semelhantes e compartilhar conteúdo, seja ele qual for.
Moscou em Slow Motion
Imagens e edição de Andrey Stvolinsky e música do The Kilimanjaro Darkjazz Ensemble.
(Dica do Bem Legaus)
Os produtores de queijo de Wisconsin, nos Estados Unidos, tentando encontrar uma forma de estimular o consumo do laticínio, perceberam que não adiantava muito falar sobre saladas e coisas saudáveis. Partiram então para a ignorância, criando a “Cheese & Burger Society".
O site traz simplesmente trinta receitas altamente calóricas de hambúrgueres saborosos com fotos que dão vontade de mastigar o monitor. Cada página apresenta o caminho das pedras para tentar fazer os sanduíches em casa, com direito a narração de Patrick Warburton, que emprestou sua voz marcante e única para vários filmes e animações, como Bee Movie, A Nova Onda do Imperador, Family Guy entre outros, e atualmente pode ser visto na série Rules of Engagement, transmitido no Brasil pela Sony.
Além disso, os 'gordinhos' mais criativos ainda podem enviar suas próprias receitas para a “sociedade”, através da página deles no Facebook.
O Save Our Sounds funciona como um audiomapa da BBC, que agrega vários sons captados em todo mundo. Sons do cotidiano que podem estar em risco de extinção, como o do apito do amolador de facas.
Esse trabalho de pesquisa, uma espécie de arqueologia, antropologia do som, não é feito sozinho. Os usuários do site da BBC são convidados a fazer o upload de sons. Vale publicar desde sons de animais até de tecnologias que estão quase em extinção, como o barulho de uma máquina de fax.
Do Brasil, por exemplo, veio o registro do som de cigarras nas ruas de Brasília.
Logorama é uma animação de 16 minutos produzida pelo estúdio francês H5 que se aproveita dos diversos logos e personagens publicitários para amarrar uma história de perseguição policial. Nessa história, Ronald McDonald é o vilão, o palhaço demoníaco; a Garota Esso, a mocinha; e os policiais são os bonecos da Michelin.
Milhares de jovens de diversos países — como Estados Unidos, Canadá, Taiwan, Inglaterra, Nova Zelândia e Coréia — já lotaram casas de espetáculos para ouvir música clássica. No repertório, nada de Beethoven, Vivaldi, Bach ou Mozart. Apenas trilhas sonoras de videogames. Assim é o Video Games Live (VGL), maior evento de game music do mundo, que acontece em Belo Horizonte (30 de setembro), Salvador (01 de outubro), Rio de Janeiro (04 de outubro) e São Paulo (07 de outubro).
O repertório é composto por temas de games clássicos como Mario, Zelda, Halo, Metal Gear Solid, Warcraft, Sonic, Pong, Donkey Kong e God of War, além de músicas dos games Guitar Hero e Rock Band.
Idealizado pelos compositores de game music norte-americanos Jack Wall e Tommy Tallarico, o evento tem o objetivo de aproximar a música eletro-sinfônica da nova geração. O Video Games Live tem ainda torneio de Guitar Hero e concurso de cosplayers. Clique aqui para maiores informações e veja abaixo um compilação dos melhores momentos de uma das apresentações da orquestra. Diversão garantida!
Com o bicho pegando na economia americana, o Rancho Bernardo Inn, um spa de luxo em San Diego, viu o seu número de reservas cair consideravelmente. As opções mais óbvias seriam fazer alguma promoção, cortar uns custos e divulgar isso comprando bastante mídia, na esperança de seduzir alguns hóspedes. A outra seria usar os seus próprios recursos e investir em criatividade, bolando uma promoção que estimula boca a boca e mídia espontânea.
O repórter Mike Hodgkinson do The Guardian foi conferir na prática a promoção e encontrou um quarto com uma barraca no lugar da cama, nenhuma lâmpada nos abajures e uma fita plástica amarela e preta listradinha isolando a área do ar condicionado. Confira aqui a reportagem completa.