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9 de out. de 2013

11 argumentos visuais a favor das biografias não autorizadas e da realização de um Banned Books Week no Brasil

"Não seja um velho coronel, Caetano. Volte para o lado do bem. Um abraçaço do seu amigo". É dessa maneira que Benjamin Moser, autor de Clarice, encerrou hoje na Folha aquela que, na minha modesta opinião, foi a crítica mais contundente e certeira sobre a polêmica das biografias não autorizadas.   


Não tenho propriedade para entrar no mérito da questão, nem esse é o foco desse blog. Sugiro para os interessados a leitura dos textos de André Barcinski e Pedro Alexandre Sanches. O tema, contudo, me remeteu a um evento que acontece desde 1982 nos Estados Unidos chamado Banned Books Week. Ao longo de uma semana - a última edição foi no final de setembro -, bibliotecas e livrarias de todo o país dão destaque em suas prateleiras aos livros que foram ou estão sendo objeto de censura, bem como promovem leituras públicas de obras que receberam reclamações e pedidos para terem suas vendas suspensas. 

Paralelamente ao evento, uma série de imagens ganham a web, desde fotos das livrarias participantes, manifestações de apoiadores da causa, cartoons e posters. Reuni aqui as 11 imagens mais impactantes que encontrei e, desde já, manifesto com elas meu apoio às biografias não autorizadas e à realização de um evento similar aqui no Brasil. Estamos precisando de um desses urgentemente, antes que o nosso laureado Sirney se empolgue e incorpore esse movimento que ousam, além de tudo, chamar de 'Procure Saber'.












14 de ago. de 2013

Reimaginando Lolita

A radical aversão de Vladimir Nabokov a praticamente qualquer tipo de ilustração para a capa das edições de Lolita era bastante conhecida, sobretudo nas duas últimas décadas da sua vida, que corresponderam à sua fama mundial. Motivo principal: ele não queria, em hipótese alguma, a representação de meninas - o que, como podemos ver pela imagem abaixo, foi um recurso usado em 99% dos casos.


"Lolita é ficção da minha imaginação. Quando pensei no tema, não pensei em nenhuma garota especificamente. Na verdade, eu não conheço meninas tão bem, apenas as havia encontrado socialmente ao longo da vida", disse Nabokov em uma entrevista.

Não bastasse, portanto, o desafio de criar uma capa que remetesse a um tema difícil de uma forma leve, inteligente, e ainda sem deixar de ser perturbadora, os ilustradores convidados para o projeto Lolita: The Story of a Cover Girl, ainda tinham esse 'peso' nas costas


Foram 80 craques convidados pelos editores John Bertram e Yuri Leving para a tarefa de reimaginar Lolita sem revelar sua identidade que, a bem da verdade, pertence exclusivamente a cada subconsciente, concorda?

Confira algumas pérolas da obra, disponível na Amazon


Criada por Jamie Keenan


Criada por Barbara deWilde


Criada por Peter Mendelsund


Criada por John Fulbrook III


Criada por Ben Wiseman


Capa criada por Linn Olofsdotter


Capa criada por Michael Bierut


Capa criada por Ellen Lupton

Capa criada por Paula Scher


Capa criada por Andy Pressman

23 de jul. de 2013

“O que você chama de amor foi inventado por caras como eu para vender meias-calças"

Sarcásticos, arrogantes, grosseiros, inquietos, criativos e geniais. Todos os rótulos cabem ao  protagonista da série Mad Men, Don Draper - autor da pérola acima -, e a seus colegas da Madison Avenue, que encarnaram nas telas, com sucesso retumbante, a chamada era das grandes ideias ou do futuro imaginado, que é justamente o tema do livro Mid-Century Ads:Advertising From the Mad Men Era, da editora Taschen.
 
 

Com edição do antropólogo e historiador especializado em design Jim Heimann e contribuição de Steve Heller, co-presidente da School of Visual Arts MFA Designer, o livro é uma fantástica compilação de peças publicitárias das décadas de 1950 e 1960. As 800 páginas da coletânea captam como poucas o espírito consumista e a efervescência cultural do pós-guerra nos Estados Unidos.
 
Os anúncios reproduzidos foram digitalmente tratados para parecerem tão brilhantes e novos como no dia em que chegaram às bancas. Confira algumas das preciosidades dessa obra à venda no Brasil no  site da Candiota Editora.











12 de nov. de 2012

Clássicos do Smiths viram capas de pocket books da Penguin

Chris Thornley, mais conhecido na web como Raid71, é um designer de mão cheia. Seus trabalhos impressos, posters, ilustrações e motions são brilhantes. Vale muito a pena passear pelo seu portfolio online.


Sua última empreitada é uma série baseada em trechos de clássicos do Smiths. Ele os reinterpretou na forma de capas de livros imaginárias com a iconografia típica dos pocket books da editora britânica Penguin, hoje representada no Brasil pela Companhia das Letras. Boa parte dos posters está disponível para compra na Big Cartel







   
 (via Flavorwire)

10 de out. de 2012

A História dos Logotipos

Logo Life: Life Histories of 100 Famous Logos acabou de sair do forno! O compêndio, assinado pelo holandês Ron van der Vlugt, está à venda por $21,12 na Amazon.


Cada capítulo traça a evolução visual do logotipo da marca, acompanhada dos marcos notáveis ​​da história da companhia. 



Uma dica é adquiri-lo juntamente com o joguinho Brand Memory Game, também à venda na Amazon, onde você poderá testar seus conhecimentos.



Sugestão de presente infalível para designers gráficos!

13 de set. de 2012

Que tal comprar um livro no sebo atracado logo ali???

O Book Barge é um sebo itinerante que que funciona em um barco. Ele percorre as hidrovias do Reino Unido a uma velocidades de 4 milhas por hora (embora geralmente fique ancorado em Staffordshire).


 
A proprietária, Sarah Henshaw, inspirou-se no movimento slow food para transformar o barco que adquiriu em 2009 em abrigo para prateleiras e mais prateleiras de relíquias literárias. Ela explica o porquê: '...esperamos promover um estilo de vida menos apressado e cheio de prazeres ociosos, xícaras de chá, conversas, cultura e, claro, bons livros... Eu esperava que, ao criar um espaço como esse, os clientes percebessem como livrarias independentes podem oferecer uma experiência de compra mais agradável que encontram on-line ou nas prateleiras de supermercados.'


O Book Barge oferece ainda sessões de “biblioterapia”. Por meio de uma boa conversa com cada cliente, os tripulantes da navegação estão aptos a sugerir obras que possam completar as atuais preferências literárias da freguesia, além de desvendar aspectos do seu “leitor interior” ainda desconhecidos.



Na página do Facebook (sim, o barco tem uma fan page e um perfil no Twitter), você encontra maiores informações.



Adorei a ideia!

(via Flavorwire)