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22 de mai. de 2013

Isso sim é saber fazer uso das redes sociais em prol de uma causa!

A diferença entre simplesmente falar sobre um tema e fazer com que você sinta na pele ou mergulhe com a própria cabeça nesse universo tem uma referência e tanto nessa ação da Anistia Internacional. 


Eles criaram um site chamado Trial By Timeline que revela, através de uma análise automática da sua conta de Facebook, quantas vezes, com quais punições, em que crimes e países você seria acusado, perseguido e/ou condenado pelos mais absurdos motivos. Aliás, é assustador descobrir que há locais no mundo em que a pessoa seria punida, simplesmente, por ter uma conta em uma rede social, por exemplo.

Eis o site, caso você queira arriscar a sorte: http://www.trialbytimeline.org.nz/

12 de nov. de 2012

Ciclocollection - A página do Face para quem vai (ou quer ir um dia) de bike

Se você pedala ou pelo menos admira quem o faz - e sonha com o dia em que vai sair por aí de bike todo prosa - a página no Facebook do Ciclocollection, Museo di Biciclette, é altamente recomendada!


Instalado em um hotel em Riva del Garda, na Itália, o Ciclocollection possui um acervo incrível de bikes, acessórios, flâmulas e cartazes. Competentíssimo na sua 'estratégia virtual', o Museo brinda seus seguidores no Face com ilustrações, infográficos, posters e fotos históricas de tirar o fôlego.

Confira algumas pérolas que encontrei por lá:

















 

11 de jul. de 2011

A primeira tatuagem animada do mundo

O artista francês K.A.R.L. criou aquela que muito provavelmente é a primeira experiência de tatuagem animada já realizada. A realização da tatuagem foi transmitida por streaming ao vivo no Facebook, utilizando a interface Human API. Por meio deste aplicativo, o artista interagiu com os fãs que assistiam cada detalhe e sugeriam intervenções em tempo real.

Graças a um código QR que integra a arte da tattoo é possível escaneá-la e assistí-la em movimento em qualquer dispositivo móvel.

O experimento faz parte do projeto Creative Minds da Ballantines. Confira:

22 de jun. de 2011

O Facebook virou uma planilha de Excel

Genial esse aplicativo lançado pela Diesel. Ele liga-se à conta do Facebook, permitindo que o usuário possa atualizar seu status, comentar outros posts e até trocar mensagens instantâneas com seus amigos, tudo a partir de uma página que parece uma planilha de Excel.

Chamada de Be Stupid At Work, a ação dá uma cutucada naquelas empresas que acham que as redes sociais afetam a produtividade de seus empregados. O vídeo mostra melhor como funciona:



11 de mai. de 2011

Sua vida 'facebookiana' em jogo numa roleta russa

Muito bacana essa ação promocional um feita pela Russian Standard Vodka. Esta marca de vodka russa bem popular na região, resolveu fazer um game interagindo com o Facebook que foge dos padrões comuns que vemos por aí.


A marca convida você e outras pessoas a realizarem uma roleta russa virtual. Porém a morte neste caso é virtual, em sentido prático, seu perfil do Facebook (no qual é obrigado a logar para jogar) é deletado.

Para o grande sobrevivente de todas as rodadas, um prêmio real e não virtual, de uma viagem com tudo pago de 7 dias pela Rússia. Confira o vídeo-teaser - aliás, muito bem feito:



15 de abr. de 2011

'Him, her and them': O primeiro filme interativo lançado exclusivamente no Facebook

Muitos filmes têm jogado com o nível de interatividade baseado na integração individual via Facebook ou Twitter, mas nenhum ainda havia usado realmente estas ferramentas como meios de exibição e distribuição, posicionando a experiência completamente na plataforma social.


Promovido como o primeiro “filme de Facebook” já feito, Him, Her and Them usa o Facebook como plataforma e modelo para criar um filme social que envolve múltiplos usuários dentro de uma rede de amigos de uma só vez. A história é sobre um novo amor e um violento confronto contados em sete partes, e é uma mistura de live action, stills fotográficos e narração de fundo.


Embora seja casual e leve, o filme não tenta substituir a experiência de ir ao cinema de verdade, mas ao menos tenta adaptar a tradição cinematográfica coletiva de uma nova maneira. Conectada ao filme como a qualquer aplicativo do Facebook, a história se desenrola de forma intermitente, pedindo aos espectadores que convidem seus amigos para dividir a experiência com eles. Os usuários podem comentar e curtir fotos para valorizar a história sendo contada. A história vai mudando dependendo de quem está envolvido e como os espectadores escolhem responder. No entanto, o filme não exige a participação dos usuários e pode ser assistido sem que se convide os amigos.

Você encontra mais sobre o filme e sua criação visitando o seu site oficial, que possui um blog com comentários dos cineastas sobre o making of.

Confira o trailer:

16 de fev. de 2011

14 de jan. de 2011

100 logos em 100 dias

O croata Robert Butkovic decidiu propor um desafio profissional a si próprio: criar 100 logotipos diariamente durante 100 dias.


O projeto começou em outubro do ano passado e chega ao final agora em janeiro. A ideia, segundo ele, é instigar sua própria criatividade e, bem, promovê-lo como designer (o que parece estar funcionando). A única regra é não gastar mais que 100 minutos em cada um, sem contar o tempo gasto para pensar no logo.



O resultado pode ser conferido na página do Facebook do cara, inclusive o tempo gasto com cada peça. 




(via B#9)

2 de dez. de 2010

Morte e Vida nas Redes Sociais

Transformar o vício do Twitter e do Facebook em algo que possa ajudar as pessoas. Essa é a premissa da campanha “Digital Death”, projeto que acaba de reunir os famosos com mais seguidores no Twitter e no Facebook para ajudar crianças com HIV.


De forma resumida: celebridades se suicidam da sua vida digital, ou seja, nada de Alicia Keys, Lady Gaga, Justin Timberlake, Serena Williams, Kim Kardashian, Elijah Wood, Jennifer Hudson, Usher nem Katie Holmes.

A ideia é que a síndrome de abstinência de notícia dos famosos leve as pessoas a comprar a vida de seus ídolos de volta. Sim, ela pode ser comprada pela módica quantia de U$1.000.000. Até lá, nada de tweets de Lady Gaga ou fotos no Facebook da Alicia Keys.

Todo o dinheiro vai para a fundação Keep a Child Alive que combate a Aids na África e Índia.

19 de nov. de 2010

Coca-Cola Village

Local: Um resort de férias
Público: Adolescentes
Programação: Esportes, piscina, videogame, gincanas e atividades coletivas com muita música e diversão
Ação: Qualquer atividade feita lá que alguém tivesse “curtido” poderia ser divulgada simultâneamente em uma comunidade especialmente criada no Facebook, graças a uma pulseira com o sistema RFID entregue para cada adolescente
Complemento: Logamarcas espalhadas por todo canto



Comentários: Precisa?

28 de set. de 2010

Compre o livro do seu Facebook

Já pensou em ter um livro do seu Facebook, com todas as conversas entre você e seus amigos ?


Pois bem, agora é possível! O site BookofFame, por meio de um aplicativo de integração, pega todas as informações, posts, fotos e comentários de você e seus contatos no Facebook e as reúne em um livro “de verdade”, o que dá um scrapbook muito legal.

O livro vem nas versões capa mole (320 páginas) ou capa dura (200 páginas). Em apenas 4 passos você escolhe que contatos incluir (de um a todos), seleciona um modelos de capa (inclusive um mosaico com a foto de perfil de seus amigos), encomenda e paga. O processo todo leva menos de 5 minutos e ainda tem a versão Twitter do livro.

(via Newrônio ESPM)

19 de ago. de 2010

Insights do primeiro dia do Digital Age 2.0

"Every company is a media company". Com essa citação emprestada do jornalista Tom Foremski do Silicon Valley Watcher, o especialista em PR (com grande vocação para celebrity, diga-se de passagem) Brian Solis, autor do recém lançado Engage, prefaciado pelo queridinho do Twitter Ashton Kutcher, abriu o primeiro dia do Digital Age 2.0.


'Como influência não é popularidade, e sim persuasão', ninguém mais apropriado para tocar essas 'novas empresas midiáticas' do que um chief editorial officer, o novo CEO. Jornalista? Marqueteiro? Não se sabe. Fato é que essa pessoa tem como missão dar às pessoas um assunto para conversarem. Conteúdo? Não. Contexto. "Context is the king". Os trending topics vão e vem e nessa seara ganha mais quem consegue pular na garupa primeiro!


Uma das ferramentas interessantes mencionadas por Brian em sua apresentação foi o PeerIndex, índice criado por ninguém menos do que Bill Emmott, editor da Economist de 1993 a 2006,  que mede o grau de autoridade, atividade e audiência com base no perfil das pessoas existente em blogs, no Twitter, Facebook e no Linkedin. 

Clara Shih, eleita pela Fast Company uma das mulheres mais influentes do mundo da tecnologia e autora do best seller The Facebook Era, veio logo na sequência. Ela fez um apanhado geral do crescimento da utilização do Facebook no mundo, cujo destaque fica por conta da audiência crescente entre pessoas de 33 a 49 anos. O vídeo abaixo, exibido por Clara, faz uma bela paródia do Facebook trazido para o mundo offline:



Um caso bastante interessante mencionado por ela foi o da jovem Kimberly, dona de um pequeno spa e salão de beleza, que gastou 800 dólares para fazer um site pra lá de rudimentar e que não lhe trouxe qualquer tipo de retorno, até porque ela mal conseguia atualizá-lo. Aconselhada por amigos, Kimberly trocou o site estático por um perfil no Facebook, a custo zero, que hoje tem mais de mil seguidores. Taí uma alternativa bastante interessante para micro e pequenas empresas, que permite maior interação com os consumidores e eficiência na divulgação.

No período da tarde, uma ótima palestra de Marcelo Tripoli da iThink trouxe à tona a mitificação do termo digital. "Digital não é adjetivo!"


Dois cases singulares mostraram que o digital pode sim ser uma excelente maneira de agregar valor à experiência do consumidor. O primeiro, o Pizza Tracker da Domino's Pizza, premiado em Cannes, que consiste em um aplicativo que permite acompanhar em tempo real o estágio que está o pedido, e ainda mais, saber quem colocou a pizza no forno, que horas e quem a embalou, além de todo o trajeto até a entrega. O outro case é 'mosca branca' desde a raiz: trata-se do Hyundai Assurance,  um programa criado para  mostrar que, mesmo em tempos de crise, é possível comprar um carro, até porque, caso você não consiga pagar o seu financiamento, é possível devolvê-lo?!



Próximo tema: Direitos autorais na Era da Internet. Chato? Muito pelo contrário, graças à fantástica apresentação do advogado e professor da FGV-RJ, Sergio Branco. O mote: a incongruência da legislação vigente diante das novas formas de interação via web.

Eis um caso que eu não conhecia que resume a história toda - A americana Stephanie Lenz teve problemas com a gravadora Universal Music Group em 2007 por conta de um vídeo no YouTube. Naquele ano, Lenz filmou, durante 30 segundos, seu filho de 18 meses dançando a música “Let’s Go Crazy” do Prince. A gravadora enviou uma solicitação ao YouTube pedindo para que o vídeo fosse removido porque este violava os direitos autorais do artista. A gravadora foi atendida e o vídeo deixou de ser veiculado.


Depois de ter seu vídeo retirado do site, Lenz procurou a EFF (Eletronic Frontier Foundation), uma organização de especialistas em “free-speech” para a Internet, a fim de conseguir provar que estava usando de maneira adequada a música do cantor e que não violava seus direitos autorais. Ela também entrou com pedido de indenização contra a Universal, alegando que o pedido de retirada do vídeo, feito pela gravadora tinha sido um ato desnecessário e sem méritos. Por fim, a gravadora foi obrigada a pagar os honorários dos advogados de Lenz.


Um último insight de Sergio Branco: Se o Prince lá ou o Caetano aqui tem direitos autorais, o protagonista do video chupado do YouTube e exibido na TV aberta no domingo à noite também não deveria ter?

A mais esperada apresentação do dia coube ao consultor, empreendedor e investidor americano Guy Kawasaki, ex-evangelizador da Apple na década de 80, fundador da Garage Technology Ventures e autor de nove livros. O tema divulgado: "Inovação em Comunicação Digital: Run, Mad Men, Run". O tema apresentado: "Usos e aplicações para o Twitter".


Sempre é bom ter contato com um dos grandes especialistas do mundo digital como Kawasaki, mesmo que seja via videoconferencia, e seu AllTop, exemplar agregador de RSS para blogs e mídias sociais, mas lamenta-se aqui uma grande oportunidade perdida. De Mad Men, apenas o gosto na boca de whisky amanhecido...

19 de jul. de 2010

Um filme para todo mundo que está no Facebook

Lembra do Casey Nestat? Ele fez, em fevereiro, esse excelente curta sobre o Chatroulette e que praticamente se transformou na explicação oficial do que é o site.

Casey publicou seu novo trabalho semana passada, que no mesmo estilo do vídeo anterior resume as polêmicas sobre privacidade do Facebook.



(via B#9)

11 de mai. de 2010

Tyrannybook

Parodiando o Facebook, a Anistia Internacional criou o Tyrannybook, uma rede social dedicada a vigilância dos líderes mundiais que mais atentam contra os Direitos Humanos na atualidade.


Quem seguir o perfil de algum desses tiranos, poderá acompanhar as atualizações de suas ações, que serão fornecidas pela própria Anistia ou através da colaboração dos usuários.

Confira o vídeo explicativo abaixo:



(via B#9)

31 de mar. de 2010

Leitor e Co-Autor

Inspirador projeto de crowdsourcing promovido pela editora romena Vellant. Assumindo que cada leitor interpreta um livro de forma diferente, a editora resolveu lançar algumas páginas de uma obra semi-acabada  no Facebook, convidando as pessoas a tomar parte do projeto, reescrevendo a história através de suas próprias visões, seja com ilustrações, comentários ou reflexões.

O conteúdo foi reunido, editado, diagramado e, finalmente, teve sua versão impressa lançada. Como não poderia deixar de ser, os fãs ou co-autores foram chamandos para o cocktail de lançamento. O buzz gerado foi proporcional à engenhosidade da ação. Confiram o vídeo-case abaixo:

14 de mar. de 2010

O Farmville do Mundo Real

Aplicativo mais popular do Facebook, com mais de 73 milhões de usuários, o jogo Farmville já inspirou uma empreitada real. Fazendeiros 'de verdade' dos arredores de Milão , na Itália, criaram o site Le Verdure Del Mio Orto (algo como 'As verduras da minha horta'), que literalmente vende plantações reais pela Internet.

O objetivo é aproximar quem vive nas cidades do cultivo de alimentos. O primeiro passo é escolher um pedaço de terra para transformar em horta. A partir daí, decidir que verduras vão ser plantadas. O site oferece 39 tipos, de beterraba a brócolis, passando por cebola e vários tipos de tomate. Dá para escolher também o lugar de cada verdura na horta. A partir daí, fazendeiros reais cuidam da plantação e entregam as verduras semanalmente - mas só para quem reside nos arredores de Milão.


Uma horta de 30 metros quadrados, ideal para até duas pessoas, sai por 850 euros ao ano. E, tal qual o game, há ainda opções para incrementar a horta. É possível plantar flores, encomendar um álbum de fotos com o crescimento das verduras e até mesmo comprar um espantalho, deixando os pássaros longe da plantação.

27 de nov. de 2009

Quer dar uma de comissário de bordo?

A Air New Zealand está apostando no entretenimento e na interatividade para capitalizar sua marca junto a seus públicos de interesse na Internet. Com o Jump Seat, um jogo para Facebook nos moldes do popular Farmville, ela propõe que seus usuários administrem um avião.

Depois de criar um avatar personalizado e vestir nele um uniforme de comissário de bordo, basta escolher o destino da viagem e levantar vôo. Uma vez na rota, o usuário cumpre tarefas e responde perguntas que lhe dão pontos e acesso a novos níveis do jogo.

23 de nov. de 2009

Da série 'como não pensei nisso antes?'

Para promover a abertura da nova loja da IKEA em Malmo, na Suécia, a agência Forsman & Bodenfors usou única e exclusivamente o Facebook.

Ela criou um perfil do gerente da loja, Gordon Gustavsson e subiu uma série de fotos com diferentes ambientes decorados. Quem acessasse as imagens e “taggeasse” pimeiro qualquer um dos objetos expostos com o seu nome, o levava para casa.

Como resultado, o material de divulgação que se restringiria a um catálogo ou no máximo um banner foi disseminado rapidamente por meio dos perfis dos ganhadores para milhares de pessoas. Rápido, barato e efetivo! Confira o genial case no vídeo abaixo:



(Referência: Pitaco)

28 de set. de 2009

E se o FaceBook e o Twitter fossem de carne e osso?!

E se o FaceBook, a rede social número 1 do planeta, fosse "real", isto é, se tivéssemos que pedir para ficar amigo ou encontrássemos nossos coleguinhas de infância de sopetão navegando no mundo real? Como seria?



Já esse curta, muito bem sacado, imagina o que seria a vida de um cara que só pode falar usando no máximo 140 caracteres, como acontece no Twitter.



(vi no Blog do Tas)