28 de fev de 2009

Mais um dominó de cerveja, mas desta vez, na prática...

Três boas sacadas para os designers, ilustradores ou apreciadores de um traço certeiro:

Criado por Andy Helms da equipe do site Atomic Toy, o projeto Dude a Day tem como proposta apresentar uma caricatura por dia. Iniciado em 31 de outubro de 2008, o projeto promete durar até o próximo Halloween sem nenhuma interrupção. Entre as figuras já produzidas estão personagens que vão dos clássicos Darth Vader até o mais novo Kung-fu Panda. Vale a pena conferir.
Enquanto isso, lá pelas bandas do Japão, a Visa lançou uma coleção de 100 cartões de crédito com design produzido por artistas do mundo todo. Confira aqui


E para finalizar, vale dar uma passeada pelas originalíssimas capas de livro compiladas no The Book Cover Archive. Destaque para as capas assinadas por Paul Buckley para as obras do genial Don DeLillo.

(Referência: Cafundó Estúdio Criativo)

27 de fev de 2009

Ataque Libriano
por Fernando Targa

TOP 5 – SHOWS “IMPERDÍVEIS”

Daqui a exatos 23 dias vou encarar milhares de pessoas amontoadas, empurra-empurra, cerveja quente e uma possível “garoa paulistana”. Tudo isso para fazer parte de algo histórico: o primeiro show do Radiohead no Brasil. Meus amigos, sou daqueles caras fanáticos por shows. Não vejo a hora de ir até a Chácara do Jockey e viajar ao som de uma das minhas favoritas. Será inesquecível ver os britânicos tocarem muitas daquelas pérolas que melhoram meu humor durante os instantes em que meu iPod me faz esquecer o caos da rotina diária. Quem é louco por música sabe bem do que estou falando. Já fiz muitos absurdos para ver e ouvir mais de perto as performances que me fazem embarcar em transe profundo.

Só que nem sempre fui feliz nas minhas empreitadas. Lembro de, no alto dos meus 11 anos, ter implorado para meus pais me darem dinheiro para comprar um ingresso do show do Iron Maiden na Cidade do Rock em 1985, um dos grandes do primeiro Rock in Rio. Estávamos em janeiro, época de férias escolares, e me achei no direito de pedir esse “presente” só porque tinha passado de ano sem nenhuma recuperação.

Sempre quando me lembro de um show que não estava presente, me dá uma sensação de inesgotável arrependimento. Segue então meu TOP 5 de shows imperdíveis que não vi. E o pior é que não vou ter segunda chance em alguns desses e de tantos outros casos...


Foo Fighters (Rock in Rio – 2001)
Assistir a um show pela TV é o fim! Desculpem-me quem curte ligar na Globo para ver uma patética cobertura ao vivo. Isso foi o que aconteceu comigo, eles no Maracanã e eu em casa, pensando: Por quê, por quê?! Pior: era aniversário do Dave Grohl... Quer mais histórico do que isso?


Pixies (Pedreira Paulo Leminski – 2004)
Fiquei sabendo desse show meses antes e nem acreditava. Uma banda como o Pixies, nem tão popular assim como as “brasileiras” Deep Purple e Whitesnake, incluindo Curitiba na histórica turnê após 12 anos de separação? Uma das mais importantes bandas de rock dos anos 90 no Brasil? Pois é, vacilei e não me antecipei aos 9 mil felizardos para comprar um dos ingressos...


Ramones (Palace – 1987)
Ok, esse não foi tão perdido assim. Afinal de contas eu tinha apenas 13 anos, era uma banda punk, idolatrada por skatistas baderneiros e todo tipo de maluco que não eram em nada parecidos com meus amigos... “Cala a boca, otário!!” (digo a mim mesmo): “O Palace era do lado de casa, o preço do ingresso era uma mixaria (comparado com os de hoje em dia) e eu tinha perdido o Rock in Rio dois anos antes. Imperdoável!!

Rush (Morumbi – 2002)
Perder esse foi absurdo mesmo, minha irmã e muitos dos meus amigos e conhecidos foram. Dava pra ter alugado uma van, guardado um bom lugar em uma roda imensa no meio da pista, ter jogado conversa fora com todo mundo e curtido quase duas horas de perfeita exibição de grandes músicos em grande fase...


Strokes (TIM Festival – 2005)
De todos, esse é o que mais me dói. Estava no ano mais difícil da minha vida e tinha feito uma promessa: iria até o Rio de Janeiro sozinho, mesmo sabendo que estaria na pior fase do meu tratamento. No final, não pude cumprir porque não estava em condições físicas de encarar a maratona. Tive que me contentar (de novo) com a transmissão ao vivo. Assisti pelo Multishow, bem no dia do meu aniversário... Triste, muito triste!!

MORAL DA HISTÓRIA: Vou no Radiohead sim, e nada me impedirá!!
Se alguém precisar de companhia...

Conheço muita gente que não deixa de acessar um dia o Climatempo ou pára tudo para ouvir o que a 'moça do tempo' do Jornal Nacional tem a dizer. Para estas pessoas, a Kinda Connected criou o projeto Será que vai chover?, um site onde você precisa apenas digitar o nome de sua cidade para receber em segundos o resultado se irá chover ou não. Digitei São Paulo lá hoje e ganhei um SIM em letras garrafais. E nem me pergunte o resultado para amanhã e depois de amanhã...

(Dica do Com Limão)
Numa pacata cidade, um gênio decide brindar todos os habitantes com um fantástico evento, patrocinado pela cerveja Guinness...

Exibido pela primeira vez na Argentina em 2007, eis um dos melhores comerciais que já vi. O anúncio de R$ 36,4 milhões (!) começa com 6 mil peças de dominó sendo derrubadas e depois atingindo livros, latas de tinta, fardos de feno em chamas e até carros.

Criado pela Abbott Mead Vickers BBDO, vale a pena assistir ou mesmo rever e se deliciar.

Mosquiteiro

por Paulo Moura

Pernil, calabresa e mortadela. É simples assim e excepcionalmente saboroso o Triunvirato da Lanchonete Trio Paulista. Inaugurada em 2007 na região da Barra Funda e agora com uma filial na rua Joaquim Floriano no Itaim Bibi, o estabelecimento é uma boa pedida para o dia em que você não estiver fazendo nada, e aí o sanduba vai bem com uma cervejinha bem gelada, como também para o dia que você estiver atolado e não dispõe de mais do que quinze minutos para comer em pé no balcão!

Nascida em Los Angeles e criada em Paris, a ex-estilista Natalie Massenet criou um dos mais conceituados endereços de artigos de luxo do planeta, o Net-a-Porter. Atualmente com 100 mil clientes ativos e vendas de US$ 75 milhões, o projeto criado há oito anos é uma comunidade e um portal de compras online que reúne trabalhos de alguns dos mais respeitados designers de moda da atualidade. As páginas são vitrines dos modelos mais recentes, com fotografias em alta resolução de Azzaro,Calvin Klein, Chloé, Dolce & Gabbana, Donna Karan, Fendi, Givenchy, Gucci, Karl Lagerfeld, Marc Jacobs, Oscar de La Renta, Prada, Ralph Lauren, Stella McCartney, entre muitos outros. Todas as peças estão disponíveis para compra. O custo do envio para o Brasil é em dólares e a entrega se dá em até cinco dias úteis.

O site tem também um editorial aguçado com as últimas tendências do que comprar e do que não comprar, fofocas, recomendações, variedades, vídeos e gráficos interativos. O Net-a-Porter funde, de modo exclusivo - muitas das marcas parcerias nunca haviam feito qualquer tipo de ação online -, conteúdo, comércio, aconselhamento e comunidade. Os comentários e opiniões são feitos por jornalistas de moda da Vogue e da W.

No final do ano passado, o site lançou um serviço que envia e-mails aos homens, informando que suas parceiras acabaram de identificar um item desejado. É so clicar e encomendar o presente.

Para as consumistas de plantão, neste mês de fevereiro, o Net-a-Porter lançou sua versão outlet e passou a oferecer em suas prateleiras virtuais peças por preços bem mais baixos.

26 de fev de 2009


O costume é antigo, mas o caipira agora é urbano, jovem e com alto poder aquisitivo. Aquele ritual de picar o fumo de corda com canivete e enrolar na palha de milho adaptou-se à correria do dia-a-dia na cidade. Em pleno século XXI, o caipiríssimo cigarro de palha está fazendo o maior sucesso entre os jovens de classe média alta de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de outros dez estados brasileiros.

Em versão sofisticada, o cigarro de palha agora vem no maço, já enroladinho e com um anelzinho de borracha para segurar a palha em volta do fumo (de rolo, picadinho). São Paulo é o maior consumidor do produto. Vende-se para o estado uma média de 5 a 7 mil pacotes de 10 maços por mês.


A febre começou há onze anos na cidade mineira de Pitangui, município de 22 mil habitantes a 100 quilômetros de Belo Horizonte. Foi lá que o empresário José Haroldo Vasconcellos, dono de uma loja de autopeças, meio que sem querer, deu origem a um promissor novo mercado. Ele, que sempre contara com a ajuda de uma vizinha, dona Maria José, para enrolar seu cigarrinho de palha, se viu em um mato sem cachorro quando a solícita senhora adoeceu. A saída foi contratar dois ou três enroladores - pessoas de idade, aposentados - e assim garantir o pito para si e para os amigos. A clientela do cigarro de palha prét-à-fumer foi crescendo e um dia Haroldo percebeu que era dono de uma pequena e promissora fábrica, sem nome nem endereço, já que os enroladores trabalhavam em casa.

Em fevereiro de 1998, Haroldo resolveu dar contornos profissionais a esse involuntário negócio. Surgiu então a Souza Paiol. O nome veio de uma associação do nome de sua família com um elemento presente no meio rural, o paiol, local onde se guarda o milho. A pioneira e maior empresa do segmento produz atualmente 150 mil maços/mês por R$2,00 a R$3,00 cada e fatura algo em torno de R$ 2 milhões por ano.



Apesar dos volumes industriais que produz hoje, a empresa continua fazendo seus pitos exclusivamente à mão. Vasconcelos paga 1 centavo por cigarro a um pelotão de quase 300 enroladores, que trabalham em suas próprias casas. Há casais que enrolam até 3.600 unidades por dia, o que projeta um orçamento familiar de quase 800 reais por mês.

Sucesso no interior de São Paulo e no sul de Minas Gerais, uma nova marca de cerveja deve chegar aos supermercados paulistanos neste mês de março. Produzida pela cervejaria Krill, localizada na Estância Hidromineral de Socorro, a cerveja tem o pitoresco nome de 'A Outra'.

Para quem já experimentou uma Krill, não dá para esperar grandes coisas, além do marketing, de gosto bastante duvidoso, diga-se de passagem... Ah, e o slogan não poderia ser mais singelo: 'Por que A Outra é sempre mais gostosa?'


20 de fev de 2009

Ataque Libriano

Por Fernando Targa

TOP 5 BATERISTAS

Qual a primeira coisa que vem à cabeça quando se fala em carnaval? Samba, mulher bonita, desfile na Apoteose, congestionamento na Imigrantes?! Não sei quanto a vocês, mas antes de tudo isso, meu primeiro pensamento vai direto para a ala das escolas onde tudo faz sentido: a bateria. Aquele som pulsante é a única coisa que me chama a atenção nessa época.

Mas, não é bem dessa bateria que quero falar... O instrumento mais vibrante da música pop como conhecemos teve sua origem há mais ou menos um século, atrelada a um componente básico que tornou possível para uma pessoa executar todas as percussões, ao contrário dos inúmeros músicos de bandas e orquestras da época, que tinham que tocar bumbos, pratos e tons separadamente. O jazz e o rock foram os ritmos encarregados de popularizar o instrumento, já personalizado com suas estantes e pés, que apóiam chimbal, caixa, tons e pratos. Com o passar do tempo, todas essas peças foram se aperfeiçoando, dando uma cara diferente para a música.

Todos nós temos músicos preferidos, mas o enfoque aqui é a ferramenta que reverbera o som. Eis os meus 5 bateristas favoritos e suas “máquinas”. Não tive a oportunidade de vê-los ao vivo, mas não me canso de escutar...

Keith Moon







Melhor instrumentista da lendária banda “The Who”, era responsável por levar o virtuosismo do instrumento até o limite. Grande improvisador, tocava com a baqueta virada como se fosse um jazzista e tinha uma performance impressionante. Ouça o britânico em uma das inúmeras apresentações da banda ao vivo, como a de Leeds lançada recentemente. Morreu aos 32 anos, vítima de overdose de remédios para tratamento de alcoolismo em 1978.

Billy Cobhan






Nascido no Panamá, esse cara tocou com ninguém menos do que Miles Davis, James Brown e Stanley Clarke, além de ter influenciado 3 décadas de bateristas. Domo de uma técnica nobre, fazia com que o som da bateria ficasse limpo e poderoso. Tente ouvir os álbuns “Bitches Brew” de 69 e “Spectrum” de 73, além dos inúmeros vídeos de suas colaborações em quase 50 anos de carreira.

John “Bonzo” Bonham







Considerado por muitos especialistas o melhor baterista de rock de todos os tempos, Bonzo era performático e grande improvisador. Seus solos intermináveis viraram referência para qualquer um que fosse se aventurar a tocar em uma banda de rock. Tinha como maior característica usar baquetas mais longas, dando uma sonoridade mais pesada ao seu som. Morreu enquanto dormia depois de um porre de vodca, em 1980. Assista”The Song Remains The Same” até cansar!!

Neil Peart






Dono de uma técnica própria, o canadense ainda é influência de todas as gerações posteriores. Começou a tocar ainda garoto e ganhou seu primeiro instrumento aos 14 anos, após cumprir a promessa de se dedicar muito a aprender o instrumento, feita para seus pais um ano antes. Vá atrás de “Exit, Stage Left”, álbum do início dos anos 80 que traz a melhor fase instrumental de Neil e dos companheiros do power trio “Rush”.

Paulo Zinner







Batera brasileiro de estrada longa, tocou com muitos músicos importantes do cenário nacional e internacional, abrindo shows de bandas como Deep Purple, Jethro Tull e Nazareth, na batera do Golpe de Estado. O músico quase se tornou integrante do grupo de hard rock Whitesnake, se não fosse por um problema de visto europeu. Muito técnico, toca sempre com seus tons retos, dando sonoridade própria ao instrumento. Qualquer álbum do “Golpe” vale a pena para ouví-lo.

19 de fev de 2009

Quem for passar o carnaval no Rio de Janeiro, certamente ouvirá, em algum momento da viagem, o refrão: 'Olha o bisssscoito Globo! Bissscoito Globo: Salgado ou doce!'

O produto que faz tanto sucesso no Rio nasceu na verdade em São Paulo. Milton Ponce Fernandes trabalhava na Padaria Globo, no bairro do Ipiranga, quando resolveu usar a receita do biscoito de polvilho da casa para, junto com três irmãos, criar a própria marca.

O biscoito Globo começou a ser fabricado há 56 anos em uma padaria no bairro de Botafogo, zona sul do Rio. O personagem que enfeita a embalagem, biodegradável e descartável, diga-se de passagem, foi inspirado em um desenho de O Globo, "O bonequinho viu", que há 67 anos ilustra as críticas de cinema do jornal.

Conhecido e divulgado exclusivamente por meio da gritaria dos ambulantes, sua fórmula dá tão certo que nesta época do ano a produção dobra para atender toda a demanda. Chegam a ser fabricados e despejados nas ruas do Rio de Janeiro 30 mil pacotes por dia.

Os biscoitos são feitos sem qualquer produto químico, com uma durabilidade de apenas cinco dias. Mesmo sendo um sucesso absoluto, a marca preserva um estilo caseiro e familiar. Prova disto é que a distribuição é feita exclusivamente por centenas de vendedores ambulantes - nenhum contratado da empresa. Eles compram embalagens com 50 unidade por R$ 16,00 e saem vendendo os saquinhos por R$ 1,00 cada pelos sinais de trânsito e praias.


Sinal dos tempos! Aquele que 'queria ser uma abelha para pousar na sua flor' vai cantar heavy metal. Ele mesmo, Luiz Caldas, o bahiano que alguns consideram ter sido o inventor do axé, agora é do heavy metal.

Não acredita?! Clique aqui e digite no sistema de busca Luiz Caldas. Selecione então em 'A Maldição', uma das músicas que fará parte do novo cd do artista, que será lançado logo depois do Carnaval. À propósito, entre aqueles que elogiaram publicamente a incursão do cantor bahiano no gênero, estão Andreas Kisser e Lobão.
Axé!

18 de fev de 2009

Você se lembra daquele comercial da Semp Toshiba que mostra um gordinho que passa cantando na fila do cinema. Se não, clique abaixo:


Pois é, se você adora estragar as idas dos amigos ao cinema, que nem o gordinho da propaganda, não pode deixar de acessar o Estraga Filmes. O blog é especializado em contar o final dos filmes em cartaz.

Nessa época de Oscar então, o site é um 'prato cheio'. Atualmente, em destaque, o final de 'O curioso caso de Benjamin Button', um dos favoritos ao prêmio de melhor filme este ano.


Relembre o tema original da abertura de seu desenho animado preferido neste endereço. Desenhos da década de 30 até os dias atuais, como Betty Boop, Gato Felix, Olho Vivo e Faro Fino, Carangos e Motocas, A Arca do Zé Colméia, Chipmunks, Thundercats, Beetlejuice, South Park, entre outros.


Se você preferir ouvir novamente o tema de sua série preferida, mesmo que só você lembre dela, clique aqui. A seleção vai de O Gordo e o Magro à 24 horas.

Um verdadeiro achado!
Quantas vezes você não assistiu a um comercial e ficou louco para descobrir o nome da música que toca? O site Adtunes é especialista em listar músicas não apenas de comerciais, mas também de trailers e trilhas sonoras.
O site reúne milhares de informações sobre as trilhas (das mais antigas às mais novas) campanhas publicitárias veiculadas.
Os fóruns são considerados o melhor meio para encontrar a trilha que você está procurando. Pena que só fale de anúncios das TVs americanas.
Confira abaixo uma das moscas brancas encontradas no site:



Dica do ADivertido

17 de fev de 2009


BabySays é um transmissor embutido no travesseiro do bebê que se propõe a analisar seu choro. Ele manda uma mensagem para um receptor inserido em uma pulseira que os pais podem carregar para qualquer lugar que forem.

Segundo o designer do produto, Hansook Lee, por meio das vibrações e da análise das ondas sonoras, ele decodifica o choro do bebê e envia uma mensagem para a pulseira dizendo se a causa é fome, frio, sono, dor, cansaço ou desconforto.

A engenhoca deve chegar ao mercado este ano. Seria a última maravilha do mundo, mas dá para confiar?


(via Yanko Design)


Se você tivesse sofrido um baque financeiro, público e notório, e tivesse conseguido se reerguer graças a ajuda de um amigo ou de um familiar, você sairia por aí esbanjando em jantares e festas? Acredito que sua resposta, muito provavelmente, seria não. Ou talvez fosse até mais enfático e dissesse 'de maneira alguma'!

Não é o que pensam, no entanto, algumas das instituições e empresas recebedoras do pacote de resgate do governo americano. Vejamos dois casos que aconteceram no início deste mês:

- o Citigroup acertou com o time de beisebol New York Mets o patrocínio com naming rights de seu novo estádio pela cifra de US$ 400 milhões;
- o Bank of America, por sua vez, patrocinou uma festa de cinco dias do lado de fora do estádio onde foi disputado o Super Bowl. O gasto teria sido, segundo a rede americana ABC, de US$ 10 milhões.

Ninguém aqui questiona o valor dos investimentos em marketing, inclusive, no sentido de ajudar essas e outras empresas que foram vítimas da crise financeira a se reerguer. Mas vamos e venhamos, um pouco de bom senso não faz mal a ninguém.

(referência: Advertising Age)

16 de fev de 2009

O site Oddee criou um top 10 das bebidas mais bizarras do mundo. Tem de tudo. De Pepsi de pepino até cerveja para crianças. Confira.


1) Gau Jal ou Água de Vaca



The Cow Protection Department of the Rashtriya Swayamsevak Sangh, um dos mais antigos movimentos nacionalistas da Índia anunciou recentemente que estão próximos de desenvolver um refrigerante feito com urina de vacas, e que ele poderia ser lançado ainda no fim desse ano. O chefe do departamento, Om Prakash, garante que o ingrediente especial não será um problema para o sucesso da bebida. “Não se preocupe, não terá cheiro de urina e será bem saborosa também”. Então tá.

2) Bebida de placenta



Placenta 10.000 e 400.000 são bebidas gelatinosas feitas de placenta. Calma gente, a placenta aqui é de porcos e não de mulheres.

3) Pepsi Ice Cucumber



Uma mistura lançada pelo Japão em 2007: Pepsi Ice com essência de pepino.

4) Cerveja de Leite



Também um lançamento do Japão, a fórmula aqui funciona mais ou menos assim: Cerveja (Beer) + Leite (Milk) = Bilk, uma cerveja com um terço de leite.

5) Bebida de Queijo



Needs é uma bebida feita de queijo com três sabores diferentes e um gosto parecido com o iogurte.

6) Água sabor salada



Lançada pela Coca-Cola em 2004, a bebida tem essência de salada, com seis sabores diferentes. Boa pedida para vegetarianos de plantão.

7) Leite materno em caixinha



Bebida com gosto de infância, feita com leite materno.

8) Leite de melão



Bebida feita com melão – talvez uma das frutas favoritas dos japoneses.

9) Água diet



Acho que a empresa não percebeu o pleonasmo do produto. Alguém já conheceu uma água normal com calorias? A propaganda ainda enfatiza, “Todo o sabor da água comum com metade das calorias”.

10) Cerveja para crianças



A Kidsbeer é a versão japonesa dos nossos refrigerantes com guaraná, só que lá são vendidas como cervejas não alcoólicas feitas para os pequenos, o que fez do produto um sucesso instantâneo.


Fundada em setembro do ano passado por Jean Arnold, um legítimo discípulo da Le Cordon Bleu, a 479º traz sofisticação e originalidade para a boa e velha pipoquinha, ingrediente indispensável para o cineminha em casa. É mais uma prova que é possível inovar em todo e qualquer segmento.

A linha Globetrotter, por exemplo, é composta por caixas 'bem aprumadas' que servem de duas a quatro pessoas, nos sabores Chipotle Caramel & Almonds, Madras Curry & Cashews, Ginger Sesame Caramel, Pimentón de La Vera e Black Truffle & Aged White Cheddar - preferi não correr o risco de traduzir. Os ingredientes são 100% orgânicos e o custo médio é de US$ 8,00.

O site também oferece embalagens de presente que contém cinco sabores diferentes por US$ 35,00.



Bem diferente do modelo tradicional que 99,9% das pessoas usam, as cassette wallets permitem inovar um pouco a velha 'fôrma' de guardar dinheiro.

As carteiras inspiradas no modelo de antigas fitas cassete custam US$ 43 no site Design Boom.

14 de fev de 2009

Muita sorte! É o que você vai ver nessa complilação pra lá de mosca branca desencavada do You Tube.

13 de fev de 2009

Ataque Libriano

Por Fernando Targa


TOP 5 – TRILHAS SONORAS DE TERROR

A rica história do cinema tem vários acontecimentos interessantes, que podem ser classificados como verdadeiros marcos, momentos em que a arte dá um salto e se renova totalmente. Um deles, certamente, foi a origem do som e das trilhas sonoras nas obras da sétima arte. Até 1927, os filmes não usavam o som como ferramenta, era a chamada era do Cinema Mudo. A partir do musical “The Jazz Singer”, os diálogos e as cantorias foram incorporados ao longa-metragem e um ano depois o cinema descobriria a trilha sonora propriamente dita. Os efeitos sonoros, a música e os diálogos foram devidamente sincronizados com perfeição no filme “The Lights of New York”, lançado em meio aos clássicos do mudo mais famoso do cinema: Charles Chaplin.

De todas as categorias cinematográficas, a que aguça mais a audição é a de suspense: quem nunca se arrepiou ao ouvir as orquestrações compostas por mestres da música, durante uma perseguição, um momento de escuridão quase que total ou de uma mão pegando em um ombro apavorado? Deixo aqui a minha lista das 5 mais eletrizantes obras musicais, para dar vida à nossa sexta-feira 13 e inspirar esse comecinho de noite...



Sexta-feira 13 (Friday 13th – 1980)
A aterrorizante música e os efeitos de Henry Manfredini compõem a história de Jason Vorhees, um garoto que morre afogado em um lago do acampamento, mas volta para assassinar até o último novo frequentador do local, até então abandonado por décadas. Do diretor Sean S. Cunninghan, o filme deu origem à série de 9 longas-metragens e é uma das mais bem sucedidas da história do cinema. O efeito sonoro que acompanha os passos do serial killer foi imortalizado.


Psicose (Psycho - 1960)
Uma das obras-primas de Alfred Hitchcock, considerado o mestre do suspense. Trilha de Bernard Hermann ilustra a morte da ladra interpretada por Janet Leigh, esfaqueada seguidamente na famosa “cena do chuveiro”. O sangue escorre pelo ralo da banheira, enquanto os acordes estridentes dos violinos arrepiam até a espinha. A música ganhou nova cara para o remake lançado em 1998, recomposta pelo líder do grupo pop Oingo Boingo Danny Elfman.


O Iluminado (The Shining - 1980)
Assustador thriller de Stanley Kubrick, que traz o neurótico Jack Torrence (Jack Nicholson) em meio à loucura ensandecida, durante isolamento total em um pequeno hotel de inverno, onde trabalha como zelador. A música de Wendy Carlos e Rachel Elkind serve de pano de fundo ao colapso mental e as perseguições de Jack à sua própria família.


Tubarão (Jaws – 1975)
Uma pacata cidade de veraneio americana recebe a “ilustre” visita de um monstruoso tubarão insaciável. Os ataques aos banhistas tiram o sono do delegado de polícia local Martin Brody, que tenta desesperadamente dar cabo do animal. A sequência de acordes graves dos cellos compostas por John Williams imortalizaram o filme, vencedor do Oscar de trilha sonora original.



Encarnação do Demônio (2007)

Último filme da trilogia do brasileiro José Mojica Marins, mais conhecido como o coveiro “Zé do Caixão”. As bases graves da trilha de André Abujamra e Marcio Nigro, compõem a saga de Zé do Caixão, durante a busca para encontrar a mulher que gerará seu filho perfeito, após ser libertado da cadeia, onde permaneceu encarcerado por 30 anos.