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20 de dez. de 2013
3 de jun. de 2013
A incrível história de David Rees, um apontador de lápis profissional
Lendo a Folha nesse feriado, me deparei em um artigo do genial Ruy Castro, com uma profissão que jamais imaginei existir, ainda mais hoje em dia, onde muita gente só sabe o que é caligrafia ao se deparar com o verbete por acaso no Wikipedia.
Cartunista conceituado, sobretudo por conta da série “Get Your War On” do Huffington Post, em que satirizava o governo George Bush, David Rees decidiu abandonar o desenho e enveredar por uma carreira, digamos assim, inusitada. Virou um apontador de lápis profissional!
O novo empreendimento levou algum tempo para ser colocado em prática. David estudou, especializou-se em várias técnicas para apontar lápis. Quando colocou no ar o seu novo site, muita gente achou que fosse brincadeira.
Seus primeiro clientes foram amigos que trouxeram outros amigos e, assim, a troca de informações rápida das redes sociais foi fundamental para o apontador de lápis. Mas, se a tecnologia foi necessária para divulgar o trabalho (e não é assim para todo mundo, hoje?), a verdade é que David trabalha com ferramentas que já existiam muito antes do surgimento do primeiro PC: uma maleta repleta de apontadores, estiletes, lâminas, apontadores a manivela, chaves de fenda, lixas, uma tesourinha e, claro, muitos lápis — a maioria desses são os amarelos número 2.
Cartunista conceituado, sobretudo por conta da série “Get Your War On” do Huffington Post, em que satirizava o governo George Bush, David Rees decidiu abandonar o desenho e enveredar por uma carreira, digamos assim, inusitada. Virou um apontador de lápis profissional!
O novo empreendimento levou algum tempo para ser colocado em prática. David estudou, especializou-se em várias técnicas para apontar lápis. Quando colocou no ar o seu novo site, muita gente achou que fosse brincadeira.
Seus primeiro clientes foram amigos que trouxeram outros amigos e, assim, a troca de informações rápida das redes sociais foi fundamental para o apontador de lápis. Mas, se a tecnologia foi necessária para divulgar o trabalho (e não é assim para todo mundo, hoje?), a verdade é que David trabalha com ferramentas que já existiam muito antes do surgimento do primeiro PC: uma maleta repleta de apontadores, estiletes, lâminas, apontadores a manivela, chaves de fenda, lixas, uma tesourinha e, claro, muitos lápis — a maioria desses são os amarelos número 2.
"Um dos meus primeiros clientes foi um casal que vivia em uma fazenda
no interior dos Estados Unidos. Fui convidado a participar de um evento
beneficente organizado por eles. Fiquei para almoçar e apontei uma
grande quantidade de lápis alemães que eles tinham guardados", afirma o
apontador profissional.
"Às vezes chego a levar 45 minutos para apontar um só lápis", diz David,
que utiliza somente os lápis amarelos número 2 da General Pencil, uma
empresa familiar de Nova Jersey, que está no ramo há mais de 100 anos.
A fama de artesão se espalhou pelo país e, hoje, David aponta os lápis
da escritora americana Elizabeth Gilbert, autora do best-seller “Comer,
Rezar e Amar”, e do cineasta Spike Jonze, diretor de “Quero ser John
Malkovich”, entre outros.
"Morasse no Rio, Rees seria disputado pelos últimos proprietários de botequim que ainda usam lápis atrás da orelha", satiriza Ruy Castro no artigo que deu ensejo a esse post.
18 de fev. de 2013
Banana Art
Curioso trabalho da designer filipina Honey, fundadora do referencial blog Sweet Station, que 'tatuou' cascas de bananas com caricaturas de gente famosa usando apenas um alfinete. Ficou muito bom!
17 de dez. de 2012
Fornada de gadgets quentinha saindo!
A designer israelense Nitsan Debbi resolveu explorar o contraste entre objetos low e high-tech e
combinar eletricidade com seus dotes como “padeira”.
Debbi removeu o miolo de pães e utilizou as cascas para substituir o revestimento plástico de uma variedade de dispositivos, como relógios, lanternas e rádios.
Segundo a designer, todos os equipamentos funcionam perfeitamente!
(via NotCot)
Debbi removeu o miolo de pães e utilizou as cascas para substituir o revestimento plástico de uma variedade de dispositivos, como relógios, lanternas e rádios.
Segundo a designer, todos os equipamentos funcionam perfeitamente!
(via NotCot)
13 de nov. de 2012
Mexe a cadeira...
A velha e boa cadeira de plástico presente em toda churrasqueira, piscina, jardim ou sacada que se preze virou protagonista do projeto Monobloc do designer Bert Loeschner.
Me diga aí se você achava que a cadeira tão judiada pela letra do Vinny um dia poderia ser tão funcional?!
(via Today and Tomorrow)
Me diga aí se você achava que a cadeira tão judiada pela letra do Vinny um dia poderia ser tão funcional?!
(via Today and Tomorrow)
24 de out. de 2012
A orquestra customizada do designer Diego Stocco
O italiano Diego Stocco faz muito
sucesso na web pelo jeito inusitado de produzir sons que incrivelmente se
tornam música. Assim como o nosso Naná Vasconcelos, ele pode ser chamado de um sound designer, já que concebe instrumentos musicais completos a partir de peças esquecidas em sua casa ou encontradas em terrenos baldios.
Não é só na web que ele faz sucesso, é bom ressaltar, seus trabalhos recentes incluem desde a sonorização da games famosos como a série Call of Duty até participações em seriados hypados como Dexter.
Pois bem, a última do Diego é a Custom Built Orchestra, que nada mais é do que uma coleção de instrumentos inteiramente customizados por ele para serem tocados juntos - alguns dos instrumentos você pode visualizar nesse post e outros constam no link com a descrição completa.
Como não poderíamos ficar só na imaginação, ele gravou um videoclipe para nós. Dá só uma olhada nisso:
Não é só na web que ele faz sucesso, é bom ressaltar, seus trabalhos recentes incluem desde a sonorização da games famosos como a série Call of Duty até participações em seriados hypados como Dexter.
Pois bem, a última do Diego é a Custom Built Orchestra, que nada mais é do que uma coleção de instrumentos inteiramente customizados por ele para serem tocados juntos - alguns dos instrumentos você pode visualizar nesse post e outros constam no link com a descrição completa.
Como não poderíamos ficar só na imaginação, ele gravou um videoclipe para nós. Dá só uma olhada nisso:
17 de out. de 2012
100 barbas em 100 dias
O fotógrafo escocês Jonathan Daniel Pryce, radicado em Londres, se dispôs a clicar a cada dia um sujeito barbudo para abastecer seu projeto interativo/viral 100 beards 100 days
Está tudo documentado no seu Tumbr. Lá tem um link - "share your beard" - à disposição para quem se aventurar a postar uma foto de seus preciosos pelos faciais. Eis alguns cliques bem inusitados que ele registrou:
Está tudo documentado no seu Tumbr. Lá tem um link - "share your beard" - à disposição para quem se aventurar a postar uma foto de seus preciosos pelos faciais. Eis alguns cliques bem inusitados que ele registrou:
2 de out. de 2012
O Rei do Lixo
O Junk King, como é conhecido, poderia muito bem ter servido de inspiração para a Mãe Lucinda da novela Avenida Brasil.

Há mais de 20 anos, Vince Hannemann se dedica ao ofício de colecionar tranqueiras e, com o que já acumulou, criou uma impressionante catedral de lixo no meio do mato, em Austin, Texas.
O “edifício” se encontra envolto por vegetação tropical e as paredes e demais ambientes são formados por pilhas de utensílios de cozinha, rodas, para-choques, peças de bicicleta, enfeites, relógios, eletrônicos e uma infinidade de outras tralhas.
A maior parte dos materiais é proveniente de doações de pessoas que visitam o refúgio de Hannemann, que escolhe cada peça a dedo, para que a harmonia do conjunto não seja perturbada.
Referência: WSJ

Há mais de 20 anos, Vince Hannemann se dedica ao ofício de colecionar tranqueiras e, com o que já acumulou, criou uma impressionante catedral de lixo no meio do mato, em Austin, Texas.
O “edifício” se encontra envolto por vegetação tropical e as paredes e demais ambientes são formados por pilhas de utensílios de cozinha, rodas, para-choques, peças de bicicleta, enfeites, relógios, eletrônicos e uma infinidade de outras tralhas.
A maior parte dos materiais é proveniente de doações de pessoas que visitam o refúgio de Hannemann, que escolhe cada peça a dedo, para que a harmonia do conjunto não seja perturbada.
Em 2010, a prefeitura da cidade obrigou Vince a
derrubar quase metade de sua construção/instalação de arte. Mas, com a
ajuda da comunidade, o 'Rei' conseguiu manter sua Catedral viva e dar
continuidade ao seu legado.
Referência: WSJ
24 de set. de 2012
Onde os enterros terminam em festa
Morille é uma cidadezinha espanhola localizada na província de Salamanca que não chega a ter 300 habitantes. Sua fama, contudo, vem se difundindo rapidamente, graças a um cemitério! Esse, contudo, não é um cemitério comum. Lá, os enterros (quase sempre) terminam em festa.
Desde 2005, um terreno de 50 mil metros quadrados localizado atrás da paróquia local, foi cedido pela Prefeitura para que se enterrassem obras de “reconhecido valor artístico” ou vinculadas “de modo significativo” ao mundo da arte.
O Cementerio de Arte, desde então, já foi palco de mais de trinta sepultamentos. Jazem ali uma mala de viagem, um piano, um par de sapatos, livros de poesia, esculturas, filmes e até mesmo uma Pontiac que pertenceu ao artista Javier Utray.
Recentemente, Vicente del Bosque, técnico da seleção nacional de futebol, enterrou lá uma bola Jabulani e uma camisa da “Fúria”, ambas usadas na final da Copa do Mundo da África do Sul, vencida pela primeira vez pelos espanhóis.
Há ainda uma longa fila de espera de artistas que ambicionam enterrar ali suas criações. As propostas de sepultamento são avaliadas por uma comissão formada por representantes da prefeitura, dos moradores e da classe artística.
(Referência: Piauí)
Desde 2005, um terreno de 50 mil metros quadrados localizado atrás da paróquia local, foi cedido pela Prefeitura para que se enterrassem obras de “reconhecido valor artístico” ou vinculadas “de modo significativo” ao mundo da arte.
O Cementerio de Arte, desde então, já foi palco de mais de trinta sepultamentos. Jazem ali uma mala de viagem, um piano, um par de sapatos, livros de poesia, esculturas, filmes e até mesmo uma Pontiac que pertenceu ao artista Javier Utray.
Recentemente, Vicente del Bosque, técnico da seleção nacional de futebol, enterrou lá uma bola Jabulani e uma camisa da “Fúria”, ambas usadas na final da Copa do Mundo da África do Sul, vencida pela primeira vez pelos espanhóis.
Há ainda uma longa fila de espera de artistas que ambicionam enterrar ali suas criações. As propostas de sepultamento são avaliadas por uma comissão formada por representantes da prefeitura, dos moradores e da classe artística.
(Referência: Piauí)
13 de set. de 2012
Que tal comprar um livro no sebo atracado logo ali???
O Book Barge é um sebo itinerante que que funciona em um barco. Ele percorre as hidrovias do Reino
Unido a uma velocidades de 4 milhas por hora (embora geralmente fique
ancorado em Staffordshire).
A proprietária, Sarah Henshaw, inspirou-se no movimento slow food para transformar o barco que adquiriu em 2009 em abrigo para prateleiras e mais prateleiras de relíquias literárias. Ela explica o porquê: '...esperamos promover um estilo de vida menos apressado e cheio de prazeres ociosos, xícaras de chá, conversas, cultura e, claro, bons livros... Eu esperava que, ao criar um espaço como esse, os clientes percebessem como livrarias independentes podem oferecer uma experiência de compra mais agradável que encontram on-line ou nas prateleiras de supermercados.'
O Book Barge oferece ainda sessões de “biblioterapia”. Por meio de uma boa conversa com cada cliente, os tripulantes da navegação estão aptos a sugerir obras que possam completar as atuais preferências literárias da freguesia, além de desvendar aspectos do seu “leitor interior” ainda desconhecidos.
Na página do Facebook (sim, o barco tem uma fan page e um perfil no Twitter), você encontra maiores informações.
Adorei a ideia!
(via Flavorwire)
A proprietária, Sarah Henshaw, inspirou-se no movimento slow food para transformar o barco que adquiriu em 2009 em abrigo para prateleiras e mais prateleiras de relíquias literárias. Ela explica o porquê: '...esperamos promover um estilo de vida menos apressado e cheio de prazeres ociosos, xícaras de chá, conversas, cultura e, claro, bons livros... Eu esperava que, ao criar um espaço como esse, os clientes percebessem como livrarias independentes podem oferecer uma experiência de compra mais agradável que encontram on-line ou nas prateleiras de supermercados.'
O Book Barge oferece ainda sessões de “biblioterapia”. Por meio de uma boa conversa com cada cliente, os tripulantes da navegação estão aptos a sugerir obras que possam completar as atuais preferências literárias da freguesia, além de desvendar aspectos do seu “leitor interior” ainda desconhecidos.
Na página do Facebook (sim, o barco tem uma fan page e um perfil no Twitter), você encontra maiores informações.
Adorei a ideia!
(via Flavorwire)
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