13/06/2013

Um teste rápido para o seu grau de confiança na mídia impressa


Foto clássica de Faye Dunaway na manhã seguinte à conquista do Oscar de melhor atriz  pela atuação no filme Rede de Intrigas, rodado em 1976 e dirigido por Sidney Lumet.

Obviamente, ela está cercada por todos os jornais daquela manhã anunciando sua conquista.

Agora, dê um fast forward para 2015 e imagine o mesmo quadro.


Você vislumbra algum impresso?

Conheça o incrível estacionamento subterrâneo de bicicletas que os japonenes criaram


 O Eco Cycle segue a lógica japonesa “Cultura acima do solo, função abaixo do solo”. Trata-se de um estacionamento pré-moldado e totalmente automatizado que armazena até 204 bicicletas a doze metros abaixo da calçada, abrigadas da chuva e protegidas contra roubos.


Usuários pagam 2.600 yens (56 reais – estudantes pagam meia) por mês para ter direito a estacionar suas bicicletas.



Vale ressaltar  que cerca de 90% da população de Tóquio vai de metrô e trem para o trabalho e um terço dela completa o trajeto com bicicletas. São mais ou menos 3,5 milhões de usuários procurando um lugar para estacionar a bicicleta diariamente nas ruas da capital japonesa, famosa pela falta de espaço para construção.

Grande achado do ISVOR

07/06/2013

Under Pressure à capela nas vozes de Freddie Mercury e David Bowie

Registro histórico do Open Culture


Retratos de uma família

Quanto você consegue descobrir sobre uma pessoa restringindo seu olhar apenas a alguns objetos icônicos que ela guarda ou usa no dia a dia? Foi essa a indagação que guiou o trabalho da fotógrafa Camilla Catrambone em seu projeto Portraits of My Family.

A série de retratos não se volta para os rostos, mas para as coisas. O objetivo é representar os membros  da família da fotógrafa por meio da coleção de objetos mais estimados de cada um. O resultado, mais do que apenas estético, desvenda diferentes personalidades e perspectivas de vida.

O avô Mario


O avô Antonio


A babá Renata


A avó Ilva


A mãe


03/06/2013

A incrível história de David Rees, um apontador de lápis profissional

Lendo a Folha nesse feriado, me deparei em um artigo do genial Ruy Castro, com uma profissão que jamais imaginei existir, ainda mais hoje em dia, onde muita gente só sabe o que é caligrafia ao se deparar com o verbete por acaso no Wikipedia.


Cartunista conceituado, sobretudo por conta da série “Get Your War On” do Huffington Post, em que satirizava o governo George Bush, David Rees decidiu abandonar o desenho e enveredar por uma carreira, digamos assim, inusitada. Virou um apontador de lápis profissional!

O novo empreendimento levou algum tempo para ser colocado em prática. David estudou, especializou-se em várias técnicas para apontar lápis. Quando colocou no ar o seu novo site, muita gente achou que fosse brincadeira.


Seus primeiro clientes foram amigos que trouxeram outros amigos e, assim, a troca de informações rápida das redes sociais foi fundamental para o apontador de lápis. Mas, se a tecnologia foi necessária para divulgar o trabalho (e não é assim para todo mundo, hoje?), a verdade é que David trabalha com ferramentas que já existiam muito antes do surgimento do primeiro PC: uma maleta repleta de apontadores, estiletes, lâminas, apontadores a manivela, chaves de fenda, lixas, uma tesourinha e, claro, muitos lápis — a maioria desses são os amarelos número 2.
 
"Um dos meus primeiros clientes foi um casal que vivia em uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Fui convidado a participar de um evento beneficente organizado por eles. Fiquei para almoçar e apontei uma grande quantidade de lápis alemães que eles tinham guardados", afirma o apontador profissional.
 
"Às vezes chego a levar 45 minutos para apontar um só lápis", diz David, que utiliza somente os lápis amarelos número 2 da General Pencil, uma empresa familiar de Nova Jersey, que está no ramo há mais de 100 anos.
 
A fama de artesão se espalhou pelo país e, hoje, David aponta os lápis da escritora americana Elizabeth Gilbert, autora do best-seller “Comer, Rezar e Amar”, e do cineasta Spike Jonze, diretor de “Quero ser John Malkovich”, entre outros.
 
"Morasse no Rio, Rees seria disputado pelos últimos proprietários de botequim que ainda usam lápis atrás da orelha", satiriza Ruy Castro no artigo que deu ensejo a esse post. 
 
 
Em tempo, David cobra entre US$ 35 (EUA) e US$ 40 (exterior) para apontar lápis. E os entrega em tubinhos de plástico e com certificado de garantia.

Ele acaba de publicar um livro em que ensina os segredos de sua profissão, “How to sharpen pencils", à venda na Amazon.

(Referência: O Globo)

Música e sorrisos num hospital de Jerusalém


A música tem também, como o riso, uma função terapêutica. E foi esse objetivo que levou 40 alunos da Academia de Música e Dança de Jerusalém a realizar uma linda e surpreendente intervenção no hospital Hadassah Wetsman Davidson, na capital de Israel, levando para o saguão a Valsa das Flores, de Tchaikovsky

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(via blog do Ricardo Setti)