28 de ago de 2013

Os 6 hotéis mais hightech do planeta

Recepções robotizadas, secadores de unha embutidos nas paredes dos quartos, frigobar abastecido com apenas um tuíte, sensores infravermelhos que dizem à copeira se você está ou não no quarto, banheiros inteligentes, enfim, uma gama de hotéis está tirando proveito de gadgets, de redes sociais e toda a espécie de apetrechos para fazer da nossa experiência de hospedagem algo de última geração. Confira uma lista pra lá de mosca branca:


Não bastasse ter sido todo projetado pelo incomparável Philippe Starck, o Mama Shelter de Paris capricha também no quesito tecnológico. A cada andar, na saída do elevador, uma imensa tela de LED serve como quadro de avisos para apontar informações importantes, como a previsão do tempo para o dia e as opções de onde sair naquela noite.



Cada um dos 172 quartos do hotel é equipado de um iMac com um aplicativo feito exclusivamente pela Apple. O aplicativo permite que você veja a lista de lançamentos de filmes (que são gratuitos), escute música, acesse a internet e tire fotos de você mesmo.


Esta opção, inclusive, permite que você  compartilhe as imagens nos outros monitores espalhados pelo hotel.


Os quartos no The Peninsula Tokyo são impressionantes, mesmo para o tão-tecnologicamente avançado Japão. Cada quarto possui telefone sem fio equipado com tecnologia VoIP (Skype), que pode ser usado em todas as áreas do hotel. O nível de personalização, por sua vez, chega a níveis extremos como uma rádio que transmite as frequências da cidade natal do visitante.


 
Localizado praticamente junto aos fossos e jardins do antigo castelo de Edo, o Peninsula oferece 267 quartos e 47 suítes decoradas com muito couro e madeira. Entre os recursos mais curiosos e inusitados estão o secador de unhas automático embutido na parede do quarto e os banheiros que dispõem de um botão Spa na banheira que escurece o ambiente, liga um som relaxante e define o modo privacidade para telefone e campainha, garantindo o relaxamento sem interrupções. 



Não fica por aí: há ainda uma televisão de LED instalada, espelhos antiembaçantes e telefones equipados com funções que abafam o som da TV ou do rádio e filtram o barulho da água corrente e o eco do banheiro durante as chamadas.


O hóspede do Ushuaïa Beach Hotel, na badalada ilha espanhola de Ibiza, precisa apenas dar o número do cartão de crédito, cadastrar suas impressões digitais e pronto: todos os pagamentos serão feitos com um toque. Além disso, por vários ambientes do hotel ( principalmente na área da piscina, em frente à praia) foram espalhados totens com Facebook Presence. Basta aproximar sua pulseira de identificação para acessar seu perfil, tirar fotos e postar a boa vida em Ibiza. 



Ah, e como um charme a mais, o hotel de Ibiza conta com uma Suíte Pioneer, com o que há de mais moderno em equipamentos de som.


Sente o drama: dois CDJ 2000 players, um DJM 2000 mixer, um amplifier, oito speakers e dois subwoofers.


O SolWaveHouse, em Mallorca, na Espanha, foi todo construído com o Twitter em mente. O local, que tem 184 apartamentos com vista para o mar, oferece o tradicional serviço de quarto, mas não seria melhor apenas tuitar #fillmyfridge para ter seu frigobar reabastecido?



Cada hóspede tem a sua própria conta no Twitter para que  possa interagir via WI-FI em qualquer lugar dos 2640 m2 do empreendimento com seus eventuais vizinhos, inclusive nas tendas à beira mar. Fechando a semana, o hotel organiza Twitter Parties, cuja marca é a hashtag #sociawave.


Localizado em uma das avenidas mais badaladas do planeta, a Strip, em Las Vegas, o Aria, que hospeda atualmente a  temporada Viva Elvis do Cirque du Soleil,  utiliza identificação por radiofrequência (RFID) em todos os quartos.



Ao girar a chave e ingressar em seu quarto, o hóspede tem tudo ajustado para suas preferências pré-determinadas, desde a luminosidade ideal para o horário, até mesmo a sintonização automática da TV no seu programa preferido. O mesmo mecanismo é usado nos elevadores, no fitness center e na garagem do hotel .


Com impressionantes 61 andares, 4.004 quartos, 16 restaurantes e um dos cassinos mais badalados de Las Vegas, o hotel abriga ainda o night club Haze, onde a pista de dança principal é integrada a um telão interativo de mais de 30 metros de diâmetro.


O hotel Blow up Hall 5050 se define como uma obra de arte interativa, onde os hóspedes são parte da criação. São apenas 22 apartamentos em uma mistura de luxo, design, arte e tecnologia de ponta. O nome do hotel foi inspirado no filme de Michelangelo Antonioni, Blow Up, e as surpresas começam logo na chegada do empreendimento, situado em Poznan, na Polônia. Assim que entra, o turista se torna parte de uma instalação de vídeo do artista Rafael Lozano-Hemmer.


Não existem recepção, chaves convencionais de quartos, nem mesmo cartões magnéticos para abrir as portas. É tudo feito via iPhone, que o hóspede recebe assim que chega. Também não existem números nas portas, já que elas estão equipadas com sensores de reconhecimento.

26 de ago de 2013

The Home Recording Project - Quarto de estudantes de música vira estação de rádio online

O conservatório de Amsterdam é conhecido na região por receber estudantes de várias partes do mundo. A escola mantém um prédio na região de IJburg, de frente para o mar, onde moram 69 desses estudantes.

Para divulgar essa concentração de talentos - e a própria marca - eles acabaram de lançar mão de uma ideia genial! O conservatório transformou um dos dormitórios do prédio em uma estação de rádio.


A estação é controlada pelos próprios estudantes, que tem passe livre para subir com seus instrumentos até o estúdio e iniciaram uma transmissão, que pode ser conferida pela internet, no site do projeto batizado de Home Recording.


Mas como saber a hora em que eles estão 'no ar'? Na fachada do prédio, os idealizadores instalaram uma luz vermelha, a exemplo das que são avistadas na porta de entrada dos estúdios de gravação e das estações de rádio. A luz indica a quem está por perto do prédio que os músicos estão em ação.


Confira o vídeo teaser do projeto:


23 de ago de 2013

Arte na Palma da Mão

A pintora russa Svetlana Kolosova usa a palma da própria mão para criar cenários incríveis, que mais parecem retirados de um conto de fadas. 



O primeiro passo para o início do trabalho é fazer o desenho com uma caneta de gel, depois, Svetlana usa aquarela para colorir. Suas cenas são inspiradas em autores como Hans Christian Andersen e Antoine de Saint Exupéry.


Para a artista, uma das vantagens de fazer do corpo a própria tela é que as imagens podem ganhar movimento. “Minhas imagens podem se mover. Se eu comprimir ou descomprimir a mão um pouco, dobrar os dedos ou coisa do tipo, o anjo pintado inclina a cabeça ou estende as asas”.





 
 

 

22 de ago de 2013

10 GIFs hilários de Guillaume Kurkdjian


Em GIFs muito bem humorados, os homenzinhos desenhados por Guillaume Kurkdjian lutam incessantemente para nos fazer sorrir.
 









 

 

20 de ago de 2013

Elin Aram, a curadora de souvenirs

Em A Box From, a designer Elin Aram propõe fazer uma espécie de curadoria das cidades que visita ao redor do mundo, reunindo em uma bela caixa estilizada uma dezena de pequenos fragmentos e/ou objetos que ajudem a sintetizar e ao mesmo tempo desmistificar cada lugar.


Aram evita aquelas 'lembrancinhas de viagem estereotipadas' e foca em 'coisas do cotidiano' que ajudem a contar um pouco da história e da cultura locais. Depois de uma edição temática sobre Seul, ela acaba de lançar uma caixa temática sobre o Teerã. "Eu tento lançar alguma luz sobre cidades que são vibrantes, mas raramente visitadas. Aquelas que não fazem parte dos roteiros tradicionais de lugares a serem visitados, mas que certamente mereceriam mais atenção"



Na caixa coreana, um dos itens presentes, por exemplo, é um colágeno que, segundo Aram, representa a história da busca desesperada por juventude e beleza que acontece no país.


Outro destaque da caixa, obviamente, é o tradicional saquinho de miojo. 


Já no caso da caixa iraniana, o chá desempenha um papel preponderante. "Nenhum convidado respeitado deixa a casa de alguém sem tomar uma pequena xícara de chá".


Outro item curioso é um saco plástico com o logotipo da Versace que, segundo ela, atesta o fascínio das pessoas daquela região por logos, mas não por admirarem seus produtos ou serviços, mas simplesmente por acharem bonitos. "Marca no Irã é um negócio completamente diferente do que em outros lugares...


... Primeiro, houve a febre da Adidas, depois da Apple, e agora se vê Versace em todos os lugares, desde toalhas, brinquedos de bebê até material de cozinha".

As caixas podem ser adquiridas no site de Aram e custam 40 euros.

Taí uma bela ideia a ser replicada num país de dimensões continentais e culturas tão particulares como o nosso, não?