Nos anos 40, a então já centenária fabricante de brinquedos FAO Schwarz, que até hoje pode ser visitada em uma loja em Nova York - palco da mítica cena de Quero ser Grande, em que Tom Hanks e Robert Loggia dançam em um gigantesco piano no chão -, criou uma simples e brilhante campanha de marketing. Consistia basicamente no número de uma central telefônica no qual as crianças poderiam 'discar' e falar diretamente com o Papai Noel. Com a ajuda dos pais, milhares delas fizeram inúmeros pedidos: paz mundial, carrinhos, bonecas, ursos, coelhos e o que mais a imaginação permitisse.
A ação, como um completo case de PR, foi sugerida com exclusividade para a prestigiosa revista Life, que fez uma galeria sensacional da criançada.
Não vi nada minimamente criativo ou inovador nas campanhas desse Natal, o que, com tantas ferramentas disponíveis, acaba sendo bastante decepcionante. Fica, portanto, essa ação de mais de 70 anos atrás como uma referência e um alerta sobre a nossa paralisia.
Feliz Natal e meus votos de um Ano Novo com mais ideias e iniciativas... e menos xororô!






















A ação faz parte na verdade de um movimento contra o que se tornou boa parte da indústria da publicidade e propaganda, um verdadeiro oceano de clichês.
FlashForward aposta muito na convergência de mídias para gerar interatividade e, lógico, muito barulho. Uma das ferramentas desenvolvidas, The Mosaic Collective, propõe que as pessoas contem como o mundo estará em seis meses para assim montar um mosaico global do que acontecerá no futuro. Além de conteúdo gerado pelos usuários, o site
Outro pedaço da campanha viral de FlashForward é o blog fictício
Enquanto não estréia no Brasil, vale conferir o trailer oficial da série abaixo:
Bacana a última campanha da marca
Além de asssistir e rir muito com os encontros onde os membros oferecem seus testemunhais relatando suas provações para não acessar o Facebook ou enviar um tweet, há a possibilidade de fazer depoimentos online na
O melhor são os cinco hábitos para eliminar o vício: