29 de out de 2013

Ensaio fotográfico mostra flagrantes impressionantes de crianças lutando muay thai na Tailândia

"Eu sinto a urgência de mostrar o que está acontecendo no mundo e em que circunstâncias as pessoas estão vivendo".



Essa é a filosofia de vida da fotógrafa alemã Sandra Hoyn, que já rodou meio mundo atrás de idiossincrasias culturais. Uma das suas séries mais impactantes - divulgada recentemente no My Modern Met -  foi produzida na Tailândia registrando crianças de 6 anos lutando muay thai. 




Foram quatro semanas em contato com os treinadores e crianças, durante as sessões de treinamentos e competições. "Muitas vezes, essas crianças representam a principal fonte de renda da família. Os pais apostam todo seu dinheiro em seus filhos e os pressionam a ganhar".




Vale dizer que, por mais incrível que possa parecer, em Bankok, a luta das crianças é totalmente legalizada pelo governo.



Mais uma da série: Como não ser fã da Moleskine?!


Book / Bring Ideas to Life from FiftyThree on Vimeo.

11 fotos de perfil no Instagram de tirar o fôlego

Depois de ver essa coletânea de auto-retratos pra lá de radicais rastreados pelo Mashable em perfis abertos no Instagram, talvez você pense na ideia de apagar aquela foto com cara de pato que você fotografou no espelho do banheiro, do cabeleireiro ou do elevador e deixou no perfil da sua conta. Talvez...












28 de out de 2013

'Light goes on', a última de Darren Pearson, o mestre do light painting


A Califórnia é o cenário perfeito para as 'esculturas de luz' de Darren Pearson. Esqueletos projetados com luzes LED desfilam por paisagens praianas fazendo manobras de skate, bebendo umas, ouvindo um som e, sobretudo, tirando onda.



O stop-motion acima acaba de ser divulgado na web pelo Peta Pixel e foi todo rodado em San Diego. Levou um ano para ser produzido e contou com 700 light painted frames individuais - se você quiser entender mais sobre a técnica de light painting, vale clicar nesse link

Abaixo algumas outras incríveis esculturas de luz de Pearson:








25 de out de 2013

22 de out de 2013

O preconceito contra as mulheres nas buscas do Google

Quais são as primeiras respostas do campo de buscas do Google quando se coloca “as mulheres não podem...” ou “as mulheres precisam...”? 


A nova campanha da UN Women, entidade da ONU que estuda a desigualdade entre gêneros, impressiona e atesta dramaticamente como o mundo está impregnado de preconceitos. Triste!





15 de out de 2013

Debaixo do viaduto tinha uma escola, um professor e um resquício de fé na humanidade

Fiquei pensando em como fazer aqui uma homenagem aos professores nesse dia que, ao mesmo tempo, se estendesse a todos, independente de sua história particular, e que fosse mais 'substantiva' do que 'adjetiva', como aprendemos nas aulas de redação. Depois de vasculhar um pouco a web, me deparei com a figura de Rajesh Kumar Sharma que, penso eu, sintetiza de maneira ímpar todos os atributos de um verdadeiro mestre. Eis sua história e minha singela dedicatória:


Sharma não é um professor de verdade, ou melhor, não tem a formação apropriada de um. Na verdade, ele tem uma mercearia em Nova Delhi, na Índia, e durante pelo menos duas horas por dia, enquanto deixa seu irmão no comando do negócio, corre para sua escola improvisada ao ar livre, debaixo de um viaduto.




Isso mesmo! Sharma criou uma escola improvisada debaixo de uma ponte de metrô, onde ele ensina crianças das favelas da região.  Não há paredes ou mesas, apenas a ponte agindo como um telhado de proteção em caso de chuva, e três quadros negros pintados. 



As crianças, com idade entre 4 a 12 anos, aprendem matemática, escrita e leitura básica - disciplinas fundamentais para que possam vir a ser admitidas futuramente em escolas públicas na Índia.


Sharma foi para Nova Delhi com 20 anos e foi forçado a abandonar a escola de administração durante seu terceiro ano de estudo, devido a restrições financeiras e, por isso mesmo, não quer ver ninguém conhecer o mesmo destino. Hoje, aos 40 anos, ele acredita que a educação é a arma mais importante para a juventude de seu país.




"Nosso professor nos mostrou que a única forma de evitar a pobreza extrema é abrindo a sua mente e que isso só pode ser feito por meio da educação", disse um de seus alunos para a reportagem da NBC que o descobriu no início desse ano em meio a uma de suas aulas.



11 de out de 2013

As aventuras de um explorador urbano serial

Você sabe o que é "place hacking"? Termo cunhado pelo professor da universidade de Oxford Bradley Garrett, "place hacking" é um novo estilo de exploração extrema, que envolve invadir espaços abandonados e vazios, além de construções temporárias - tudo sem permissão, geralmente na calada da noite.


Longe de ser um professor universitário típico, Garrett é um americano que adotou Londres como lar, e foi lá que montou um grupo de pesquisa. Os "infiltrantes" ou a "London Consolidation Crew", como são chamados, já descobriram bunkers desativados e ruínas do Leste Europeu, invadiram estações de metrô abandonadas e escalaram os mais altos prédios comerciais de Chicago, Londres, Paris e Las Vegas. Os espaços foram chamados de "urbex"; espaços para exploração urbana.


Quem quiser conhecer um pouco mais, pode encomendar na Amazon Explore Everything: Place-Hacking the City, que acaba de sair pela Verso Books. O livro se propõe ser um manifesto apaixonado das cidades, oferecendo uma nova forma de pertencer e compreender as metrópoles.

PS:. Ainda em tempo, Garrett foi preso e está aguardando julgamento em Londres.