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26 de nov. de 2012

Junk Culture

Donald Edwards coleta todo o material para suas esculturas em lixos, brechós e garage sales de Baltimore. Não há um briefing inicial, ou seja, os achados é que determinam a direção que ele seguirá. 



Seu portfolio inclui esferas, réplicas de animais, peças de tapeçaria e instalações. Donald rotulou sua arte de 'junk culture'. Confira:







25 de abr. de 2012

As tristes crianças de papelão

Refugiado de guerra aos 10 anos, obrigado a viver como órfão por três, o iraniano Ali Golzad conhece 'intimamente' o potencial devastador de uma guerra.


Ele foi e é o exemplo de um cenário que hoje tem proporções devastadoras: estima-se que 20 milhões de crianças são diretamente afetadas por conflitos armados ou violações de direitos humanos ao redor do mundo. 



Golzad faz uso exclusivamente de papelão e tinta para dar corpo à série intitulada "Invisible People", cuja inspiração é justamente denunciar o absurdo das guerras. O objetivo maior é chamar atenção para aqueles que acabam sendo os mais afetados por elas: as crianças.




Os contornos dos frágeis rostos e as expressões endurecidas são impressionantes e... alarmantes!


30 de mai. de 2011

Da rua para a sua sala

Na primeira vez que esteve em um ferro-velho, o designer americano Boris Bally reparou com um amontoado de placas de trânsito que tinham sido retiradas das ruas e estradas por desuso. Resolveu comprá-las para tentar utilizar em algum objeto. Foi aí que teve a ideia de criar a Transit Chair, uma cadeira feita com as placas descartadas e rolhas reutilizadas que servem de pé.



"Daí para que outros objetos viessem foi um pulo", conta ele, que passou a criar também copos, pratos e até talheres feitos com as chapas que antes serviam para indicar caminhos e sinalizar conversões proibidas.


As peças são vendidas nos EUA, Japão, Austrália e Canadá.







4 de abr. de 2011

Cara de Vinil

Para muita gente o vinil, mesmo que ressuscitando aqui e ali, morreu mesmo e não vai fazer falta. Para esses 'hereges', fica a dica do que o coletivo italiano L017 conseguiu fazer com os bolachões:


15 de fev. de 2011

Florestas Tridimensionais

Desde garoto, Gregory Euclide é fascinado por paisagens rurais, isso graças à experiência de ter vivido parte da sua infância numa fazenda na cidade de Wisconsin


Descontente com as tradicionais pinturas de paisagens, por serem muito iguais umas das outras, resolveu dar mais dimensão e profundidade a esses trabalhos.



Usando materiais como grama, pedras e galhos, o artista transforma latas velhas de tinta em pequenos retratos da natureza.



Para criar uma obra, primeiro ele tomba a lata sobre um solo rochoso, esparramando o restinho de tinta que há dentro do recipiente. Depois que o produto seca, ele arranca a lata do chão, formando a base da obra, e parte para a decoração. O resultado é uma reprodução em miniatura de pedaços da natureza.


23 de dez. de 2010

E a revista virou tênis, ou melhor, virou Nike

O que fazer com aquele punhado de revistas femininas empilhadas na mesinha da recepção do seu trabalho?


Que tal reciclá-las e transformá-las em tênis, ou melhor, em um Nike. A Women's Premium Print Pack é uma edição limitada da marca que faz parte da categoria Sportswear e será lançada em janeiro apenas na Europa e na China.


8 de jun. de 2010

Vasos de Mangá


O destino daquela velha pilha de gibis, revistas e listas telefônicas encostada em algum canto não precisa mais ser, necessariamente, o lixo.


O designer japonês Koshi Kawachi descobriu que antigos mangás umedecidos são ótimos para o cultivo de plantas. A ideia batizada de “Mangá Farming” consiste em amarrar um elástico na base do mangá, encharcá-lo e salpicar algumas sementes entre suas páginas.


O resultado pôde ser visto em uma recente exposição na loja de departamentos Matsuzakaya, em Nagoya.

13 de mai. de 2010

Joe, Michael, Scott, Herman, Donald, Dexter e Nathan


Os nomes são comuns nos Estados Unidos e dão um charme a mais para estas originalíssimas bolsas masculinas feitas inteiramente de ternos usados e restos de couro reaproveitado de sofás velhos. O único problema é o preço, US$ 250 (cerca de R$ 437) no site da POKETO.




12 de mai. de 2010

Os objetos também merecem uma segunda chance

Nos últimos meses, a empresa de design Droog preparou uma lista de compras bastante excêntrica: mais de 5000 objetos a serem adquiridos em leilões de liquidação. Havia de tudo, de colheres de madeira, a guardanapos, a cestas de cachorro. Esses objetos foram colocados nas mãos criativas de 14 designers, para serem reciclados e transformados em peças únicas.


Os resultados, que foram exibidos recentemente no Fuorisalone de Milão e, no mínimo, surpreendem.


27 de mar. de 2010

A impressionante história de um saco plástico



O filme acima é a impressionante história de um saco plástico, narrada pelo cineasta alemão Werner Herzog. Sacolas plásticas são práticas. E nós geralmente usamos a mesma sacola para várias funções, como embalar as compras e depois abrigar o lixo doméstico.

O plástico em si não é o vilão da história. Ele é reciclável, em princípio. O problema é que os milhões de toneladas de sacos plásticos que usamos e descartamos são leves demais para valer a pena na coleta feita pelos catadores. E leves o bastante para serem levados pelo vento para os lugares mais inconvenientes.

O resto é o filme.

(via Blog do Planeta)

23 de fev. de 2010

Quando a reciclagem encontra o design

Superuse.org é uma genial comunidade virtual lançada pelos holandeses da 2012 Architects e da Suite75 fiel ao slogan “Where Recycling Meets Design” e que apela a designers, arquitetos e pessoas em geral dotadas de idéias inovadoras e inventivas em relação à reciclagem. A variedade de propostas é muito cativante e inspiradora, abraçando desde criações em miniatura, práticas ou divertidas, até projetos arquitetônicos ambiciosos.

Eis algumas boas ideias que encontrei por lá:

Relógio feito com roda de bicicleta


Jogadores de pebolim que viram abridores de lata e saca-rolhas, latão que vira armário, disco de vinil que vira relógio e bolsa

Revisteiro com garrafas PET

Pino de CDs para acondicionar sanduíches

Potes de sal e pimenta feitos de telefones antigos

10 de fev. de 2010

1982-2010


Você sabia que a cada 28 anos o calendário gregoriano se repete? O ano de 2010, portanto, corresponde exatamente a 1982, sem tirar nem pôr.

Pensando nisso e para incentivar a reciclagem e o consumo responsável uma organização ambientalista italiana distribui calendários de 1982 que valem para este ano.

É claro que a iniciativa acabou gerando mais papel, o que pode ser um contrassenso, mas a mensagem é inspiradora.
(via Viu Isso)