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3 de jun. de 2013
Música e sorrisos num hospital de Jerusalém
A música tem também, como o riso, uma função terapêutica. E foi esse objetivo que levou 40 alunos da Academia de Música e Dança de Jerusalém a realizar uma linda e surpreendente intervenção no hospital Hadassah Wetsman Davidson, na capital de Israel, levando para o saguão a Valsa das Flores, de Tchaikovsky
[
(via blog do Ricardo Setti)
27 de set. de 2012
A arte antigravitacional de Cornelia Konrads
A alemã Cornelia Konrads cria instalações alucinantes em
espaços públicos, parques de esculturas e jardins privados ao redor do
mundo.
Adepta da chamada Land Art, modalidade de criação artística que é feita na natureza, a partir de materiais orgânicos, a artista foca seu trabalho na ilusão da
ausência de gravidade.
Objetos empilhados como toras, cercas e portas parecem estar suspensos no ar, reforçando a sua natureza temporária, como se a instalação estivesse começando a se dissolver diante de seus olhos.
A obra Moment of Decision, que você pode ver acima, por exemplo, foi feita num parque público sueco com neve, corda de aço e linha de pescar.
Confira outros impressionantes trabalhos da artista:
Referência: MadMAG
Objetos empilhados como toras, cercas e portas parecem estar suspensos no ar, reforçando a sua natureza temporária, como se a instalação estivesse começando a se dissolver diante de seus olhos.
A obra Moment of Decision, que você pode ver acima, por exemplo, foi feita num parque público sueco com neve, corda de aço e linha de pescar.
Confira outros impressionantes trabalhos da artista:
Referência: MadMAG
26 de jun. de 2012
O Picasso do Harlem
Quando Martin Luther King foi assassinado, em abril de 1968, os
comerciantes do Harlem temiam a reação de uma multidão segregada e
enfurecida. A solução encontrada foi adotar portões de aço.
"Eu os achava tristes. Eram um símbolo da opressão e da violência. Decidi suavizá-los com a pintura", afirma o grafiteiro panamenho Franco Gaskin, também conhecido como 'Franco The Great' ou 'The Harlem's Picasso', perfilado em uma matéria publicada neste final de semana na revista Serafina.
Mohammed Ali, Nat King Cole, James Brown e Isaac Heyes são algumas das personalidades que reverenciaram seu trabalho. No Japão, por onde já esteve mais de 20 vezes, ele próprio é tido como uma celebridade.
Estima-se que, em 85 anos de vida, Franco tenha pintado 200 portões de aço no Harlem, embora não mais do que 25 permaneçam imunes ao atual processo de revitalização do bairro - quase todos na 125th Street.
Por ali, nas proximidades do Apollo Theater, ele segue sendo uma figura carimbada todas as manhãs de domingo... "Há um grupo de moradores que quer comprar todos os portões que restam, sempre que as lojas trocarem de donos. Meu sonho é ter uma exposição permanente".
"Eu os achava tristes. Eram um símbolo da opressão e da violência. Decidi suavizá-los com a pintura", afirma o grafiteiro panamenho Franco Gaskin, também conhecido como 'Franco The Great' ou 'The Harlem's Picasso', perfilado em uma matéria publicada neste final de semana na revista Serafina.
Mohammed Ali, Nat King Cole, James Brown e Isaac Heyes são algumas das personalidades que reverenciaram seu trabalho. No Japão, por onde já esteve mais de 20 vezes, ele próprio é tido como uma celebridade.
Estima-se que, em 85 anos de vida, Franco tenha pintado 200 portões de aço no Harlem, embora não mais do que 25 permaneçam imunes ao atual processo de revitalização do bairro - quase todos na 125th Street.
Por ali, nas proximidades do Apollo Theater, ele segue sendo uma figura carimbada todas as manhãs de domingo... "Há um grupo de moradores que quer comprar todos os portões que restam, sempre que as lojas trocarem de donos. Meu sonho é ter uma exposição permanente".
11 de jun. de 2012
Chega de paredes!
O Walking Gallery ganha sua segunda edição no país no dia 1 de julho. Criado em Barcelona pelo catalão José Puig, o movimento cultural já
passou pelas cidades de Buenos Aires, Madri, Vigo, San Sebastián,
Zaragoza, Bilbao, entre outras.
A proposta é criar um canal alternativo de exposição e venda de obras de arte que não sejam os tradicionais museus e galerias.
Cabe aos próprios artistas a tarefa de 'levar suas obras para passear' e expô-las em um contexto alternativo, convertendo a clássica exibição artística em uma ação social.
A primeira edição nacional aconteceu em maio nos bairros de Pinheiros e Vila Madalena. Veja como foi:
Para saber mais, acesse a página do movimento no Facebook.
A proposta é criar um canal alternativo de exposição e venda de obras de arte que não sejam os tradicionais museus e galerias.
Cabe aos próprios artistas a tarefa de 'levar suas obras para passear' e expô-las em um contexto alternativo, convertendo a clássica exibição artística em uma ação social.
A primeira edição nacional aconteceu em maio nos bairros de Pinheiros e Vila Madalena. Veja como foi:
Para saber mais, acesse a página do movimento no Facebook.
17 de abr. de 2012
Glitch Art - Tilts e bugs que viram intervenção estética
A origem do termo glitch é alemã e se refere a disfunções ocasionais em um determinado programa ou sistema erletrônico. Trata-se, basicamente, de uma falha sem nenhuma causa aparente na imagem que você vê na tela do computador.
Pois bem, o termo virou mote para um novo modelo de intervenção artística, chamado de glitch art - alguns se referem ao mesmo como data mosh. No caso, as obras são corrompidas propositalmente, boa parte das vezes com um viés crítico, além da proposta de ruptura estética em si.
Nesse território, o designer gráfico brasileiro José Irion Neto nada de braçadas. Gosto, praticularemente das séries feitas com imagens aleatórias do trânsito, bem como os experimentos com retratos de Nietzsche e de Frida Kahlo, que integram este post.
Recomendo, contudo, uma visita ao Flickr do José Irion, que tem muita coisa boa para conferir.
Pois bem, o termo virou mote para um novo modelo de intervenção artística, chamado de glitch art - alguns se referem ao mesmo como data mosh. No caso, as obras são corrompidas propositalmente, boa parte das vezes com um viés crítico, além da proposta de ruptura estética em si.
Nesse território, o designer gráfico brasileiro José Irion Neto nada de braçadas. Gosto, praticularemente das séries feitas com imagens aleatórias do trânsito, bem como os experimentos com retratos de Nietzsche e de Frida Kahlo, que integram este post.
Recomendo, contudo, uma visita ao Flickr do José Irion, que tem muita coisa boa para conferir.
18 de ago. de 2011
Bunda pra frente, cabeça pra trás, perna pra cima...
Em seu mais novo projeto de intervenção artística, Poses, a espanhola Yolanda Dominguez reflete sobre as posturas “impossíveis” das modelos nos editoriais de moda.
Na performance, Yolanda reuniu mulheres normais para que posassem no meio das ruas de Madri como as fotografias vistas nas revistas.
Para ela, a indústria da moda cria uma “imagem distorcida das mulheres através de modelos que não representam as mulheres reais e, obviamente, todos aqueles que não estão dentro de seus parâmetros restritos.”
Veja abaixo:
Na performance, Yolanda reuniu mulheres normais para que posassem no meio das ruas de Madri como as fotografias vistas nas revistas.
Para ela, a indústria da moda cria uma “imagem distorcida das mulheres através de modelos que não representam as mulheres reais e, obviamente, todos aqueles que não estão dentro de seus parâmetros restritos.”
Veja abaixo:
27 de jul. de 2011
A Era das Luzes chega ao Grafite
Lightgraff é uma expressão formada pela contração de "light" (luz) e "graff", abreviatura de grafite, ou seja grafite feito de luz.
É arte ao vivo, pura e espontânea. Não há truques, não há margem para erros, não há tratamento digital posterior para correções. O artista não vê o que faz. Sente-o, quando muito, pois poderia fazê-la de olhos fechados.
Não deixa marcas, apenas registos fotográficos.
Artistas como Rézine, Julien Breton (kaalam) e Brusk são alguns dos nomes que iluminam as noites de Paris e outras cidades francesas com pincéis de luz feitos de lâmpadas de neon, LEDs e ponteiros laser multicoloridos guiados por mãos precisas.
Autodenominam-se "calígrafos". Vestem-se de negro para que as câmaras fotográficas, reguladas para um tempo de exposição longo, captem apenas as suas coreografias e ritmos. Muitas vezes, estes espectáculos fugazes são acompanhados de um fundo musical que, infelizmente, não aparece nas fotografias.
É impossível ficar indiferente à beleza, significado e potencial desta expressão artística que reúne num instante fugaz um conteúdo tão intenso.
(via Obvious)
(via Obvious)
6 de abr. de 2011
Intervenção Automobilística
Para promover o lançamento de seu novo modelo de carro, o S60, a Volvo convidou 10 artistas gráficos para interferir sobre o carro por cinco dias, um em seguida do outro. A experiência foi registrada nesse video:
17 de mar. de 2011
Intel 'remasteriza' clássicos da arte mundial
Em uma parceria curatorial como o coletivo britânico Jotta, a Intel encomendou a 13 artistas a releitura de 13 obras-primas, utilizando novas tecnologias para trazê-las para a era digital. Confira o making of do projeto chamado Remastered:
(via Blog do Instituto Sergio Motta)
(via Blog do Instituto Sergio Motta)
26 de nov. de 2010
Intervenções Rurais
Morador da reserva indígena Navajo, localizada no nordeste do Arizona e em partes do Novo México e Utah,o americano Chip Thomas é, na verdade, um médico apaixonado por arte e fotografia. Autodidata, realiza intervenções incríveis, espalhando pelas redondezas imagens que, em tamanho ampliado, retratam a cultura local em preto e branco.
(via Zupi)
24 de ago. de 2010
Vende, troca, conserta bicicletas... e é arte!
Não, essas imagens não são de nenhum projeto exclusivamente artístico, mas sim de uma loja de bicicletas na Alemanha (em Altlandsberg , perto de Berlim). A ideia de pendurar 120 bikes na parede foi de um dos donos do estabelecimento, Christian Petersen (olha ele aí na janela).
Algumas pessoas podem achar que ele exagerou, outras, como eu, podem gostar e até achar que ele fez uma genial intervenção artística, mesmo que a única intenção tenha sido mostrar que sim, aquele espaço vende, troca e conserta bicicletas.
(Vi no Follow the Colours)
21 de jan. de 2010
"Eu não sou artista plástico"
Quadros, capas de discos, caricaturas, HQ, esculturas, fanzines, storyboards, desenhos para tatuagem, campanhas publicitárias, grafitagem, flyers, cartazes… nada escapa à sua arte, embora ele sempre afirme em alto e bom som que não é artista plástico.
Com a cabeça em Taxi Driver, ouvidos em John Coltrane e o coração nas pin-ups, o artista plástico Shiko tornou-se uma das melhores referências em pop art do Nordeste. Já expôs em mais de dez feiras de arte e incontáveis exposições coletivas ou individuais. Teve seu Marginal Zine publicado como coletânea pela editora independente Marca de Fantasia. Blue Note, por sua vez, seu HQ mais famoso, foi patrocinado pelo Fundo de Incentivo à Cultura Augusto dos Anjos, mantido pelo governo da Paraíba.
Vale a pena se debruçar na galeria de arte que é o seu endereço no Flickr, sob o pseudônimo de Derby Blue.
No vídeo abaixo, gravado para um trabalho acadêmico, uma breve entrevista e um portfolio virtual de tirar o fôlego:
O paraibano Francisco Leite, mais conhecido como Shiko, é um cara simples, direto, preguiçoso, segundo ele mesmo, gosta muito de se divertir e tem um talento que impressiona.
Quadros, capas de discos, caricaturas, HQ, esculturas, fanzines, storyboards, desenhos para tatuagem, campanhas publicitárias, grafitagem, flyers, cartazes… nada escapa à sua arte, embora ele sempre afirme em alto e bom som que não é artista plástico. 
“É algo que não diz nada sobre o que você faz. Quer dizer que você pode enfiar uns pregos num sabonete, sei lá. E minha vida como artista plástico seria como? Produzir um material que seria exposto, colocado à venda? Isso é o que eu menos faço, nunca foi o foco que eu quis dar”, explica.
Com a cabeça em Taxi Driver, ouvidos em John Coltrane e o coração nas pin-ups, o artista plástico Shiko tornou-se uma das melhores referências em pop art do Nordeste. Já expôs em mais de dez feiras de arte e incontáveis exposições coletivas ou individuais. Teve seu Marginal Zine publicado como coletânea pela editora independente Marca de Fantasia. Blue Note, por sua vez, seu HQ mais famoso, foi patrocinado pelo Fundo de Incentivo à Cultura Augusto dos Anjos, mantido pelo governo da Paraíba.
Vale a pena se debruçar na galeria de arte que é o seu endereço no Flickr, sob o pseudônimo de Derby Blue.
No vídeo abaixo, gravado para um trabalho acadêmico, uma breve entrevista e um portfolio virtual de tirar o fôlego:(Referência: O Grito)
11 de jan. de 2010
The Ghostvillage Project
Há 33 anos, uma vila foi construída no oeste da Escócia para abrigar 500 trabalhadores da área petrolífera, mas nunca chegou de fato a ser habitada.
Um projeto do estúdio Agents of Change tranformou a vila em uma galeria de arte. Ao longo de três dias, seis artistas puderam grafitar livremente as enormes muralhas e recantos. O processo foi todo registrado e transformado em um curta que você pode assistir a seguir:
(via Wooster Collective)
Há 33 anos, uma vila foi construída no oeste da Escócia para abrigar 500 trabalhadores da área petrolífera, mas nunca chegou de fato a ser habitada.
Um projeto do estúdio Agents of Change tranformou a vila em uma galeria de arte. Ao longo de três dias, seis artistas puderam grafitar livremente as enormes muralhas e recantos. O processo foi todo registrado e transformado em um curta que você pode assistir a seguir:
(via Wooster Collective)
23 de ago. de 2009
Teatro dentro de casa
Entrar na casa de alguém desconhecido e presenciar uma intervenção artística - uma mini-peça de teatro, uma performance, uma instalação ou a documentação do cotidiano real dos próprios moradores. Essa é a premissa do projeto X Homes, criado por Matthias Lilienthal, diretor artístico do teatro Hebbel am Ufer, na Alemanha.
A ideia é levar o público à casa de alguém desconhecido para presenciar uma intervenção artística que tenha a ver com o cotidiano dos próprios moradores. Cada espectador escolhe um horário e um percurso, e a pé, normalmente junto com outro espectador, segue um roteiro pré-estabelecido visitando moradias.
Entrar na casa de alguém desconhecido e presenciar uma intervenção artística - uma mini-peça de teatro, uma performance, uma instalação ou a documentação do cotidiano real dos próprios moradores. Essa é a premissa do projeto X Homes, criado por Matthias Lilienthal, diretor artístico do teatro Hebbel am Ufer, na Alemanha. Realizado desde 2002 com sucesso na Alemanha (em Duisburgo e Berlim), na Turquia (Istambul) e na Venezuela (Caracas), o projeto passou em junho pelo SESC Consolação, em São Paulo, com o nome de X Moradias, e seguirá em outubro para Viena, na Áustria. Para 2010 já está prevista uma visita a Joanesburgo, na África do Sul, e Varsóvia, na Polônia.
Enfim, ficção e realidade, teatro e cotidiano misturam-se numa missão de descoberta de outros ângulos da cidade, seu dia a dia e seus pormenores. Bela iniciativa!
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