15 de ago. de 2013

20 quartos inspiradores de onde você não conseguiria sair... ainda mais nesse frio!!!

Se já é difícil sair nesse frio do seu modesto puxadinho de manhã, imagine deixar para trás esses incríveis quartos que rastreamos na web. Feche os olhos e deixe a imaginação fluir...




 


 










 

14 de ago. de 2013

Reimaginando Lolita

A radical aversão de Vladimir Nabokov a praticamente qualquer tipo de ilustração para a capa das edições de Lolita era bastante conhecida, sobretudo nas duas últimas décadas da sua vida, que corresponderam à sua fama mundial. Motivo principal: ele não queria, em hipótese alguma, a representação de meninas - o que, como podemos ver pela imagem abaixo, foi um recurso usado em 99% dos casos.


"Lolita é ficção da minha imaginação. Quando pensei no tema, não pensei em nenhuma garota especificamente. Na verdade, eu não conheço meninas tão bem, apenas as havia encontrado socialmente ao longo da vida", disse Nabokov em uma entrevista.

Não bastasse, portanto, o desafio de criar uma capa que remetesse a um tema difícil de uma forma leve, inteligente, e ainda sem deixar de ser perturbadora, os ilustradores convidados para o projeto Lolita: The Story of a Cover Girl, ainda tinham esse 'peso' nas costas


Foram 80 craques convidados pelos editores John Bertram e Yuri Leving para a tarefa de reimaginar Lolita sem revelar sua identidade que, a bem da verdade, pertence exclusivamente a cada subconsciente, concorda?

Confira algumas pérolas da obra, disponível na Amazon


Criada por Jamie Keenan


Criada por Barbara deWilde


Criada por Peter Mendelsund


Criada por John Fulbrook III


Criada por Ben Wiseman


Capa criada por Linn Olofsdotter


Capa criada por Michael Bierut


Capa criada por Ellen Lupton

Capa criada por Paula Scher


Capa criada por Andy Pressman

13 de ago. de 2013

99 anos de azar em 61 segundos

Para os supersticiosos de plantão!

SelvaSP resgata a arte da flanagem

Segundo João do Rio, no seu livro A alma encantadora das ruas: “Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e contar; ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite; meter-se nas rodas da populacha, admirar o menino da gaitinha ali à esquina, seguir com os garotos o lutador do Cassino vestido de turco, gozar nas praças os ajuntamentos defronte das lanternas mágicas, conversar com os cantores de modinha da Saúde depois de ter ouvido, diletante de casaca, aplaudirem o maior tenor do lírico numa ópera velha e má; é ver os bonecos pintados a giz nos muros das casas, após ter acompanhado um pintor afamado até sua grande tela paga pelo Estado; é estar sem fazer nada e achar absolutamente necessário ir até um sítio lôbrego, para deixar de lá ir, levado pela primeira impressão, por um dito que faz sorrir, um perfil que interessa, um par jovem cujo riso de amor causa inveja".




A flanagem, pois, está mais do que reestabelecida na ordem do dia com o genial SelvaSP, grupo de fotógrafos criado em 2012, que acaba de inaugurar uma exposição no Alberta #3, que pode ser visitada até 25 de setembro, de terça a sábado, a partir das 19h.









12 de ago. de 2013

21 objetos colocados propositalmente fora da caixinha

Já pensou o que fazer em uma pia sem o ralo ou com um rolo de macarrão quadrado? Pois é, o fato de algo ser improvável, não significa necessariamente que seja impossível. Pelo menos pelas mãos do artista italiano Giuseppe Colarusso, o absurdo se torna real.


Intitulado Improbabilità, o trabalho de Colarusso brinca com itens comuns do nosso dia a dia e os transforma em coisas completamente inúteis. Ou será que haveria alguma nova utilidade a ser descoberta? - (afinal, não dizem por aí que os gênios são aqueles que antecipam novas necessidades?)