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12 de set. de 2013

Que tal dividir uma refeição na sua casa com alguém que você nunca viu antes?

O americano de ascendência indiana Jay Savsani passou boa parte da vida se alimentando de fast food e comida pronta. Nascido em Chicago, o web designer só foi experimentar “comida de verdade” em uma visita ao Camboja. Lá, foi hóspede de uma família local com quem dividiu as refeições.

“Tive a oportunidade única de ser recebido por uma família cambojana para uma refeição na casa deles. Foi uma experiência mágica comer pratos típicos do Camboja e contar histórias de nossas terras natais”, revelou recentemente em entrevista ao G1.



A experiência foi o ponto de partida para a criação do Meal Sharing, comunidade que permite que pessoas compartilhem refeições caseiras em qualquer lugar do mundo. A ideia é experimentar o que o seu anfitrião come no dia a dia, sem frescura – e de graça.

Criado há um ano, a rede tem 3 mil membros em 350 cidades, inclusive no Brasil. Para receber em casa ou ser recebido, basta se inscrever no site.
Confira abaixo alguns dos momentos registrados pelos usuários:





(Referência: Trip)

20 de ago. de 2013

Elin Aram, a curadora de souvenirs

Em A Box From, a designer Elin Aram propõe fazer uma espécie de curadoria das cidades que visita ao redor do mundo, reunindo em uma bela caixa estilizada uma dezena de pequenos fragmentos e/ou objetos que ajudem a sintetizar e ao mesmo tempo desmistificar cada lugar.


Aram evita aquelas 'lembrancinhas de viagem estereotipadas' e foca em 'coisas do cotidiano' que ajudem a contar um pouco da história e da cultura locais. Depois de uma edição temática sobre Seul, ela acaba de lançar uma caixa temática sobre o Teerã. "Eu tento lançar alguma luz sobre cidades que são vibrantes, mas raramente visitadas. Aquelas que não fazem parte dos roteiros tradicionais de lugares a serem visitados, mas que certamente mereceriam mais atenção"



Na caixa coreana, um dos itens presentes, por exemplo, é um colágeno que, segundo Aram, representa a história da busca desesperada por juventude e beleza que acontece no país.


Outro destaque da caixa, obviamente, é o tradicional saquinho de miojo. 


Já no caso da caixa iraniana, o chá desempenha um papel preponderante. "Nenhum convidado respeitado deixa a casa de alguém sem tomar uma pequena xícara de chá".


Outro item curioso é um saco plástico com o logotipo da Versace que, segundo ela, atesta o fascínio das pessoas daquela região por logos, mas não por admirarem seus produtos ou serviços, mas simplesmente por acharem bonitos. "Marca no Irã é um negócio completamente diferente do que em outros lugares...


... Primeiro, houve a febre da Adidas, depois da Apple, e agora se vê Versace em todos os lugares, desde toalhas, brinquedos de bebê até material de cozinha".

As caixas podem ser adquiridas no site de Aram e custam 40 euros.

Taí uma bela ideia a ser replicada num país de dimensões continentais e culturas tão particulares como o nosso, não? 

25 de fev. de 2013

Sai de cena o Caveirão e chega o Cinemão

Em vez de violência, cultura. Em vez de tiro, pipoca. O Veículo de Ocupação Tática da Cultura, vulgo Cinemão, é um carro com projetor, telão, sistema de som, cadeiras (e pipoqueira!) que, a partir deste final de semana, começou a circular nas comunidades pacificadas do Rio de Janeiro.


“Um outro modelo de ocupação territorial desses espaços públicos é possível. Acredito cegamente no poder transformador da cultura, arma mais poderosa que o fuzil.”, afirma Cid César Augusto, idealizador do Cinemão, que prevê a exibição gratuita de 288 filmes somente em 2013, sempre seguida de debate com os realizadores.

(via Samuel)

20 de jun. de 2012

De skate nas ruas da Índia

Delhi, Agra e Jaipur são as três maiores cidades da Índia e compreendem a região chamada 'The Golden Triangle'. O grupo de skatistas francês conhecido pela alcunha de Mo’Fo’ acaba de concluir a filmagem de um curta em que percorre as ruas dessas três cidades, mostrando toda a sua beleza e singularidade. Abaixo, um belo aperitivo do que vem por aí!

2 de mai. de 2012

A Arte Reinventada

A arte nunca pode ser vista como um fim em si mesma. Arte inspira arte, se recria e se dissemina num ciclo interminável. 

Uma bela amostra dessa máxima pode ser vista nos três projetos pinçados abaixo. Clássicos da literatura transformados em ilustrações que viraram blogs e vai saber onde vai parar tudo isso... Grandes exemplos do que se convencionou chamar de remix culture. Haja talento e disposição!

Wake in Progress  - Se já é difícil ler James Joyce, imagine ilustrar James Joyce?! Pois essa é a missão do ilustrador Stephen Crowe. Desde fevereiro de 2010, ele se ocupa em ilustrar cada página de Finnegans Wake e registrar os desenhos no blog do projeto. Não satisfeito, ele ainda consegue bolar, eventualmente, mais de uma versão de ilustração para cada página... Sem palavras!







Every Page of Moby Dick – Ilustrar cada uma das 552 páginas do clássico de Herman Melville foi a vida de Matt Kish nos últimos dois anos. Deu tão certo que virou livro - Moby-Dick in Pictures: One Drawing for Every Page.





Word Bible Designs – A proposta de Jim LePage é tão ousada que pode ser vista como uma verdadeira prova de fé. Consiste em recriar com infografias, minimalismos e outros elementos gráficos citações de todos os livros da Bíblia Sagrada.  Impressionante!





(Referência: Brain Pickings)

28 de fev. de 2012

Oito Noites no Museu

O Museu de Arte Moderna de Nova York receberá uma retrospectiva do Kraftwerk. A pioneira banda alemã de música eletrônica tocará oito álbuns completos nas noites de 10 a 17 de abril, na mostra "Kraftwerk-Retrospective 1 2 3 4 5 6 7 8", cujo objetivo é "demonstrar as contruibuições históricas e influência contemporânea do Kraftwerk nas culturas do som e da imagem".


As apresentações terão "encenações elaboradas" que vão "combinar som e imagens 3D", segundo o comunicado oficial. O primeiro show trará a íntegra do clássico álbum "Autobahn", de 1974.

Como não poderia ser diferente, todos os ingressos já estão esgotados!

(via NYT)

13 de fev. de 2012

Revistas de Invenção

Para formar sua coleção de revistas de cultura brasileira, o editor Sergio Cohn contou mais com os sebos e com os amigos do que com as bibliotecas. Em uma década, ele uniu pontas de uma memória dispersa, até chegar a mais de 200 títulos (cada um com diversos exemplares), guardados em caixas de plástico no escritório. Foi nos últimos três anos que as caixas se multiplicaram mais velozmente, com a pesquisa, a compra e a seleção de cem desses títulos para o livro “Revistas de invenção”, que acaba de ser lançado pela editora de Cohn, a Azougue.


Espécie de compêndio das publicações de cultura no Brasil — da “Klaxon” dos modernistas, em 1922, até as revistas do fim dos anos 1990, como “Medusa” e “Vintém”, passando pelas célebres “O Pasquim”, “Senhor” e “Realidade”, entre outras, o livro foi editado como uma enciclopédia das revistas do século XX, com textos para cada uma e reproduções fac-similares, numa divisão em cinco blocos cronológicos. A obra ainda dedica uma breve seção às revistas digitais.




Custa R$ 68,00 e pode ser adquirida aqui 


 

2 de fev. de 2012

As mais belas livrarias do mundo

O blog cultural Flavorwire soltou essa semana um post com as 20 livrarias mais belas do mundo. A despeito de todas as pesquisas que apontam o ocaso em que se encontra a leitura no nosso país, vale, ao menos, se deslumbrar à distância - com uma menção honrosa para a nossa Livraria da Vila, a única brasileira da lista!

Shakespeare & Company, Paris, France

Cafebreria El Pendulo, Mexico City, Mexico

The Last Bookstore, Los Angeles, CA

The American Book Center, Amsterdam, the Netherlands

Librería El Ateneo Grand Splendid, Buenos Aires, Argentina

Cook & Book, Brussels, Belgium

Plural Bookshop, Bratislava, Slovakia

Bookworm, Beijing, China

Livraria da Vila, São Paulo, Brasil

Poplar Kid’s Republic, Beijing, China

Corso Como Bookshop, Milan, Italy

VVG Something, Taipei, Taiwan

Ler Devagar, Lisbon, Portugal

15 de dez. de 2011

Small Demons

Muito bacana a premissa do Small Demons, novo projeto de Valla Vakili, VP do Yahoo. A ideia é fazer um paralelo entre a literatura e o mundo real. Basta escolher o seu livro preferido e o endereço virtual lhe dá dicas sobre as referências citadas na obra – como músicas, comidas, bebidas, lugares e pessoas.

Ao entrar na aba “People” do site e clicar na foto de Miles Davis, por exemplo, os small demons levam você para City of Bones, do Michael Connelly (publicado aqui pela Record como Cidade dos Ossos), que está junto dos demais livros do autor e de outros livros que citam músicos em suas páginas, e mostra as fotos de Elvis Presley, Bob Dylan, Bono e muitos outros mais. O mesmo tipo de resposta aparece na aba “Places” e na aba ”Things”. Ao clicar em “Jaguar” (carro), o site lhe direciona para uma bela coleção de livros policiais onde a marca automotiva é citada ou é “personagem”. E assim por diante.



A proposta é brincar com o apego do leitor aos detalhes, que muitas vezes podem passar despercebidos em leituras rápidas. Sendo assim, nada mais aproriado do que o slogan 'Wellcome to the Storyverse'. Confira o vídeo-teaser: