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10 de out. de 2012

A História dos Logotipos

Logo Life: Life Histories of 100 Famous Logos acabou de sair do forno! O compêndio, assinado pelo holandês Ron van der Vlugt, está à venda por $21,12 na Amazon.


Cada capítulo traça a evolução visual do logotipo da marca, acompanhada dos marcos notáveis ​​da história da companhia. 



Uma dica é adquiri-lo juntamente com o joguinho Brand Memory Game, também à venda na Amazon, onde você poderá testar seus conhecimentos.



Sugestão de presente infalível para designers gráficos!

21 de mai. de 2012

Essa nossa estranha obsessão por logomarcas

Pronto! Mais um vício devidamente instaurado na minha rotina. Depois do Draw Something, agora é a vez do Logos Quiz.

O jogo consiste em adivinhar o nome de centenas de logos de marcas conhecidas, e outras que a gente não faz a menor ideia do que sejam. Conforme as logos vão sendo desvendadas, novas fases vão se abrindo, novas marcas vão surgindo... e seu tempo se esvaindo!


Ele começa gentilmente, com imagens que todo mundo conhece - Starbucks, Facebook e assim por diante -, mas então a coisa começa a ficar mais difícil, tentando você com pequenas partes de logomarcas que você sabe que conhece, mas não consegue lembrar.


Além de toda a brincadeira, o sucesso do jogo - um dos mais baixados no iTunes - dá o que pensar. "Nosso estoque de logomarcas está tão impregnado que se torna parte daquilo que somos. Até nos surpreendemos quando pessoas não apresentam o mesmo estoque. Meu filho mais novo foi derrotado pelo volumoso "K" vermelho sobre fundo amarelo porque nunca tinha ouvido falar da Kodak. Fiquei escandalizada. Mais tarde, quando não consegui identificar a logomarca do X-Box, ele ficou igualmente chocado"; declarou Lucy Kellaway na sua coluna semanal no Financial Times, recentemente.


Como não quero ficar nessa sozinho, segue abaixo um pequeno aperitivo para você testar seus conhecimentos... e correr para baixar logo essa disgrama!


25 de abr. de 2011

As entrelinhas das logomarcas

O designer Viktor Hertz pega algumas logomarcas que tem o nome das empresas expresso e modifica para algo que ele julga ser mais “honesto”. Polêmico, duro, mas inegavelmente pertinente, não acha?









(via Illusion 360)

 

25 de mar. de 2011

Quando as havaianas ainda eram só um 'chinelo de dedo'

Muito tempo antes da Almap BBDO transformar as sandálias Havaianas em ícone pop, esse produto era destinado às camadas mais lascadas da população. Para vender esse conceito, o grande Chico Anysio foi protagonista de verdadeiros tesouros de texto e atuação. Vale a pena ver de novo.



(via Tapiocaria)

18 de mar. de 2011

A porrada artística de Alex Gross

"Uma pitada de pop art, um pouco de arte publicitária vintage, grandes quantidades de bizarrice e toneladas de subversão, tudo regado a um molho de Salvador Dali!"




A definição cai como uma luva para o artista nova-iorquino Alex Gross, tema de uma ótima entrevista na Trip deste mês. Ele não mede as palavras ao comentar o tom crítico das suas obras: "As pessoas não estão cientes do nível de patrocínio que cerca seus artistas favoritos... Esses artistas não merecem crédito nenhum, pois se venderam a quem pagasse melhor!" 








7 de fev. de 2011

Mais um babaca

O estilista norte-americano Kenneth Cole se superou em sua página pessoal no Twitter. Em uma tentativa de promover sua nova coleção de verão, o designer escreveu: “Milhões estão envolvidos em tumultos no Cairo. Os rumores são de que eles descobriram que nossa coleção já está disponível online.”



Já vi artistas consagrados e diretores de marketing de marcas conceituadas 'cometerem' alguns absurdos nas redes sociais, mas esse realmente entra para a História!

Ah, ele se desculpou depois...

21 de ago. de 2010

Insights do segundo dia do Digital Age 2.0

Duas citações, uma logo na primeira apresentação e outra em um debate no final do segundo dia do Digital Age 2.0, sintetizam de maneira bastante conclusiva os desafios da comunicação nos dias atuais:

"O propósito de todo e qualquer negócio é criar clientes... que cria clientes" - Shiv Signh, Diretor de Mídias Sociais da PepsiCo Americas, parafraseando Peter Drucker.

"O grande desafio que se coloca é a conquista do tempo das pessoas. O que os donos dos jornais deveriam se perguntar é 'como vou fazer para que as pessoas dediquem mais tempo para ler o meu jornal?" - Rodrigo Velloso, diretor de desenvolvimento do Google.



O trabalho que a PepsiCo vem fazendo em mídias sociais exposto por Shiv mostra modelos interessantes de engajamento, a palavra da moda. O carro chefe é o consagrado Refresh Project, no qual os consumidores escolhem as causas que a marca deve apoiar e se mobilizam para angariar votos. O programa de US$ 20 milhões foi considerado uma das cinco principais campanhas de social media de 2010 pela revista Forbes, e acumula números expressivos:

- 120 mil ideias sugeridas em 7 meses;
- 3,2 milhões de usuários cadastrados;
- 41 milhões de votos.

Um desdobramento do projeto envolveu o desastre ecológico causado pelo vazamento de petróleo no Golfo do México no primeiro semestre deste ano. Ao perceber a dimensão social do problema, a empresa abraçou a causa. Criou a campanha Do Good for the Gulf para recebimento e votação de projetos de apoio às comunidades afetadas pelo incidente.


Além de profetizar o surgimento do CMTO (Chief Marketing and Technology Officer), já que as duas áreas não teriam mais como ser vistas de maneira dissociada, Shiv trouxe à tona uma discussão sobre a reinvenção do modelo de recrutamento de agências: "criar ideias para a televisão e utilizá-las em mídia digital não funciona". Segundo sua proposta, a mesma campanha seria pensada por todas as agências contratadas, cada uma na sua especialidade, e a mais bem idealizada ganharia o fee. Polêmico, mas ao mesmo tempo, tentador!



A importância do monitoramento das redes sociais foi outro tema recorrente nas palestras do evento. Andrea Harrison, VP de Social Influence Marketing (SIM) da agência Razorfish, ilustrou sua apresentação com o case da operadora de TV a cabo Comcast (alvo do vídeo acima, visto por 2,5 milhões de usuários, e precursor do blog Comcast must Die) que reverteu a situação com o perfil ComcastCares no Twitter, que oferece atendimento online personalizado para o cliente. Detalhe: o perfil é mantido pelo gerente de atendimento da empresa, que estampa lá sua foto, e não o logo da empresa, e, literalmente, dá seu e-mail pessoal à tapa, e não o endereço do SAC. Ele comanda uma equipe de mais de dez pessoas, que respondem diariamente qualquer crítica ou dúvida.

As ideias da Razorfish a respeito do futuro do SIM (Social Influence Marketing) estão resumidas no documento Fluent. Vale dar uma espiada.

Mas, afinal de contas, quem paga a conta do conteúdo online? Com essa pergunta mais do que inquietante, o VP de Criação da OgilvyInteractive Brasil, Michel Lent, abriu seu painel no Digital Age 2.0. Sim, as prateleiras virtuais são infinitas, os nichos prevalecerão e o tamanho da cauda não vai parar de crescer, mas até quando os bolsos permanecerão vazios?



A saída é singela: faça coisas incríveis! Estão aí marcas que se perpetuaram ao longo dos anos com ou sem esforço de mídia, como a Budweiser, do genial comercial acima, e a própria Fender (quem se lembra de alguma propaganda da Fender?)... mas não precisa ir muito longe: o que dizer da Threadless, da Yogoberry?


E o jornalismo? Rodrigo Velloso do Google, no debate que sucedeu a apresentação de Lent, trouxe à tona uma comparação provocativa: "Se as pessoas pagam para baixar uma música no iTunes - música que se poderia obter gratuitamente, diga-se de passagem - por quê não pagariam por um artigo ou uma notícia realmente relevante? O próprio Lent fecha a questão: "Há preocupação demais com o conteúdo, e pouca com os produtos, que deveriam ser o foco das organizações de mídia. "O melhor modelo de negócios é o mais simples: crie coisas relevantes".

Resumo da ópera: O negócio da comunicação é criar boas histórias... também e inclusive na Internet.

19 de ago. de 2010

Insights do primeiro dia do Digital Age 2.0

"Every company is a media company". Com essa citação emprestada do jornalista Tom Foremski do Silicon Valley Watcher, o especialista em PR (com grande vocação para celebrity, diga-se de passagem) Brian Solis, autor do recém lançado Engage, prefaciado pelo queridinho do Twitter Ashton Kutcher, abriu o primeiro dia do Digital Age 2.0.


'Como influência não é popularidade, e sim persuasão', ninguém mais apropriado para tocar essas 'novas empresas midiáticas' do que um chief editorial officer, o novo CEO. Jornalista? Marqueteiro? Não se sabe. Fato é que essa pessoa tem como missão dar às pessoas um assunto para conversarem. Conteúdo? Não. Contexto. "Context is the king". Os trending topics vão e vem e nessa seara ganha mais quem consegue pular na garupa primeiro!


Uma das ferramentas interessantes mencionadas por Brian em sua apresentação foi o PeerIndex, índice criado por ninguém menos do que Bill Emmott, editor da Economist de 1993 a 2006,  que mede o grau de autoridade, atividade e audiência com base no perfil das pessoas existente em blogs, no Twitter, Facebook e no Linkedin. 

Clara Shih, eleita pela Fast Company uma das mulheres mais influentes do mundo da tecnologia e autora do best seller The Facebook Era, veio logo na sequência. Ela fez um apanhado geral do crescimento da utilização do Facebook no mundo, cujo destaque fica por conta da audiência crescente entre pessoas de 33 a 49 anos. O vídeo abaixo, exibido por Clara, faz uma bela paródia do Facebook trazido para o mundo offline:



Um caso bastante interessante mencionado por ela foi o da jovem Kimberly, dona de um pequeno spa e salão de beleza, que gastou 800 dólares para fazer um site pra lá de rudimentar e que não lhe trouxe qualquer tipo de retorno, até porque ela mal conseguia atualizá-lo. Aconselhada por amigos, Kimberly trocou o site estático por um perfil no Facebook, a custo zero, que hoje tem mais de mil seguidores. Taí uma alternativa bastante interessante para micro e pequenas empresas, que permite maior interação com os consumidores e eficiência na divulgação.

No período da tarde, uma ótima palestra de Marcelo Tripoli da iThink trouxe à tona a mitificação do termo digital. "Digital não é adjetivo!"


Dois cases singulares mostraram que o digital pode sim ser uma excelente maneira de agregar valor à experiência do consumidor. O primeiro, o Pizza Tracker da Domino's Pizza, premiado em Cannes, que consiste em um aplicativo que permite acompanhar em tempo real o estágio que está o pedido, e ainda mais, saber quem colocou a pizza no forno, que horas e quem a embalou, além de todo o trajeto até a entrega. O outro case é 'mosca branca' desde a raiz: trata-se do Hyundai Assurance,  um programa criado para  mostrar que, mesmo em tempos de crise, é possível comprar um carro, até porque, caso você não consiga pagar o seu financiamento, é possível devolvê-lo?!



Próximo tema: Direitos autorais na Era da Internet. Chato? Muito pelo contrário, graças à fantástica apresentação do advogado e professor da FGV-RJ, Sergio Branco. O mote: a incongruência da legislação vigente diante das novas formas de interação via web.

Eis um caso que eu não conhecia que resume a história toda - A americana Stephanie Lenz teve problemas com a gravadora Universal Music Group em 2007 por conta de um vídeo no YouTube. Naquele ano, Lenz filmou, durante 30 segundos, seu filho de 18 meses dançando a música “Let’s Go Crazy” do Prince. A gravadora enviou uma solicitação ao YouTube pedindo para que o vídeo fosse removido porque este violava os direitos autorais do artista. A gravadora foi atendida e o vídeo deixou de ser veiculado.


Depois de ter seu vídeo retirado do site, Lenz procurou a EFF (Eletronic Frontier Foundation), uma organização de especialistas em “free-speech” para a Internet, a fim de conseguir provar que estava usando de maneira adequada a música do cantor e que não violava seus direitos autorais. Ela também entrou com pedido de indenização contra a Universal, alegando que o pedido de retirada do vídeo, feito pela gravadora tinha sido um ato desnecessário e sem méritos. Por fim, a gravadora foi obrigada a pagar os honorários dos advogados de Lenz.


Um último insight de Sergio Branco: Se o Prince lá ou o Caetano aqui tem direitos autorais, o protagonista do video chupado do YouTube e exibido na TV aberta no domingo à noite também não deveria ter?

A mais esperada apresentação do dia coube ao consultor, empreendedor e investidor americano Guy Kawasaki, ex-evangelizador da Apple na década de 80, fundador da Garage Technology Ventures e autor de nove livros. O tema divulgado: "Inovação em Comunicação Digital: Run, Mad Men, Run". O tema apresentado: "Usos e aplicações para o Twitter".


Sempre é bom ter contato com um dos grandes especialistas do mundo digital como Kawasaki, mesmo que seja via videoconferencia, e seu AllTop, exemplar agregador de RSS para blogs e mídias sociais, mas lamenta-se aqui uma grande oportunidade perdida. De Mad Men, apenas o gosto na boca de whisky amanhecido...

3 de ago. de 2010

De volta para casa!


O trabalho do holandês Helmut Smits consiste em 'libertar' logotipos de marcas consagradas e 'devolvê-los' ao seu habitat natural. Fina ironia!

1 de ago. de 2010

O que as marcas devem aprender com Lady Gaga?

Embora eu não tenha simpatia por ela ou por seu trabalho, o vídeo da Newcast, braço por trás do conteúdo de marca e entretenimento da Vivaki, do grupo de mídia Publicis, é sem dúvida alguma inspirador.

25 de jul. de 2010

O Banco Imobiliário das Marcas

Marcas como MasterCard, Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea, Ipiranga e Fiat resolveram se aproveitar de um dos jogos de tabuleiro mais bem sucedidos do mundo, o Banco Imobiliário, que já teve mais de 33 milhões de unidades vendidas em 66 anos de mercado, para criar, em parceria com a fabricante Estrela, uma nova versão.


Além de proporcionar a interatividade dos jogadores com as marcas, o jogo passa a contar com máquinas de débito e crédito, idealizadas pela Mastercard. Quando um jogador tem que pagar o outro, os dois cartões passam pela máquina. Um para ter o valor debitado e o outro para receber os créditos.

O investimento das marcas foi de R$ 3 milhões de reais. O jogo vai custar R$129,00 no PDV.

17 de jun. de 2010

Como a Gatorade monitora o que falam na web sobre ela

Uma sala que fica no meio do departamento de marketing e que pode ser vista como uma sala de guerra. Sendo utilizada para o controle da marca, em tempo real e em todas as mídias sociais.


Essa sala, chamada de “Mission Control Center”, possui seis monitores grandes, com cinco lugares para a equipe de marketing da Gatorade que controla o número de visualizações em um painéis de dados – também disponível para os empregados em seus desktops. Sem palavras!



(via Y2)

3 de jun. de 2010

As viagens de uma calça jeans pelo mundo

O diretor Takayuki Akachi registrou, durante dois anos, as viagens de uma calça jeans pelo mundo. O resultado é o belíssimo curta em stop motion 'Traveling Denim'.



(via Desculpe a Poeira)

24 de mai. de 2010

Se Rembrandt fosse patrocinado...


O artista escocês Alan MacDonald incorpora marcas do mundo moderno à pinturas que remetem ao estilo clássico de uma das mais eminentes figuras na história da arte européia, Rembrandt Van Rijn.



(via Blue Bus)

26 de mar. de 2010

New Balance 365 - Explorando o equilíbrio

New Balance 365 é uma coleção de 365 curtas produzidos para envolver os consumidores da marca 365 dias por ano.

Desde fevereiro, o site exibe a cada manhã um novo filme de menos de 1 minuto que trata com criatividade o conceito do equilíbrio, para que os consumidores assistam, reflitam e se envolvam com a marca New Balance.


O projeto tem dois elementos centrais: o site, que é o centro e a oficina criativa de todas as atividades, e um aplicativo de iPhone que dá vida à proposta no formato de um despertador diário.  Por meio de imagens e sons interessantes, o despertador New Balance acorda os usuários com uma dose diária de "balance". O aplicativo também permite que eles acompanhem as estatísticas de seu sono e façam comparações com outras pessoas.

A responsável pelo projeto é a Mother, com direção do sueco Jesper Kouthoofd. Abaixo o vídeo de lançamento.



(via The Inspiration Room)

13 de jan. de 2010

A Sensacional Máquina de Felicidade da Coca-Cola

Definitivamente, não basta as marcas dizerem que são ou que fazem algo. Para impactar de fato o consumidor hoje e se diferenciar nas gôndolas, é preciso, literalmente, transpirar os valores com os quais se pretende ser reconhecido. A ação acima é um dos melhores exemplos de como fazer bem isso. Comunicação por atitude no grau mais elevado!

(via B#9)