Mostrando postagens com marcador aventura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aventura. Mostrar todas as postagens

11 de out. de 2013

As aventuras de um explorador urbano serial

Você sabe o que é "place hacking"? Termo cunhado pelo professor da universidade de Oxford Bradley Garrett, "place hacking" é um novo estilo de exploração extrema, que envolve invadir espaços abandonados e vazios, além de construções temporárias - tudo sem permissão, geralmente na calada da noite.


Longe de ser um professor universitário típico, Garrett é um americano que adotou Londres como lar, e foi lá que montou um grupo de pesquisa. Os "infiltrantes" ou a "London Consolidation Crew", como são chamados, já descobriram bunkers desativados e ruínas do Leste Europeu, invadiram estações de metrô abandonadas e escalaram os mais altos prédios comerciais de Chicago, Londres, Paris e Las Vegas. Os espaços foram chamados de "urbex"; espaços para exploração urbana.


Quem quiser conhecer um pouco mais, pode encomendar na Amazon Explore Everything: Place-Hacking the City, que acaba de sair pela Verso Books. O livro se propõe ser um manifesto apaixonado das cidades, oferecendo uma nova forma de pertencer e compreender as metrópoles.

PS:. Ainda em tempo, Garrett foi preso e está aguardando julgamento em Londres.
















6 de fev. de 2012

Tudo ao mesmo tempo sobre duas rodas

Você já parou para pensar em quantas coisas consegue fazer ao mesmo tempo? Guillaume Blanchet, um publicitário francês que vive no Canadá, já. Tanto que resolveu gravar um filme mostrando o cotidiano de uma pessoa que faz as refeições, trabalha e até namora enquanto anda de bicicleta por Montreal.

Para gravar todas as cenas, Blanchet passou boa parte de 382 dias sobre duas rodas. Segundo o francês, sua inspiração foi seu pai, Yves, de 64 anos, que já pedalou 120 mil quilômetros durante sua vida.

O vídeo é bem bacana!



Via Huffington Post

21 de mar. de 2011

Quatro Minutos na Floresta

Armado com uma videocâmera HD, Kevin Gallagher percorreu 1,6 mil quilômetros em seis meses nas montanhas Apalaches, nos Estados Unidos.

Green Tunnel mostra tudo em um fascinante stop motion de 4 minutos. Vale muito a pena!





11 de ago. de 2010

Indiana Jones 2.0

O explorador britânico Ed Stafford, 34 anos, acaba de completar uma das maiores aventuras de que se tem notícia na Idade Moderna.


Stafford, filho de advogados e um ex-capitão do Exército Britânico, com passagem pela missão da ONU no Afeganistão, começou no dia 2 de abril de 2008 um projeto considerado impossível por muitos: caminhar ao longo de toda a extensão do Rio Amazonas, partindo da nascente, no Peru, e terminando na foz, no Brasil, mais precisamente no Estado do Pará.


Nesta última segunda-feira, 9 de agosto, Stafford completou a travessia. Foram 9.500 quilômetros percorridos em 859 dias com um rotina extenuante: acordar todos os dias antes do nascer do sol e começar a caminhada ainda no escuro. Andar cerca de 8 a 10 horas ininterruptas por dia, considerando que cada passo na densa florestaa foi conquistado através de facão e machado, razão pela qual, em um dia bom, o explorador conseguia cobrir uma distância de 7 quilômetros, no máximo. No vídeo abaixo, ele se barbeia e almoça piranhas em um breve intervalo:



Ao longo de todo o trajeto, que custou cerca de 70 mil libras, arrecadadas junto a patrocinadores angariados por sua família, Stafford contou a experiência no blog Walking the Amazon, atualizado através de um latpop e de uma conexão de internet via satélite, e também por meio de posts em seu perfil no Twitter.


Seu primeiro parceiro abandonou a expedição após três meses. Depois disso, o britânico passou a contar com a população local e com um novo guia, o peruano Gadiel “Cho” Sanchez Rivera, que seguiu até o final do percurso.


Entre outras histórias, ele conta que se deparou em média com quatro cobras venenosas por dia, foi picado por vespas pelo menos uma vez por semana, ameaçado por indígenas Ashaninka e depois escoltado por eles para fora de sua terra e até acusado de assassinato e de roubo de órgãos no Peru. No vídeo abaixo, ele se depara com uma anaconda:



Observem abaixo um trecho de uma reportagem publicada no jornal britânico Daily Mail na qual um repórter conta como foi acompanhá-lo durante três dias:
“No meu tempo com ele eu quase fui arrastado por uma corredeira violenta, peguei uma alergia por todo o corpo que fez parecer com que eu tivesse sido grelhado, tive um par de sapatos desintegrado nos meus pés, escapei por pouco de ser mordido por uma cobra, por menos ainda evitei sentar em um sapo-boi azul, fiquei perdido, fui acusados por locais desconfiados de tentar roubar olhos de crianças e, sim, fui feito refém por cerca de 20 habitantes de um vilarejo com suas espingardas.Também cheguei no ponto de exaustão física e meu joelho esquerdo nunca mais foi o mesmo desde então. Quanto tempo eu fiquei com Ed na floresta? Três dias. E essa foi a parte fácil.”
Segundo  Stafford, a intenção da aventura foi 'chamar a atenção do mundo para a causa amazônica' e, de quebra, arrecadar fundos para instituições que lutam em prol da preservação do meio ambiente.


Horas antes de concluir o trajeto, ele desmaiou ao lado da estrada, com o corpo recoberto de erupções. "Eu me sinto ligeiramente humilhado pelo fato de meu corpo ter decidido entrar em pane quando faltava tão pouco para a linha de chegada", escreveu ele em seu blog.

Confira abaixo o último vídeo postado por ele em sua página no Vimeo:



(Referência: Papo de Homem)

9 de set. de 2009

Uma viagem transformadora

O alemão Christoph Rehage estudava cinema em Pequim, na China, e tomou a decisão de fazer uma viagem maluca no final de 2006. Durante um ano, planejou a maior caminhada de sua vida: andar da capital chinesa até sua cidade natal, Hannover. Christoph acertou tudo e partiu no dia 9 de Novembro de 2007, caminhando por mais de 4600 km do território chinês.

O mochileiro não chegou a cumprir seu roteiro original, mas se considera satisfeito por ter conseguido andar de Pequim até Ürümqi, praticamente no outro extremo da China. Fez amigos, viu coisas novas, comeu comidas diferentes e, vez ou outra, deu uma pausa nas caminhadas por longos desertos cheios de nada para voar no conforto de um avião por trajetos curtos.

Chris interrompeu a viagem em 13 de Novembro de 2008 e aí sim se deu conta do quanto mudou esteticamente durante sua jornada. Pensando nisso, ele fez um vídeo com as fotos que tirou de si mesmo por todos esses meses, tentando mostrar também situações inusitadas acontecendo no plano de fundo. Vale a pena conferir.


No site The Longest Way é possível obter todas as informações sobre a aventura de Christoph.