Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

22 de out. de 2013

O preconceito contra as mulheres nas buscas do Google

Quais são as primeiras respostas do campo de buscas do Google quando se coloca “as mulheres não podem...” ou “as mulheres precisam...”? 


A nova campanha da UN Women, entidade da ONU que estuda a desigualdade entre gêneros, impressiona e atesta dramaticamente como o mundo está impregnado de preconceitos. Triste!





1 de set. de 2011

O cacique, o Google, a Fast Company... e nós de fundo

Eita, admirável mundo novo! A Fast Company publicou em sua lista das 100 pessoas mais criativas em negócios uma fotografia bastante inusitada: o Cacique Almir Narayamoga da tribo Suruí do Amazonas posando com um MacBook Air em mãos. Anacrônico? Curioso? Inesperado? Tudo isso e mais um pouco? Pode crer que sim!


A causa para esse encontro de culturas está no Google: em parceria com a gigante de buscas desde 2007, a tribo Suruí conta com apoio para registrar seu mapa cultural com vídeos dos anciãos no YouTube e suas fronteiras geográficas com smartphones dotados de GPS. Além disso, os índios usam smartphones para registrar ocorrências de desmatamento ilegal e também enviar imagens para povoar o Google Earth. 


Com quase três vezes o tamanho da cidade de Nova York, o triângulo de floresta que dá  lar aos 1.300 membros da tribo Suruí é chamado de Terra Indígena Sete de Setembro, o dia em que o mundo do homem branco chegou ao dos suruís: 7 de setembro de 1969. Esse primeiro contato provou ser devastador, reduzindo a população de 5 mil para apenas 250 devido à combinação de fome, civilização e, acima de tudo, sarampo.


Quarenta e dois anos depois, o cacique Almir, que se formou em biologia em Goiânia - superando o preconceito dos demais estudantes que o ignoravam porque ele não falava, parecia ou comia como eles -  acredita que seu povo precisa da modernidade para ajudá-los a manter seu modo de vida tradicional, que esta é a única forma de salvarem sua floresta, sua cultura e sua tribo. 

Seu grande projeto de vida no momento é plantar um milhão de novas mudas de árvores nas zonas devastadas da floresta no prazo de dez anos. Em parceria com o Amazon Conservancy e o Google Earth Outreach, a tribo do Cacique Almir tem a possibilidade de arrecadar 160 milhões de dólares em créditos de carbono - os possíveis compradores desses “créditos” são empresas dispostas a negociar voluntariamente as emissões, assim como bancos de investimento, corretoras e até mesmo governos. Não há dúvida que seria uma conquista preciosa para a preservação do meio ambiente e da cultura indigena.

O vídeo abaixo apresenta em detalhes essa incrível história:

22 de set. de 2010

Zeitgeist Minds - O TED do Google

O projeto Zeitgeist | Great Minds of Our Time (Grandes Mentes de Nosso Tempo) é um apanhado com os melhores vídeos dos eventos Google Zeitgeist, realizados anualmente.


Listinha básica de speakers que já passaram por lá: Alex Bogusky, Carlos Slim, Clay Shirky, Don Tapscott, Forest Whitaker, Howard Schultz, John Battelle, Jeffrey Immelt, Richard Branson, Ted Turner e Tim O'Reilly.

30 de ago. de 2010

Pode um videoclipe ser totalmente personalizado? Pode.

Com o recente lançamento do álbum "The Suburbs", a banda canadense Arcade Fire parece ter voltado mesmo todas as suas atenções para a Internet. Depois da transmissão ao vivo do show do Madison Square Garden via YouTube com direção do cineasta Terry Gilliam, o grupo lançou "The Wilderness Downtown" (algo como 'a selva no meio da cidade'), videoclipe interativo da canção "We Used to Wait".


Feito em parceria com Chris Milk e "uma turminha do Google", o site roda em navegadores compatíveis com HTML5 - naturalmente, promovendo o Chrome, e requer que o visitante do site preencha o endereço no qual viveu sua infância. Usando recursos como o Google Street View e o Google Maps, o site abrirá então diversas novas abas no navegador e em cada uma exibirá um vídeo diferente. A vista aérea da rua escolhida, a escola que o usuário frequentava…tudo isso como fundo para as passadas rápidas do personagem central, até o gran finale: uma rua arborizada 'como todas deveriam ser'.


A ação ainda contempla a possibilidade do visitante escrever uma carta para si mesmo em sua juventude, que será encaminhada como um postal ao endereço registrado contendo a semente de uma árvore.

Se você não tem o Chrome, assista abaixo uma gravação da tela do computador de alguém que “fez” o filme em Tokyo.



Obs:  Como no Brasil ainda não temos imagens do Street View e algumas do Maps só em baixa resolução, vale a pena digitar NY no campo de busca e ver o vídeo feito com imagens de lá mesmo.

(via Fast Company)

14 de mai. de 2010

The Google Job Experiment

Esse é pra quem gosta de estratégias geniais usadas para conseguir emprego. Como uma simples busca no Google pode render entrevistas com alguns dos principais diretores de criação do planeta.



(via Pitaco)

9 de jun. de 2009



Com um video-demonstração de pouco mais de 3 minutos, o Google TV Ads lhe ensina, passo-a-passo, como fazer seu plano de mídia, definir seu orçamento, produzir e veicular seu comercial de TV. Simples assim. Tudo começa com um grande botão verde “Create TV Campaign”. No final da demonstração, uma locução feliz diz: “That’s it. You have just created your first television campaign with Google TV Ads!”. Essa tentativa de simplificar e fazer campanhas de TV via web já tinha sido lançada antes pela empresa SpotRunner.

Fundada em 2004 com um capital de US$ 60 milhões, a SpotRunner vende vídeos "pré-fabricados" de propaganda para TV a partir de imagens e cenas de catálogo, a um custo inferior a 500 dólares. Em praticamente todas as páginas do seu site, a empresa lembra que são apenas três passos fáceis e que os preços são sem concorrência. Afinal, basta “1 - personalizar seu comercial escolhendo entre centenas de alternativas; 2 - definir seu plano de mídia, informando seu tipo e negócio e público-alvo e seguindo as instruções; 3 - lançar (sic) sua campanha de TV”.

Apenas o fato do Google entrar nesse mercado já chama a atenção e, cá entre nós, com a base e, sobretudo, o perfil de clientes que tem, não seria uma má ideia para ser replicada por empresas como ShopTour, BestShopTV e MIX TV, não?

(Referência: Update or die)

29 de jan. de 2009


Em uma batalha entre as marcas Apple e Google, por exemplo, quem ganharia? Por enquanto, o Google, e com folga. Isso, pelo menos, é o que diz o Brand Tags, que se auto-intitula uma “experiência coletiva de percepção de marca”. Funciona assim: você acessa o site e é apresentado à duas marcas. Tudo que você precisa fazer é clicar naquela que você considera a marca mais forte.

Outro recurso interessante do site se dá quando você visualiza uma marca e é instigado a responder a pergunta: qual é a primeira coisa que vem a sua cabeça? É possível também navegar pelas marcas e conferir a tag cloud de cada uma delas.

A idéia do projeto, que acaba de ganhar uma versão brasileira, é consolidar colaborações de usuários do mundo todo para determinar quais as marcas mais poderosas do mercado, nos mais variados segmentos. Se você quiser, pode inserir gratuitamente a marca da sua empresa e saber o que as pessoas pensam dela.

Wall Street Journal e Advertising Age já publicaram reportagens elogiosas sobre o projeto capitaneado por Noah Brier. Confira abaixo o ranking atual das dez marcas que mais venceram as batalhas do Brand Tags:

1) Google (84.48%)
2) Pixar (84.39%)
3) Adidas (83.68%)
4) Apple (82.89%)
5) Lego (80.83%)
6) Coca-Cola (80.46%)
7) Nike (80.42%)
8) BMW (80.39%)
9) CNBC (80%)
10) Ferrari (79.54%)

27 de jan. de 2009


Segundo post publicado recentemente no Update or Die, bolão em empresa virou ferramenta de gestão e ganhou o nome de mercado preditivo. As apostas são em torno de cenários futuros de negócios. Os apostadores são os funcionários que convivem com clientes e fornecedores, e que assim sentem o pulso do mercado. Em um mercado preditivo de uma empresa, não há paixões ou torcidas, e sim projeções –racionais e intuitivas. Os funcionários não apostam dinheiro –apenas dão suas ideias– e ganham prêmios da empresa se acertarem.
A motivação para a empresa é forte: saber o que pensam os colaboradores que interagem com o mercado sobre as chances de sucesso de, por exemplo, um produto novo. No entanto, não adianta o executivo querer ir perguntar para cada funcionário o que ele acha. Em geral, as apostas são feitas na internet, na intranet, no portal B2B da empresa ou por e-mail com resultados rastreados por planilhas.
Entre as empresas que fazem uso da ferramenta está o Google, que começou a usar mercados preditivos em abril de 2005, conforme artigo publicado na HSM Management. De lá para cá, o Google fez 275 perguntas diferentes usando essa ferramenta e obteve cerca de 80 mil respostas. Cerca de 25% de suas sondagens estiveram relacionadas com estimativas de demanda, como “Quantas pessoas vão usar o Gmail nos próximos três meses?”; 30% com o desempenho corporativo, como “Os prazos estipulados para tal projeto serão cumpridos?”; e 20% com assuntos de entretenimento, como “Quem vai ganhar o campeonato norte-americano de beisebol?”
Para quem quer descobrir se é um bom visionário, uma boa opção é o Portal Predictify, cujo slogan é 'Don't just read the news, predict it!'. Funciona assim: o site publica algumas notícias sobre esporte, cultura, política e economia. Você dá o seu palpite gratuitamente sobre o que poderá acontecer e o site mostra periodicamente o quanto sua previsão está próxima ou distante da evolução dos fatos. Você vai ganhando pontos de acordo com seus palpites certeiros e cria uma reputação para, em um nível mais avançado, ter a possibilidade de ganhar prêmios em dinheiro.
A Revista Superinteressante, da Editora Abril, fez uma parceria com o portal. Para conhecer e fazer suas previsões, acesse http://super.predictify.com/