Os amantes da boa jogatina ganharam um novo espaço em São Paulo, o Puma Social Club. Resultado de uma parceria da marca com a revista Vice, o pop-up bar abriu este mês e funcionará até dezembro.
Localizada na rua Augusta, a casa privilegia os esportes a serem praticados com um copo na mão: sinuca, pingue-pongue, pebolim, jogos de cartas, dama, xadrez, além de jogo de dardos, fliperama e boliche.
No cardápio, drinks e cervejas nacionais e importadas dividem espaço com lanches e tapas, como hot-dogs especiais ou nachos caseiros.
Para esse projeto foi criada uma ação especial, a “Liga dos Atletas da Noite”, uma espécie de olimpíada que promove competições diárias entre turmas de amigos e premia os jogadores com produtos da Puma. A melhor equipe viajará para Londres com tudo pago! Vale conferir as regras na página do Facebook.
Confira abaixo o vídeo da festa de inauguração:
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31 de out. de 2011
2 de mar. de 2009

Imagine um restaurante onde você pode escolher de entrada mexilhões ao vapor com creme de vinho branco, panqueca de frutos do mar e salada; como prato principal, um peixe assado com mescla de cogumelos; e a sobremesa ganha formas com uma torta de maçã acompanhada de um sorvete de baunilha. 'Lindo, maravilhoso, mas não é para o meu bico. A conta deve ser astronômica'. Bem, isso depende de quanto você está disposto a pagar. Isso mesmo! No restaurante Little Bay, em Londres, em vez de apresentar a conta, o garçom pergunta sutilmente: "Quanto você quer pagar?". O cliente paga quanto quiser pela combinação de pratos que desejar. Detalhe: são mais de trinta opções.
Segundo Peter Ilic, proprietário do Little Bay, em dez dias de promoção, a clientela usual de mil pessoas por semana dobrou, e a maioria dos clientes está pagando mais do que os pratos valem. "Mesmo que alguns não paguem pelo prato, trabalho com a média, e a média está pagando mais que o valor convencional".
Segundo Peter Ilic, proprietário do Little Bay, em dez dias de promoção, a clientela usual de mil pessoas por semana dobrou, e a maioria dos clientes está pagando mais do que os pratos valem. "Mesmo que alguns não paguem pelo prato, trabalho com a média, e a média está pagando mais que o valor convencional".

O restaurate não é o único a dar ao cliente a liberdade de escolha. O hotel Ibis Singapura, do grupo francês Accor, também testou a novidade. O hotel pôs no ar o site http://www.paywhatyouwant.com.sg/ e reserva um horário específico para que os futuros hóspedes façam suas ofertas. Por serem disputados, contudo, apenas alguns quartos são oferecidos. "Esperávamos lances de US$ 1 e ficamos surpresos em perceber que recebemos lances de até US$ 80", afirma Hiru Inoue, diretor de marketing do Ibis Singapura, em entrevista à agência de notícias Reuters. É um pouco menos do que os US$ 92 cobrados pelo hotel por quartos que estão fora da promoção.
A crise financeira pode ter acelerado ações como essas, mas oferecer serviços e produtos gratuitos, ou por preços ínfimos, será cada vez mais comum. Quem inaugurou esse fenômeno foi o Google, que não cobra nem um centavo pelos seus serviços e, por isso mesmo, conquistou milhões de adeptos ao redor do mundo. Com milhões de acessos diários, o site de buscas tornou-se uma ferramenta indispensável no cotidiano das pessoas e hoje fatura US$ 21,79 bilhões com publicidade. Até a indústria fonográfica, uma das mais arredias a qualquer negócio no qual a palavra grátis esteja incluída, se rendeu. Em 2007, o grupo inglês de rock Radiohead lançou seu CD, batizado de In Rainbows, na internet. O CD foi disponibilizado para download no site da banda e o internauta podia pagar quanto achasse justo pelas músicas. A experiência da banda durou dois meses e foi bem-sucedida. De acordo com o representante do Radiohead, o grupo faturou mais com as vendas na web do que com a comercialização do CD anterior em lojas.

(Referência: Istoé Dinheiro)
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