3 de jun de 2011

“Fazer o que você não gosta é um desserviço para o espirito”

A citação que intitula esse post é do paranaense Hélio Leites, um artista de múltiplas linguagens ou, como vivem dizendo por aí, um 'significador de insignificâncias'. Meio louco, meio pardal, ele inventa formas e performances com caixas de fósforos, palitos de sorvete, restos de linha, rolhas, botões, enfim, pequenos objetos inválidos.


Todas as suas obras possuem nomes e, principalmente, uma história. “Sermão aos peixes”, “Nossa Senhora da Luz dentro da caixa de fósforo” e “Finalizador de TPM”, são alguns dos trabalhos mais populares. 




Não contente em ser o fundador da Associação Internacional do Botão, aquele mesmo que se desprendeu da sua camisa outro dia, e papa da Igreja da Graça, esta mesma que, ao contrário da Desgraça, só faz rir,  ele acaba de lançar o livro 'Mínimos', que retrata, nas palavras do próprio, “a história de um artesão lutando com caixinhas de fósforo, palitos de sorvete e outras miudezas, tentando consertar o jeito do mundo se enxergar e se aceitar”.


O mini-documentário abaixo faz parte do projeto “O que é tristeza pra você?”, que foi criado pra divulgar  o filme Thomás Tristonho. A história é sobre um menino rei midas meio torto, que acredita entristecer tudo o que toca. Parece interessante, né? Pelo que vi no site, fica pronto ainda nesse ano.



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