5 de jun de 2009

Mosquiteiro



Na França, eles são simples e baratos. Por aqui, já nasceram chiques e caros. Mas mesmo pesando um pouco mais no bolso, com esse frio todo que está fazendo, a visita a um típico bistrô é uma bela pedida. Pequenos, simples, com decoração rústica e quase sempre comandados por uma família, os bistrôs são ambientes ideais para aquelas refeições sem hora para acabar, ou seja, é conversa pra mais de metro, portanto uma boa companhia é indispensável!

Eis duas opções mosca branca na cidade:


Para quem mora na região oeste, a Oficina Bistrô merece uma visita. Logo na entrada, uma "cozinha vitrine" ou "cozinha show", dividindo o salão principal de um segundo ambiente, intimista e aconchegante nas noites de frio, como uma taberna. Comandado pelo simpático chef Fernando Morais, a casa está localizada na esquina da rua Barão do Bananal com a rua Desembargador do Vale, a uma quadra da Avenida Pompéia, e oferece pratos deliciosos como o risoto de polvo ou de mignon ao vinho, o coelho broulet (coelho cozido na cebola queimada com creme de aipim) e o nhoque de mandioquinha com um molho madeira inigualável.


Na região do Itaim Bibi, na rua Pais de Araújo, entre a Pedroso Alvarenga e a Tabapuã, reina soberano o aconchegante Le Vin. O menu tem clássicos da culinária francesa como o confit de canard com batata sauté, cassoeulet, steak tartare com batata frita (esse é o meu favorito), risoto de camarão com rúcula e rim de vitela ao molho mostarda. As sobremesas, também tradicionais, são representadas por crème brûlée, petit gateau, sopa de morangos com sorvete de creme e salada de frutas aromatizada com chá de hortelã.

Em ambos os casos, você deverá gastar uma quantia considerável, mas o corpo e a alma agradecerão imensamente.

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