30 de nov de 2010

Que tal um empurrãozinho online?

Transcrevo a seguir um trecho de um post publicado no UOD hoje pelo Wagner Brenner: "João inventou uma pulseira que transforma um iPod Nano em um estiloso relógio multi-touch. Mas não tem o dinheiro necessário para viabilizá-lo. Mais uma ideia engavetada. Ou não. João coloca seu projeto em um site onde as pessoas podem “comprar” (por preços especiais ou mesmo sugeridos) seu produto com cartão de crédito antes que ele exista. João faz um video, explica as vantagens, propaganda caseira. Se o valor total do projeto for alcançado em um prazo pré-estabelecido (90 dias), voilá!, a pulseira é de fato fabricada. Se não for atingido, seu cartão não é debitado e tchau".

Confesso que não encontrei uma maneira mais simples e direta de explicar o funcionamento do KickStarter. Foi lá que quatro estudantes da Universidade de Nova York levantaram recursos, em poucos meses, para o lançamento do Diaspora;  foi  também por meio dele que o documentário” The Pirate Bay – Away From Keyboard”, de Simon Klose foi financiado... e não faltam outros exemplos.


Há diversos níveis de quantias afixadas no site para doação. Por exemplo, em um outro documentário, Street Fighting Man, de Andrew James, você pode doar um dólar. Nesse caso, o diretor vai lhe enviar uma singela carta de agradecimento.Se doar cinco doletas, seu nome aparece nos créditos do filme. Finalmente, o mais abonado que resolver doar US$2.000, sim, dois mil obamas, vai com a equipe do filme à premiere em algum festival internacional de cinema.


Não faltam propostas tentadoras para investir. Relaciono alguns vídeos de divulgação que me atraíram bastante, sendo o primeiro, como não poderia deixar de ser, a pulseira do João mencionada no início do post:









Um comentário:

  1. Olá Paulo, legal ver gente falando sobre crowdfunding aqui no Brasil.
    Há cerca de 1 mês comecei um blog pra apresentar e discutir o assunto no Brasil. Chama-se CrowdfundingBR.
    No máximo no começo do ano que vem, eu e mais dois sócios iremos lançar uma plataforma semelhante ao Kickstarter. Acho que o Brasil precisa de iniciativas como essa pra incentivar gente criativa, empreendedores e artistas, a tocarem pra frente seus proejtos.
    Abraços, Diego Reeberg

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