17 de mai de 2009

A palavra de ordem é Branded Television


Depois do inegável sucesso obtido com os projetos de branded radio implantados pela Mitsubishi, Oi e SulAmérica, a próxima missão dos departamentos de marketing das companhias é criar projetos que atendam a convergência dos meios TV e Internet. A julgar pelos exemplos de ações de branded television implantadas lá fora, a aposta tem tudo para dar certo aqui também.

Indo muito além dos projetos de tvs corporativas, já bastante disseminado por aqui - vide modelos adotados por empresas como Wal-Mart, Casas Bahia, Magazine Luiza, Sam's Club e LANXESS - a proposta de ações de branded television é associar a marca ao conteúdo de uma maneira subliminar, ou seja, a medida que o expectador assiste a um show de rock, uma reportagem sobre genética ou mesmo um debate sobre meio ambiente, ele transfere atributos como modernidade, inovação ou responsabilidade social para a companhia.


A Swarovski, famosíssima pelos seus cristais super caros e desejados pelas celebridades do mundo inteiro, por exemplo, acabou de desenvolver uma plataforma de conteúdo aúdio-visual invejável a qualquer marca que se auto intitula “cool” e “hypada”. Trata-se da Swarovski.TV, uma espécie de Youtube da marca, só que altamente interativo e construído através de uma identidade visual única e respeitável.

Todos os consumidores da marca podem acompanhar o que rola no backstage de eventos de moda, design e cultura, que a Swarovski apóia e coloca seus créditos.


O formato segue o mesmo modelo do Audi Chanel, criado em meados de 2005, em parceria com a operadora de TV à Cabo inglesa Sky Digital. O canal agrega notícias de automobilismo, apresentação de novas tecnologias, entrevistas com executivos e personalidades do segmento automobilístico, e muito mais.

(referência: ADivertido)

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