Muito legal esta almofada batizada de "mymimi"! Réplica das antigas televisões (aquelas com seletor manual de canais), feita 100% em algodão, mede cerca de 23 cm de largura e custa 18 dólares. Compre aqui
(vi no Bem Legaus)
7 de dez. de 2010
6 de dez. de 2010
O poder de um sonho
Jon Stettner é o presidente mundial da ONG Make-a-Wish, fundada em 1980 e cuja missão é "realizar os desejos de crianças com enfermidades graves, enriquecendo suas vidas com esperança, força e alegria". Presente em 37 países, incluindo o Brasil, a organização conta com mais de 30 mil voluntários espalhados pelo mundo que ajudam a identificar, captar e concretizar os sonhos de crianças entre 3 e 17 anos com enfermidades que podem colocar suas vidas em risco.
Em 2009 a Make-a-Wish ajudou 20 mil crianças em todo o mundo a realizarem seus sonhos. Stettner explica em entrevista concedida às páginas amarelas da Veja (aqui) que o objetivo central da ONG é desviar o foco, das crianças e de seus pais, da doença, dando à eles mais esperança e força para enfrentar o tratamento. Isto é classificado por eles como o tratamento da saúde da mente.
Não existem ainda estudos científicos que comprovem que a realização de um “desejo” ajude no tratamento das crianças, explica Stettner, mas é notória a vontade de continuar o tratamento, o ânimo para tal e a vontade e positividade em cada nova etapa cumprida.
Dentre os pedidos mais recebidos por eles, está o de viajar à Disney. Aparecem também pedidos para ir ao espaço, conhecer algum famoso, ou simplesmente ganhar uma bicicleta. Seja qual for o pedido, os voluntários dedicam-se em realizá-los. No caso da viagem ao espaço, por exemplo, já há uma parceria com a NASA que possibilita às crianças voarem em um simulador de gravidade zero.
No site brasileiro da ONG é possível encontrar histórias inspiradoras e saber como ajudar a instituição.
(vi no blog do Pedro Prochno)
Em 2009 a Make-a-Wish ajudou 20 mil crianças em todo o mundo a realizarem seus sonhos. Stettner explica em entrevista concedida às páginas amarelas da Veja (aqui) que o objetivo central da ONG é desviar o foco, das crianças e de seus pais, da doença, dando à eles mais esperança e força para enfrentar o tratamento. Isto é classificado por eles como o tratamento da saúde da mente.
Não existem ainda estudos científicos que comprovem que a realização de um “desejo” ajude no tratamento das crianças, explica Stettner, mas é notória a vontade de continuar o tratamento, o ânimo para tal e a vontade e positividade em cada nova etapa cumprida.
Dentre os pedidos mais recebidos por eles, está o de viajar à Disney. Aparecem também pedidos para ir ao espaço, conhecer algum famoso, ou simplesmente ganhar uma bicicleta. Seja qual for o pedido, os voluntários dedicam-se em realizá-los. No caso da viagem ao espaço, por exemplo, já há uma parceria com a NASA que possibilita às crianças voarem em um simulador de gravidade zero.
No site brasileiro da ONG é possível encontrar histórias inspiradoras e saber como ajudar a instituição.
(vi no blog do Pedro Prochno)
Ao gosto do freguês
Customização é a ordem do dia, ainda mais em se tratando de web 2.0. Nesse sentido, o recém lançado What can I make for you talvez seja o melhor exemplar da espécie. Como o próprio nome diz, o site permite encontrar um fornecedor para qualquer tipo de produto.
A plataforma online atua como intermediária entre o idealizador do projeto/produto e o fornecedor. Basta colocar na página inicial o produto desejado, seu email e o quanto deseja investir. Daí basta aguardar os orçamentos. Simples assim!
A plataforma online atua como intermediária entre o idealizador do projeto/produto e o fornecedor. Basta colocar na página inicial o produto desejado, seu email e o quanto deseja investir. Daí basta aguardar os orçamentos. Simples assim!
5 de dez. de 2010
Orfi, Eura e um Poema em Quadrinhos
O consagrado escritor e artista plástico italiano Dino Buzzati (1906-1972) reconta de maneira genial o mito grego de Orfeu e Eurídice no formato de HQ no livro "Poema em Quadrinhos" (Cosac Naify, 2010) - um belo presente de Natal ou Amigo Secreto, caso você esteja sem muitas ideiais...
Criada nos anos 1960, mas com um tom absolutamente vanguardista, a história transfere os personagens originais da Grécia antiga para Milão. Lá, Orfi canta canções melancólicas e é tido com uma celebridade, principalmente pelas mulheres que amam sua música. Uma noite, ao ter um sonho tenebroso, ele olha pela janela e vê sua amada Eura atravessar e vai então em sua busca.
No céu ou no inferno, como queira, Orfi se depara com vários mortos agonizando, até que encontra uma espécie de fantasma chefe, representado por um sobretudo vazio, que faz um tour pelo local explicando cada uma das subdivisões e o que era a eternidade para esses espectros. A grande sacada da história é apresentar essa outra vida como um local de tristeza em que os seres lamentam não existir “a última porta”, ou seja, todo o drama da existência deles está no fato de nunca mais morrerem.
Tendo esse pano de fundo, o chefe dos fantasmas faz um acordo com Orfi: deixar ele procurar sua mulher no outro mundo por 24 horas, desde que ele entretenha os espectros com sua música, uma música para rememorar aquilo que eles não tinham: a morte.
Fica a dica!
Nu sim, mas sem perder a classe
"Uma revista adulta do Brooklyn que reinterpreta a Playboy na era do Pornô 3D e dos encontros às escuras marcados via GPS". Essa é a maneira como o jornalista Matt Haber do New York Times descreve a Jacques Magazine, uma revista lançada em 2009 nos Estados Unidos que oferece um retorno consciente às publicações do fim dos anos 60 e início dos 70, antes da era dos implantes de silicone, do photoshop e dos vídeos em alta definição transmitidos via streaming.
Filmes de 35 mm, luz natural, restrição taxativa a retoques ou manipulações digitais e, o principal, certamente, modelos de medidas bem mais generosas em relação àquelas que se tornaram habitués das revistas masculinas, compõem o cardápio da Jacques.
“Antigamente tinha um velho ditado: “A máquina nunca mente”. Isto com certeza não é mais o caso. Computação gráfica e Photoshop tornaram-se comuns e podem fazer com que o que pertence totalmente ao mundo imaginário na vida real se torne algo bastante convincente e crível na tela e no papel. O lema da câmera já foi “nunca mente”, mas a filosofia da câmera digital poderia ser resumida hoje em dia a “você não vai acreditar nos seus olhos”. A ética da revista Jacques é outra. Queremos que as nossas fotos sejam as mais próximas da realidade possível. É por isso que, ao contrário de outras revistas masculinas mais mainstream, nunca tiramos fotos digitais. Nós usamos um filme fotográfico para cada fotografia, e de jeito nenhum recorremos ao retoque, ao airbrush, ou qualquer modificação em nossas fotos. Claro, sempre haverá aqueles que preferem as imagens retocadas de modelos encontradas nas revistas modernas, mas para aqueles que buscam o produto em sua mais pura essência, nós acreditamos que eles irão encontrar exatamente o que eles procuram nas páginas da Jacques", afirma Jonathan Leder, principal fotógrafo da revista.
Vale a pena assistir o trailer da edição especial Sports, lançado recentemente, que dá uma boa ideia da 'linha editorial' da revista, que poderia muito bem influenciar suas congêneres por aqui:
Filmes de 35 mm, luz natural, restrição taxativa a retoques ou manipulações digitais e, o principal, certamente, modelos de medidas bem mais generosas em relação àquelas que se tornaram habitués das revistas masculinas, compõem o cardápio da Jacques.
“Antigamente tinha um velho ditado: “A máquina nunca mente”. Isto com certeza não é mais o caso. Computação gráfica e Photoshop tornaram-se comuns e podem fazer com que o que pertence totalmente ao mundo imaginário na vida real se torne algo bastante convincente e crível na tela e no papel. O lema da câmera já foi “nunca mente”, mas a filosofia da câmera digital poderia ser resumida hoje em dia a “você não vai acreditar nos seus olhos”. A ética da revista Jacques é outra. Queremos que as nossas fotos sejam as mais próximas da realidade possível. É por isso que, ao contrário de outras revistas masculinas mais mainstream, nunca tiramos fotos digitais. Nós usamos um filme fotográfico para cada fotografia, e de jeito nenhum recorremos ao retoque, ao airbrush, ou qualquer modificação em nossas fotos. Claro, sempre haverá aqueles que preferem as imagens retocadas de modelos encontradas nas revistas modernas, mas para aqueles que buscam o produto em sua mais pura essência, nós acreditamos que eles irão encontrar exatamente o que eles procuram nas páginas da Jacques", afirma Jonathan Leder, principal fotógrafo da revista.
Vale a pena assistir o trailer da edição especial Sports, lançado recentemente, que dá uma boa ideia da 'linha editorial' da revista, que poderia muito bem influenciar suas congêneres por aqui:
2 de dez. de 2010
Morte e Vida nas Redes Sociais
Transformar o vício do Twitter e do Facebook em algo que possa ajudar as pessoas. Essa é a premissa da campanha “Digital Death”, projeto que acaba de reunir os famosos com mais seguidores no Twitter e no Facebook para ajudar crianças com HIV.
De forma resumida: celebridades se suicidam da sua vida digital, ou seja, nada de Alicia Keys, Lady Gaga, Justin Timberlake, Serena Williams, Kim Kardashian, Elijah Wood, Jennifer Hudson, Usher nem Katie Holmes.
A ideia é que a síndrome de abstinência de notícia dos famosos leve as pessoas a comprar a vida de seus ídolos de volta. Sim, ela pode ser comprada pela módica quantia de U$1.000.000. Até lá, nada de tweets de Lady Gaga ou fotos no Facebook da Alicia Keys.
Todo o dinheiro vai para a fundação Keep a Child Alive que combate a Aids na África e Índia.
De forma resumida: celebridades se suicidam da sua vida digital, ou seja, nada de Alicia Keys, Lady Gaga, Justin Timberlake, Serena Williams, Kim Kardashian, Elijah Wood, Jennifer Hudson, Usher nem Katie Holmes.
A ideia é que a síndrome de abstinência de notícia dos famosos leve as pessoas a comprar a vida de seus ídolos de volta. Sim, ela pode ser comprada pela módica quantia de U$1.000.000. Até lá, nada de tweets de Lady Gaga ou fotos no Facebook da Alicia Keys.
Todo o dinheiro vai para a fundação Keep a Child Alive que combate a Aids na África e Índia.
Salve seu arquivo como .WWF e salve uma árvore
Você recebe um monte de emails com aqueles avisos padrões alertando: "pense antes de imprimir". Você pensa bastante, mas ainda assim precisa do papel e manda ver no “print..”
Pensando nisso, a WWF da Alemanha criou um formato de arquivo próprio, o .WWF, que simplesmente bloqueia a função “imprimir” do computador. Você decide qual arquivo não precisa de impressão, salva nesse formato, e envia pra quem quiser.
Por enquanto, só existe a versão para Mac, mas prometem uma em breve para Windows também. Você pode fazer o download no site saveaswwf.com
(via B#9)
Pensando nisso, a WWF da Alemanha criou um formato de arquivo próprio, o .WWF, que simplesmente bloqueia a função “imprimir” do computador. Você decide qual arquivo não precisa de impressão, salva nesse formato, e envia pra quem quiser.
Por enquanto, só existe a versão para Mac, mas prometem uma em breve para Windows também. Você pode fazer o download no site saveaswwf.com
(via B#9)
30 de nov. de 2010
Que tal um empurrãozinho online?
Transcrevo a seguir um trecho de um post publicado no UOD hoje pelo Wagner Brenner: "João inventou uma pulseira que transforma um iPod Nano em um estiloso relógio multi-touch. Mas não tem o dinheiro necessário para viabilizá-lo. Mais uma ideia engavetada. Ou não. João coloca seu projeto em um site onde as pessoas podem “comprar” (por preços especiais ou mesmo sugeridos) seu produto com cartão de crédito antes que ele exista. João faz um video, explica as vantagens, propaganda caseira. Se o valor total do projeto for alcançado em um prazo pré-estabelecido (90 dias), voilá!, a pulseira é de fato fabricada. Se não for atingido, seu cartão não é debitado e tchau".
Confesso que não encontrei uma maneira mais simples e direta de explicar o funcionamento do KickStarter. Foi lá que quatro estudantes da Universidade de Nova York levantaram recursos, em poucos meses, para o lançamento do Diaspora; foi também por meio dele que o documentário” The Pirate Bay – Away From Keyboard”, de Simon Klose foi financiado... e não faltam outros exemplos.
Há diversos níveis de quantias afixadas no site para doação. Por exemplo, em um outro documentário, Street Fighting Man, de Andrew James, você pode doar um dólar. Nesse caso, o diretor vai lhe enviar uma singela carta de agradecimento.Se doar cinco doletas, seu nome aparece nos créditos do filme. Finalmente, o mais abonado que resolver doar US$2.000, sim, dois mil obamas, vai com a equipe do filme à premiere em algum festival internacional de cinema.
Não faltam propostas tentadoras para investir. Relaciono alguns vídeos de divulgação que me atraíram bastante, sendo o primeiro, como não poderia deixar de ser, a pulseira do João mencionada no início do post:
Confesso que não encontrei uma maneira mais simples e direta de explicar o funcionamento do KickStarter. Foi lá que quatro estudantes da Universidade de Nova York levantaram recursos, em poucos meses, para o lançamento do Diaspora; foi também por meio dele que o documentário” The Pirate Bay – Away From Keyboard”, de Simon Klose foi financiado... e não faltam outros exemplos.
Há diversos níveis de quantias afixadas no site para doação. Por exemplo, em um outro documentário, Street Fighting Man, de Andrew James, você pode doar um dólar. Nesse caso, o diretor vai lhe enviar uma singela carta de agradecimento.Se doar cinco doletas, seu nome aparece nos créditos do filme. Finalmente, o mais abonado que resolver doar US$2.000, sim, dois mil obamas, vai com a equipe do filme à premiere em algum festival internacional de cinema.
Não faltam propostas tentadoras para investir. Relaciono alguns vídeos de divulgação que me atraíram bastante, sendo o primeiro, como não poderia deixar de ser, a pulseira do João mencionada no início do post:
De onde vêm as ideias?
Trascrevo e traduzo informalmente abaixo o post 'Where do ideas come from?', publicado recentemente pelo guru aumericano Seth Godin em seu blog.
1. As ideias não vêm quando você está assistindo televisão
2. Ideias vêm, às vezes, de ouvir uma palestra
3. Idéias vêm, muitas vezes, ao se ler um livro
4. Boas idéias vêm de más idéias, mas somente se houver um número suficiente delas
5. Ideias odeiam salas de conferências, onde há um histórico de críticas, ataques pessoais ou tédio
6. Ideias ocorrem quando diferentes universos colidem
7. Ideias, muitas vezes, se esforçam para corresponder às expectativas. Se as pessoas esperam que elas apareçam, elas o fazem
8. Ideias temem especialistas, mas adoram mentes principiantes. A inexperiência é uma coisa boa
9. As ideias vêm aos borbotões, até que você fique assustado. Willie Nelson escreveu três de seus maiores sucessos em uma semana
10. As ideias vêm de problemas
11. As ideias vêm de nosso ego, e eles fazem o seu melhor quando são generosos e abnegados
12. As ideias vêm da natureza
13. Às vezes, as ideias vêm do medo (normalmente em filmes), mas muitas vezes elas vêm do destemor
14. Ideias úteis provém do simples fato de estarmos despertos, alertas o suficiente para realmente percebermos
15. É bem verdade que, às vezes, as ideias esgueirem-se quando estamos dormindo, e estamos muito sonolentos para termos medo
16. As ideias surgem no canto dos olhos, ou no banho, quando não estamos tentando tê-las
17. Ideias medíocres adoram se apropriar do que está acontecendo apenas para se fazer presentes
18. Ideias grandiosas saltam às medíocres
19. Ideias não precisam de passaporte e, muitas vezes, cruzam todas as fronteiras com total impunidade
20. Uma ideia deve vir de algum lugar, porque se ela simplesmente fica onde está e não se junta a nós, apodrece escondida. E as ideias escondidas não tem influência, nenhuma intersecção com o mercado. Simplesmente morrem, sozinhas.
1. As ideias não vêm quando você está assistindo televisão
2. Ideias vêm, às vezes, de ouvir uma palestra
3. Idéias vêm, muitas vezes, ao se ler um livro
4. Boas idéias vêm de más idéias, mas somente se houver um número suficiente delas
5. Ideias odeiam salas de conferências, onde há um histórico de críticas, ataques pessoais ou tédio
6. Ideias ocorrem quando diferentes universos colidem
7. Ideias, muitas vezes, se esforçam para corresponder às expectativas. Se as pessoas esperam que elas apareçam, elas o fazem
8. Ideias temem especialistas, mas adoram mentes principiantes. A inexperiência é uma coisa boa
9. As ideias vêm aos borbotões, até que você fique assustado. Willie Nelson escreveu três de seus maiores sucessos em uma semana
10. As ideias vêm de problemas
11. As ideias vêm de nosso ego, e eles fazem o seu melhor quando são generosos e abnegados
12. As ideias vêm da natureza
13. Às vezes, as ideias vêm do medo (normalmente em filmes), mas muitas vezes elas vêm do destemor
14. Ideias úteis provém do simples fato de estarmos despertos, alertas o suficiente para realmente percebermos
15. É bem verdade que, às vezes, as ideias esgueirem-se quando estamos dormindo, e estamos muito sonolentos para termos medo
16. As ideias surgem no canto dos olhos, ou no banho, quando não estamos tentando tê-las
17. Ideias medíocres adoram se apropriar do que está acontecendo apenas para se fazer presentes
18. Ideias grandiosas saltam às medíocres
19. Ideias não precisam de passaporte e, muitas vezes, cruzam todas as fronteiras com total impunidade
20. Uma ideia deve vir de algum lugar, porque se ela simplesmente fica onde está e não se junta a nós, apodrece escondida. E as ideias escondidas não tem influência, nenhuma intersecção com o mercado. Simplesmente morrem, sozinhas.
29 de nov. de 2010
Imagens feitas com palavras
"Uma imagem vale mais do que mil palavras". Colocando em prática o famoso dito popular, Juan Osborne, arquiteto e designer espanhol, cria retratos e paisagens incríveis a partir da combinação de muitas, mas muitas letras.
O trabalho do artista torna-se ainda mais impressionante por um detalhe que faz toda a diferença: na hora de criar suas obras, Osborne escolhe palavras que estejam relacionandas diretamente à imagem que deseja formar. Assim, para criar o retrato do famoso naturalista Charles Darwin, utilizou os termos mais usados no consagrado livro do cientista, A Origem das Espécies, para dar forma a seu rosto.
A mesma lógica foi aplicada a muitos outros trabalhos. Na reconstrução de um famoso quadro de Claude Monet, por exemplo, Juan usou as palavras mais citadas no artigo da Wikipedia dedicado ao pintor francês.
Veja mais algumas obras do artista:
(via Zupi)
27 de nov. de 2010
Por uma embriaguez perfeita
O ilustrador FabioRex é mais um a quebrar a escrita do 'por que não pensei nisso antes?' que atormenta cada um de nós. Ele criou uma página no Facebook com infográficos de drinks que dão um banho em termos de estética nos zilhares de guias e catálogos de bebidas que as editoras não cansam de lançar, inevitavelmente com a mesma e passada cara.
26 de nov. de 2010
Intervenções Rurais
Morador da reserva indígena Navajo, localizada no nordeste do Arizona e em partes do Novo México e Utah,o americano Chip Thomas é, na verdade, um médico apaixonado por arte e fotografia. Autodidata, realiza intervenções incríveis, espalhando pelas redondezas imagens que, em tamanho ampliado, retratam a cultura local em preto e branco.
(via Zupi)
24 de nov. de 2010
E o DNA virou objeto decorativo (te cuida Romero Britto!)
Para onde estamos indo, hem? Uma coisa é certa: looongeee... Uma empresa chamada DNA 11 resolveu vender em seu site quadros que, eles dizem, reproduzem o código genético do comprador no formato QR Code. Ao comprar o serviço, o cliente recebe, de brinde, o levantamento histórico de sua linhagem - não sei porque lembrei daqueles leilões de nelore do Canal Rural. O resultado, com o pomposo nome de Ancestry Portrait, em seu menor tamanho, é vendido pela bagatela de US$ 225.
Como tem gosto para tudo, posto abaixo um vídeo demonstrativo da bizarrice - mas, vá lá, se for para substituir o Romero Britto que a mulher encasquetou de comprar, tá valendo! rs!
Como tem gosto para tudo, posto abaixo um vídeo demonstrativo da bizarrice - mas, vá lá, se for para substituir o Romero Britto que a mulher encasquetou de comprar, tá valendo! rs!
Fazendo um som nas nuvens
O A380 Inspiration é um belo projeto da Air France ancorado nas redes sociais que aposta na música como plataforma de entretenimento a bordo de um avião.
A companhia convidou músicos de três bandas para compor e gravar novas músicas dentro de um Airbus A380 que ia de Paris até Tóquio. Toda a ação foi filmada e as músicas enviadas rapidamente para a Web, onde as pessoas podiam favorita-las. Ao todo, são mais 50 mil fãs na página da Air France Music no Facebook, um dos canais onde as novas músicas foram compartilhadas.
Confira abaixo o making of:
(via ADivertido)
A companhia convidou músicos de três bandas para compor e gravar novas músicas dentro de um Airbus A380 que ia de Paris até Tóquio. Toda a ação foi filmada e as músicas enviadas rapidamente para a Web, onde as pessoas podiam favorita-las. Ao todo, são mais 50 mil fãs na página da Air France Music no Facebook, um dos canais onde as novas músicas foram compartilhadas.
Confira abaixo o making of:
(via ADivertido)
Vai ficar aí com cara de poste?
Ações de impacto para conscientizar a população sobre os malefícios causados ao meio ambiente são sempre bem vindas, desde que não se limitem a provocar controvérsia, sem fundamento.
Um belo exemplo do que pode ser feito nesse sentido é o Tideline Project, ação que rolou nas ruas do Canadá em prol da David Suzuki Foudation. Diversos postes foram literalmente encapados com conchas e mariscos, simulando recifes de coral, e mostrando para as pessoas que o aquecimento global está mais próximo do que se imagina.
(via Quietglover)
Um belo exemplo do que pode ser feito nesse sentido é o Tideline Project, ação que rolou nas ruas do Canadá em prol da David Suzuki Foudation. Diversos postes foram literalmente encapados com conchas e mariscos, simulando recifes de coral, e mostrando para as pessoas que o aquecimento global está mais próximo do que se imagina.
(via Quietglover)
23 de nov. de 2010
Que tal um jantar itinerante?
A cidade italiana de Ferrara inovou na maneira de servir jantares para incentivar o turismo local. Com o Street Dinner é possível fazer a refeição ao ar livre, nas charmosas ruas da região mediterrânea. O pacote do roteiro completo para duas pessoas custa 120 euros, e estão inclusos aperitivos, mesa, cadeiras, duas opções de menu para prato principal, instruções e um mapa de Ferrara. Os participantes recebem no celular um SMS informando o local em que os aperitivos serão servidos. Em seguida, uma hora antes do jantar, um segundo alerta é enviado dizendo onde a refeição, mesa e cadeiras devem ser retirados. A última mensagem indica o local do jantar. Uma opção mais completa inclui estada em hotel três ou quatro estrelas, com preços a partir de 115 euros por pessoa. Em 2011 já há planos para a segunda edição do Street Dinner, porém ainda sem data definida. Genial!
Quebra-Cabeças no Twitter
A Leo Burnett Iberia está realizando uma ação online bem diferente para a fabricante de carros Jeep, que vem transformando o Twitter em um jogo. É a jeeppuzzle, competição que convida os usuários a completarem quebra-cabeças usando imagens de diversos perfis diferentes do Twitter, para ganharem prêmios. Cada quebra-cabeça representa uma paisagem que só o Jeep consegue acessar.
Para tanto, a agência criou mais de 300 perfis no micro-blog, incluindo todos os jogos e todas as peças. Dez perfis principais seguem outros 36: waterfallpuzzle, beachpuzzle, desertpuzzle, mountainspuzzle, icebergpuzzle, forestpuzzle, snowpuzzle, volcanopuzzle, rockspuzzle e cavepuzzle. Para participar, é preciso, primeiro, assistir ao tutorial abaixo:
(via Blog da ESPM)
Para tanto, a agência criou mais de 300 perfis no micro-blog, incluindo todos os jogos e todas as peças. Dez perfis principais seguem outros 36: waterfallpuzzle, beachpuzzle, desertpuzzle, mountainspuzzle, icebergpuzzle, forestpuzzle, snowpuzzle, volcanopuzzle, rockspuzzle e cavepuzzle. Para participar, é preciso, primeiro, assistir ao tutorial abaixo:
(via Blog da ESPM)
Nostalgia à Venda
Sabe aquela lanchonete tipicamente americana consagrada em filmes como 'Peggy Sue', 'Footloose' e 'De Volta para o Futuro', que hoje a gente encontra em toda esquina por aqui. Pois é, cada vez mais ela migra para dentro de casa e do trabalho e, claro, faz a alegria da Nostalgia Electrics, uma pequena empresa situada no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, que deve superar a barreira de 50 milhões de dólares de faturamento este ano.
A palavra certa é retrô, mas pode chamar de 'engraçadinho' ou fun food... Máquina de fazer pipoca, algodão doce, hot dog, milk shake, enfim, não faltam opções para deixar a cozinha ou sala de estar a cara do Marty McFly.
Exportadas já para mais de 30 países e vendidas nos principais sites de comércio eletrônico, as 'coisinhas' não são nada baratas, portanto prepare o bolso antes de resolver se aventurar.
Mas, pensando bem, ter uma máquina de fazer raspadinha nesse calor não seria nada mal...rs!
A palavra certa é retrô, mas pode chamar de 'engraçadinho' ou fun food... Máquina de fazer pipoca, algodão doce, hot dog, milk shake, enfim, não faltam opções para deixar a cozinha ou sala de estar a cara do Marty McFly.
Exportadas já para mais de 30 países e vendidas nos principais sites de comércio eletrônico, as 'coisinhas' não são nada baratas, portanto prepare o bolso antes de resolver se aventurar.
Mas, pensando bem, ter uma máquina de fazer raspadinha nesse calor não seria nada mal...rs!
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