Simples e eficiente a iniciativa da agência Planet Up Ads, que tem o patrocínio de grandes empresas no México como a Ford, FEMSA, Televisa, entre outras. Cada vez que o usuário do Twitter posta algo via EcoTweet (a plataforma usa a conta do usário), os patrocinadores fazem doações para projetos de neutralização de carbono.
Os “ecotuiteiros” concorrem ainda a uma expedição ao Pólo Norte em um cruzeiro da National Geographic. O EcoTweet já neutralizou 1,442,009 kg de CO² desde o primeiro dia do mês, o equivalente às emissões de 96.943 carros durante um dia.
A Wired acaba de lançar um interessante projeto de crowdsourcing na área musical, que além de denotar engajamento, inspira mais credibilidade ainda para esse que é um dos produtos editoriais mais inovadores do mundo. A partir de trilhas de baixo, guitarra e bateria lançadas em parceria com a Indaba Music, os leitores são convidados a adicionar outros elementos musicais e vocais, de forma a compor uma peça sinergética.
Com milhares de participações, a Wired já selecionou o top 5 e está pedindo votações para escolher o vencedor. Mas não fica por aí… Na sequência começa uma competição para remixes da música vencedora.
A União de Consumidores da Alemanha lançou um vídeo hilário dramatizando a paranóia da privacidade online. Não é preciso entender uma palavra de alemão para entender...
O Not Far From The Tree é um projeto realizado em Toronto, no Canadá, no qual volutários se mobilizam para colheitas de árvores frutíferas cujos proprietários não estão dispostos a fazê-lo.
Os voluntários atuam também colhendo frutos na via pública, acabando com a sujeira e o desperdício causados pela queda dos frutos na rua. Os produtos da colheita são divididos entre o proprietário da árvore (no caso de colheitas residenciais), os colhedores e instituições sem fins lucrativos, que distribuem os frutos para a comunidade. Conheça melhor o projeto no vídeo abaixo:
Uma rede social de aprendizado. Essa é a característica predominante do Busk, uma plataforma que reúne as funções de busca, compartilhamento de conteúdos e mapeamento de conhecimentos.
A premissa é simples e mais do que pertinente na era do excesso de informações e superficialidade das relações: busque conteúdo através de seus amigos, e busque amigos por meio de seu conteúdo.
O Busk não procura por páginas e sim por notícias. Os resultados da pesquisa são gerados por ordem cronológica e a sua visualização se dá na íntegra e de maneira automática, incluindo textos, fotos, vídeos e infográficos. Além disso, há uma curadoria dos sites, blogs e mídias especializadas que integram o banco de dados da plataforma para evitar resultados distorcidos ou equivocados.
Se gostar dos resultados, o usuário pode ‘assinar o conteúdo’, ou seja, salvar o artigo de seu interesse e obter assim um “mapa de consumo de notícias”, de acordo com as palavras-chaves que utilizou para descrever as fontes consultadas. Este mapa pode ser público ou privado, como todas as ações dentro da plataforma. Porém, ao torná-lo público, o usuário permite que seus amigos ou visitantes tenham acesso ao mesmo conhecimento que ele acumulou e ainda descubram afinidades e interesses em comum.
Ao seguir ou ser seguido no Busk, o usuário pode compartilhar as notícias que salva dentro da própria rede ou em outros canais, como e-mail, Twitter, Facebook e Orkut. Fazendo comparações e identificando características em comum, ele pode municiar livremente as buscas dos outros, bem como eleger seus experts em determinados assuntos.
Cupidtino é um site criado especialmente para fanboys e fangirls da Apple. A premissa: "Fãs de Apple de verdade têm muito em comum — personalidades, profissões criativas, um senso semelhante de estilo e estética, gosto e, é claro, amor por tecnologia. Acreditamos que essas razões são suficientes para duas pessoas se encontrarem e se apaixonarem".
Perfis do site incluem detalhes como os últimos produtos da marca adquiridos e as aplicações para iPhone preferidas.
Segundo o TechCrunch, em apenas dois meses de vida o Cupidtino, homenagem a sede da Apple em Cupertino, na Califórnia, já tem 22 mil membros. Para interagir na rede, o usuário tem que desembolsar US$ 4,79 por mês.
O explorador britânico Ed Stafford, 34 anos, acaba de completar uma das maiores aventuras de que se tem notícia na Idade Moderna.
Stafford, filho de advogados e um ex-capitão do Exército Britânico, com passagem pela missão da ONU no Afeganistão, começou no dia 2 de abril de 2008 um projeto considerado impossível por muitos: caminhar ao longo de toda a extensão do Rio Amazonas, partindo da nascente, no Peru, e terminando na foz, no Brasil, mais precisamente no Estado do Pará.
Nesta última segunda-feira, 9 de agosto, Stafford completou a travessia. Foram 9.500 quilômetros percorridos em 859 dias com um rotina extenuante: acordar todos os dias antes do nascer do sol e começar a caminhada ainda no escuro. Andar cerca de 8 a 10 horas ininterruptas por dia, considerando que cada passo na densa florestaa foi conquistado através de facão e machado, razão pela qual, em um dia bom, o explorador conseguia cobrir uma distância de 7 quilômetros, no máximo. No vídeo abaixo, ele se barbeia e almoça piranhas em um breve intervalo:
Ao longo de todo o trajeto, que custou cerca de 70 mil libras, arrecadadas junto a patrocinadores angariados por sua família, Stafford contou a experiência no blog Walking the Amazon, atualizado através de um latpop e de uma conexão de internet via satélite, e também por meio de posts em seu perfil no Twitter.
Seu primeiro parceiro abandonou a expedição após três meses. Depois disso, o britânico passou a contar com a população local e com um novo guia, o peruano Gadiel “Cho” Sanchez Rivera, que seguiu até o final do percurso.
Entre outras histórias, ele conta que se deparou em média com quatro cobras venenosas por dia, foi picado por vespas pelo menos uma vez por semana, ameaçado por indígenas Ashaninka e depois escoltado por eles para fora de sua terra e até acusado de assassinato e de roubo de órgãos no Peru. No vídeo abaixo, ele se depara com uma anaconda:
“No meu tempo com ele eu quase fui arrastado por uma corredeira violenta, peguei uma alergia por todo o corpo que fez parecer com que eu tivesse sido grelhado, tive um par de sapatos desintegrado nos meus pés, escapei por pouco de ser mordido por uma cobra, por menos ainda evitei sentar em um sapo-boi azul, fiquei perdido, fui acusados por locais desconfiados de tentar roubar olhos de crianças e, sim, fui feito refém por cerca de 20 habitantes de um vilarejo com suas espingardas.Também cheguei no ponto de exaustão física e meu joelho esquerdo nunca mais foi o mesmo desde então. Quanto tempo eu fiquei com Ed na floresta? Três dias. E essa foi a parte fácil.”
Segundo Stafford, a intenção da aventura foi 'chamar a atenção do mundo para a causa amazônica' e, de quebra, arrecadar fundos para instituições que lutam em prol da preservação do meio ambiente.
Horas antes de concluir o trajeto, ele desmaiou ao lado da estrada, com o corpo recoberto de erupções. "Eu me sinto ligeiramente humilhado pelo fato de meu corpo ter decidido entrar em pane quando faltava tão pouco para a linha de chegada", escreveu ele em seu blog.
Confira abaixo o último vídeo postado por ele em sua página no Vimeo:
É preciso um olhar mais atento para entender toda a graça das esculturas do artista plástico colombiano Federico Uribe. Os bonecos que ele constrói parecem comuns à primeira vista, mas são, na verdade, minuciosas montagens de objetos que nos cercam no dia a dia.
Lápis, cadarços, teclas de computador, alfinetes, cabos, moedas e até mesmo balas de revólver são as matérias-primas do impressionante trabalho artístico de Uribe.Confira:
O recém-lançado OpenBuildings é um fantástico banco de dados online que organiza grandes exemplos da arquitetura mundial em um esforço para compartilhar informações, destacar diferenciais e permitir o contato entre profissionais da área.
A plataforma online já disponibiliza o perfil e a ficha técnica completa de duas mil edificações, incluindo a área construída e os principais materiais utilizados, além de fotos, vídeos e até mesmo os esboços e publicações disponíveis a respeito.
Há vários métodos de navegação dos ítens já catalogados - rede, listas, slideshow e Google Maps. Basta se cadastrar para editar ou adicionar proezas arquitetônicas mundo afora, bem como avaliar e comentar cada uma.
Em breve, um aplicativo para iPhone, chamado simplesmente de 'Buildings', disponibilizará passeios virtuais para tornar ainda mais conveniente o aprendizado sobre o nosso mundo construído.
Dan Brown ganhou fama no YouTube depois de publicar na rede um vídeo onde aparecia resolvendo um desafio do cubo mágico. A brincadeira, que lhe rendeu mais de 15 milhões de visualizações, serviu como incentivo para que ele lançasse um reality show diferente, onde sua rotina será decidida por internautas de todo o mundo.
Dan 3.0 é o nome do programa web ou experiência social, como ele mesmo autodenomina o projeto. Ao longo de um ano, sua vida será monitorada e decidida pela audiência, que poderá sugerir o que quiser, por meio da página oficial do reality show.
Com apenas 20 anos, Dan Brown já está na lista dos 50 produtores de vídeos mais assitidos do YouTube. O Pogobat, seu canal dentro do portal de vídeos, apresenta mais de 248 mil inscritos e, ao todo, seus vídeos já contabilizam mais de 57 milhões de exibições.
Confira abaixo o primeiro episódio que acaba de ser divulgado na rede:
Unindo memória e programas de edição de imagem, o fotógrafo russo Sergey Larenkov cria obras incríveis, que mesclam o passado e o presente de seu país através da sobreposição de imagens antigas e recentes.
O resultado: uma série de portais temporais que nos ajudam a contextualizar a guerra na nossa realidade atual.
Patrice canta cover de Nina Simone “Ain’t Got No (I Got Life)” neste belíssimo video com projeto artístico de JR, cujo trabalho você pode conhecer melhor aqui.
Vídeo da publicação norte-americana Newsweek revela como o conceito de beleza mudou ao longo dos últimos 100 anos. A publicação também lançou um site especial sobre o assunto.
O que faz de certas pessoas mais ou menos cientes de sua própria mortalidade? O que as move? Que valores encerra a sociedade e como estes variam de cultura para cultura?
Buscando respostas a estas questões, os americanos Nicole Kennedy e K.S. Rives deram forma ao projeto “Before I die I want to…”, uma incrível iniciativa social inspirada em três simples fatores:
O primeiro deles, a ‘morte’ anunciada da Polaroid (de volta neste ano) e a soberania da fotografia digital; o segundo, um método psiquiátrico chamado ‘contrato de segurança’, usado em pacientes suicidas e que implica a promessa dos mesmos de permanecer em segurança até que ajuda profissional lhes seja prestada, o que imprime o entendimento de que alguém se preocupa e partilha do seu sofrimento - com este projeto é esperado um efeito semelhante; e o terceiro, e último, e mais importante fator, a paixão pelas pessoas…
Mantendo as suas máquinas Polaroid sempre por perto, Nicole e K.S., tiram fotos instantâneas onde quer que vão - por enquanto já rodaram pelos Estados Unidos e pela Índia. As pessoas são o objeto, e enquanto são fotografadas é-lhes perguntado o que gostariam de fazer antes de morrer, incitando-as a fixar o derradeiro desejo, e pedindo-lhes em seguida que o materializem, escrevendo-o na fotografia que acabam de tirar, começando pelas palavras que dão nome ao projeto: before I die I want to…
Genial a ação da ONG Powa(People Opposing Women Abuse), uma organização que luta em prol dos direitos das mulheres e o fim da violência contra elas. A criação é da Ogilvy de Johannesburg.