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24 de out. de 2012

The Sketchbook Project

Imagine uma biblioteca constituída exclusivamente de moleskines cujas páginas abrigam desenhos de gente de todo o mundo... Pois é, ela existe e está localizada no bairro do Brooklyn, em Nova York. É lá, na Brooklyn Art Library, que se encontra o acervo de um sensacional projeto que se chama The Sktechbook Project


O projeto já tem quatro anos e funciona assim:  os participantes - qualquer um, inclusive eu e você - pagam uma taxa de US$ 25, escolhem um tema e recebem um moleskine pelo correio. Preenchem com os desenhos que quiserem e depois o retornam. A taxa cobre a ida e volta do caderno, bem como o tour nacional ao qual ele será submetido - sim, ele vai rodar por feiras e exposições em várias cidades americanas, até ser devidamente guardado na Biblioteca em Nova York, com um código de barra para ser facilmente rastreado.  


Só neste ano, foram enviados cerca de 35 mil cadernos e quase 12 mil foram recebidos de volta. Conheça mais detalhes no vídeo abaixo:

26 de abr. de 2012

E se a biblioteca fosse até você... de táxi?!

Uma pesquisa feita pela NYC Taxi and Limousine Commission com usuários de táxi de Nova York indicou que mais de 30% consideram as TVs instaladas dentro dos táxis como a pior coisa que poderia ter acontecido a esse tipo de transporte - gostaria muito que esse estudo fosse replicado por aqui. A sugestão de alguns, contudo, era que a comissão de lá poderia aprender muito com o projeto Bibliotaxi daqui.

O que? Quem? Quando? Onde? Por que?


Pois é. Alguns táxis que fazem ponto na Vila Madalena, em São Paulo, passaram a circular desde o final do ano passado com uma caixa cheia de livros no banco de trás.

A leitura não precisa ser feita apenas nos deslocamentos. Os passageiros podem emprestar uma das obras disponíveis nos carros e devolvê-las em um dos pontos de entrega: VilaMundo (Rua Belmiro Braga, 146. Vila Madalena) e Catraca Livre (Rua Gonçalo Afonso, 55. Vila Madalena).



O site australiano de notícias inspiradoras Concrete Playground brincou: “É engraçado pensar que podemos compartilhar com alguém outra coisa além do banco de passageiros dentro de um taxi”. 

Para doar livros ao projeto, envie uma mensagem através do twitter @bibliotaxi

12 de abr. de 2012

The 140 film: o filme de 140 tweets

A proposta do projeto #the140film é criar o roteiro de um filme inteiramente por meio de tweets. Os idealizadores, Derek Dodge e Creighton, lançaram os dois primeiros tweets e, a partir deles, qualquer um pode dar sequência à história, tal qual aquela brincadeira do telefone sem fio. Além de fazer sua colaboração, em inglês obrigatoriamente, é possível votar, retwittando, a melhor contribuição dada até o momento.

Cada tweet que for retwittado dez vezes por diferentes usuários torna-se automaticamente uma sequência do filme que Derek e Creighton garantem que vão produzir com recursos próprios e total fidelidade ao que foi twittado.

Restam ainda alguns tweets... Arrisca?


2 de ago. de 2011

Resonance - Design e Áudio em Alta Voltagem

Resonance é um projeto colaborativo envolvendo 30 profissionais de design e de áudio. O objetivo é explorar as relações entre a geometria e o áudio. Temos a participação de 2 brasileiros no grupo: Thiago Maia e Combustion. O resultado, lançado durante a OFFF em Barcelona, é fascinante!

RESONANCE from Resonance on Vimeo.

16 de mai. de 2011

Por que comprar se você pode pegar emprestado?

Seguindo um pouco a linha do post anterior, saiba que a onda do compartilhamento virtual está chegando ao seu quartinho da bagunça e que você pode começar a fazer dinheiro com o que antes só servia para juntar pó.


No próximo mês, entrará no ar o serviço mais abrangente de consumo colaborativo do Brasil: o DescolaAí. Trata-se de uma rede social na qual você pode alugar um objeto de que precisa, mas que não vale a pena comprar.

O DescolaAí vai funcionar assim: o consumidor cadastra seus dados pessoais e seus interesses. Na outra ponta, alguém (também cadastrado) faz uma relação de coisas que pretende alugar. Um sistema de geomarketing cruza as informações de quem procura um objeto com o perfil de quem tem esse objeto. A ideia é apresentar pessoas próximas, num raio de até 1 quilômetro. Ambos se encontram na rede, conversam e fecham o negócio.


Para ter certeza de que quem bate em sua porta não é um ladrão, mas sim um pretendente para sua máquina de costura, o DescolaAí gera uma senha idêntica para o locatário e o locador. Ambos devem anunciar o código logo no primeiro encontro. Há um minicontrato para garantir o uso correto. Se houver qualquer problema, o portal faz a intermediação. O pagamento só ocorre depois que o produto é devolvido e checado. Na última etapa, cada um dos negociadores dá uma nota para o processo.



Os negócios de compartilhamento nos Estados Unidos vêm se expandindo rapidamente. Na mesma linha do DescolaAí, há pelo menos três grandes empresas americanas: o NeighborGoods, o SnapGoods e o ShareSomeSugar. Todos promovem o aluguel de objetos na vizinhança.

Há também os sites especializados. O ThredUp é um deles. O portal americano visa à troca de roupas. Nasceu com o foco nos adultos, mas logo descobriu outro filão de mercado, as crianças. Pelo ThredUp, são negociadas cerca de 14 mil peças infantis todo mês. Aquelas roupinhas que ficaram pequenas para os filhos.


Essas empresas buscaram inspiração na mesma fonte, a Zipcar. A americana não fabrica, não conserta nem vende automóveis. Ela os distribui por diferentes pontos da cidade, para atender aquele que precisa de um carro naquele momento. É diferente das companhias convencionais de aluguel, principalmente porque você pode ter o automóvel só por algumas horas. O crescimento da Zipcar na última década é surpreendente: uma média de 30% ao ano. Poucas empresas alcançaram essa taxa. Em nove anos, ela expandiu 674%. Estima-se que os usuários do serviço economizem uma média de US$ 400 a US$ 600 por mês com seguro, manutenção e combustível.

(Publicado originalmente na última edição da Revista Época)

3 de nov. de 2010

JustSpotted - O Paparazzi Colaborativo

Há seis horas e doze minutos, Julio Iglesias foi visto no Haiti. Há três horas e quarenta e cinco minutos, Christina Aguilera esteve em uma estréia cinematográfica em Londres. Há cinquenta e três minutos, Cristiano Ronaldo passeou com o filho por Madrid. Há dois minutos, Justin Bieber beijou uma jovem à porta de um hotel em Pequim.



Os locais, datas e situações são todos fictícios, mas ilustram com perfeição as potencialidades do site JustSpotted. Em funcionamento desde meados de outubro, o 'serviço' é exclusivamente dedicado à localização de celebridades em qualquer parte do mundo.

Trata-se de um portal com dados de mais de sete mil personalidades, que convida os visitantes a soltarem o paparazzi que há dentro de si, sendo eles próprios os responsáveis por enviar flagrantes de rostos famosos.

A ideia é que os internautas publiquem, sempre em forma de imagens, os encontros fortuitos com estrelas de cinema, músicos, esportistas, políticos, gente da televisão e afins. Além disso, inserindo o nome de uma figura pública, é possível listar todos os seus passos nos últimos dias, desde o hotel onde dormiu, o restaurante onde jantou ou a balada na qual compareceu.


O projeto já despertou duras críticas em Hollywood precisamente devido a esta súbita democratização do 'ofício' de paparazzi. Há quem tema que, além da devassa na vida privada, esteja aqui em risco a própria integridade física das figuras públicas.

A.J. Asver, diretor executivo deste polêmico projeto, se defende: "Não estamos pedindo às pessoas que mudem o seu comportamento. Todos estes encontros já se produziam de forma natural"

Vale ressaltar que o JustSpotted não é o primeiro site dedicado a rastrear famosos. O Gawker criou já há um tempo um serviço chamado "Stalker Gawker", para localizar famosos em um mapa, mas fracassou depois de os próprios famosos e usuários reportarem locais falsos.

18 de out. de 2010

Seu suor está à venda?


Inspirado no nome de uma geringonça fake desenvolvida no século XVIII que se dizia apta a vencer os maiores enxadristas da época, o projeto Mechanical Turk, criado em 2005 pela Amazon, é uma espécie de classificados online de pequenos serviços. Qualquer pessoa pode ganhar alguns centavos de dólar desempenhando tarefas como classificar websites, catalogar imagens com tags, fazer buscas em bases de dados, transcrever podcasts, identificar objetos em imagens de vídeo, resumir ou parafrasear fragmentos de texto – atividades que, em sua maioria, são de difícil execução para um computador, mas bastante simples para um ser humano.


O funcionamento do MTurk é bem básico. Dentre as diversas tarefas publicadas no site, você escolhe uma ou várias, realiza e pronto. Os solicitantes, então, avaliam seu trabalho e lhe remuneram. Aos residentes nos Estados Unidos, os pagamentos são feitos normalmente em cheque, já os estrangeiros apenas podem "optar" por trocar os seus ganhos por vale-compras na própria Amazon.


Além de oferecer às empresas um manancial de teletrabalhadores dispostos a executarem pequenas tarefas, o Amazon Mechanical Turk vem se tornando um grande exemplo do uso de crowdsorcing. Why are you here, right now?, um dos projetos pioneiros baseados na ferramenta, gerou uma publicação onde mil pessoas oriundas de todas as partes do mundo responderam à questão que dá nome ao livro pelo preço de um centavo de dólar. A obra foi editada e organizada em um período de 50 dias.


A ideia que motivou a criação do Mechanical Turk, diga-se de passagem, surgiu da necessidade da Amazon em resolver o problema de produtos duplicados em sua loja. O sucesso ao longo destes cinco anos é inegável: mais de cem mil ‘trabalhadores’ cadastrados em 200 países.

Um grande adepto do MTurk é o designer do Google Creative Lab Aaron Koblin, especialista em “transformar montanhas de dados em coisas legíveis”, que ficou conhecido recentemente pela participação no desenvolvimento do “filme interativo em HTML5″ The Wilderness Downtown, feito para a música We Used To Wait, do grupo Arcade Fire. Em Bicycle Built for Two Thousand, por exemplo, Koblin coletou trechos contendo vozes de 2.088 pessoas de 71 países do mundo que, quando unidas, formavam a canção “Daisy Bell”, do inglês Harry Dacre. O curioso é que cada participante apenas repetiu um barulho que ouvia, sem ter ideia de que aquilo viraria música. Já em Johnny Cash Project, cada envolvido fazia um desenho que formaria uma sequência com os demais, gerando um videoclipe para a música “Ain’t no Grave”, canção inédita do cantor lançada em álbum póstumo (American VI) no início deste ano.


Outro que vem tendo  grandes resultados na utilização da ferramenta é o ProPublica, uma das mais notáveis empreitadas na produção de jornalismo investigativo independente, que, inclusive, acaba de elaborar um guia de utilização do MTurk na área. Vale a pena dar uma olhada.

Quem sabe, enfim, alguém não replica a iniciativa por aqui...

31 de ago. de 2010

Endorse for a Cause - O valor de uma indicação revertido para uma causa

Simples e admirável a proposta do Endorse for a Cause. Lançada ontem, a plataforma permite direcionar um percentual pré-definido do valor investido em compras em alguns dos maiores varejistas online dos Estados Unidos para ONGs e/ou atividades sociais.


Target, Old Navy, eBags, eToys, Crocs e Adobe são algumas das marcas que já aderiram à proposta, que conta com parcerias já firmadas com Kiva, The Humane Society Of The U.S., The American Cancer Society e American Red Cross, entre outras. É possível sugerir livremente outras entidades para integrar a plataforma.

Funciona assim: o usuário cadastrado compartilha via Twitter ou Facebook ítens de varejo de alguma das lojas cadastradas na plataforma para amigos e conhecidos que, se comprados, automaticamente têm um percentual, que varia de 0,7% a 8%, direcionado para as instituições de caridade escolhidas.

Vale replicar por aqui imediatamente. Veja abaixo um vídeo explicativo:



(via TechCrunch)

14 de ago. de 2010

EcoTweets neutralizam emissões de CO²

Simples e eficiente a iniciativa da agência Planet Up Ads, que tem o patrocínio de grandes empresas no México como a Ford, FEMSA, Televisa, entre outras. Cada vez que o usuário do Twitter posta algo via EcoTweet (a plataforma usa a conta do usário), os patrocinadores fazem doações para projetos de neutralização de carbono.

Os “ecotuiteiros” concorrem ainda a uma expedição ao Pólo Norte em um cruzeiro da National Geographic. O EcoTweet já neutralizou 1,442,009 kg de CO² desde o primeiro dia do mês, o equivalente às emissões de 96.943 carros durante um dia.



(via CIP)

12 de ago. de 2010

Sem deixar a maçã cair

O Not Far From The Tree é um projeto realizado em Toronto, no Canadá, no qual volutários se mobilizam para colheitas de árvores frutíferas cujos proprietários não estão dispostos a fazê-lo.


Os voluntários atuam também colhendo frutos na via pública, acabando com a sujeira e o desperdício causados pela queda dos frutos na rua. Os produtos da colheita são divididos entre o proprietário da árvore (no caso de colheitas residenciais), os colhedores e instituições sem fins lucrativos, que distribuem os frutos para a comunidade. Conheça melhor o projeto no vídeo abaixo:

4 de ago. de 2010

Antes de morrer eu quero...

O que faz de certas pessoas mais ou menos cientes de sua própria mortalidade? O que as move? Que valores encerra a sociedade e como estes variam de cultura para cultura?


Buscando respostas a estas questões, os americanos Nicole Kennedy e K.S. Rives deram forma ao projeto “Before I die I want to…”, uma incrível iniciativa social inspirada em três simples fatores:


O primeiro deles, a ‘morte’ anunciada da Polaroid (de volta neste ano) e a soberania da fotografia digital; o segundo, um método psiquiátrico chamado ‘contrato de segurança’, usado em pacientes suicidas e que implica a promessa dos mesmos de permanecer em segurança até que ajuda profissional lhes seja prestada, o que imprime o entendimento de que alguém se preocupa e partilha do seu sofrimento - com este projeto é esperado um efeito semelhante; e o terceiro, e último, e mais importante fator, a paixão pelas pessoas…


Mantendo as suas máquinas Polaroid sempre por perto, Nicole e K.S., tiram fotos instantâneas onde quer que vão - por enquanto já rodaram pelos Estados Unidos e pela Índia. As pessoas são o objeto, e enquanto são fotografadas é-lhes perguntado o que gostariam de fazer antes de morrer, incitando-as a fixar o derradeiro desejo, e pedindo-lhes em seguida que o materializem, escrevendo-o na fotografia que acabam de tirar, começando pelas palavras que dão nome ao projeto: before I die I want to…
(via Obvious)

22 de mai. de 2010

Os Sons de Nova York

NY Sound Map é um projeto interativo criado em 2006 pela NYSAE (The New York Society for Acoustic Ecology) que abriga geniais propostas de mapeamento sonoro realizadas na cidade de Nova York, mas que podem muito bem ser replicadas em qualquer lugar:


- No Sound-Seeker é possível procurar por lugares com sons gravados em um mapa detalhado com fotos de satélite. Criado através do Google Maps e marcado por GPS;


- Audio bus é um projeto de mapeamento sonoro experimental gravado através da rota do ônibus B61 entre os bairros do Brooklyn e do Queens;
 
 
- City in a Soundwalk, por sua vez, é uma coletânea de sons coletados em caminhadas feitas aleatóriamente pela cidade.

13 de mai. de 2010

Tudo ao mesmo tempo agora


Neste último domingo (dia das mães), o blog LENS do jornal americano ‘The New York Times‘ pediu a todos os seus leitores que participassem de um projeto global e tirassem fotografias precisamente às 15h (UTC) e enviassem-as ao site.

O projeto chamado de ‘A Moment In Time’ foi agora publicado pelo NYT, na forma de um interessante globo, com amostras e miniaturas dos locais originais de onde foram capturadas as fotos. Muitas das mais de 15 mil contribuições são amadoras e pouco sofisticadas, mas o mais legal é o conceito por trás do projeto: ver o que outras pessoas estavam fazendo ou pensando naquele exato minuto ao redor do mundo!

11 de mai. de 2010

Tyrannybook

Parodiando o Facebook, a Anistia Internacional criou o Tyrannybook, uma rede social dedicada a vigilância dos líderes mundiais que mais atentam contra os Direitos Humanos na atualidade.


Quem seguir o perfil de algum desses tiranos, poderá acompanhar as atualizações de suas ações, que serão fornecidas pela própria Anistia ou através da colaboração dos usuários.

Confira o vídeo explicativo abaixo:



(via B#9)

7 de mai. de 2010

48 Hour Magazine - Isso que é jornalismo em tempo real


Um grupo formado na sua maioria por jornalistas e designers está se propondo a criar uma revista em 48 horas. Trata-se do experimento '48 Hour Magazine' - serão dois dias, a partir desta sexta-feira, 7 de maio, para escrever, fotografar, ilustrar, esboçar, editar e distribuir a publicação.

Colaboradores voluntários estão sendo informados do tema da 1ª ediçao hoje por meio das redes sociais e terão 24 horas para enviar seu material. Amanhã o conteúdo já será finalizado, impresso e reproduzido em um site.

Segundo os criadores da iniciativa, a ideia é "usar novas ferramentas para acabar com os velhos limites da mídia".

5 de mai. de 2010

Mão na Massa (versão 2.0)

A proposta básica do iFixit é ser uma comunidade de pessoas que ajudam umas às outras a consertar coisas, para que estas possam durar mais. As tais coisas são aparelhos eletrônicos rotineiramente descartados por causa de problemas simples que podem ser resolvidos em casa.


Apoiado na proposta do DIY - Do it Yourself, movimento que sugere que o proprio usuário confeccione coisas utilizando objetos novos ou velhos, em vez de recorrer a primeira loja que aparecer a sua frente, o iFixit funciona com base em tutoriais e guias rápidos que explicam, por exemplo, desde como trocar uma simples a bateria ou até mesmo percorrer os labirintos de circuitos internos dos mais cobiçados gadgets lançados pela Apple.

Para os usuários que não encontrarem as peças ou não tiverem as ferramentas necessárias para as operações, o site disponibiliza ainda os itens em uma loja virtual. Tudo na mão. Confira abaixo um vídeo explicativo:



(via Newronio ESPM)

1 de mai. de 2010

Robin Hood 2.0

Um grupo de criativos misteriosos está angariando fundos para ajudar o Haiti. Eles, conhecidos pela alcunha de Robin of Shoreditch, criaram 100 ideias para as 100 maiores marcas do planeta. Todas as ideias visam o crescimento dessas marcas. Tudo que eles pedem em troca é 1/10,000,000 do valor delas. Se todas pagarem, o valor total enviado será de quase 195 mil dólares.

Explore o blog de Robin of Shoreditch, sua página do Facebook e o site Just Giving, e siga seu perfil no Twitter para mais informações. Abaixo, assista ao video introdutório do projeto, assim como as propostas para a Nike e McDonalds.







(Referência: Pitaco)

7 de abr. de 2010

Abaixo o Cinza!


O projeto ‘Let’s Colour’ é uma iniciativa global que pretende dar vida a espaços cinza através da cor. Já passou pelo Rio mês passado, seguiu para Paris, Londres, e agora está em Johdpur, na Índia. A idéia é trabalhar com comunidades locais, arregaçar as mangas e pintar! Qualquer pessoa pode participar da iniciativa, que vem transformando parques, ruas, escolas, locais opressivos e tristes em bombas de cor vibrante.


Além de fazer propaganda da rede de tintas que o patrocina, Akzo Nobel, o projeto é um incentivo para que todas as pessoas façam mudanças no espaço que ocupam, através das cores.


Confira abaixo um mini documentário gravado quando o projeto passou pela Lapa, no Rio de Janeiro.

31 de mar. de 2010

Leitor e Co-Autor

Inspirador projeto de crowdsourcing promovido pela editora romena Vellant. Assumindo que cada leitor interpreta um livro de forma diferente, a editora resolveu lançar algumas páginas de uma obra semi-acabada  no Facebook, convidando as pessoas a tomar parte do projeto, reescrevendo a história através de suas próprias visões, seja com ilustrações, comentários ou reflexões.

O conteúdo foi reunido, editado, diagramado e, finalmente, teve sua versão impressa lançada. Como não poderia deixar de ser, os fãs ou co-autores foram chamandos para o cocktail de lançamento. O buzz gerado foi proporcional à engenhosidade da ação. Confiram o vídeo-case abaixo:

16 de dez. de 2009

Os melhores momentos do
Improv Everywhere em 2009

Diversão! Essa é a palavra de ordem do Improv Everywhere, um grupo de pessoas malucas baseado em Nova York. Malucas no bom sentido, claro. Eles criam cenas absurdas em lugares públicos por pura diversão e pelo prazer de ver a cara de espanto das pessoas. O grupo existe desde 2001 e já realizou mais de 100 “missões” envolvendo milhares de “agentes disfarçados”, que, como eles mesmo dizem, são “grandes entusiastas da diversão organizada”.

Não se trata de improvisação, é claro, já que as performances são planejadas com antecedência. Muitos dos membros principais se juntaram ao grupo quando eram alunos do Teatro Upright Citizens Brigade, uma escola que ensina técnicas de improvisação longa e que se orgulha de muitos diplomados que tiveram passagens pelo programa Saturday Night Live.

Charlie Todd encontrou a idéia do Improv Everywhere depois de uma noitada com os amigos em 2001. Naquela noite, os amigos notaram que ele tinha uma leve semelhança com o músico Ben Folds e o Sr. Todd resolveu testar a observação fingindo ser o tal músico. O resultado foi sua primeira missão bem sucedida. Ele bebeu de graça a noite inteira, recebeu alguns convites de aparentes fãs de Ben Folds e foi escoltado até o salão VIP por seguranças que acabaram por expulsar os amigos de Todd quando ficou claro que eles tinham roubado a carteira de Ben Folds.

Confira abaixo os melhores momentos do grupo este ano.