Local: Um resort de férias
Público: Adolescentes
Programação: Esportes, piscina, videogame, gincanas e atividades coletivas com muita música e diversão
Ação: Qualquer atividade feita lá que alguém tivesse “curtido” poderia ser divulgada simultâneamente em uma comunidade especialmente criada no Facebook, graças a uma pulseira com o sistema RFID entregue para cada adolescente
Complemento: Logamarcas espalhadas por todo canto
Comentários: Precisa?
19 de nov. de 2010
18 de nov. de 2010
Internet: a nova esquerda?
O título certamente não poderia ser mais hermético, 'A Taxonomy of Digital Video Remixing: Contemporary Found Footage Practice on the Internet', porém o artigo publicado por Eli Horwatt no jornal online Scope, publicado pelo Institute of Film & Television Studies da University of Nottingham, trata de um tema cada vez mais presente no dia a dia de quem utiliza a Internet: as maneiras que as pessoas estão fazendo uso das técnicas de remix digital para criar peças novas, sobretudo em cinema e publicidade.
O artigo cataloga uma série de exemplos que o autor disponibilizou em um canal no YouTube e que mostram um viés bastante crítico, em sua maioria. "O tom penetrante dessas obras demonstra uma profunda desconfiança da própria mídia - especificamente a voz autoritária do jornalismo e as técnicas de persuasão da publicidade", afirma o autor.
Relaciono abaixo algumas montagens que, confesso, desconhecia, e que me deixaram de queixo caído pelo impacto da mensagem. Uma coisa que me veio à cabeça que talvez faça sentido: a Internet está se transformando na nova esquerda?!
O artigo cataloga uma série de exemplos que o autor disponibilizou em um canal no YouTube e que mostram um viés bastante crítico, em sua maioria. "O tom penetrante dessas obras demonstra uma profunda desconfiança da própria mídia - especificamente a voz autoritária do jornalismo e as técnicas de persuasão da publicidade", afirma o autor.
Relaciono abaixo algumas montagens que, confesso, desconhecia, e que me deixaram de queixo caído pelo impacto da mensagem. Uma coisa que me veio à cabeça que talvez faça sentido: a Internet está se transformando na nova esquerda?!
17 de nov. de 2010
Music, por Andrew Zuckerman
Music é o nome do novo livro de Andrew Zuckerman. O badalado fotógrafo especialista em retratos colocou alguns dos 50 músicos mais influentes de todos os tempos em frente à sua lente, em closes simples e reveladores que são a marca principal de seu trabalho.
Mais do que um livro de mesa, "Music" é um projeto multimídia que traz ainda um documentário cheio de entrevistas com os músicos, além de aplicativos para iPhone e iPad.
Mark Knopfler, Iggy Pop, Lenny Kravitz, Ozzy Osbourne, Chrissie Hynde, Karen O, Ani Difranco, Ravi Shankar e Fiona Apple são apenas alguns dos nomes que aparecem nas páginas e falam um pouco sobre suas opiniões e perspectivas sobre o tema.
O livro está à venda no site da Amazon por US$ 30. Parte dos recursos obtidos com a venda será revertida para instituições de caridade escolhidas pelos próprios músicos. Confira o teaser abaixo:
Mais do que um livro de mesa, "Music" é um projeto multimídia que traz ainda um documentário cheio de entrevistas com os músicos, além de aplicativos para iPhone e iPad.
Mark Knopfler, Iggy Pop, Lenny Kravitz, Ozzy Osbourne, Chrissie Hynde, Karen O, Ani Difranco, Ravi Shankar e Fiona Apple são apenas alguns dos nomes que aparecem nas páginas e falam um pouco sobre suas opiniões e perspectivas sobre o tema.
O livro está à venda no site da Amazon por US$ 30. Parte dos recursos obtidos com a venda será revertida para instituições de caridade escolhidas pelos próprios músicos. Confira o teaser abaixo:
O que significa ser rebelde hoje?
Com obras no acervo permanente do MoMA e uma série de exposições internacionais, Wes Lang pode ser a melhor resposta para a pergunta do título. Seus meticulosos desenhos a lápis de ícones da chamada contracultura americana, denunciam um certo saudosismo, ao mesmo tempo que se impõem ao tempo com indisfarçável sarcasmo.
A América de Lang é uma terra de whisky e country music, pin up girls e Walt Whitman. Não é, definitivamente, um lugar ruim para se estar. "Há problemas [com a América], e todos nós sabemos disso, mas eu sou atraído pelo lado negro das coisas", disse em uma entrevista recente à Interview Magazine.
Aos 36 anos, o artista nascido em New Jersey, inspirado/fascinado no trabalho de Basquiat e fã/adorador da banda Grateful Dead, acaba de inaugurar uma exposição de seus objetos pessoais, Staring At Empty Pages, na Partners & Spades, de Nova York. A singela 'motoca' aí embaixo é uma das atrações!
16 de nov. de 2010
Info-Obesidade Digital
Emails, vídeos, tweets, likes, comentários... é informaçao demais pra sua cabeça?
12 de nov. de 2010
O dia em que um sorriso parou São Paulo
Este é o registro de uma ação da Brastemp realizada através de 11 estacões de rádio de São Paulo. As rádios trasmitiram simultaneamente o spot Sorriso, que convidava os motoristas a sorrir para o motorista ao lado. Sensacional!
O Futuro Retrô de Stéphane Massa-Bidal
Famoso pela série de capas de livros retrô para aplicativos e redes sociais e também pela série em que algumas das músicas mais famosas de Elvis Presley foram transformadas em pôsters de serviços na web, ambas amplamente divulgadas em blogs e no Twitter, o ilustrador francês Stéphane Massa-Bidal merece um olhar mais aprofundado, além do que se tornou mais popular em seu trabalho.
Sem qualquer formação em design, Massa-Bidal começou com pequenas colagens, que acabaram evoluindo para composições minimalistas de fino trato, recheadas de fotografias, cores e Helvetica, a fonte queridinha da turma hype.
Massa-Bidal trabalha com seu conceito "Rétrofuturs", que basicamente consiste em juntar elementos tecnológicos modernos com elementos antigos, de preferência com visual retrô, e chacoalhá-los para ver o que sai.
Desde 2008, Massa-Bidal tira do contexto algumas “novas tecnologias” e as insere nos anos 50, 60, 70. Vale conferir, por exemplo, essa série pra lá de irônica voltada especialmente para produtos da Apple.
Outra série que também merece atenção é a Google Products, que se baseia na mesma premissa e irreverência, é bom dizer, da compilação da Apple:
Digno de respeito, não?! Você pode conferir essas imagens em maior resolução, bem como mais trabalhos do artista, na galeria no FlickR
10 de nov. de 2010
Stolen - Uma Guerrilha Gastronômica
STOLEN. Como o próprio nome diz, um ROUBO. Esse projeto inglês tem por objetivo reproduzir grandes pratos de chefs e restaurantes renomados, por preços módicos.O slogan diz tudo: "Inspirado por outros. Executado por nós". Os jantares são preparados exclusivamente para grupos fechados, ou entregam em casa e no seu escritório.
Por que eles roubam? Fome de variedade é a resposta dos acusados, Mila Kulla e Leandro Santos. Vale a pena a visita no site pra se inteirar mais sobre essa ação da guerrilha de resistência gastronômica.
Me pergunto quanto tempo isso leva pra chegar aqui no Brasil.
O YouTube das Artes
Para programas antigos de TV, existe o Hulu. Para aulas universitárias, o iTunes U. Agora, para vídeos sobre arte, existe o ArtBabble, site criado pelo Museu de Arte de Indianápolis que oferece vídeos de fontes como o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e a série Art:21, da rede de TV pública PBS.
O ArtBabble, que começou a operar no ano passado, conta com o apoio de diversas instituições como a Biblioteca Pública de Nova York, o Museu Smithsonian de Arte Americana, o Museu de Arte do Condado de Los Angeles e o Museu de Arte Moderna de San Francisco.
A maioria dos vídeos do ArtBabble tem alta definição. O projeto do site é simples e o objetivo evidente é atrair os não-especialistas, com balões de fala que ostentam citações fortes que, quando clicados, conduzem a vídeos relacionados.
As despesas de hospedagem e outros custos do ArtBabble estão sendo cobertos pelo Museu de Indianápolis, com a ajuda de uma doação de US$ 50 mil da Ball Brothers Foundation. O uso do site é gratuito.
O ArtBabble, que começou a operar no ano passado, conta com o apoio de diversas instituições como a Biblioteca Pública de Nova York, o Museu Smithsonian de Arte Americana, o Museu de Arte do Condado de Los Angeles e o Museu de Arte Moderna de San Francisco.
A maioria dos vídeos do ArtBabble tem alta definição. O projeto do site é simples e o objetivo evidente é atrair os não-especialistas, com balões de fala que ostentam citações fortes que, quando clicados, conduzem a vídeos relacionados.
As despesas de hospedagem e outros custos do ArtBabble estão sendo cobertos pelo Museu de Indianápolis, com a ajuda de uma doação de US$ 50 mil da Ball Brothers Foundation. O uso do site é gratuito.
'Yes, we can!' inspira nova rede social
Vem aí o Jumo - 'juntos em concerto' em yoruba, idioma da África Ocidental - nova rede social que promete conectar pessoas dispostas a “mudar o mundo”.
Conhecido como um grande defensor das ideologias humanitárias, Chris Hughes idealizou a nova rede logo após o terremoto que atingiu o Haiti no começo do ano. Segundo o criador, o objetivo principal da comunidade virtual é estabelecer a união de grupos filantrópicos que desejam apoiar a população carente ao redor do planeta.
Dois projetos bem-sucedidos ajudaram Hughes a convencer-se de que as causas sociais tem um futuro através da Internet. Hughes é um dos criadores do Facebook e foi diretor de redes sociais da campanha eleitoral do Presidente dos EUA, Barack Obama.
"A ideia baseia-se no que aprendi com a campanha de Obama e em como as ferramentas em rede e a tecnologia podem ajudar a resolver problemas sociais", explicou.
"A ideia baseia-se no que aprendi com a campanha de Obama e em como as ferramentas em rede e a tecnologia podem ajudar a resolver problemas sociais", explicou.
Prevista para ir ao ar no final deste mês, a página recebeu até o momento mais de 60 mil usuários cadastrados. De acordo com Hughes “a inovação da rede é gerar debates sobre diversos problemas sociais e conectar em um canal só as pessoas que lutam por uma causa justa”.
9 de nov. de 2010
Um jovem e promissor fotógrafo: Benoit Paillé
Muito bom o estilo desse fotógrafo canadense. Com apenas 23 anos, Benoit Paillé é uma ótima referência. A maioria de suas fotos é tirada com luz natural e máquina digital. São imagens fortes e provocativas que entram na intimidades das pessoas fotografadas. Vale a pena dar uma olhada em seu flickr, deviantart ou na galeria do Fubiz.
Que Geração Y, que nada! Todos nós queremos ser jovens!
O simples e poderoso reflexo de uma TV desligada
As crianças na Indonésia chegam a passar quase cinco horas por dia assistindo televisão, quase o dobro do recomendado.
Pensando em promover um modo de vida mais saudável para essas crianças, a Unicef da Indonésia acaba de lançar uma campanha bem bacana. Seguindo o conceito “See what you can switch on, when the screen is off”, a campanha mostra crianças se divertindo através do reflexo de uma TV desligada. O objetivo é fazer com que os pais e as próprias crianças achem outras alternativas de diversão além da TV.
Simplicidade é tudo. Sensacional!
(via Y2)
Pensando em promover um modo de vida mais saudável para essas crianças, a Unicef da Indonésia acaba de lançar uma campanha bem bacana. Seguindo o conceito “See what you can switch on, when the screen is off”, a campanha mostra crianças se divertindo através do reflexo de uma TV desligada. O objetivo é fazer com que os pais e as próprias crianças achem outras alternativas de diversão além da TV.
Simplicidade é tudo. Sensacional!
(via Y2)
8 de nov. de 2010
Os Influenciadores
Dirigido por Paul Rojanathara e Davis Johnson, Influencers – how trends & creativity become contagious é um mini-documentário que faz um retrato da cena nova-iorquina e seus criativos nas áreas de publicidade, design, moda e entretenimento e como que essas pessoas moldam a cultura pop dos dias de hoje. Vale a pena assistir:
Isso sim é playground!
O duo de designers KapteinRoodnat (Marleen Kaptein e Stijn Roodnat) desenvolveu uma genial obra de arte composta de várias centenas de metros de brilhantes tubos verdes, que ocupam o pátio da escola primária De Paradijsvogel, em Ypenburg, na Holanda.
O projeto é inspirado no filme Mon Oncle, de Jacques Tati, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, que mostra a engraçada relação de um tio desastrado com o seu querido sobrinho, a quem ele proporciona os prazeres mais simples e encantadores da infância, ao contrário dos pais castradores do garoto, que só pensam em equipar a casa com acessórios domésticos de última geração.
(via cool*ruja)
O projeto é inspirado no filme Mon Oncle, de Jacques Tati, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, que mostra a engraçada relação de um tio desastrado com o seu querido sobrinho, a quem ele proporciona os prazeres mais simples e encantadores da infância, ao contrário dos pais castradores do garoto, que só pensam em equipar a casa com acessórios domésticos de última geração.
(via cool*ruja)
Record Club
Record Club é um projeto do cantor e compositor norte-americano Beck que tem como objetivo reunir músicos de várias bandas para regravar, na íntegra, álbuns clássicos em apenas um dia, sem nenhum tipo de ensaio ou arranjo pré-concebido.
O projeto, que começou no ano passado, já recriou “Songs Of Leonard Cohen” (com MGMT, Little Joy e Devendra Banhart), “Kick”, do INXS (com Sérgio Dias dos Mutantes e as bandas Liars e St. Vicent) e “Velvet Underground & Nico”. A última a sair da fornalha foi a versão de Live at the Acropolis, do compositor grego Yanni, que contou com a participação de Thurston Moore do Sonic Youth e da banda Tortoise.
Todas as faixas estão disponíveis no site do artista. Confira abaixo algumas pérolas:
O projeto, que começou no ano passado, já recriou “Songs Of Leonard Cohen” (com MGMT, Little Joy e Devendra Banhart), “Kick”, do INXS (com Sérgio Dias dos Mutantes e as bandas Liars e St. Vicent) e “Velvet Underground & Nico”. A última a sair da fornalha foi a versão de Live at the Acropolis, do compositor grego Yanni, que contou com a participação de Thurston Moore do Sonic Youth e da banda Tortoise.
Todas as faixas estão disponíveis no site do artista. Confira abaixo algumas pérolas:
The Underbelly Project
Concebido por dois artistas de rua americanos, com representações em badaladas galerias e que usam os pseudônimos de PAC e Workhorse, o The Underbelly Project é uma exposição que reúne 103 artistas e colaboradores de street art de todo o mundo. O ambicioso projeto demorou 18 meses para ser realizado.
Durante o ano passado, os artistas foram levados secretamente para os subterrâneos de Nova York e lá deixaram sua marca criativa. Livres das pressões das vendas comerciais, da tecnologia e das rotinas diárias, mas com horários rígidos e limitados estabelecidos pelos organizadores.
Cada artista teve só um período noturno de quatro horas para executar a sua obra, sem autorização para sair para comprar material, caso o mesmo acabasse durante a execução da obra.
A área da exposição - cujo acesso, diga-se de passagem, é proibitivo - está localizada quatro pisos abaixo do nível da calçada, nos subterrâneos de uma centenária estação do metrô, em uma área degradada da cidade. A motivação do projeto parece resgatar a essência da arte urbana: o questionamento. Neste caso, a questionada é a própria arte, que passou a ser comercializada como um bem qualquer, esvaziada do seu sentido original.
Alguns dos nomes que deixaram suas obras nos túneis: Know Hope, Jeff Soto, TrustoCorp, Mark Jenkins, Dan Witz, Roa, Stormie Mills, Ethos, She One, The London Police, Ron English, JMR, Asylum, Noh J Coley e Gaia.
Para mais fotos do projeto, o New York Times fez uma galeria online e outras informações na matéria completa do mesmo jornal.
Durante o ano passado, os artistas foram levados secretamente para os subterrâneos de Nova York e lá deixaram sua marca criativa. Livres das pressões das vendas comerciais, da tecnologia e das rotinas diárias, mas com horários rígidos e limitados estabelecidos pelos organizadores.
Cada artista teve só um período noturno de quatro horas para executar a sua obra, sem autorização para sair para comprar material, caso o mesmo acabasse durante a execução da obra.
A área da exposição - cujo acesso, diga-se de passagem, é proibitivo - está localizada quatro pisos abaixo do nível da calçada, nos subterrâneos de uma centenária estação do metrô, em uma área degradada da cidade. A motivação do projeto parece resgatar a essência da arte urbana: o questionamento. Neste caso, a questionada é a própria arte, que passou a ser comercializada como um bem qualquer, esvaziada do seu sentido original.
Alguns dos nomes que deixaram suas obras nos túneis: Know Hope, Jeff Soto, TrustoCorp, Mark Jenkins, Dan Witz, Roa, Stormie Mills, Ethos, She One, The London Police, Ron English, JMR, Asylum, Noh J Coley e Gaia.
Para mais fotos do projeto, o New York Times fez uma galeria online e outras informações na matéria completa do mesmo jornal.
6 de nov. de 2010
Está no ar o Telejornal Geek
Sensacional essa paródia criada pelo canal local da Fox em Dallas, no estado do Texas. Em uma edição do telejornal local, apresentadores, repórteres e comentaristas lançam mão de seus perfis nas redes sociais para informar a analisar os fatos. Mas a que fatos eles estão se referindo mesmo?!
5 de nov. de 2010
A Era dos Computadores no Cinema
O Access Main Computer File é uma coleção de interfaces computacionais em filmes de diversas décadas.
Um ótimo compilado para entender como o cinema trata, visualmente, a era dos computadores.
(via B#9)
Um ótimo compilado para entender como o cinema trata, visualmente, a era dos computadores.
(via B#9)
4 de nov. de 2010
Jornalismo para degustar
Tema de uma matéria do New York Times nesta quinta-feira, pode-se dizer que o LongReads é a redenção do jornalismo à moda antiga. Trata-se, basicamente, de uma plataforma online de textos longos (com, no mínimo, mais de 1.500 palavras) publicados em diversas fontes, de jornais a periódicos científicos, sobre todos os assuntos.
Criado por Mark Armstrong, que também é o diretor de conteúdo do site de finanças pessoais Bundle, a premissa é a de reunir e organizar textos jornalísticos mais elaborados para leitura. Um dos aspectos mais interessantes desse site, que surgiu, diga-se de passagem, como uma hashtag no Twitter (#longreads) no ano passado, é a forma de busca do arquivo: além de assunto, é possível encontrar artigos pelo tempo de leitura! Ele é calculado de acordo com o número de palavras - um leitor médio teria capacidade de ler 250 palavras por minuto. O ideal é salvar os artigos e ler depois longe do computador, usando um Instapaper da vida, por exemplo.
Vale acompanhar o perfil do LongReads no Twitter, que já conta com 9200 seguidores, recheado de dicas de leitura para quem sabe 'degustar' um bom texto.
Criado por Mark Armstrong, que também é o diretor de conteúdo do site de finanças pessoais Bundle, a premissa é a de reunir e organizar textos jornalísticos mais elaborados para leitura. Um dos aspectos mais interessantes desse site, que surgiu, diga-se de passagem, como uma hashtag no Twitter (#longreads) no ano passado, é a forma de busca do arquivo: além de assunto, é possível encontrar artigos pelo tempo de leitura! Ele é calculado de acordo com o número de palavras - um leitor médio teria capacidade de ler 250 palavras por minuto. O ideal é salvar os artigos e ler depois longe do computador, usando um Instapaper da vida, por exemplo.
Vale acompanhar o perfil do LongReads no Twitter, que já conta com 9200 seguidores, recheado de dicas de leitura para quem sabe 'degustar' um bom texto.
Assinar:
Postagens (Atom)









































