Em seu irreverente projeto audiovisual, Andreas Heikaus leva o personagem Super Mario para os muros pixados dos grandes centros, misturando o fantástico mundo dos games com cenários urbanos.
(via Zupi)
20 de jul. de 2010
Histórias de Alice
Inês é pedagoga, Franco é analista de sistemas e Alice, bem, ela é a simpática Kombi da foto. Em comum, os três têm o gosto pela aventura.
Acharam Alice na internet, uma Kombi que já veio com adesivos coloridos e uma vocação para a estrada. Imaginaram criar uma oficina de fotografia, apresentar um espetáculo de marionetes e exibir filmes pelas cidades onde passassem.
Assim, agradeceriam os relatos dos seus habitantes, que contariam para eles suas histórias e experiências de vida. Com esse material, os dois poderiam fazer um rico diário de bordo, na verdade um retrato da gente do Brasil de hoje. Inês teve o total apoio da editora, Franco foi despedido. Mas começaram a chegar os (ainda) pequenos apoiadores do projeto e eles acreditam que, no futuro, vai entrar um dinheirinho com a publicação das suas experiências.
Para acompanhar as peripécias dos dois, que saíram no dia 25 de maio pelo interior de São Paulo para uma aventura inicial, visite o site Histórias de Alice.
(Dica da @bellepaula)
19 de jul. de 2010
Livros, pra que te quero?
Nas séries Book Works e Book Guns, o artista americano Robert The procura livros nos restos da sociedade e os recria. Segundo ele, estes são vandalizados de novo para a vida para se afirmarem contra a cultura que os deixou nos escombros.
Um filme para todo mundo que está no Facebook
Lembra do Casey Nestat? Ele fez, em fevereiro, esse excelente curta sobre o Chatroulette e que praticamente se transformou na explicação oficial do que é o site.
Casey publicou seu novo trabalho semana passada, que no mesmo estilo do vídeo anterior resume as polêmicas sobre privacidade do Facebook.
(via B#9)
Casey publicou seu novo trabalho semana passada, que no mesmo estilo do vídeo anterior resume as polêmicas sobre privacidade do Facebook.
(via B#9)
Do outro lado
Do Outro Lado, é uma belíssima animação realizada pelo designer gráfico Iuri Araújo. Vale a pena conferir:
18 de jul. de 2010
O Cara da Foto
Jonathan Keller, um norte-americano de 34 anos, é uma das caras mais conhecidas da Internet. Pudera! Nos últimos 12 anos ele fotografou diariamente o seu rosto e vem jogando as mais de 4 mil imagens na Rede sem trégua.
Egocentrismo total? Segundo ele, não. Tudo começou depois que comprou uma câmera fotográfica digital relativamente cara, em 1998, e foi questionado pela namorada, em tom sarcástico, se a usaria todo dia. Sem peder tempo, ele pensou em algo que pudesse fotografar todos os dias e concluiu que seu próprio rosto seria o mais indicado. Foi assim que nasceu o projeto "The Adaptation to My Generation (A Daily Photo Project)".
Ele afirma que pretende continuar o projeto até o fim da vida e ressalta que as mudanças ficarão ainda mais aparentes quando tiverem se passado 20, 30 anos. Apesar de ser uma tarefa diária, Keller leva apenas um minuto por dia para tirar a foto e gasta meia hora a cada 10 ou 12 dias para incluir as novas imagens da câmera em seu site.
Confira no vídeo abaixo, editado em 2006 em time-lapse, como ele já mudou:
Egocentrismo total? Segundo ele, não. Tudo começou depois que comprou uma câmera fotográfica digital relativamente cara, em 1998, e foi questionado pela namorada, em tom sarcástico, se a usaria todo dia. Sem peder tempo, ele pensou em algo que pudesse fotografar todos os dias e concluiu que seu próprio rosto seria o mais indicado. Foi assim que nasceu o projeto "The Adaptation to My Generation (A Daily Photo Project)".
Ele afirma que pretende continuar o projeto até o fim da vida e ressalta que as mudanças ficarão ainda mais aparentes quando tiverem se passado 20, 30 anos. Apesar de ser uma tarefa diária, Keller leva apenas um minuto por dia para tirar a foto e gasta meia hora a cada 10 ou 12 dias para incluir as novas imagens da câmera em seu site.
Confira no vídeo abaixo, editado em 2006 em time-lapse, como ele já mudou:
O Teste: 35 Filmes em 2 minutos
O artista alemão Pascal Monaco criou este espetacular vídeo de imagens minimalistas que remetem a 35 clássicos do cinema mundial. Veja quantos você consegue descobrir.
(via This Blog Rules)
(via This Blog Rules)
17 de jul. de 2010
Vai um conselho aí?
O Me dê um conselho é um projeto bem bacana que vem chamando atenção nas ruas de São Paulo. A ideia é simples: uma urna branca em uma esquina qualquer pede por um conselho. As respostas são as mais diversas possíveis. E todas compiladas nesse Flickr , dividido por bairros e regiões. O projeto também tem Twitter, para os conselheiros mais geeks!
Aqui vão alguns achados:
(Via Follow the Colours)
16 de jul. de 2010
Humano ou Monstro?
No site Changing Habbits, da consultoria britânica de gestão ambiental Giraffe, dá para saber qual o seu impacto no planeta. É preciso preencher um cadastro básico e depois informar seus hábitos – que vão de quantidade de banhos a consumo de laticínios. Dependendo da resposta, você forma um boneco distorcido no final.
Daí, a parte mais bacana do projeto: dicas para se tornar mais humano, respeitando o meio ambiente. A boca do boneco é ligada ao consumo de água: quanto mais despedício, mais distorcida. Os olhos e a cabeça retratam as emissões ligadas ao uso de aparelhos elétricos. O tamanho das mãos está relacionado à frequência com que você apaga as luzes ao sair, por exemplo. O abdomen do boneco fica maior ou menor dependendo do alimento consumido. Já os pés mostram o efeito do meio de transporte utilizado. Pés grandes e distorcidos indicam alta emissão de carbono. O bumbum, por fim, representa a quantidade de resíduos domésticos. Contabiliza alimentos jogados no lixo e o uso de embalagens recicláveis.
(dica do CIP)
15 de jul. de 2010
A absolvição do Power Point
No dia 27 de abril de 2010, o New York Times lançou uma matéria de página inteira com a seguinte chamada: "We have met the enemy and he is Powerpoint"... Este vídeo, desenvolvido pela agência Soap, explica que o culpado pelas apresentações chatas e enfadonhas é outro!
(via Caligraffiti)
(via Caligraffiti)
Para matar a saudade de Jerry Lewis...
Leroy Anderson Martin Breinschmid “toca” com a orquestra de Viena em alusão à inesquecível cena de Jerry Lewis no filme "Who's Minding The Store?" (1963).
Vi no C2
Vi no C2
14 de jul. de 2010
E o jornalismo descobre o mangá
Os japoneses adoram jornais— o Yomiuri Shimbun tem 10 vezes maior circulação do que o New York Times - mas como no resto do mundo, o consumo de jornais vem caindo com as novas gerações. Solução japonesa: Mangá no Shimbun, versão online do jornal em formato de quadradinhos no melhor estilo mangá.
Segundo a revista Wired: “Não são tiras ou cartuns políticos – são matérias jornalísticas verdadeiras sobre tudo, de política internacional a cultura pop a julgamentos de assassinatos.
Mais de 100 artistas transformam diariamente textos em estilos graficamente variados, atualizados de 10 a 15 vezes ao dia. Disponível também como aplicativo para iPhone.
A polêmica dança de Auschwitz
Uma artista australiana de origem judaica vem causando polêmica no mundo todo por ter postado no Youtube um vídeo com o seu pai, um sobrevivente do Holocausto, e outros membros de sua família dançando em frente ao antigo campo de concentração nazista de Auschwitz, na Polônia.
Jane Korman postou três vídeos de seu pai, Adolk, dançando em locais onde judeus foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial na Polônia, na República Checa e na Alemanha. O principal deles, que tem como trilha a música I Will Survive, já foi visto mais de 470 mil vezes.
Adolk Korman, 89 anos, aparece nos vídeos dançando ao lado de seus netos. "Esse é realmente um momento histórico. Se alguém me dissesse aqui, naquela época, que eu voltaria sessenta e poucos anos mais tarde com os meus netos, eu diria 'o que é que você está falando'", diz Adolk no vídeo.
Jane Korman disse ao Brisbane Times que os vídeos são "muito importantes" para ela e que queria que as gerações mais novas "vissem uma imagem diferente do Holocausto". Contudo, o vídeo recebeu várias críticas de outros sobreviventes. "Eu não vejo como esse vídeo respeita os milhões que não sobreviveram, nem os que sobreviveram", disse ao jornal britânico Daily Mail Kamil Cwiok, 86 anos, que teve os pais mortos em Auschwitz. "Parece banalizar o horror perpetrado lá".
Embora pareça ter boas intenções, particularmente acho que ela errou a mão feio... Confira o vídeo abaixo e tire suas conclusões:
Jane Korman postou três vídeos de seu pai, Adolk, dançando em locais onde judeus foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial na Polônia, na República Checa e na Alemanha. O principal deles, que tem como trilha a música I Will Survive, já foi visto mais de 470 mil vezes.
Adolk Korman, 89 anos, aparece nos vídeos dançando ao lado de seus netos. "Esse é realmente um momento histórico. Se alguém me dissesse aqui, naquela época, que eu voltaria sessenta e poucos anos mais tarde com os meus netos, eu diria 'o que é que você está falando'", diz Adolk no vídeo.
Jane Korman disse ao Brisbane Times que os vídeos são "muito importantes" para ela e que queria que as gerações mais novas "vissem uma imagem diferente do Holocausto". Contudo, o vídeo recebeu várias críticas de outros sobreviventes. "Eu não vejo como esse vídeo respeita os milhões que não sobreviveram, nem os que sobreviveram", disse ao jornal britânico Daily Mail Kamil Cwiok, 86 anos, que teve os pais mortos em Auschwitz. "Parece banalizar o horror perpetrado lá".
Embora pareça ter boas intenções, particularmente acho que ela errou a mão feio... Confira o vídeo abaixo e tire suas conclusões:
13 de jul. de 2010
Paisagens Transformadas
Há 30 anos, o canadense Edward Burtynsky roda o mundo fotografando cenários naturais alterados pelo homem. Os resultados são imagens pertubadoras de refinarias, minas, pedreiras, fazendas, navios e rios manchados pela química, sobretudo na China e na Austrália.
No vídeo acima, você pode conferir a participação dele no TED em 2005. Recomendo ainda o documentário Manufactured Landscapes, dirigido por Jennifer Baichwal, que mostra em detalhes o genial trabalho do artista.
As lições de gestão do Grateful Dead
Nesse Dia do Rock, publico aqui um post que mostra que grandes lições de negócios saem dos lugares mais inesperados e aulas de inovação vêm dos lugares mais insuspeitos, até mesmo de uma banda de rock hippie.
A banda Grateful Dead, fundada em São Francisco nos anos 60 pelo carismático Jerry Garcia, se tornou um dos ícones da contracultura, graças a obras primas do rock, como o álbum American Beauty, de 1970.
Pois bem, especialistas em negócios estão mostrando que o legado do Dead vai além. Práticas adotadas pela banda nos anos 60 e 70 mostram que eles anteciparam algumas das principais tendências atuais na área de gestão.
Replico abaixo uma seleção feita recentemente pela revista Atlantic Monthly
• Fidelização do cliente - A banda foi pioneira na criação de uma linha telefônica direta para fãs, que podiam reservar ingressos por telefone. Esse tipo de serviço em corporações americanas só começou a surgir uma década depois. A Broadway adotou a prática no fim dos anos 80, para os ingressos;
• Gestão 360 graus - Em contraponto à rígida estrutura verticalizada de outras bandas, o Grateful Dead estabeleceu uma gestão horizontalizada. A banda era administrada por um conselho, composto dos músicos, da equipe sonora e até de membros do fã-clube. O cargo de CEO era ocupado em revezamento pelos principais membros do grupo;
• Modelo Free - O modelo de negócios grátis, tema principal do último best seller de Chris Anderson, foi antecipado em três décadas pela banda. Nos anos 70, o Grateful Dead incentivou os fãs a gravarem em cassete os concertos do grupo e distribuí-los de graça. “A melhor forma de criar demanda para o seu produto é dá-lo de graça”, escreveu em 1994, na Wired, o ex-letrista do Dead, John Perry Barlow;
• Redes sociais - O fenômeno das redes sociais também foi antecipado pela comunidade de fãs da banda. Nos anos 80, os sociólogos acreditavam que os membros de comunidades a distância não criavam elos duradouros. Hoje, graças a Orkut e Facebook, todo mundo sabe que não é assim. A falácia do argumento já tinha, no entanto, sido provada em 1986 num estudo comportamental feito nos Estados Unidos com is fãs mais fanáticos da banda, conhecidos como Deadheads, cujo estilo é o mesmo das atuais comunidades online.
A banda Grateful Dead, fundada em São Francisco nos anos 60 pelo carismático Jerry Garcia, se tornou um dos ícones da contracultura, graças a obras primas do rock, como o álbum American Beauty, de 1970.
Pois bem, especialistas em negócios estão mostrando que o legado do Dead vai além. Práticas adotadas pela banda nos anos 60 e 70 mostram que eles anteciparam algumas das principais tendências atuais na área de gestão.
Replico abaixo uma seleção feita recentemente pela revista Atlantic Monthly
• Fidelização do cliente - A banda foi pioneira na criação de uma linha telefônica direta para fãs, que podiam reservar ingressos por telefone. Esse tipo de serviço em corporações americanas só começou a surgir uma década depois. A Broadway adotou a prática no fim dos anos 80, para os ingressos;
• Gestão 360 graus - Em contraponto à rígida estrutura verticalizada de outras bandas, o Grateful Dead estabeleceu uma gestão horizontalizada. A banda era administrada por um conselho, composto dos músicos, da equipe sonora e até de membros do fã-clube. O cargo de CEO era ocupado em revezamento pelos principais membros do grupo;
• Modelo Free - O modelo de negócios grátis, tema principal do último best seller de Chris Anderson, foi antecipado em três décadas pela banda. Nos anos 70, o Grateful Dead incentivou os fãs a gravarem em cassete os concertos do grupo e distribuí-los de graça. “A melhor forma de criar demanda para o seu produto é dá-lo de graça”, escreveu em 1994, na Wired, o ex-letrista do Dead, John Perry Barlow;
• Redes sociais - O fenômeno das redes sociais também foi antecipado pela comunidade de fãs da banda. Nos anos 80, os sociólogos acreditavam que os membros de comunidades a distância não criavam elos duradouros. Hoje, graças a Orkut e Facebook, todo mundo sabe que não é assim. A falácia do argumento já tinha, no entanto, sido provada em 1986 num estudo comportamental feito nos Estados Unidos com is fãs mais fanáticos da banda, conhecidos como Deadheads, cujo estilo é o mesmo das atuais comunidades online.
12 de jul. de 2010
Seis tendências digitais para acompanhar de perto
Interessante apresentação de Steve Rubel e David Armano da Edelman Digital
Holstee - Bolsos fartos de inspiração
“Live your dream, and wear your passion” – a frase que fecha o manifesto da Holstee sintetiza toda a sua essência.
Os empreendedores David, Fabian e Michel decidiram investir suas vidas, tempo e economias para construir a marca de seus sonhos em Nova York.
A ideia inicial, lá pelos idos de 2008, era basicamente vender camisetas com bolsos, mas a coisa evoluiu e os bolsos pra lá de chamativos hoje não traduzem integralmente a Holstee, cuja filosofia é produzir moda que influencie positivamente seus públicos.
Todos os seus produtos são feitos com material 100% reciclado e 10% de toda a receita é usada para capacitar empreendedores através do microcrédito, por meio de uma parceria com o site de relacionamento Kiva, já noticiado aqui.
10 de jul. de 2010
Um videoclipe para o fim de semana
O Two Door Cinema Club, uma das melhores estréias de 2010, acaba de lançar um videoclipe novo. A música é Come Back Home do primeiro disco dos irlandeses, Tourist History. O vídeo mostra três realidades paralelas que se encontram em um acidente de carro. Simplesmente fantástico. Confira:
Assinar:
Postagens (Atom)














.jpg)









