5 de set. de 2011

F-ck yeah headlines

Muito bacana a premissa do F-ck Yeah Headlines, blog no qual títulos jornalísticos são transformados em ilustrações, sempre na base do 'ao pé da letra'. O projeto é do designer americano Eric Wedum e merece uma versão nacional urgente!

Com muito bom humor e uma dose extra de ironia, os trabalhos sempre vem acompanhados dos devidos recortes de jornal e com as matérias anexadas para explicar o contexto do desenho. Abaixo, algumas das geniais sacadas que encontrei lá:







2 de set. de 2011

Grito de Paz - Bixiga 70

Puta som!!!

O Game Boy virou livro

Pixel Galaxy, do designer alemão Sergio Ingravalle, é certamente um dos livros mais bacanas dos últimos anos!


Em 250 páginas, a obra explica os fatores que fizeram do Game Boy um sucesso, esmiuça os principais jogos da plataforma e dedica uma generosa quantidade de páginas aos inesquecíveis gráficos “quadradões” da época.


Na obra você encontra figuras como Zelda, Castelvania, Street Fighter, Megaman… Tudo com uma proposta de design super irreverente, que remete ao próprio Game Boy.


O único problema é que o Pixel Galaxy é todo escrito em alemão, o que dificulta as coisas para quem não domina a língua germânica. Mas quem sabe não pinta uma tradução aí...


Por trás do profile

Na série Boyz and girlz du net, o fotógrafo francês Mathieu Grac criou um curioso ensaio retratando pessoas fazendo caras e bocas para o perfil das redes socias. Como se dizia antigamente: como o povo quer ser o que a folhinha não marca, não?!








1 de set. de 2011

O cacique, o Google, a Fast Company... e nós de fundo

Eita, admirável mundo novo! A Fast Company publicou em sua lista das 100 pessoas mais criativas em negócios uma fotografia bastante inusitada: o Cacique Almir Narayamoga da tribo Suruí do Amazonas posando com um MacBook Air em mãos. Anacrônico? Curioso? Inesperado? Tudo isso e mais um pouco? Pode crer que sim!


A causa para esse encontro de culturas está no Google: em parceria com a gigante de buscas desde 2007, a tribo Suruí conta com apoio para registrar seu mapa cultural com vídeos dos anciãos no YouTube e suas fronteiras geográficas com smartphones dotados de GPS. Além disso, os índios usam smartphones para registrar ocorrências de desmatamento ilegal e também enviar imagens para povoar o Google Earth. 


Com quase três vezes o tamanho da cidade de Nova York, o triângulo de floresta que dá  lar aos 1.300 membros da tribo Suruí é chamado de Terra Indígena Sete de Setembro, o dia em que o mundo do homem branco chegou ao dos suruís: 7 de setembro de 1969. Esse primeiro contato provou ser devastador, reduzindo a população de 5 mil para apenas 250 devido à combinação de fome, civilização e, acima de tudo, sarampo.


Quarenta e dois anos depois, o cacique Almir, que se formou em biologia em Goiânia - superando o preconceito dos demais estudantes que o ignoravam porque ele não falava, parecia ou comia como eles -  acredita que seu povo precisa da modernidade para ajudá-los a manter seu modo de vida tradicional, que esta é a única forma de salvarem sua floresta, sua cultura e sua tribo. 

Seu grande projeto de vida no momento é plantar um milhão de novas mudas de árvores nas zonas devastadas da floresta no prazo de dez anos. Em parceria com o Amazon Conservancy e o Google Earth Outreach, a tribo do Cacique Almir tem a possibilidade de arrecadar 160 milhões de dólares em créditos de carbono - os possíveis compradores desses “créditos” são empresas dispostas a negociar voluntariamente as emissões, assim como bancos de investimento, corretoras e até mesmo governos. Não há dúvida que seria uma conquista preciosa para a preservação do meio ambiente e da cultura indigena.

O vídeo abaixo apresenta em detalhes essa incrível história:

31 de ago. de 2011

O novo 'melhor tumblr de todos os tempos'!

Esse vai ser difícil superar! A proeza é de autoria do alemão Gustaf Mantel e se chama If we don't, remember me. Se você gosta de cinema, nem que seja um só pouquinho, é um prato cheio! Gifs animados de cenas imortais da telona que farão você sentir aquela vontade de assistir novamente e novamente... Registro aqui uma coletânea em homenagem ao gênio Stanley Kubrick. Divirta-se!










30 de ago. de 2011

A Fantástica Boutique de Chocolates de Katrina Markoff

A marca Vosges Haut Chocolat, uma verdadeira boutique de chocolates finos e exóticos criada em 1998 em San Francisco, é uma mosca branca de fato e de direito!


Hoje com lojas em Nova York, Chicago e Las Vegas, a Vosges se tornou uma referência daquilo que se convencionou chamar de comunicação por atitude, ou seja, consegue de maneira primorosa conectar e engajar clientes e consumidores por meio de experiências emocionais.


Formada pelo Le Cordon Bleu, Katrina Markoff, idealizadora da marca, foi nomeada em 2005 pela revista Inc. uma das mais fascinantes empresárias do mundo e, em 2008, a American Express e a Revista Entrepreneur a premiaram como a Mulher do Ano.


Ao usar ingredientes exóticos - de wasabi, anis, canela do Ceilão, pó de ancho chileno e até bacon com sal defumado - em seus chocolates trufados, Markoff permite que seus clientes saboreiem e experimentem partes diferentes do mundo.


Sua barra de chocolate Black Pearl Exotic, por exemplo, entrelaça uma combinação de gengibre, wasabi e sementes de gergelim pretas, misturadas com chocolate escuro que conduzem o experimentador por uma jornada de sabores que evocam o Japão. Comer uma dessas barras exóticas já é uma experiência, mas, se você comer uma enquanto estiver em uma loja da Vosges, um funcionário irá lhe contar a história inteira da viagem de Katrina pelo Japão e sua imersão nos sabores.


Outra grande sacada da Vosges foi a reinvenção do Xocatyl - maneira pela qual os astecas consumiam chocolate nos séculos XV e XVI: uma infusão das sementes de cacau trituradas com pimentas vermelhas, favas de baunilha, canela e engrossado com uma espécie de maisena. Para os astecas, a mistura possuía atributos afrodisíacos, e segundo a lenda, Montezuma, um dos últimos imperadores astecas, chegava a beber o Xocatyl cinqüenta vezes por dia em uma taça de ouro.  Renomeado como Aztec Elixir, a receita atual inclui leite, açúcar e creme, além dos ingredientes usados pelos astecas. O preparado vem em uma caixa com quatro sachês, o que rende doze porções individuais.  

A última de Katrina - que confesso ter sido, na minha modesta opinião, sua ideia mais impressionante - é o lançamento da caixa Groove Truffle, que inaugura o que se pode chamar de linha de 'trufas musicais'. Em uma embalagem desenvolvida pela designer Marian Bantjes, os chocolates vem acompanhados por um cd ou vinil de um determinado gênero de música americano e um livrinho falando sobre ele. E onde entram as trufas? Elas são feitas com ingredientes típicos da época em questão, para serem saboreadas enquanto as músicas tocam, permitindo literalmente se sentir os sabores de determinada era e estilo.
São 12 gêneros contemplados que vão do funk, disco e blues até o hip hop. As caixas serão lançadas oficialmente em outubro e ficam disponíveis para a venda até o final do ano. Sensacional, não?!

29 de ago. de 2011

Ursus Wehrli e a reconstrução da arte

Nascido em 1969, o tipógrafo de formação Ursus Wehrli é também músico, acrobata, produtor de shows de variedade... e, sem sombra de dúvidas, o "Kaberetist" mais famoso da Suíça hoje. O termo, por aquelas bandas, significa humorista, daqueles que chegam com seu banquinho no palco para imitar políticos e apresentar esquetes cômicos.
 
No entanto, ao lado de sua atuação, Ursus Wehrli sempre teve um hobby e é dele que vamos tratar aqui: recriar, ou melhor, rearranjar telas dos grandes mestres da pintura.


Para dar uma idéia do tipo de "brincadeira artística" proposta por ele, vamos a um exemplo. Na famosa tela em que Vang Gogh pintou seu quarto em Arles -com aquela visão frontal da cama e da janela, em tons cor de fogo -, Wehrli decidiu dar uma arrumadinha na bagunça: reproduziu com exatidão a pintura, "guardando" porém todos os quadros que estavam na parede embaixo da cama e empilhando os móveis sobre ela.


Já na tela de Magritte em que se vê homenzinhos com guarda-chuvas caindo do céu, como gotas, o humorista decidiu ordenar a chuva humana usando a altura como critério. Reproduziu-a, impondo contudo uma ordem crescente: primeiro caem os homens bem pequenininhos, em seguida os de estatura mediana e na última coluna "chovem" os senhores maiores.


O procedimento é quase estruturalista, uma vez que pinça e agrupa os elementos mais básicos com os quais os artistas compõem suas telas: as formas e as cores.


Recentemente, Ursus Wehrli esteve no TED e falou sobre essa sua maneira peculiar de visualizar a arte e, quem sabe, o próprio mundo:



Segundo um belo artigo escrito por Ilana Goldstein e publicado no Trópico, 'enquanto muitos dos artistas modernos e contemporâneos transgridem, subvertem e confundem, Ursus Wehrli parece dar vazão a um desejo reprimido do leigo de rearrumar, reconstruir e, sobretudo, encontrar um sentido nas obras de arte'. Em outras palavras, Ursus Wehrli talvez faça aquilo que muitos gostariam de fazer: aproximar-se da produção artística para torná-la mais palatável e compreensível.

24 de ago. de 2011

(1980 - 2010) A evolução da indústria da música em um uníco infográfico

A venda de música ao longo dos últimos 30 anos em um único infográfico animado criado pela Digital Music News

Impressionante ver como a mídia CD foi dominando todo o mercado a partir da década de 90 e como, na última década, tem rapidamente perdido espaço.

Dia e Noite em Nova York

Para homenagear Nova York, o fotógrafo Stephen Wilkes, que já colaborou com ensaios para as publicações Time, Life, Sports Illustrated e Vanity Fair, tendo inclusive feito a cobertura da passagem do furacão Katrina nos EUA e o vazamento de óleo da BP no Golfo do México , criou um projeto chamado “Day to Night”, onde ele funde o dia e a noite de alguns dos lugares mais famosos dessa cidade que não dorme.


Wilkes elaborou fotos em que funde a imagem de um mesmo local icônico de Nova Iorque, como a movimentada Park Avenue, durante o dia e a noite. A fotomontagem é resultado de um longo processo de colagem, que usa fotos tiradas em time-lapse.

Segundo o fotógrafo, o processo é trabalhoso. Para registrar as imagens, precisou ficar suspenso por 15h, imóvel, a 55 metros de altura. Depois, são mais duas semanas colando as fotos, uma por uma, no computador, para obter a ideia de movimento e fusão de noite e dia.



O trabalho será exposto no Clamp Art Gallery em NY, a partir de 8 de setembro até o dia 29 de outubro. Se você estiver por lá, aproveite e visite!


Em tempo, entrevistado pelo portal G1, Wilkes disse que planeja uma viagem ao Brasil para registrar o carnaval brasileiro em 2012.




Andy Warhol na capa do seu gadget

A Incase, em parceria com a fundação Andy Warhol, criou uma coleção de capas para gadgets com as artes de Andy Warhol.


As capas são pra você que tem Iphone, Ipad, Macbook e de quebra ainda gosta das artes do Warhol! Os itens podem ser encontrados AQUI!