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3 de fev. de 2014

Você teria coragem de largar tudo para ser um estagiário mochileiro?

O redator publicitário holandês Mark Van Der Heijden decidiu largar tudo e oferecer seu trabalho em troca apenas de comida e um lugar para dormir, seja onde for.  A troco do quê, você pode questionar? Vivenciar novas culturas é a resposta. 

Em seu blog, Van Der Heijden relata que em um mês já aceitou estágios na Anistia Internacional da Tailândia, seguido pela filial da McCann em Bangkok.

“Estou recebendo um monte de respostas de todo o mundo: Pequim, Dubai, Índia, Estocolmo, Dublin e assim por diante.”
Saiba mais no vídeo abaixo e no site  TheBackpackerIntern.com.

E aí, teria coragem???

22 de jun. de 2012

A hora e a vez do millennials

Se a maior aspiração dos baby boomers era a estabilidade, para os millennials, o mais importante é trabalhar com paixão. Mais um belo trabalho da Box 1824.



Dica da Larrisa Marçal

18 de jan. de 2012

DESK - Onde a criatividade aflora

Aquelas bugigangas que você guarda na mesa podem ter um papel essencial no surgimento de boas ideias. Inspirado por essa influência do ambiente de trabalho sobre o potencial criativo, o desenvolvedor americano Jongmin Kim criou o projeto Desk, que reúne as mesas dos escritórios de designers, desenvolvedores e ilustradores de diversas partes do mundo.


Com decorações que vão bastante além dos bonequinhos de personagens do Bob Esponja, o projeto tem o objetivo de inspirar criativos digitais, que, por sua vez, podem enviar fotografias de suas estações de trabalho por meio de um formulário disponível no site.



Cada um mais bacana que o outro...












21 de out. de 2011

Post-it Sustentável

O estúdio japonês Naruse Inokuma desenvolveu uma opção sustentável para quem adora deixar milhares de post-its espalhados pela mesa de trabalho.


O Ie-Tag, como o produto foi chamado, é confeccionado a partir de resíduos de casas e prédios demolidos. Outro aspecto interessante é que, depois de pronta, a pilha de folhas adesivas tem o formato de uma casinha de madeira. 



17 de ago. de 2011

Você já hackeou seu trabalho hoje?

Joshua Klein é um hacker, no melhor sentido da palavra. Ele cria soluções plausíveis e eficientes para problemas comuns, trabalhando com temas bem diversos, da inteligência dos corvos a como utilizar wikis de forma subversiva no ambiente de trabalho .

Em seu ultimo livro, Hacking Work, Joshua fala sobre um assunto interessantíssimo: como quebrar regras cretinas no ambiente de trabalho e criar situações em que os colaboradores e a empresa ganhem com isso?


Na apresentação do TEDxDublin, Joshua conta algumas dessas histórias de hacks corporativos: um funcionário que criou um sistema que preenchia automaticamente formulários de despesas, economizando 4 horas por semana; e a desobediência de um grupo de funcionários que virou case de negócio internacional, transformando não só a vida dos empregados, mas melhorando o relacionamento com os clientes da empresa e um dos grandes diferenciais de mercado da Best Buy (o case TwelpForce ganhou o Cannes Titanium em 2010).



(via UOD)

22 de jun. de 2011

O Facebook virou uma planilha de Excel

Genial esse aplicativo lançado pela Diesel. Ele liga-se à conta do Facebook, permitindo que o usuário possa atualizar seu status, comentar outros posts e até trocar mensagens instantâneas com seus amigos, tudo a partir de uma página que parece uma planilha de Excel.

Chamada de Be Stupid At Work, a ação dá uma cutucada naquelas empresas que acham que as redes sociais afetam a produtividade de seus empregados. O vídeo mostra melhor como funciona:



18 de mai. de 2011

Diga-me onde trabalhas...

Bureaucratics é o nome de um projeto que deu origem a um livro e exposição. O seu autor, Jan Banning, é um fotógrafo holandês que percorreu o mundo documentando repartições públicas e espaços de trabalho normalmente voltados para atividade administrativas e burocráticas onde são notórios os contrastes sócio-culturais. Ao todo foram fotografados oito países de cinco diferentes continentes: China, Estados Unidos, Libéria, Bolívia, França, Índia, Rússia e Iêmen.



Para Banning, as imagens são representativas da organização dos países em que foram feitas e mostram como cada Estado se apresenta a seus cidadãos. "Estes escritórios são, por um lado, a vitrine do Estado, mas também são o lugar onde o indivíduo comum passa grande parte do seu tempo", disse ele à BBC Brasil.



A ideia do projeto, segundo ele, surgiu ao ser convidado para fotografar ações de descentralização da administração em Moçambique, para um artigo sobre a ajuda para o desenvolvimento do país, que seria publicado em uma revista holandesa.



"No fim das contas, o artigo foi reduzido a uma página e eles decidiram publicar oito páginas de fotografias", contou. As imagens de Moçambique não entraram no projeto final por serem em preto e branco, mas inspiraram a ideia de fotografar outros funcionários do governo no mundo.


O fotógrafo diz que os países que fazem parte do projeto foram escolhidos "pelo conteúdo, e não só porque nos dariam fotos pitorescas". "Os Estados Unidos entraram porque são uma superpotência; a Índia, porque é a maior democracia do mundo; a China, por ser o maior país socialista; a Bolívia, por ser o país com maior percentual de índios na América Latina. Cada um desses países representa uma ideia política maior."


Em dois outros países, no entanto, Banning não conseguiu permissão para fotografar. Ele havia escolhido Cuba e o Vaticano, que acabaram ficando fora do livro.


Banning contou ainda que as diferenças entre o funcionamento da máquina estatal são perceptíveis entre os países. "Em alguns deles, como na França, encontrei uma burocracia que, de certo modo, funcionava, mesmo que as pessoas tivessem que esperar bastante. Em outros, como no Iêmen, parecia que eles tinham a estrutura, mas não o conteúdo. Havia mesa e cadeiras, mas as pessoas eram como atores, representando um papel de funcionário."


"É como se todo Estado respeitável precisasse de uma burocracia. Em alguns países ela está fazendo um trabalho. Em outros, só parte das pessoas está fazendo o trabalho, as outras são quase como uma decoração", concluiu.



O livro Bureaucratics custa US$ 60s (cerca de R$ 98) e pode ser comprado pelo site da editora americana Nazraeli Press ou pelo site do próprio fotógrafo.


As imagens estão em exibição nos Estados Unidos e na Europa. Entre junho e agosto, estarão em San Juan, na Argentina e, em seguida, na cidade de Nequen, na Patagônia.

22 de mar. de 2011

A vida é muito curta para o emprego errado

Nada menos que 87% da população alemã se diz insatisfeita com seu atual trabalho. Diante de um dado tão estarrecedor, um tradicional portal local de busca de empregos, o Jobsintown, criou uma campanha com o slogan “A vida é muito curta para o emprego errado”.



Bombas de gasolina, caixas automáticos, fotomatons, vending e washing machines e até mesmo máquinas de pinball de Berlim foram cooptadas pelos anúncios criados pela Scholz & Friends Berlin


As imagens foram publicadas ontem no Fubiz. Fantástico, não?!





24 de jun. de 2010

Realidade Interrompida


Entre 2001 e 2003, Philip Toledano, famoso atualmente pelas suas inusitadas imagens que procuram materializar o imaginário humano - veja uma bela compilação aqui, construiu um ensaio fotográfico que continua perturbadoramente atual. Bankrupt é um exercício de "arqueologia econômica", diz o fotógrafo, já que é uma compilação de fotografias tiradas no interior de diversos escritórios recém abandonados, onde apenas ficaram os vestígios da atividade extinta e das vidas dos trabalhadores que por lá passaram.


Trata-se de um conjunto impressionante de retratos do vazio, de uma realidade interrompida.


 (via Obvious)