Conhecido como o 'David LaChapelle latino', à semelhança do americano, López monta, para cada fotografia, um verdadeiro set de filmagem, ou seja, luz artificial, modelos, produção e, certamente, um roteiro muito bem definido.
Suas fotografias são carregadas de referências culturais argentinas, humor e ironia, personagens com estereótipos latino-americanos, com um sarcasmo inteligente e provocador. Em entrevista concedida ao Estúdio Madalena ano passado, ele não economizou em provocações: "Para fazer fotografia latino-americana, não é necessário ir a Cuzco, Machu Picchu, nem às pirâmides astecas, ou ter a foto do Condor-dos -Andes. Nas fotos me interessa a identidade visual, a textura que quero referenciar".
Tem mais: “Decidi falar das minhas dores, dos meus mortos e das minhas penas, como um Andy Warhol tresnoitado, na ressaca de tequila de segunda. Além disso, interessa--me reivindicar a nossa selvagem América, o nosso modo de pensar e de nos expressarmos esteticamente com uma personalidade pela qual não temos de pedir autorização a ninguém”











Quadros, capas de discos, caricaturas, HQ, esculturas, fanzines, storyboards, desenhos para tatuagem, campanhas publicitárias, grafitagem, flyers, cartazes… nada escapa à sua arte, embora ele sempre afirme em alto e bom som que não é artista plástico. 
Com a cabeça em Taxi Driver, ouvidos em John Coltrane e o coração nas pin-ups, o artista plástico Shiko tornou-se uma das melhores referências em pop art do Nordeste. Já expôs em mais de dez feiras de arte e incontáveis exposições coletivas ou individuais. Teve seu Marginal Zine publicado como coletânea pela editora independente
Vale a pena se debruçar na galeria de arte que é o seu endereço no
No vídeo abaixo, gravado para um trabalho acadêmico, uma breve entrevista e um portfolio virtual de tirar o fôlego:
O projeto
O Cube Works começou como uma experiência mas tornou-se um autêntico negócio quando começaram a chegar pedidos com imagens específicas de vários cantos do mundo.