Artista de rua desde 1997, Dran não economiza agressividade ao ilustrar todo o seu descontentamento com o mundo moderno.
O artista já ganhou até o apelido de “Banksy francês” por conta do seu sarcasmo na criação de ilustrações pra lá de corrosivas sobre importantes questões sociais, tais como desigualdade, desperdício e consumo excessivo.
12 de mar. de 2013
7 de mar. de 2013
Mr. Wrong - O anti-herói que poderá nos socorrer
O ilustrador malaio Chow Hon Lam, conhecido como
Funny Mouse, merece da minha parte toda a admiração por ter concebido o projeto Mr.Wrong.
Sua proposta é mostrar com muito bom humor que ‘mais vale fazer errado do que
não fazer nada’. Simples assim!
Nada mais na ordem do dia, não acha?
6 de mar. de 2013
Dá para acreditar que esse cara faz arte com cascas de amendoim?!
O artista Steve Casino teve a ideia - a princípio, maluca - de pintar celebridades e personagens da cultura pop americana em amendoins.
O amendoim é removido da casca e o produto final é preservado com um revestimento de poliuretano para resistência e longevidade, além de ser coberto com uma moldura de vidro. Para cada trabalho, Casino cobra US$ 500 e demora de 4 a 6 semanas para entregar a obra pronta. Genial, não?!
O amendoim é removido da casca e o produto final é preservado com um revestimento de poliuretano para resistência e longevidade, além de ser coberto com uma moldura de vidro. Para cada trabalho, Casino cobra US$ 500 e demora de 4 a 6 semanas para entregar a obra pronta. Genial, não?!
4 de mar. de 2013
Cartiê Bressão desnuda a alma carioca - ou pelo menos o que ela poderia ou deveria ser
Tudo começou no carnaval carioca de 2012, quando o publicitário Pedro Garcia resolveu sair fantasiado de Jorge Tadeu,
um fotógrafo protagonizado pelo cantor Fábio Jr. na novela Pedra sobre
Pedra, de 1992.
“Levei uma câmera de filme por causa da fantasia, e no clima de carnaval acabei encarnando o personagem e perdendo o pudor de abordar pessoas desconhecidas pra tirar foto delas”, explica o criador do fotógrafo fictício Cartiê Bressão.
Seja no no tumblr, na página do Facebook ou no Instagram, Cartiê Bressão reúne cenas do cotidiano de bairros da cidade do Rio de Janeiro, descaradamente inpirado no trabalho de Henri Cartier Bresson, considerado o “pai do fotojornalismo”. A maioria das imagens também registra pessoas anônimas que têm um momento específico eternizado em um click, porém a pegada é mais satírica e descrita com uma legenda pra lá de irrenverente, publicada em francês mesmo - 'ao pé da letra'.
"O Bressão, de certa maneira, é o Rio que eu idealizava quando morava fora - ele morou em Londres, em Buenos Aires e em São Paulo - as coisas que eu morria de saudades, e que depois de voltar acabaram se mostrando mais legais ainda".
Os registros de Bressão podem ser comprados (aqui) a partir de agora no formato 27cm x 27 cm com impressões limitadas. Belo presente, sobretudo para 'cariocas no exílio'!
(Referência: MadMag)
“Levei uma câmera de filme por causa da fantasia, e no clima de carnaval acabei encarnando o personagem e perdendo o pudor de abordar pessoas desconhecidas pra tirar foto delas”, explica o criador do fotógrafo fictício Cartiê Bressão.
Seja no no tumblr, na página do Facebook ou no Instagram, Cartiê Bressão reúne cenas do cotidiano de bairros da cidade do Rio de Janeiro, descaradamente inpirado no trabalho de Henri Cartier Bresson, considerado o “pai do fotojornalismo”. A maioria das imagens também registra pessoas anônimas que têm um momento específico eternizado em um click, porém a pegada é mais satírica e descrita com uma legenda pra lá de irrenverente, publicada em francês mesmo - 'ao pé da letra'.
"O Bressão, de certa maneira, é o Rio que eu idealizava quando morava fora - ele morou em Londres, em Buenos Aires e em São Paulo - as coisas que eu morria de saudades, e que depois de voltar acabaram se mostrando mais legais ainda".
Os registros de Bressão podem ser comprados (aqui) a partir de agora no formato 27cm x 27 cm com impressões limitadas. Belo presente, sobretudo para 'cariocas no exílio'!
(Referência: MadMag)
28 de fev. de 2013
Seria o folhetim a solução para não ter que ficar comprando livro que você corre o risco de parar de ler na metade?
Depois de fazer fama com romances tradicionais, entre eles o
premiado Abril
Vermelho, o escritor peruano radicado na Espanha Santiago Roncagliolo acaba
de restaurar um formato de literatura bastante comum no século XIX e que pode,
paradoxalmente, ser um sopro de inovação nessa era em que ninguém tem tempo
para nada: o folhetim.
Sua nova obra, Oscar y las
mujeres, é um ficção dividida em nove fascículos, que estão sendo vendidos
a 0,99 euro cada e que, finda a edição seriada digital, ganhará um volume em
papel. A história é protagonizada por um autor de telenovelas que, depois de
ser deixado pela mulher, vê-se em frente a um bloqueio criativo.
“A vantagem para o leitor é que ele paga de acordo com o que
lê. Se a história não o prende mais, poderá saber uns 20 euros antes que se
tivesse gastado com a edição em papel. Cabe aos escritores, do outro lado,
trabalhar para seduzir o leitor a cada página, o que, no fim, não será ruim
para a qualidade do texto”.
Como eu sou um daqueles que deixa muito livro pela metade,
achei a ideia bastante interessante. E você?
Referência: Galileu
Referência: Galileu
26 de fev. de 2013
The Paper Cinema - Animação ao vivo com direito até a trilha sonora
Fundada em 2004, a companhia britânica Paper Cinema promove uma experiência multimídia única que vem fascinando plateias em toda a Europa. A
trupe é composta por um grupo de titereiros, designers e músicos que,
em total sincronia, desenvolvem um espetáculo que tecnicamente não é
teatro - é animação ao vivo.
Uma câmera de vídeo posicionada diante do palco projeta ilustrações meticulosas – boa parte delas feitas na hora mesmo - manipuladas pelos titereiros contra a luz a fim de proporcionar na tela de exibição a sensação de movimento.
Como você poderá ver no vídeo abaixo, que registra uma versão de A odisséia de Homero, é impressionante o que esses pequenos desenhos em recortes de papel, acompanhados por uma trilha sonora original ao vivo, podem propiciar em termos de espetáculo. Incrível!
Uma câmera de vídeo posicionada diante do palco projeta ilustrações meticulosas – boa parte delas feitas na hora mesmo - manipuladas pelos titereiros contra a luz a fim de proporcionar na tela de exibição a sensação de movimento.
Como você poderá ver no vídeo abaixo, que registra uma versão de A odisséia de Homero, é impressionante o que esses pequenos desenhos em recortes de papel, acompanhados por uma trilha sonora original ao vivo, podem propiciar em termos de espetáculo. Incrível!
25 de fev. de 2013
O meu tipo de videoclipe
Faz um bom tempo que um videoclipe não me agradava tanto como esse 'O seu tipo' da Filarmônica de Pasárgada.
Além da letra inteligente e da deliciosa melodia, o vídeo me deu aquela sensação rara de aconchego. A ambientação, o figurino, as interpretações, tudo é singelo e, talvez por isso mesmo, incrivelmente prazeiroso!
A banda formada em 2008 por alunos do curso de música da USP, depois de abocanhar vários prêmios em festivais, acaba de lançar seu primeiro disco, O hábito da força. Recomendo!
Além da letra inteligente e da deliciosa melodia, o vídeo me deu aquela sensação rara de aconchego. A ambientação, o figurino, as interpretações, tudo é singelo e, talvez por isso mesmo, incrivelmente prazeiroso!
A banda formada em 2008 por alunos do curso de música da USP, depois de abocanhar vários prêmios em festivais, acaba de lançar seu primeiro disco, O hábito da força. Recomendo!
Sai de cena o Caveirão e chega o Cinemão
Em vez de violência, cultura. Em vez de tiro, pipoca. O Veículo de Ocupação Tática da Cultura,
vulgo Cinemão, é um carro com projetor, telão, sistema de som, cadeiras
(e pipoqueira!) que, a partir deste final de semana, começou a circular nas comunidades
pacificadas do Rio de Janeiro.
“Um outro modelo de ocupação territorial desses espaços públicos é possível. Acredito cegamente no poder transformador da cultura, arma mais poderosa que o fuzil.”, afirma Cid César Augusto, idealizador do Cinemão, que prevê a exibição gratuita de 288 filmes somente em 2013, sempre seguida de debate com os realizadores.
(via Samuel)
“Um outro modelo de ocupação territorial desses espaços públicos é possível. Acredito cegamente no poder transformador da cultura, arma mais poderosa que o fuzil.”, afirma Cid César Augusto, idealizador do Cinemão, que prevê a exibição gratuita de 288 filmes somente em 2013, sempre seguida de debate com os realizadores.
(via Samuel)
22 de fev. de 2013
Rostos Imaginários
Apofenia é o termo que designa a capacidade ou vontade de ver
características humanas em objetos inanimados. É esse o mote do trabalho
do talentosíssimo fotógrafo sueco Philip Karlberg que por meio do simples arranjo de peças do cotidiano cria um curioso conjunto de rostos imaginários.
21 de fev. de 2013
O poema que virou animação para se transformar em um manifesto contra o bullying
To This Day é um projeto baseado em um poema escrito por Shane Koyczan que explora o
impacto profundo e duradouro que o bullying pode ter sobre um indivíduo.
A fantástica animação a seguir foi feita de maneira colaborativa por motion designers de várias partes do mundo reunidos pelo estúdio Giant Ant
Mosca branca!!!
(via Mashable)
A fantástica animação a seguir foi feita de maneira colaborativa por motion designers de várias partes do mundo reunidos pelo estúdio Giant Ant
Mosca branca!!!
(via Mashable)
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