15 de jun. de 2011

Airigami


Impressionante o trabalho do artista Larry Moss com aqueles balõezinhos de látex típicos de festas infantis.


Larry começou sua carreira há 25 anos como artista de rua em Nova York. Autor de vários livros publicados sobre balonismo, ele também tem uma licenciatura em matemática aplicada e ciência da computação, bem como um mestrado em ensino fundamental.



Entre muitas das suas esculturas de balões, que ele mesmo nomeou de Airigami, está uma série de obras famosas de arte recriadas com balões de látex, como O Nascimento de Vénus de Boticelli, American Gothic de Grant Wood e Mona Lisa de Leonardo Da Vinci, entre outras.



13 de jun. de 2011

Toda a Internet em uma única imagem

Como capturar o espírito de bilhões de páginas online em uma única imagem? Hum ... soa como uma entrevista de trabalho do Google, mas é na verdade um concurso virtual no qual estudantes e artistas americanos foram convidados a resumir a internet em uma ilustração. O projeto marcou o encerramento da Semana de Internet em Nova York, com a entrega do Webby Awards nesta segunda-feira. Confira alguns dos trabalhos entregues e veja se você se identifica com algum:







E se as marcas trocassem de roupa?

Já sentiu aquela sensação de estranhamento na boca ao ingerir algo cujo gosto você imaginava ser diferente, por exemplo, algo salgado que você considerava doce? Pois bem, essa foi a primeira impressão que tive do projeto Brand Reversions do designer Graham Smith.


Contudo, é interessante notar que quando a mensagem original da identidade da marca é efetivamente clara e direta, mesmo com a alteração do logo, ela se sobrepõe e é reconhecida. Eis aí um bom exercício para o pessoal de branding!




11 de jun. de 2011

Sorriso é o que não falta

Com o projeto 100 Smiles, Juan Astasio prova que, de fato, se olharmos com atenção, podemos encontrar sorrisos em qualquer lugar. E você aí de cara amarrada...





(via PSFK)

A Epidemia e a Paranóia

Há dois anos, o aparecimento do vírus H1N1 causou a paralização das atividades de escolas, cinemas e teatros em mais de 70 países e levou a Organização Mundial da Saúde a declarar quadro pandêmico da doença. Na Argentina, o número elevado de mortes pela suposta epidemia gerou um clima de paranóia que se impregnou na mídia e sociedade civil. Para o artista digital Tomas Rawski, dentre os vários sintomas da Gripe A, o que se propagou com maior intensidade e velocidade foi o da ‘informação’.


Durante o episódio, ele coletou textos de notícias e emails que circularam, sem fazer distinção entre material informativo e o buzz sobre os inúmeros perigos de contaminação em  aglomerações, a maneira como se deveria cobrir a boca para tossir e o risco mortal de se cumprimentar alguém com abraços e beijos no rosto. O material foi transformado em uma peça de net art que consiste em um amontoado de letras que se movem ao som das notícias gravadas, como o debate da OMS sobre os direitos da Roche sobre o antiviral Tamiflu, que dá nome à obra.

O resultado é colorido, barulhento e confuso e, passada a crise, parece um retrato bem humorado do clima de paranóia e desconfiança que se instaurou nos espaços públicos de Buenos Aires na época. Clique aqui para conferir

(via The Creators Project)

Demorou, não?!

Profecia auto-realizável


8 de jun. de 2011

5 de jun. de 2011

Um site feito de chocolate

A cerveja portuguesa Sagres acaba de lançar um site feito totalmente em chocolate (isso mesmo) para comemorar o lançamento da Sagres Chocolate, uma cerveja de paladar caramelizado com toques de chocolate, voltada para o público feminino. Não entendeu o que é um site de chocolate, assista ao video e me diz se não ficou com vontade de comer a tela!



(via Marketing na Cozinha)

Disfarça e chora

Acredite se quiser, as imagens a seguir não são fotografias – são pinturas.



Denis Peterson é conhecido ao redor do mundo por suas obras “hiper-realistas”, porém, mais do que copiar a realidade, o artista muitas vezes acaba por denunciá-la, mostrando o lado muitas vezes cruel da vida cotidiana.



O processo de criação é demorado – ele tira uma foto, aumenta a imagem em até 2000 vezes, separa a foto em vários pedacinhos que facilitam a reprodução da imagem e a copia usando tinta.



Cada imagem demora um mês para ser concluída, mas o trabalho de Peterson é bem recompensado, literalmente – suas pinturas custam, em média, 46 mil dólares.


Transições

Genial esse ensaio fotográfico realizado por Vincent Goutal e Olivia Leriche, não por acaso chamado de Transitions.






Prédios Musicais

Deve ter dado um trabalhão, mas o diretor André Chocron conseguiu transformar edifícios em um gráfico de equalizador gigante, fazendo com que as luzes de suas janelas piscassem de acordo com o som da música que comanda o vídeo: Time is of the essence, do grupo Cold Mailman.

O clipe, inusitado, foi filmado em Olso, na Noruega. Não deixe de ver.



(via Zupi)

Riscos do Power Point



3 de jun. de 2011

Quem é o moribundo, agora?!

A história é a seguinte: um artigo da revista Newsweek classificou a cidade americana de Grand Rapids, no Michigan, de 'moribunda', ao lado de nomes como Pittsburgh, Cleveland, Rochester, Nova Orleans e Detroit. Dentre os critérios estão o tamanho da população, a variação populacional nos últimos 10 anos e a proporção de pessoas com menos de 18 anos.


Revoltados, moradores e autoridades da cidade se mobilizaram e, em vez de apelar aos tribunais, recorreram à música.

No último dia 22, a cidade parou (literalmente) para gravar um clipe da música “American Pie”, de Don McLean. Entre bandas, desfiles, carreatas, efeitos especiais, helicópteros e até um casamento, cinco mil pessoas foram envolvidas. Para se ter uma ideia de quanto isso representou para o orgulho de Grand Rapids, a população total da cidade beira os 200 mil. Ou seja, uma a cada 40 pessoas participou da ação. É como se 250 mil pessoas que vivem em São Paulo (sem considerar a região metropolitana) decidissem fazer o mesmo.

Uma resposta à altura e um filme que críticos americanos já estão considerando como "o maior clipe de todos os tempos", Confira:

“Fazer o que você não gosta é um desserviço para o espirito”

A citação que intitula esse post é do paranaense Hélio Leites, um artista de múltiplas linguagens ou, como vivem dizendo por aí, um 'significador de insignificâncias'. Meio louco, meio pardal, ele inventa formas e performances com caixas de fósforos, palitos de sorvete, restos de linha, rolhas, botões, enfim, pequenos objetos inválidos.


Todas as suas obras possuem nomes e, principalmente, uma história. “Sermão aos peixes”, “Nossa Senhora da Luz dentro da caixa de fósforo” e “Finalizador de TPM”, são alguns dos trabalhos mais populares. 




Não contente em ser o fundador da Associação Internacional do Botão, aquele mesmo que se desprendeu da sua camisa outro dia, e papa da Igreja da Graça, esta mesma que, ao contrário da Desgraça, só faz rir,  ele acaba de lançar o livro 'Mínimos', que retrata, nas palavras do próprio, “a história de um artesão lutando com caixinhas de fósforo, palitos de sorvete e outras miudezas, tentando consertar o jeito do mundo se enxergar e se aceitar”.


O mini-documentário abaixo faz parte do projeto “O que é tristeza pra você?”, que foi criado pra divulgar  o filme Thomás Tristonho. A história é sobre um menino rei midas meio torto, que acredita entristecer tudo o que toca. Parece interessante, né? Pelo que vi no site, fica pronto ainda nesse ano.



2 de jun. de 2011

O primeiro spot de rádio que você pode ler

Existe um sistema em aparelhos de som automotivo chamado RDS, onde é permitido colocar até 64 caracteres em 8 linhas de texto, muito utilizado para as rádios dizerem qual artista e música está tocando naquele instante. Foi baseado nele que a Ogilvy do Méxio desenvolveu essa engenhosa ação para a livraria Gandhi. Vale a pena conferir: