13 de mar. de 2009

Mosquiteiro



A palavra de ordem é 'engordar'. Deixe seu estômago roncar mais alto do que os insuportáveis bate-estacas das academias de ginástica. Pensando, justamente, em você, insaciável leitor, a dica mais gorda que me veio a cabeça é a cantina La Penínsola (Rua Santo Antônio, 1870), localizada no velho e bom bairro do Bixiga, em São Paulo.

Para começo de conversa, o couvert parece que não tem fim: pão italiano com alho, sardela, manteiga e azeitonas, porçãozinha de prezunto cru, bolinhas de queijo com mandioca, carpaccio, beringela gratinada, casquinha de siri... e pode repetir quantas vezes quiser. Mas guarde espaço para a lasanha da casa, considerada uma das melhores da cidade (mas não caia na besteira de pedir uma inteira, nem meia, peça 1/4). E o melhor de tudo: te garanto que você não gastará mais de R$ 35,00 por pessoa e com cerveja.

Na saída, passe na padaria Italianinha (Rua Rui Barbosa, 212) e leve para comer mais tarde a rosca de linguiça calabresa com queijo provolone e mussarela. É para se fartar!



Em homenagem ao Dia de Saint Patrick, padroeiro da Irlanda, amanhã e domingo os 'devotos' paulistanos poderão participar da peregrinação do Circuito Clã Guinness, um tour etílico com três vans que circulam por dez bares, a saber: Melograno, O Malley's, P.J. Clarke's, Finnegan's, The Joy, Mulligan, All Black, Kiaora, Drake's e Republic.

O trasporte é gratuito e não há a cobrança de couvert artístico

Para participar do tour que começa às 17hs nos dois dias, os beatos devem se inscrever em um dos bares participantes e, claro, plastificar o fígado!

12 de mar. de 2009


Se você ainda não pensou no presente de aniversário que vai me dar, eis uma dica imperdível: o “Evolution Mobile Portable Bar”.

Todo modular, o bar é bem fácil de montar (como aquelas prateleiras de metal). O mais bacana é que ele pode ser levado para todo e qualquer lugar, afinal fechado parece uma daquelas maletinhas de DJ.

O bar tem suporte para garrafas, copos, taças, frutas, guardanapos e gelo. Um verdadeiro sonho de consumo para aqueles que se amarram em conforto. Então, não perca mais tempo e faça já a sua reserva de um presente mosca branca para ninguém botar defeito.

E por falar em esporte, se é que esse termo é o mais adequado, amanhã acontece na USP a final do concurso Red Bull Paper Wings, ou melhor, campeonato de aviãozinho de papel.

Além da capital paulista, universidades do Rio de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal e Rio Grande do Sul receberão as classificatórias nacionais, de onde sairão os finalistas que concorrerão no campeonato mundial na Áustria, nos dias 1 e 2 de maio.

A competição permite que sejam feitas duas tentativas por participante e por categoria (maior tempo de voo e maior distância percorrida). O Brasil levará três representantes para o mundial, um em cada categoria: maior distância percorrida, maior tempo de voo e acrobacia.

Se tiver tempo e interesse, faça sua inscrição aqui.

Veja no vídeo abaixo alguns momentos 'emocionantes' da competição.

No próximo dia 22 de março, acontece no Citibank Hall a etapa brasileira do Campeonato Monopoly, cuja versão brasileira até o ano passado era o Banco Imobiliário. O vencedor vai disputar em outubro a etapa mundial em Las Vegas com todas as despesas pagas.

O jogo, criado em 1933, tornou-se rapidamente o mais vendido nos Estados Unidos. Até hoje, foram produzidas 200 milhões de cópias. No ano passado, foi lançada a primeira edição internacional do jogo, com 22 cidades do mundo inteiro escolhidas por meio do voto de 5,6 milhões de pessoas.

O Monopoly original, que chegou ao Brasil apenas no ano passado, foi reconhecido como o mais popular jogo de tabuleiro do mundo pelo Guinness Book.

À título de curiosidade, a partida mais longa de Monopoly durou cerca de 70 dias ou 1680 horas.

Confira abaixo um excelente curta sobre o jogo ao som de Money do Pink Floyd.



Esqueça Corinthians, Flamengo, Barcelona, Bayern de Munique, Inter de Milão e Manchester United! Com mais de 170 mil sócios, o Sport Lisboa e Benfica é o clube com mais associados no mundo. Fundado em 1904, o clube português tem muito a ensinar aos seus pares brasileiros. É bom falar dele, enquanto todas as atenções estão voltadas para a volta de Ronaldo aos campos e que, em um curto prazo de tempo, já é possível perceber o surpreendente retorno das ações de marketing em torno dele.


À critério de comparação, o time brasileiro com o maior número de sócios é o Internacional de Porto Alegre, com 74 mil, ou seja, menos da metade. Vale destacar que 6 mil destes sócios do Colorado estão inadimplentes atualmente.

Mas a que se deve uma diferença tão grande entre cá e lá?

Seria o contingente populacional? Bem, o Benfica é o clube com mais torcedores em Portugal, mas este é um país de 10 milhões de habitantes. Os 'encarnados' têm ainda cerca de 5 milhões de torcedores espalhados pelo mundo. É um bom número. Mas, definitivamente, não se compara a cidades como São Paulo, Rio de Janeiro ou Porto Alegre.

Talvez seja o poder aquisitivo da população? Nesse caso, vale analisar a questão por dois ângulos:

- Em primeiro lugar, sim, os portugueses desfrutam de condições sociais bem melhores do que nós, sobretudo depois da entrada na União Européia;
- No entanto, e aí vem o paradoxo, enquanto o sócio premium do Benfica paga EUR $ 25 - cerca de R$ 70 - a mensalidade do título de sócio-torcedor que temos aqui, que mal dá direito a uma camiseta oficial do clube, custa em média R$ 45,00 por mês. A diferença, convenhamos, não é tão grande assim.


Mas, vamos falar agora de benefícios. Além de bilhetes para jogos (e não míseros descontos em bilheteria), condições especiais de viagens, bilhetes de cinema, cartões de telefone com EUR$ 2,5 de chamadas grátis, cachecóis, camisetas oficiais e certificados, os sócios do Benfica têm descontos em mais de 980 parceiros comerciais do clube, a saber: Repsol, Portugal Telecom, Banco Espirito Santo, Avis, Citroen, Ibis, Mercure, Universidade de Lisboa, Telepizza, entre muitos outros.

E tem mais, sócios com até 13 anos não pagam em algumas partidas no ano e - olha isso!!! - a cada gol marcado pelo time na Liga Sagres, o sócio tem um desconto proporcional na mensalidade que paga. Confira aqui

Nas palavras do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, o sócio é o grande ativo da insituição, que já tem um plano em andamento para chegar aos 300 mil. No caso, não se trata apenas de discurso.

Que sirva ao menos para reflexão...

11 de mar. de 2009

"Less is more. We believe in it. Doing more with less. That's our goal".


A web é utilizada por muitos como uma grande vitrine para a exibição de idéias, produtos e serviços. Agora para isso não é preciso construir um site do tamanho de um portal! Imagem marcante, pequenos textos e contraste com o fundo são muito melhores do que sites poluídos com um monte de textos e imagens soltas.

Vale a pena dar uma passeada pelos websites compilados no Minimal Sites. Enxutos e eficazes. Mais um projeto do designer gráfico Junghoon Park.
'O Google é meu pastor e tudo encontrarás'.

Ok, ok, mas o Search me, nova página de buscas na web, além de ter um layout moderno, é uma daquelas ferramentas que surgem para facilitar a vida.

A grande vantagem do buscador é que ninguém precisa ficar clicando em cada um dos links encontrados, pois dá para espiar o conteúdo de cada página na tela dos resultados, no melhor estilo cover flow. E você ainda pode escolher entre categorias como imagens, vídeos, músicas e notícias. Uma inovação interessante é que o Search me permite dividir a tela em duas seções: uma para os resultados de maneira visual e outra no padrão descritivo tradicional.

O serviço permite também que o usuário filtre sua busca a partir de categorias relacionadas com as palavras-chave digitadas. Então, se você digitar “apple”, por exemplo, pode limitar os resultados para assuntos relacionados à informática, eliminando qualquer informação sobre a fruta.

Fica a dica do Radar 55

As informações publicadas por Cristina Padiglione hoje no Jornal O Estado de S.Paulo dando conta da queda de audiência do Jornal Nacional chamam mais a atenção não pelo crescimento de seus concorrentes diretos, sobretudo a Record, ou pela eventual queda de qualidade do programa, mas acima de tudo pelo fato do JN ter perdido 28% de público na última década para o botão Power.
160 (preço de um ingresso na pista)+
32 (taxa de conveniência/para retirar na bilheteria)+
25 (estacionamento)+
20 (quatro latinhas de cerveja Itaipava)

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R$ 237,00! Esse foi o preço médio gasto por pessoa para assistir ontem ao show da banda inglesa Keane no Credicard Hall, em São Paulo, Brasil, América do Sul, Planeta Terra... Ah, o show foi excelente! Mas, nesse contexto, não tem como essa informação não ser pé de página.

10 de mar. de 2009

Mosquiteiro (agora duas vezes por semana)

Mesmo gostando muito de carne, acho um absurdo pagar 80 reais por pessoa em um rodízio, sem contar as bebidas, sobremesas e os 10%. Uma ótima opção, na qual você paga pelo menos metade do preço, é a churrascaria Caminhos do Sul, localizada na Rodovia Régis Bittencourt, Km 287 - sentido Curitiba. Além de ter a oportunidade de sair um pouco de São Paulo, lá você poderá encontrar receitas bem inusitadas, como a costela na pedra de sal, a picanha no avesso e o matambre.



O local ficou bastante conhecido graças à fama de um de seus proprietários, Itacyr, o Gaúcho da TV, que participou de programas femininos na TV Gazeta e TV Bandeirantes na década de 90. Na saída, para fazer a digestão, vale dar uma passeada por Embu das Artes, que fica a 5 km dali.

Take me anywhere suitcase pillow é uma espécie de mala-travesseiro que você pode carregar para qualquer lugar. Fabricado pela Etsy seller Olive, ele vem com uma alça e uma etiqueta. É ideal para longas viagens de avião, até porque, convenhamos, ninguém merece aquele travesseiro insosso distribuído à bordo. Custa US$ 40.


E por falar em travesseiro, o Psyco Studio, sediado na Ucrânia, criou o iDream, o travesseiro que ilustra os sonhos. O nome representa uma bem sucedida jogada de marketing, ao evocar a designação da linha de produtos da Apple, e faz com que esperemos encontrar um equipamento de alta tecnologia e design sofisticado capaz de projetar os nossos sonhos em um pedaço de pano enquanto dormimos. Mas não. É apenas um exercício de design elegante e sedutor, apresentado de uma forma inteligente e interessante.

9 de mar. de 2009



Um jato executivo fabricado pela canadense Bombardier com capacidade para transportar 11 pessoas está à venda na cidade de Zurique, na Suíça, por US$ 37 milhões. A milhares de quilômetros dali, em Dubai, nos Emirados Árabes, um dos carros mais rápidos do mundo, o Bugatti Veyron, que atinge 407 km/h, é oferecido por US$ 1,62 milhão. Diretamente de Montpellier, na França, surge o Alfa Romeo II, um veleiro esportivo de 30 metros que participou da Rolex Cup, uma das provas mais importantes da Europa, e pode ser comprado por US$ 4,462 milhões. Apesar de seus donos estarem em vários cantos do planeta, esses e outros 20 mil produtos novos e usados, entre iates, relógios, carros esportivos, jatos particulares e tudo quanto é tipo de brinquedinho estão reunidos em uma espécie de classificadão para ricos na internet.


Lançado em janeiro e batizado de James List, cujo nome foi inspirado no típico mordomo inglês chamado James que traz tudo o que seus patrões desejam, o portal reúne produtos de 350 lojas espalhadas em 116 países.

Assim como gastaram pouco para fazer o site (algo em torno de US$ 10 mil), os jovens suecos Noam Perski e Marcel Gaspen não pretendem gastar nada com publicidade para seu projeto. O plano é selecionar o que há de mais exclusivo entre os itens do site e passar a informação para blogs de luxo e tecnologia em todo o mundo. Por enquanto, tem funcionado. Em pouco mais de um mês de existência, o James List conta com 50 mil acessos por semana, entre entusiastas, que só gostam de olhar as novidades, e potenciais compradores, a maioria da Europa, Rússia e do Oriente Médio.

Para ver os produtos não custa nada. O James List fatura com a venda de espaço para anunciantes que pagam de US$ 127 a US$ 1.270 para terem seus produtos expostos. Em março os fundadores planejam dobrar o número de lojas expositoras, além de lançar versões da páginaem português e espanhol.

(Referência: Istoé Dinheiro)
"Permita-nos que, através da intercessão de Santo Isidoro, bispo e doutor, durante nossas jornadas pela internet dirijamos nossas mãos e olhos apenas ao que é agradável a Vós."


Esse é um trecho da chamada "oração dos internautas". Santo Isidoro, que nasceu no ano 560, em Sevilha, na Espanha, foi eleito pelos próprios internautas o padroeiro da rede de computadores. Ainda não consta que ele já tenha realizado algum milagre no mundo virtual, mas as mudanças que a tecnologia tem promovido no cotidiano de diversas religiões são de saltar aos olhos.



A recente estréia do papa Bento XVI no YouTube ou mesmo o lançamento do iBreviary sistema criado em fevereiro pelo Vaticano que permite colocar nos iPhones gratuitamente via iTunes o breviário - livro das leituras e orações usado pelos sacerdotes - são apenas alguns exemplos de como essa absorção tecnológica tem transformado o dia a dia das religiões, uma tendência que tem ganhado força no Brasil e que abrange crenças de todas as vertentes.

Sites católicos, por exemplo, permitem aos fiéis acender velas virtuais, enquanto a Igreja Assembleia de Deus oferece sessões de chat com pastores. O site da Basílica de Nossa Senhora Aparecida já permite que as pessoas rezem usando um terço virtual e baixem imagens sacras para o celular. No site da Congregação Israelita Paulista (CIP) já é possível obter conselhos eletronicamente por meio do canal "Pergunte ao rabino". A internet também virou ferramenta de estudo para a cerimônia do bar-Mitsvá, que marca a passagem dos garotos de 13 anos para a vida adulta. Todo o conteúdo da cerimônia, as músicas e a liturgia que o jovem precisa aprender estão disponíveis em formato digital.

Para o Centro Islâmico no Brasil, a web tornou-se um recurso de disseminação das ideias de Maomé. O site recebe entre mil e 1,5 mil visitantes por dia e boa parte dessa audiência não é de praticantes da religião. Quem navega pela página da instituição aprende os princípios do Islamismo, acompanha os horários das orações diárias e pode ler o Alcorão em português. Os internautas também podem enviar perguntas sobre a religião e, uma vez por semana, têm as suas dúvidas respondidas eletronicamente.



Não se trata de um fenômeno exclusivamente brasileiro. Nos EUA, o portal GodTube - agora rebatizado de Tangle recebe 2 milhões de visitantes únicos e tem 16 milhões de páginas vistas por mês. O site, criado por um produtor de TV e um pastor da Igreja Batista de Dallas, é uma versão cristã de redes sociais como Facebook e MySpace e de sites de compartilhamento de vídeos como o YouTube.
Além de pequenos filmes que pregam a crença religiosa de forma convencional, existe uma série de vídeos que utilizam humor como forma de passar a mensagem, contrariando a fama de séria e formal que tem a comunidade cristã dos Estados Unidos. Um usuário que se chama de Pastor Al publicou um vídeo onde chama o coelho da Páscoa para uma luta onde quem vencer vai poder clamar o feriado (clique aqui para ver). A mensagem do pastor é uma crítica ao consumismo da data e pretende desta forma chamar a atenção de milhares de jovens.

Em um dos vídeos mais assistidos do site, Ray Comfort, um evangélico californiano, utiliza uma banana para demonstrar a genialidade da criação de Deus. “Veja como cabe graciosamente na mão humana. O criador da banana, Deus, ó todo poderoso, a fez com uma superfície que não escorrega”, declara o religioso. Comfort prossegue em seu sermão por diversos minutos, sem perceber a possibilidade de dupla interpretação (clique aqui para ver).

O fato é que o modelo deu tão certo que, no ano passado, o Tangle recebeu um aporte de US$ 17 milhões da GLG Partners, empresa de participações com sede em Londres.
(Referência: Valor Econômico)

8 de mar. de 2009

Ataque Libriano
por Fernando Targa

TOP 5 – PIORES “BOY BANDS” DA MÚSICA POP

“São Paulo recebeu a visita de um dos maiores ícones da música pop, para única e inédita apresentação nesta quinta”. Para os mais desinformados, não se trata de uma manchete atrasada sobre o show da Madonna no Morumbi. Uma das mais bem sucedidas boy bands da indústria fonográfica passou por terras paulistanas, tentando resgatar um pouco do que a própria decadência do mercado musical levou embora. Bem, para os fãs do Backstreet Boys nada disso importa. Claro que o quarteto não é mais tão jovial como na época em que vendiam mais de 15 milhões de cópias mundo afora e lideravam a maioria das paradas de sucesso. Mas, convenhamos: já vimos coisa bem pior.

Essa história teve origem nos anos 60 com os Monkees e se popularizou com os primeiros hits do “deus do pop” Michael Jackson, líder do Jackson 5 no alto dos seus 5 anos. A partir daí, a indústria musical (sobretudo a norte-americana) explorou com toda força a personificação de garotos bonitinhos em afinados cantores e habilidosos dançarinos. Até chegar a vez dos Backstreet Boys, muitos grupos entupiam as programações das rádios pop e dos programas de videoclipes.

E não é que alguns talentos foram revelados... Quem não se lembra do Ricky Martin, como mais novo membro do Menudo e do jovem Justin Timberlake a frente do N’Sync? Por acaso, alguém já se esqueceu do ínicio de carreira do Robbie Williams no Take That? E o que falar do ator hollywoodiano Donnie Wahlberg, irmão mais velho de Mark Walhberg e antigo membro do New Kids on the Block?

Ok, ok... Piadas à parte, todos concordam que existiram (e ainda existem) grupelhos bem mais desnecessários do que esses. E não estou falando do Westlife, Termendo, New Edition, Locomia, Dominó, Polegar, não... Fiz um pequeno esforço de memória e lembrei de outras pérolas. Eis as minhas 5 boy bands mais ridículas da história. Será que alguém se lembra deles?

BOYZONE
Quinteto irlandês formado em 1993, durou cerca de seis anos e em todo esse tempo tentou alcançar a mesma fama dos “Garotos da rua lá de trás”. Atingiram o auge da popularidade em 95, com a regravação da música “Father and Son” do Cat Stevens. Gravaram 4 álbuns e romperam relações sem que nenhum dos integrantes conseguisse se firmar no show business.



COLOR ME BADD
Esse foi um pouco mais longe do que os colegas acima. O quarteto teve carreira bem sucedida, 13 anos de estrada e alguns hits no topo da Billboard. Mesmo assim, parecia mais um projeto paralelo de covers do Kenny G e do George Michael do que sucessores dos “novos garotos no bairro”. Definitivamente, a mais afetada de todas.


UTN1
Essa merece seu lugar aqui apenas para ilustrarmos o quão longe a mediocridade pode chegar. Grupo formado no Iraque em 1999, em plena ditadura de Saddam Husseim, os quatro rapazes resolveram montar a primeira boy band de Bagdá. Depois de alcançar relativo reconhecimento, o grupo fixou residência em Londres e Beirute para tentar “bombardear” o mercado pop europeu. Atualmente, os dois descendentes de cristãos armênios e três xiitas continuam na ativa, mas sem nenhum single de sucesso comercial.


CICLONE
E o Brasil não poderia ficar de fora. À sombra dos famosos garotos do Dominó e do Polegar, o grupo carioca chegou a lançar um disco e fazer pequeno sucesso com a música “Tipo One Way”. Chegaram a participar da “Discoteca do Chacrinha”, passo importante na época para conseguir chegar às rádios e programas de TV dos anos 80.


BROZ
Foi criada após um concurso de talentos no formato reality show chamado “Popstars”, veiculado no SBT em 2002. Seguindo a fórmula do grupo feminino Rouge, os cinco vencedores do programa de TV gravaram dois álbuns e invadiram as paradas em 2003, com a música “A Prometida”. De todos os ex-integrantes, apenas um deles conseguiu continuar no show business como vocalista do grupo de pagode “Os Travessos”.

6 de mar. de 2009

Há cerca de duas semanas li e fiquei de queixo caído com uma matéria da revista Veja São Paulo sobre as baladas mais caras de São Paulo. A reportagem falava principalmente da Pink Elephant, recém instalada no Itaim Bibi. Um dos frequentadores da casa entrevistado pela revista afirmava ter gasto em uma única noite algo em torno de R$ 20 mil, basicamente com champagne para seus convidados.

Reproduzo abaixo um trecho da reportagem.


"Gastança alardeada: na Pink Elephant, quando um cliente encomenda mais de dez garrafas de champanhe de uma só vez, como fez o estudante Rodrigo Vieira (à esq., de camisa rosa), é brindado com um show pirotécnico ao som da canção-tema do filme Super-Homem".

Leia a matéria completa aqui.

ok! Não vou entrar no mérito. Na verdade, queria apenas sugerir um apetrecho para as próximas comemorações do Rodrigão.


Uma pechincha na Urban Trend

Por US$ 30, o anel travesseiro ou Pilo-Pilo pode ser uma boa saída para um dia entediante. Compre aqui
(Dica do Geeklogie)

Vamos ver se você adivinha em que país do mundo isso foi colocado à venda???


Essa é para quem gosta de ficar navegando no sofá



À primeira vista, o Athena pode parecer um simples sofá, mas é muito mais do que isso, porque tem um computador integrado, assim você pode se sentar no maior conforto enquanto navega pela Internet ou assiste um filme.

O único problema é o preço: US$ 15.000. O design é da Artanova.

(dica do Digital Drops)
Já nos Estados Unidos, a nova coleção da Levi's, baseada nos gráficos de jogos de videogame dos anos 80, promete estourar...

Brega? Fashion? Qual é a diferença mesmo???

(via Cool Hunting)
Enquanto isso na Noruega...


... vem o picolé em formato de iPOD


A última do Japão...


...Obama Sushi


Mosquiteiro

No final da Rua Rocha, em pleno Bixiga, encontra-se a melhor receita de frango ao molho pardo de São Paulo. O segredo do Rancho Goiano, restaurante tipicamente goiano com mais de 35 anos de história, está no fumegante molho à base de sangue de galinha misturado com fubá. O prato dá para até três pessoas e vem na panela de pedra, acompanhado de arroz e angu. Custa R$ 67,00 e vai muito bem com uma cachacinha de barril de carvalho.


Outras boas opções são o empadão goiano, deliciosa torta recheada de frango, linguiça, queijo de minas e guariroba, e a matula goiana, farofa à base de carne de sol. De sobremesa, vá de doce de cidra. E não deixe de tomar o cafezinho adoçado com raspas de rapadura.
O ambiente é outro atrativo da casa. O aconchegante salão com mesas de roda de carro de boi e cadeiras de cangalha de burro, está repleto de badulaques regionais. Quem gosta de moda de viola, pode pedir a presença da dupla de cantores que passam de mesa em mesa com um repertório que vai de Tião Carreiro e Pardinho a Chitãozinho & Xororó.

5 de mar. de 2009

Você já pensou em ser recompensado por ver publicidade online? Pois é. Essa é a proposta da nova ferramenta Adagreed, que será lançada no dia 16 de abril.

Para participar é só se cadastrar informando todos os seus dados e interesses, que farão com que a ferramenta veicule propagandas segmentadas para você. E navegando nos sites parceiros da ferramenta, você já acumulará pontos, que poderão ser trocados por ingressos de cinema, jantares, brindes, downloads e muito mais.

Pode ser uma formato para alavancar a publicidade na Internet que, segundo a última pesquisa do Intermeios/Meio & Mensagem, divulgada na edição desta semana, ainda continua sendo preterida em relação aos outros meios de comunicação, apesar de todas as expectativas em torno dela. Mas, cá entre nós, você trocaria seus dados pessoais por um jantar ou um ingresso de cinema???
(Dica do Comunicadores)

4 de mar. de 2009


O The Yellow Bird Project funciona assim: integrantes de bandas de vários estilos criam uma estampa de camiseta, os responsáveis pelo projeto imprimem e colocam à venda no site. Todo o dinheiro arrecadado vai para a caridade. Que caridade? A que os artistas escolherem.

Participam da iniciativa sem fins lucrativos baseada em Montreal bandas como The National, Clap Your Hands and Say Yeah, Au Revoir Simone, The Shins, entre outros.O pagamento é via PayPal, com entrega garantida em qualquer país.

Simples e genial!
(Referência: Update or die)

3 de mar. de 2009

...Há dois anos e meio atrás, Bruno Davert era um profissional realizado, marido exemplar e pai de família feliz. Trabalhava há doze anos na mesma indústria de papel, o que lhe permitia manter um nível de vida alto, com a casa e o carro dos sonhos da classe média. A mudança da sede da empresa para o leste europeu, para cortar os custos, elimina o emprego de Bruno. Ele se vê submetido ao humilhante ritual do envio de currículos que quase nunca recebem respostas e das entrevistas de seleção cheias de 'truques'. E sucessivamente fracassa. Bruno entra, então, em um processo lento e gradual de loucura. Convence-se de que o único modo de obter um novo emprego é acabar com a concorrência – o que ele faz, literalmente, matando um a um executivos desempregados de perfil semelhante ao seu. Eis a sinopse de 'O Corte', obra do sempre polêmico Costa Gavras. Se você ainda não assistiu, não perca mais tempo e alugue ou compre o filme.


Mas por quê estou falando sobre isso? O fato é que o filme me veio imediatamente à cabeça quando me deparei com um post publicado no Adivertido sobre o caso do jovem francês Yannick Miel. Não, Miel não saiu matando pessoas por aí, mas sua iniciativa atesta de forma cabal o desespero por uma vaga no mercado de trabalho, sobretudo em momentos de crise como esse.

Yannick criou uma página no eBay (expirada), famoso portal de leilões da internet, e se colocou à venda no portal. Simples assim. Após cinco meses desempregado, passando por mais de 20 entrevistas frustradas, decidiu “provocar” o mercado, e acabou gerando muita polêmica na França.

Aos 23 anos, formado em Direito e com dois mestrados, um dos quais em economia e gestão, ele decidiu pôr à venda a sua capacidade de trabalho e, ao que consta, o leilão não lhe correu mal, tendo os lances atingido cifras expressivas, de acordo com vários "printscreens" da página. Blogs, sites, jornais e revistas do país (e do mundo), acabaram mencionando o que Yannick havia feito.

No seu texto de apresentação – com o título “jovem licenciado à venda” e o subtítulo “uma oferta excepcional” – Yannick aproveitou ainda para denunciar a falta de discussão acerca do desemprego entre os jovens formados... Em pouco tempo, uma empresa de recrutamento de jovens franceses, acabou lhe oferecendo um emprego experimental de três meses.

O caso foi pouco comentado no Brasil, que na semana passada vivia intensamente o período de Carnaval.

Fica o registro.
Não faltam engenhocas para tornar a brincadeira de ficar bêbado mais divertida. Conheça algumas moscas brancas abaixo:


Russian Roulette Beer Bong - A engenhoca funciona como uma roleta russa, só que ao invés de você correr o risco de ir dessa para uma melhor, o que pode lhe acontecer de pior é cair bêbado no chão do banheiro. Funciona assim: você enche o barril com dois litros de cerveja e encaixa as seis garrafinhas que vem junto com o jogo nos pinos da roda giratória. Antes de girar, é necessário colocar a mangueira, conectada no fundo do barril, na boca do participante da vez. Daí é torcer. Para alguns seria azar, para outros sorte, mas de fato, dependendo onde a roda parar de girar, dois litros de chopp caírão diretamente goela abaixo!



Alcohol Shot Gun - Reencarne Dirty Harry com essa pistola movida à álcool. Basta encher o cartucho com a bebida de sua preferência, apontar e disparar.



Party Shot Glasses - A idéia aqui é compartilhar o efeito de um shot, seja ele de whisky, cachaça ou tequila. Todos viram o copo ao mesmo tempo e seja lá o que Deus quiser... À propósito, se alguém amarelar e não virar o copo, perde a dose automaticamente, pois ela vai acabar entornando.



Speed Bong Bottle Opener - Você já deve ter se deparado em algum churrasco da vida com aquele cara muito macho que abria com a chave a base da latinha de cerveja, colocava na boca, abria a tampinha de alumínio e engolia o jato que vinha em cinco segundos, muitas vezes sem babar! O Speed Bong Bottle Opener, dá a você a chance de reviver também os tempos do Bud Spencer e do Terence Hill, mesmo que seja escondido na cozinha de casa... Só não vale gorfar!


Viking Beer Bong - A imagem diz tudo. A questão aqui é saber se você foi um viking na última encarnação...

(via UrbanTrend)

2 de mar. de 2009


Em poucas palavras, o Logotournament pode ser descrito como um site onde você ou a sua empresa poderão lançar um “concurso de idéias” para promover o desenvolvimento de seu novo logotipo. Por um mínimo de US$ 250,00 (EUR 196,00) você passa o brieffing e poderá ter centenas de designers gráficos do mundo inteiro dedicados a desenvolver esboços ou formas preliminares do símbolo que irá representar a sua companhia, ação, projeto, ou seja lá o que for.

Cada concurso recebe umas boas dezenas e em alguns casos centenas de propostas criativas. É só escolher a que mais lhe agrada, pagar o prêmio que você mesmo estipulou e baixar o arquivo.

Embora o logo do site não seja lá grande coisa, você pode conferir aqui alguns bons trabalhos já desenvolvidos.

Simples e eficaz.

(Dica do 2.0 Webmania)
Try to be more geekier?!






A bolsa está à venda por US$ 200 em diversas cores. Compre aqui

Que tal repensar seu cartão profissional?

O Google Page Business Card é um projeto de Ji Lee e pode ser facilmente imitado e adaptado em qualquer loja do ramo.

(dicas do Craziest Gadgets)


Escrito por Eleanor H.Porter, em 1913, Pollyanna é um clássico da literartura infanto-juvenil. O título refere-se à protagonista, Pollyanna Whittier, uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont com sua abastada mas sisuda tia Polly. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama "o Jogo do Contente", uma atitude otimista que ela aprendeu com o seu pai. Esse "jogo" consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. E olha que a menina sofre, viu...

Com um calor de 35 graus na moleira em plena segunda-feira, nada melhor do que invocar a personagem, abrir o sorrisão e, 'literalmente', sonhar...


E não se esqueça: sonho que se preze, tem que ter trilha sonora...

...Plantei um sítio/No sertão de Piritiba/Dois pés de guataíba/Caju, manga e cajá/Peguei na enxada/Como pega um catingueiro/Fiz acero, botei fogo/"Vá ver como é que tá"/Tem abacate, jenipapo/E bananeira/Milho verde, macaxeira/Como diz no Ceará/Cebola, coentro/Angu, feijão-de-corda/Vinte porco na engorda/Até o gado no currá/Com muita raça/Fiz tudo aqui sozinho/Nem um pé de passarinho/Veio a terra semeá/Agora veja/Cumpadi, a safadeza/Cumeçô a marvadeza/Todo bicho vem prá cá/Num planto capim-guiné/Pra boi abaná rabo/Eu tô virado no diabo/Eu tô retado cum você/Tá vendo tudo/E fica aí parado/Cum cara de viado/ Que viu caxinguelê...

Imagine um restaurante onde você pode escolher de entrada mexilhões ao vapor com creme de vinho branco, panqueca de frutos do mar e salada; como prato principal, um peixe assado com mescla de cogumelos; e a sobremesa ganha formas com uma torta de maçã acompanhada de um sorvete de baunilha. 'Lindo, maravilhoso, mas não é para o meu bico. A conta deve ser astronômica'. Bem, isso depende de quanto você está disposto a pagar. Isso mesmo! No restaurante Little Bay, em Londres, em vez de apresentar a conta, o garçom pergunta sutilmente: "Quanto você quer pagar?". O cliente paga quanto quiser pela combinação de pratos que desejar. Detalhe: são mais de trinta opções.

Segundo Peter Ilic, proprietário do Little Bay, em dez dias de promoção, a clientela usual de mil pessoas por semana dobrou, e a maioria dos clientes está pagando mais do que os pratos valem. "Mesmo que alguns não paguem pelo prato, trabalho com a média, e a média está pagando mais que o valor convencional".


O restaurate não é o único a dar ao cliente a liberdade de escolha. O hotel Ibis Singapura, do grupo francês Accor, também testou a novidade. O hotel pôs no ar o site http://www.paywhatyouwant.com.sg/ e reserva um horário específico para que os futuros hóspedes façam suas ofertas. Por serem disputados, contudo, apenas alguns quartos são oferecidos. "Esperávamos lances de US$ 1 e ficamos surpresos em perceber que recebemos lances de até US$ 80", afirma Hiru Inoue, diretor de marketing do Ibis Singapura, em entrevista à agência de notícias Reuters. É um pouco menos do que os US$ 92 cobrados pelo hotel por quartos que estão fora da promoção.

A crise financeira pode ter acelerado ações como essas, mas oferecer serviços e produtos gratuitos, ou por preços ínfimos, será cada vez mais comum. Quem inaugurou esse fenômeno foi o Google, que não cobra nem um centavo pelos seus serviços e, por isso mesmo, conquistou milhões de adeptos ao redor do mundo. Com milhões de acessos diários, o site de buscas tornou-se uma ferramenta indispensável no cotidiano das pessoas e hoje fatura US$ 21,79 bilhões com publicidade. Até a indústria fonográfica, uma das mais arredias a qualquer negócio no qual a palavra grátis esteja incluída, se rendeu. Em 2007, o grupo inglês de rock Radiohead lançou seu CD, batizado de In Rainbows, na internet. O CD foi disponibilizado para download no site da banda e o internauta podia pagar quanto achasse justo pelas músicas. A experiência da banda durou dois meses e foi bem-sucedida. De acordo com o representante do Radiohead, o grupo faturou mais com as vendas na web do que com a comercialização do CD anterior em lojas.


(Referência: Istoé Dinheiro)