16 de fev. de 2009



Fundada em setembro do ano passado por Jean Arnold, um legítimo discípulo da Le Cordon Bleu, a 479º traz sofisticação e originalidade para a boa e velha pipoquinha, ingrediente indispensável para o cineminha em casa. É mais uma prova que é possível inovar em todo e qualquer segmento.

A linha Globetrotter, por exemplo, é composta por caixas 'bem aprumadas' que servem de duas a quatro pessoas, nos sabores Chipotle Caramel & Almonds, Madras Curry & Cashews, Ginger Sesame Caramel, Pimentón de La Vera e Black Truffle & Aged White Cheddar - preferi não correr o risco de traduzir. Os ingredientes são 100% orgânicos e o custo médio é de US$ 8,00.

O site também oferece embalagens de presente que contém cinco sabores diferentes por US$ 35,00.



Bem diferente do modelo tradicional que 99,9% das pessoas usam, as cassette wallets permitem inovar um pouco a velha 'fôrma' de guardar dinheiro.

As carteiras inspiradas no modelo de antigas fitas cassete custam US$ 43 no site Design Boom.

14 de fev. de 2009

Muita sorte! É o que você vai ver nessa complilação pra lá de mosca branca desencavada do You Tube.

13 de fev. de 2009

Ataque Libriano

Por Fernando Targa


TOP 5 – TRILHAS SONORAS DE TERROR

A rica história do cinema tem vários acontecimentos interessantes, que podem ser classificados como verdadeiros marcos, momentos em que a arte dá um salto e se renova totalmente. Um deles, certamente, foi a origem do som e das trilhas sonoras nas obras da sétima arte. Até 1927, os filmes não usavam o som como ferramenta, era a chamada era do Cinema Mudo. A partir do musical “The Jazz Singer”, os diálogos e as cantorias foram incorporados ao longa-metragem e um ano depois o cinema descobriria a trilha sonora propriamente dita. Os efeitos sonoros, a música e os diálogos foram devidamente sincronizados com perfeição no filme “The Lights of New York”, lançado em meio aos clássicos do mudo mais famoso do cinema: Charles Chaplin.

De todas as categorias cinematográficas, a que aguça mais a audição é a de suspense: quem nunca se arrepiou ao ouvir as orquestrações compostas por mestres da música, durante uma perseguição, um momento de escuridão quase que total ou de uma mão pegando em um ombro apavorado? Deixo aqui a minha lista das 5 mais eletrizantes obras musicais, para dar vida à nossa sexta-feira 13 e inspirar esse comecinho de noite...



Sexta-feira 13 (Friday 13th – 1980)
A aterrorizante música e os efeitos de Henry Manfredini compõem a história de Jason Vorhees, um garoto que morre afogado em um lago do acampamento, mas volta para assassinar até o último novo frequentador do local, até então abandonado por décadas. Do diretor Sean S. Cunninghan, o filme deu origem à série de 9 longas-metragens e é uma das mais bem sucedidas da história do cinema. O efeito sonoro que acompanha os passos do serial killer foi imortalizado.


Psicose (Psycho - 1960)
Uma das obras-primas de Alfred Hitchcock, considerado o mestre do suspense. Trilha de Bernard Hermann ilustra a morte da ladra interpretada por Janet Leigh, esfaqueada seguidamente na famosa “cena do chuveiro”. O sangue escorre pelo ralo da banheira, enquanto os acordes estridentes dos violinos arrepiam até a espinha. A música ganhou nova cara para o remake lançado em 1998, recomposta pelo líder do grupo pop Oingo Boingo Danny Elfman.


O Iluminado (The Shining - 1980)
Assustador thriller de Stanley Kubrick, que traz o neurótico Jack Torrence (Jack Nicholson) em meio à loucura ensandecida, durante isolamento total em um pequeno hotel de inverno, onde trabalha como zelador. A música de Wendy Carlos e Rachel Elkind serve de pano de fundo ao colapso mental e as perseguições de Jack à sua própria família.


Tubarão (Jaws – 1975)
Uma pacata cidade de veraneio americana recebe a “ilustre” visita de um monstruoso tubarão insaciável. Os ataques aos banhistas tiram o sono do delegado de polícia local Martin Brody, que tenta desesperadamente dar cabo do animal. A sequência de acordes graves dos cellos compostas por John Williams imortalizaram o filme, vencedor do Oscar de trilha sonora original.



Encarnação do Demônio (2007)

Último filme da trilogia do brasileiro José Mojica Marins, mais conhecido como o coveiro “Zé do Caixão”. As bases graves da trilha de André Abujamra e Marcio Nigro, compõem a saga de Zé do Caixão, durante a busca para encontrar a mulher que gerará seu filho perfeito, após ser libertado da cadeia, onde permaneceu encarcerado por 30 anos.
Mosquiteiro

por Paulo Moura

A Rua Teodoro Sampaio no bairro de Pinheiros é sinônimo de estresse para milhares de paulistanos que são obrigados a percorrê-la, não importa o dia. Trânsito caótico, um barulho quase ensurdecedor, ruas estreitas e infindáveis buracos pelo caminho, no entanto, podem ter uma compensação no final: a Caverna Bugre.

Localizado no subsolo de um prédio, quase na Dr.Arnaldo, o restaurante serve, desde 1950, pratos apetitosos da cozinha alemã a preços super convidativos. O carro-chefe é o filé alpino, gratinado e coberto com copa, Catupiry, provolone e molho inglês, servido com arroz branco. Para acompanhar, que tal uma Guinness?

"Em um depósito de lixo fumegante localizado acima de um manguezal à beira da favela, homens agacham-se por todos os cantos, de tangas arregaçadas, e defecam à luz da manhã. Cachorros sarnentos se esquivam entre montes de entulho e lixo doméstico".



Esse é apenas um fragmento da descrição da viagem que o jornalista Victor Mallet do Financial Times fez à Dharavi, favela indiana de Mumbai, considerada a maior da Ásia. Ao contrário do que se possa imaginar, a reportagem não se propunha a fazer uma denúncia social ou algo do gênero, mas sim a divulgar um pacote turístico. Isso mesmo, Mallet fazia parte de um grupo que comprou o pacote da Reality Tours and Travel, uma empresa especializada naquilo que se convencionou chamar de turismo vivencial.

Segundo consta, o turismo vivencial começou nas favelas brasileiras há 17 anos, quando um jovem chamado Marcelo Armstrong levou alguns turistas para a Rocinha, então a maior favela da América Latina (hoje a Rocinha não é mais considerada uma favela, mas um bairro carioca). Sua empresa, a Favela Tour, cresceu e deu origem a uma dúzia de imitadores. Hoje, em qualquer dia no Rio, dezenas de turistas sobem em minivans e motos e se aventuram por lugares em que mesmo a polícia não tem coragem de pisar.



Fundada por Chris Way, um ex-contador britânico, a Reality Tours and Travel é pioneira em pacotes de turismo vivencial nas favelas de Mumbai. A empresa, que também já tem várias imitadoras, cobra um preço relativamente baixo pelo tour e destina 80% dos lucros para as comunidades carentes que visita. Dharavi pode ser equiparada em termos de prestígio nas opções de passeio dos mochileiros à nossa Rocinha. A favela tem 1 milhão de moradores que se espremem numa pequena área. Abriga ainda 10 mil pequenas empresas que chegam a faturar anualmente US$ 665 milhões.

Os números impressionam, assim como a miséria generalizada, que, a bem da verdade, é o grande ingrediente dos passeios. A visita, que dura cerca de três horas, custa o equivalente a R$ 19 a pé ou R$ 38 em veículo motorizado. Bem mais barato, diga-se de passagem, do que o passeio à Rocinha, que custa em média R$ 65,00 pelo mesmo tempo de percurso.



Segundo os empreendedores do mercado de turismo vivencial, por assim dizer, os passeios são super seguros, mas podem ser tensos. Ou até mais do que isso. Segundo denúncia da Folha de S.Paulo, publicada no ano passado, a agência de turismo Private Tours, ofereceria aos turistas interessados experiências nas favelas pra lá de extravagantes. Um jornalista, disfarçado de turista, teria participado de uma dessas visitas que incluiu uma ida às “bocas de fumo”, os famosos pontos de venda de droga das favelas. Segundo o repórter, os turistas percorrem as ruas estreitas do morro, fazem contato com os traficantes, que lhes contam historias sobre o tempo que passaram na prisão e descrevem o seu estilo de vida, além de posar para fotografias, com as caras tapadas e metralhadoras em punho.

A agência Jeep Tour, por sua vez, organiza um passeio pela Rocinha em um tanque de guerra, com guias vestidos ao estilo Indiana Jones (como retratado pelos personagens interpretados por Oscar Maroni e Leticia Spiller na novela global Duas Caras).


Fora do Brasil, a fome de realismo de alguns turistas não tem limites. No Parque Ecoalberto, no México, o turista pode participar de uma simulação de imigração ilegal aos Estados Unidos. A caminhada noturna de 4 horas atravessa desertos, morros e leitos de rios. O visitante acampa à noite, rasteja pelo chão, cruza pântanos e cachoeiras e tenta atravessar a fronteira de mentirinha. Tem guardas armados e tudo. Para deixar as coisas mais reais, foram contratados ex-atravessadores de imigrantes. A brincadeira custa US$ 18 por dia.

Mundo afora, turistas podem ainda, por exemplo, visitar os locais das matanças cometidas pelos khmeres vermelhos no Camboja, que deixaram dois milhões de mortos. Na Polônia, o campo de concentração de Auschwitz é a atração turística mais visitada do país... a lista é grande e, pelo que tudo indica, o apetite não tem fim.


Um novo conceito em matéria de presente, a Smart Box, acaba de chegar ao Brasil. A idéia surgiu na França e é sucesso em 16 países. Gerida por Pierre-Edouard Stérin, a empresa afirma em seu site já ter presenteado mais de 5 milhões de pessoas. Seus produtos estão disponíveis em mais de 2500 pontos de venda.

São sete opções de caixas, com temas variados, como Zen & Spa, Sem Limite, Aventura, Escapada Pitoresca, Hotéis de Charme, Sonhos e Delícias e Escapada Gourmet. Cada caixa oferece mais de 60 opções de atividades, para uma ou duas pessoas, de acordo com o tema.

A caixa traz um catálogo com detalhes e contatos de cada uma das atividades, para que a pessoa possa escolher o que mais lhe agradar e agendar a data desejada para realização da experiência. São mais de 700 atividades, em 550 parceiros, por todo o Brasil. Para se ter uma idéia, as caixas custam de R$ 49 a R$ 699.

Imagine um hotel que é construído todos os anos e só funciona no inverno? Este é o Snow Castle, localizado em Kemi, na Finlândia. Feito inteiro de gelo, reconstruído desde 1996, ele tem três andares, esculturas, uma capela e uma cafeteria. A temperatura mais alta lá dentro é de -5ºC. Os 18 quartos também são todos feitos de gelo, inclusive a cama, e o colchão é um saco de dormir extremamente quente. Por questões óbvias, não tem chuveiro no hotel. O banho é tomado em uma pousada próxima, que também oferece uma sauna para os visitantes. Há também um restaurante, que serve as refeições em cima de uma mesa de gelo (não, a comida não vem fria porque é servida em pratos térmicos), e um ice bar.


Bastante procurado para casamentos e luas de mel, o hotel abriga ainda, em sua área de 20 mil metros quadrados, um teatro, uma galeria de arte e um parque de diversões para a criançada. A diária varia entre R$ 450 e R$ 750.

12 de fev. de 2009

Dia de bizarrices no moscabranca. Confira abaixo uma seleção dos cinco esportes mais inusitados e curiosos do planeta:

Xadrez-Boxe

Sediado em Berlim, possui até uma associação, a World Chess Boxing Association, cujo lema é: “Lutas se resolvem no ringue, guerras no tabuleiro”. Consiste em rounds de dois minutos de boxe, alternados com rounds de 4 minutos de xadrez. Coisa para brucutu inteligente.





The Tough guy

“O cara durão”, é uma espécie de corrida desumana, realizada na Inglaterra, que dura entre 90 minutos a 5 horas, dependendo da forma física do participante e do seu limiar de dor. Começa com uma longa corrida de cross-country, para depois os participantes entrarem numa pista com obstáculos “do inferno”: cercas elétricas, túneis subterrâneos e subaquáticos, fogueiras, arame farpado e toneladas de lama. Para piorar, possui uma versão de inverno, com temperaturas abaixo de zero.






Carregamento de esposas

Simples como o nome diz, basta carregar a sua esposa num percurso de 250 metros, o mais rápido vence. Inicialmente uma brincadeira, tem até campeonato mundial anual, realizado na Finlândia. O peso mínimo da esposa é de 49 kg, o ex-jogador de basquete Dennis Rodman já participou (ele alugou uma esposa), e um dos prêmios é o peso da sua esposa… Em cerveja.




Guerra de Travesseiros

Realizada todo ano em pelo menos 20 cidades do mundo, de Washington a Caracas, incluindo Londres, Nova York, Paris, Estocolmo, Sydney, Vancouver e Viena, o pillow fight consiste literalmente em uma guerra de travesseiros profissional. Acontecerá este ano pela primeira vez no Brasil, no parque do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 4 de abril.



Beer Pong

Atendendo a pedidos, fechamos esta seleção com o beer pong, um jogo inventado por universitários americanos no qual o competidor tenta encaçapar, com uma bolinha de tênis de mesa, o copo do adversário, forçando-o a beber a breja. Há toda sorte de apetrechos para a sua prática, incluindo uma mesa especial oficial.

O jogo tem um campeonato mundial, já divulgado neste blog. Confira no vídeo abaixo uma das etapas.

11 de fev. de 2009

"Não tenha pressa. Mas não perca tempo"
José Saramago


Era uma vez a Praça de Espanha, em Roma, Itália, berço da boa culinária. Em meados dos anos 80, para espanto de todos, surge no horizonte os arcos dourados de mais uma loja McDonald's. A inauguração gera reações que repercutem internacionalmente.

Inconformado, o italiano Carlo Petrini cria o Slow Food, uma associação cujo objetivo é valorizar culturalmente os alimentos e o prazer de comer bem e, dessa forma, fazer frente à dominação dos fast foods. Mais do que se opor ao paradigma da velocidade, o Slow Food defende um novo conceito de qualidade, que leva em conta não apenas o sabor, mas também como e por quem o alimento é produzido.


Em 1989, delegações de todo o mundo encontraram-se na Opéra Comique, em Paris, para aprovar o Manifesto Slow Food, onde afirmam: "Deixem-nos redescobrir o sabor e o aroma da cozinha regional e banir o efeito degradante do fast food. Em nome da produtividade, a vida rápida mudou nosso jeito de viver, nossa intimidade com o meio ambiente e com a terra". Surgiu aí o símbolo do movimento - o caracol, que devagar, como sabemos, vai ao longe.

O Slow Food cresceu. Hoje são mais de oitenta mil sócios em 135 países. O movimento tem dois grandes eventos mundiais por ano: o Terra Madre e o Salone del Gusto. Ambos acontecem no mês de outubro, na Itália, reunindo comunidades do alimento, chefs de cozinha, docentes e jovens de todo o mundo - pessoas envolvidas com produção, pesquisa, consumo e demais etapas da cadeia de alimentos sustentáveis de 153 diferentes países.

Umbu, produto brasileiro que faz parte da Arca dos Gostos

No Brasil, o movimento tem um portal e um blog, onde é possível encontrar dados sobre os produtos nacionais presentes na famosa Arca dos Gostos (catálogo mundial que identifica, localiza, descreve e divulga sabores quase esquecidos de produtos ameaçados de extinção, mas ainda vivos, com potenciais produtivos e comerciais reais) e a relação dos Convivium (grupos locais que articulam relações com os produtores, fazem campanhas para proteger alimentos tradicionais, organizam degustações e palestras, encorajam os chefs a usar alimentos regionais, indicam produtores para participar em eventos internacionais e lutam para levar a educação do gosto às escolas).

O termo slow, por sua vez, ganhou autonomia e virou tendência. Do Japão à Holanda, dos Estados Unidos à Noruega, surgiram vários movimentos, tais quais:

- slow città - cidades comprometidas em se proteger da loucura veloz que adoece as grandes cidades. Ex: cidade italiana de Bra, no Piemonte;


- slow design - preocupação em produzir artigos que durem e sejam atemporais;

- slow travel - filosofia que identifica a pressa como a maior inimiga das viagens perfeitas;

- slow home - o movimento vem buscando conscientizar as pessoas a criar bairros e casas saudáveis. Apela para o fim das más construções, do mau design, do marketing enganoso, das práticas desleais de empréstimos e de negligências ambientais no setor da habitação;

- slow money - filosofia que prega o investimento na comunidade, ações de sustentabilidade e responsabilidade social;


A última derivação do movimento que se tem notícia é o slow blogging, tema de uma reportagem no New York Times, que é uma frente que combate os blogs de notícias que publicam 50 posts por dia, tal qual um restaurante de fast food. Os que praticam o slow blogging atualizam suas páginas de uma maneira mais contida, publicam pensamentos e ensaios, ou seja, blogagem lenta, sem pressa e sem estresse.

Nem tanto ao mar nem tanto a terra, mas é de se pensar, devargazim, como diria um bom mineiro...

10 de fev. de 2009


Quem não passou os Anos 80 escondido debaixo da cama, certamente cantou e dançou muito com '867-5309', hit do texano Tommy Heath, líder da banda Tommy Tutone. O famoso número de telefone de uma tal de Jenny, que povoou a imaginação de muita gente, foi tirado de serviço por mais de vinte anos até ser resgatado por um DJ de New Jersey, que, por sua vez, acaba de colocá-lo à venda no eBay.

Até agora, o lance vencedor para a música do hoje cinquentão e pai de três filhos Tommy Heath é de US$ 186.853,09. É mole?!

Se você nunca ouviu falar dessa música, não perca mais tempo e confira o video abaixo.


"Parecia um parque comum: seis crianças caindo de seus skates e rindo umas das outras. Mas há pouco tempo, o corpo de um homem-bomba estava deitado naquele mesmo local sobre uma poça de sangue".

Com esse tom meio sensacionalista, porém não tão distante do real, o New York Times inicia uma reportagem, publicada recentemente, sobre a Skateistan, a primeira escola de skate do Afeganistão.


A bem da verdade, a iniciativa do australiano Oliver Percovich, 34 anos, acontece hoje duas vezes por semana em um decrépito chamariz da era soviética com profundas rachaduras localizado na cidade de Cabul, onde ele vive há algum tempo. Mas ele já arrecadou o dinheiro necessário para construir um complexo de 796 km² que sediará a Skateistan e a Autoridade de Parques de Cabul doou o terreno. Ele ainda espera a permissão oficial para dar início ao projeto.


Percovich chegou ao Afeganistão de maneira impulsiva no começo de 2007 porque sua namorada na época havia aceitado um emprego em Cabul. Ele desistiu de sua padaria, colocou algumas roupas (e skates) em uma mala e deixou a Austrália. Sem conseguir achar emprego, fazia o que gostava desde seus seis anos de idade: andava de skate, inabalado pelos comboios militares, burricos, barracas, poeira e algumas explosões.

Ele acredita no poder de transformação que o skate tem, e vê a possibilidade de tornar, por meio do esporte, o futuro das crianças afegãs menos sangrento, unindo diversos grupos étnicos sob um mesmo objetivo: se divertir.

Clique aqui se quiser ajudar Percovich em sua empreitada, diga-se de passagem, pra lá de mosca branca!

Confira abaixo o vídeo gravado pela equipe do NYT em Cabul.



9 de fev. de 2009


Como bom bebedor, certamente você já deve ter se aventurado em misturar bebidas, frutas, temperos, condimentos e seja lá mais o que estiver disponível em sua cozinha, com o intuito de promover uma degustação entre os mais chegados. É bem provável, no entanto, que a mistura, em 90% dos casos, tenha surtido um grande efeito 'embriagador', dado seu excesso de álcool, mas não tenha sido lá muito pródiga no que diz respeito ao sabor. Mas valeu pela diversão, não é mesmo? Essa é a opinião de Marleigh Riggins, fundadora do portal Sloshed!, que se propõe justamente a ser uma plataforma para a troca de experiências etílicas.

No site, você encontrará uma receita de drink diferente e quase sempre inusitada por dia. Além de poder fazer o seu comentário a respeito, poderá sugerir também os seus experimentos na área. Os drinks estão organizados por tipo de bebida e a lista, que começou a ser montada em meados de 2005, é bem farta, diga-se de passagem.

Dica valiosa do Roberto Larroude.

- Megan Petrus, 27 anos, se deu conta da crise econômica quando seu namorado, operador de derivativos financeiros de um grande banco, se mostrou mais preocupado em ajudar um colega demitido do que em consolá-la depois que o pai dela sofreu um ataque cardíaco;

- Christine Cameron percebeu que a recessão se tornara real quando seu namorado, um analista financeiro com quem está junto há um ano, se embebedava e sumia todas as vezes que viajavam, e ainda a acusava no dia seguinte de ter sido ela quem havia fugido;

- Dawn Spinner Davis, 26 anos, diz que os gráficos com as tendências de queda começaram a fazer sentido quando o homem com que se casou em meados de novembro, um gestor de fortunas de 28 anos, disse que queria morrer e parou de sair de casa.

Das experiências relatadas acima surgiu em novembro de 2008 o grupo de apoio Namoradas de Banqueiros Anônimos. O objetivo do grupo, que se reúne semanalmente, é ajudar as mulheres a lidarem com o inevitável efeito colateral produzido no relacionamento pelo colapso do sistema financeiro americano.

O grupo criou um blog batizado de Livre de Fiscalização das Feministas, que convida as mulheres a se associarem se a verba para levar uma vida de 'patricinha' foi cortada pela metade e o tratamento VIP nos clubes noturnos quase desapareceu de suas vidas. Perto de 30 mulheres, na faixa dos 25 aos 29 anos, postam regularmente mensagens no site.

Um tema frequente no grupo é a ligação entre a sala da diretoria e o quarto de dormir. "Há aquele tipo de pessoa que tem um péssimo dia no pregão da Bolsa e quer fazer mais sexo", comenta Dawn Spinner. Christine Cameron, por sua vez, diz que os 'Wall Street Boys' simplesmente não conseguem ficar desconectadom das notícias sobre mercado financeiro que recebem em seus Blackberrys ou dos noticiários dos canais Bloomberg e CNBC.

Mas por que elas simplesmente não se separam? "Não se trata apenas de gastar US$200 em um jantar. Eles são machos alfas, ou seja, agressivos, dinâmicos, não aceitam não como resposta, têm e inspiram confiança. Isso cria uma aura em torno deles", afirma, de queixo erguido, Megan Petrus.

6 de fev. de 2009

Ataque Libriano

por Fernando Targa

Como muitos já sabem, aconteceu nessa semana um daqueles casos malucos que só o ser humano mais sem noção tem a capacidade de produzir. Um tiete do galã norte-americano Tom Cruise está leiloando um copo de mate, usado e amassado pelo próprio astro durante sua recente visita ao Rio para promover seu novo filme. Verdade ou não, o “objeto sagrado” está disponível para arremate pela bagatela de 5 mil reais.

Isso me fez lembrar uma cena do filme “Febre de Juventude” (I wanna hold your hand, de 1978), onde dois dos adolescentes que viajaram até Nova York para ver a apresentação inédita dos Beatles no “Ed Sullivan Show” são pegos no flagra vendendo pedaços de lençóis que teriam coberto as camas dos quartos de hotel onde eles estavam hospedados. É claro que tudo era uma farsa...

A fama exacerbada dos pop stars vem um pouco disso, mas essa insanidade é alimentada muitas vezes pelo próprio artista, que maltrata nossa inteligência com frases e declarações totalmente dispensáveis. Escolhi 5 das piores para ilustrar bem o que estou falando:

“Sou modesto no que diz respeito à criação e não o sou pessoalmente. Me acho melhor do que Chico, Gil e Milton juntos”
Caetano Veloso, astro da Tropicália e humilde brasileiro...

“Nós inventamos o Punk. Nós dizemos como as coisas são”
John Lydon, dos Sex Pistols, mostrando como se responde a um entrevistador curioso demais

“Eu canto melhor que o Elvis Presley”
Liam Gallagher, vocalista do Oasis, ao final de um dos vários shows em enormes arenas londrinas


“Com certeza, já transei com mais de 2 mil mulheres”
Paul Stanley, integrante da banda de hard rock Kiss

“Não acredito nos Beatles, acredito em mim”
John Lennon, um dos Beatles e alto-confiante ao extremo

Haja paciência...

Até

Quando J.R. Cohem, do estabelecimento CoffeeGroundz em Houston, Texas, ouviu falar do Twitter por um dos seus clientes, ficou intrigado. Hoje, ele dá créditos à rede social por duplicar os seus clientes e por lhe abrir os olhos a uma nova forma de fazer negócios.

Um número cada vez maior de empresas está desenvolvendo estratégias de marketing para 140 caracteres (o limite que cada mensagem pode ter).

Quem ainda não se deu conta das potencialidades do Twitter, este é um grande exemplo. Em 31 de Outubro de 2008, Sean tinha fome e como cliente regular do CoffeGroundz enviou a seguinte mensagem:

'I want to pre order a bkfast wrap so i can zip tru to get back for gas man. c’est possible?'
Cohen rapidamente respondeu
'Yes, what do you want on it?'

Passados alguns minutos, Sean dirigiu-se ao estabelecimento para buscar o seu “burrito”. E assim aconteceu a primeira encomenda de fast fooda da história do Twitter.

A partir deste momento, a coffe-shop remodelou a sua estratégia de marketing e até já organiza encontros de utsuários da rede social no seu estabelecimento que está equipado com uma rede wireless.
Mosquiteiro

por Paulo Moura




Um menu inteiro defumado? O gaúcho José Sergio Wolf provou que é possível no escondido, simples e apertado Smoky Jô, restaurante que abriu há oito anos em Pinheiros.

De entrada, tomate e cebola defumados vão bem com a cerveja uruguaia Patricia geladíssima. Como prato principal, se você aprecia uma boa pimenta, a dica é o Primadona - costela de boi recheada com pimenta verde, pimenta jalapeño, tomate, salada de cebola, alho e farinha de mandioca. Se você passa longe da pimenta, vá de costelinha de porco defumada e desossada coberta com molho agridoce. Para a sobremesa, figos em calda defumados com creme de leite ou abacaxi curtido em jurupinga.

Localizado praticamente na esquina da Mourato Coelho com a Rua dos Pinheiros, o restaurante é um achado. Lá você vai gastar uns R$ 35,00 por pessoa. Atenção: a casa não aceita nenhum tipo de cartão.

Vale a visita!

5 de fev. de 2009

No editorial de uma recente edição do Meio & Mensagem, Regina Augusto revela um fato, no mínimo, intrigante da viagem que fez à Índia: "...Uma das coisas que mais chama a atenção nas ruas, tanto de Bombaim quanto de Nova Délhi, é que os meninos que ficam nos semáforos vendem livros, e não balas com coisas sem nenhum valor, como acontece nas grandes cidades brasileiras. E não são livros usados ou velhos, mas lançamentos e best sellers, como o novo volume de Thomas Friedman, Hot, Flat and Crowded, ainda inédito no Brasil, e Eat, Pray and Love, de Elisabeth Gilbert".

O ideal é que crianças não precisem vender nada na rua para sobreviver, mas penso que essa descrição vale por si só uma reflexão sobre o país que temos e o país que queremos.

Eis alguns números:

4,7 livros – é a média de leitura anual da população brasileira, incluindo a Bíblia e livros didáticos e técnicos, segundo pesquisa feita no ano passado com adolescentes e adultos pelo Instituto Pró-Livro
1,3 livro – é o número de obras que os brasileiros lêem por ano por vontade própria, sem ser obrigados por escolas ou universidades
1,1 livro – é o número de obras que as pessoas compram por ano
39% dos leitores brasileiros têm até 17 anos, ou seja, estão em idade escolar e lêem livros indicados pela escola; 14% têm entre 18 e 24 anos, idade compatível com ensino superior.


Apesar de tudo isso, uma iniciativa isolada que vem acontecendo há alguns anos na capital federal serve como alento. Luiz Amorim, garoto pobre, começou a trabalhar aos 12 anos, foi alfabetizado aos 16 e leu seu primeiro livro aos 18. Empregado de um açougue praticamente falido chamado Triângulo e Damasco, fez uma proposta e o arrematou no longínquo ano de 1994. Imediatamente mudou o nome do estabelecimento para T-Bone. Em meio à peças de fraldinha e picanha, Luiz abriu uma estante onde empilhou alguns livros que passariam a ser oferecidos gratuitamente para a leitura dos clientes, que depois os devolveriam. Começou com dez livros, hoje tem um acervo de 10 mil.

Inquieto, criou um projeto de noites culturais, cujo propósito era oferecer um espaço para que o público pudesse ter contato direto com escritores, músicos e artistas plásticos. As reuniões começaram modestas, agrupando cerca de 30 pessoas. Hoje, dez anos depois, contabilizam-se mais de 150 mil pessoas e mais de 500 artistas para participar desta celebração à arte na entrequadra 312/13 da Asa Norte. Artistas de renome nacional já se apresentaram no projeto, entre eles: Moraes Moreira, Chico César, Guilherme Arantes, Célia Porto, Tom Zé, João Donato, Geraldo Azevedo, Jorge Mautner, Belchior, Erasmo Carlos, e outros.

Luiz não parou por aí e estendeu a biblioteca para os pontos de ônibus da cidade. O novo projeto consiste em pequenas livrarias instaladas em 15 pontos estratégicos. A pessoa chega para esperar seu ônibus e aproveita para dar uma olhada nos livros. 'Gostou? Pode levar, mas tem que devolver'.

Pena, enfim, que a história de Luiz, um legítimo mosca branca, seja um caso isolado. Por ora, temos sim que nos contentar em vislumbrar espantados as pobres crianças distribuindo livros nas ruas indianas.

4 de fev. de 2009


Se você não dispensa a fatídica lista de calorias antes de cada refeição, o Fatburgr é um site feito para você.

Lá você encontrará uma lista bastante abrangente dos produtos vendidos e presentes nas grandes cadeias de fast-food ao redor do mundo. O site disponibiliza a informação sobre o valor calórico de cada refeição, assim como o nível de gorduras e hidratos de carbono presente em cada alimento.

Cada fast food tem uma página com todos os seus produtos relacionados, tendo como base os documentos fornecidos pelas próprias redes. Por enquanto, apenas algumas cadeias como McDonald´s, Burger King, Subway e Chili's, estão presentes no país, mas a iniciativa poderá ser facilmente replicada por aqui.

O site já tem uma versão disponível para iPhone, para os mais neuróticos não correrem o risco de serem pegos desprevenidos.

Com presença em mais de duas mil lojas de 22 países, a Icebreaker, empresa produtora de roupas de lã sediada na Nova Zelândia, colocou em prática um conceito que poucas indústrias teriam condições ou coragem de fazer. A idéia é promover um movimento de 'sustentabilidade transparente', ou seja, provar e mostrar que todas as etapas envolvidas no processo de fabricação de suas roupas respeitam o meio ambiente.

Ao entrar no site da empresa, o cliente pode rastrear a procedência da roupa adquirida a partir de um código único constituído por letras e números impresso na etiqueta (Baacode). Seguindo as instruções, é possível verificar a procedência do produto desde a origem da lã utilizada até acompanhar o processo de produção (produção da malha, tinturaria, corte e acabamento). Mais do que informações, o usuário tem acesso a fotos e vídeos de todo o processo e instalações.

A empresa foi fundada por Jeremy Moon em 1995 com o propósito de vender malhas esportivas desenvolvidas a partir de fibras naturais. Ao analisar o mercado, o empresário procurou se diferenciar e desenvolveu um vestuário natural renovável, tendo como base a lã de merino, resistente ao fogo e à chuva. Essa lã é proveniente de uma raça de carneiros que habita as regiões da Nova Zelândia e Austrália. Sua lã é caracterizada pela altíssima qualidade e é tida como a mais nobre para uso em vestimentas e artigos de decoração.

A Icebreaker pode ser considerada hoje a maior fabricante de peças de lã do tipo merino do mundo.
Sim, isso é lã!

3 de fev. de 2009


Também conhecido como Diamond Dave, David Lee Roth, o eterno vocalista do Van Halen, ficou conhecido no mundo todo pelas suas performances acrobáticas e seus gritos e sussurros, considerados por muitos, inigualáveis, seja lá o que isso queira dizer...

Fato é que ele tem dado o que falar ultimamente na Internet. Primeiro, surgiu um hotsite, certamente criado por um fã ardoroso, que reproduz todos os famosos gritos de Mr.Lee Roth. Desde 'Oh, god' a 'I got no love'! Como bônus, se quiser mesmo 'enlouquecer', você pode ouvir as 37 opções ao mesmo tempo. O endereço é http://www.thetyser.com/

Na semana passada, um outro fã, também alucinado, diga-se de passagem, decidiu pegar os vocais de David Lee Roth em “Runnin’ with the Devil” e introduzi-los no programa Microsoft Songsmith, novo software que cria uma base musical a partir do que você cantar. O Songsmith interpretou a melodia e escolheu os acordes que mais combinavam com ela, pelo menos ele acha que combinavam. Confira o resultado abaixo e tire suas própria conclusões:



É, pois é...

De vez em quando também dou uma de libriano, como meu amigo e colaborador deste blog, Fernando Targa, e passo a montar listas de tudo o que você puder imaginar. Cinema, certamente, é um dos assuntos mais recorrentes.

Embora, haja uma série de publicações e sites especializados, um que vai fazer seu queixo cair é o 65 anos de cinema . Um verdadeiro achado, o endereço contém fichas técnicas, sinopses, críticas, fotografias, cenas e músicas de filmes assistidos por um cinéfilo nos últimos 65 anos.

Segundo o autor, que se mantém anônimo, já são 2.968 filmes assistidos até esta data, catalogados por ordem alfabética, ano, estúdio e distribuidora, prêmios e festivais. E, se você tiver um 'ataque libriano', acesse a lista que ele fez dos 500 maiores filmes de todos os tempos. É um prato cheio!

Dica do amigo PC.

2 de fev. de 2009

Realmente, 2009 promete...

O Tribunal de Justiça de Goiás, em sentença inédita e mosca branca de fato e de direito, decidiu que o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo passivo, não pode mais se declarar vítima de atentado violento ao pudor.

Para o tribunal, 'quem participa de sexo grupal, já pode imaginar o que está por vir, e não tem direito de se indignar depois'. O acórdão foi publicado no dia 6 de janeiro.

Clique na imagem abaixo para ler a matéria na íntegra publicada pela sucursal de Brasília do Jornal O Globo.

Obs: Obrigado a amiga Luciana Canuto pela dica!



É certo que a Internet nunca substituirá uma visita pessoal, mas não dá para ficar de fora. Essa foi a conclusão da Filarmônica de Berlim, uma das mais prestigiadas orquestras do mundo, ao colocar em operação de maneira pioneira uma plataforma online que permite a entusiastas da música clássica, em qualquer parte do mundo, acompanhar ao vivo suas apresentações.

A orquestra oferece aos interessados três pacotes básicos. O mais simples deles custa 9,90 euros (cerca de 30 reais) e dá direito a um concerto ao vivo. Por 48 horas, o interessado terá acesso ao arquivo digital da apresentação. O segundo pacote, por sua vez, oferece os concertos do restante da temporada 2008-2009, e sai por 89 euros, ou cerca de 270 reais. E o terceiro, que custa 149 euros (cerca de 450 reais), vale para os 30 concertos da temporada 2009-2010, que começa em agosto. As transmissões são feitas por câmeras comandadas por controle remoto.



Se a música clássica começa a dar seus primeiros passos na web, os museus há muito tempo já voltaram os olhos para ela. Uma das últimas iniciativas anunciadas foi a do Museu do Prado (foto acima), de Madri, que acaba de firmar uma parceria com o Google para disponibilizar uma ferramenta por meio da qual é possível analisar as 15 maiores obras-primas de sua coleção - em altíssima resolução, 1.400 vezes maior do que a de uma foto digital.

O Museu Metropolitano de Nova York já disponibiliza todo o seu acervo para visitação online; e o Louvre, por sua vez, oferece passeios virtuais pelos seus suntuosos corredores. O Museu Arqueológico Penn, da Universidade da Pensilvânia, considerado o principal em sua especialidade no mundo, também já está no processo de digitalização de seu acervo, constituído por mais 1 milhão de objetos. Por aqui, o Museu de Arte Contemporânea da USP é a melhor opção existente de acervo virtual. Outros museus, no entanto, já estão estudando a possibilidade de futuras incursões na web.

E, por falar em museu, caso você ainda não conheça, não deixe de visitar o Museu da Internet. Atualmente, o conteúdo armazenado ocupa 100 terabytes contanto com aproximadamente 10 bilhões de web pages arquivadas. Na primeira página você preenche uma URL e aperta um botão com o título "Take me Back" para poder visualizar como era um determinado endereço eletrônico no passado (como o UOl de 1993, representado abaixo).

No site, ainda existem algumas coleções temáticas, que abordam a história de fatos marcantes dos EUA. Uma das coleções interessante trata dos 'Pioneiros da Web', ou seja, as primeiras empresas a usar a Internet como meio de divulgação e os respectivos sites criados naquela época. Nesta coleção é possível encontrar algumas páginas que foram criadas em 1993 e 1994.

1 de fev. de 2009


Make life better. Esse é o slogan de mais uma rede social, a Affluence. Assim como a Small World, Diamond Lounge e Qube, a Affluence tem como foco pessoas de alto poder aquisitivo, ou melhor, milionários.

Ao contrário de seus concorrentes diretos, no entanto, a Affluence não exige convites para que os interessados possam se tornar membros. É possível se registrar gratuitamente, desde que se apresente um demonstrativo de patrimônio líquido mínimo de US$ 3 milhões ou um rendimento mínimo anual de US$ 300 mil.

Uma vez na comunidade, o usuário terá o apoio de uma 'concierge' que o ajudará a gastar seu dinheiro nos melhores hotéis, restaurantes, clubes e discotecas. Além disso, terá acesso a festas dignas de dasluzete, mansurete e garneirete nenhum botar defeito. Mensalmente, o privilegiado membro do clube receberá uma revista impressa - a Affluence Magazine - em sua casa, com dicas e sugestões para tornar seu dia a dia mais agradável. Contudo, o maior benefício de redes sociais como a Affluence é o relacionamento, ou seja, em seus domínios o papo é de milionário para milionário.

Segundo reportagem da Techcrunch, esse modelo de rede social para 'privilegiados' tende a se disseminar este ano. E o Brasil, quer dizer os arredores da Vieira Souto, Vila Nova Conceição e Morumbi, é um dos potenciais alvos.