A Internet tornou imensamente mais fácil a vida de quem quer ou precisa, sobretudo por indisponibilidade de recursos financeiros, estudar por conta própria. O Open CourseWare Consortium, por exemplo, é um consórcio global de universidades e instituições de ensino que contribui com o desenvolvimento da educação, através da publicação de conteúdo aberto e gratuito na Rede. O endereço mantém um diretório de cursos online gratuitos de mais de 200 universidades de primeira linha como Stanford, MIT e Yale, entre outras ao redor do mundo.
No Brasil, a Fundação Getulio Vargas participa da iniciativa e oferece cursos de áreas como gestão empresarial e metologia, além de conteúdo para professores do Ensino Médio. Os alunos não obtêm certificado, mas, se acertarem mais de 70% de uma prova de dez questões ao final do curso, a fundação oferece uma declaração de término do curso.
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9 de out. de 2010
2 de mar. de 2010
Futurity - Ciência sem Intermediários
O Futurity, um portal criado em setembro do ano passado por universidades americanas frustradas com a cobertura científica feita pelos meios de comunicação tradicionais, acaba de angariar novos adeptos, as universidades inglesas. Segundo o Journalism.co.uk, já são 66 instituições participantes, dentre as quais as renomadas Stanford, Berkeley, Duke, Princeton, Yale e Rochester.
Antes mesmo de ser interpretado como uma reação à má qualidade das notícias científicas, o Futurity, na verdade, nasceu da constatação de que há cada vez menos espaço para elas. Estima-se que em pouco mais de 20 anos, o número de revistas e jornais que tinham seções que divulgavam ciência nos Estados Unidos caiu de 150 para 20 e, mesmo essas, concentram suas notícias no campo de saúde e estilo de vida.
No portal, são reunidos e editados press releases feitos pelos departamentos de comunicação das universidades, mas o público-alvo já não são os repórteres, e sim o público-leitor. As universidades parceiras produzem os artigos que são enviados para a Universidade de Rochester, que após revisão, alimenta o portal e, esse por sua vez, já serve de fonte para o Google News, Yahoo, Associated Press, The New York Times, entre outros.
Ainda é cedo para saber se o Futurity é uma boa solução frente à crise econômica da imprensa tradicional ou, mais especificamente, das editorias de ciência, mas, à primeira vista, parece bastante uma alternativa atrativa.
O Futurity, um portal criado em setembro do ano passado por universidades americanas frustradas com a cobertura científica feita pelos meios de comunicação tradicionais, acaba de angariar novos adeptos, as universidades inglesas. Segundo o Journalism.co.uk, já são 66 instituições participantes, dentre as quais as renomadas Stanford, Berkeley, Duke, Princeton, Yale e Rochester.
Antes mesmo de ser interpretado como uma reação à má qualidade das notícias científicas, o Futurity, na verdade, nasceu da constatação de que há cada vez menos espaço para elas. Estima-se que em pouco mais de 20 anos, o número de revistas e jornais que tinham seções que divulgavam ciência nos Estados Unidos caiu de 150 para 20 e, mesmo essas, concentram suas notícias no campo de saúde e estilo de vida.No portal, são reunidos e editados press releases feitos pelos departamentos de comunicação das universidades, mas o público-alvo já não são os repórteres, e sim o público-leitor. As universidades parceiras produzem os artigos que são enviados para a Universidade de Rochester, que após revisão, alimenta o portal e, esse por sua vez, já serve de fonte para o Google News, Yahoo, Associated Press, The New York Times, entre outros.
Ainda é cedo para saber se o Futurity é uma boa solução frente à crise econômica da imprensa tradicional ou, mais especificamente, das editorias de ciência, mas, à primeira vista, parece bastante uma alternativa atrativa.
8 de jun. de 2009

Aulas e palestras das melhores universidades do mundo, como MIT, Yale, Harvard, Berkeley e Stanford, começam a ser disponibilizadas no site da ONG Academic Earth. Os temas vão de astronomia, física, matemática e engenharia a biologia, história, economia e ciência política.
A ideia é de Richard Ludlow, formado em economia pela Yale, que ao procurar aulas de álgebra linear na internet percebeu a necessidade de agrupar esses vídeos de forma organizada e amigável. E o site faz isso muito bem. São diversos cursos gratuitos de vários temas. O que antes era acessível apenas a um pequeno grupo de pessoas está disponível a todos que tenham acesso à internet, reforçando o melhor papel desempenhado pela web, que é o de espalhar o conhecimento.
Na seção Playlist é possível ver as escolhas dos editores, como os grupos de palestras Entendendo a Crise Financeira e Guerras na História. O endereço já teve 1 milhão de visitas em três meses de funcionamento.
(via Idearium)
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