21 de jan. de 2014

A genial estratégia do cocktail surpresa

O luxuoso e badaladíssimo Hotel NoMad de Nova York teve uma ideia genial para agitar ainda mais as noites do seu bar. Juntamente com o cardápio tradicional, os clientes recebem dois jogos de cartas. Num deles, constam as bebidas ilustradas, de champagne à absinto, e alguns ingredientes, como pimenta, limão e gengibre; no outro, imagens icônicas capazes de representar o estado de espírito daquela noite, que variam entre Batman, Rolling Stones, Coco Chanel, Virgem Maria, entre outros.




Se topar a brincadeira de abrir mão do menu tradicional, o cliente então escolhe até quatro cartas e entrega ao garçom que, por sua vez, leva a combinação ao bartender, cujo papel é interpretar o pedido e criar um cocktail personalizado.


Cada "cocktail surpresa" custa em média 17 doletas. Ideia facilmente replicável que tem tudo para agradar, não?!

(via CoolHunting

20 de jan. de 2014

10 golaços ilustrados lance a lance

Para imortalizar alguns dos gols mais marcantes que assistiu, o ilustrador Marco Sousa criou uma série de ilustrações que mostram o desdobramento das jogadas, lance a lance, até as redes balançarem. Tem de tudo, desde o  o gol antológico de Pelé contra o Juventus, em 1959, o gol de Guerrero que deu o título mundial ao Timão, o centésimo gol de Rogério Ceni, até o chapéu de Alex, na época do Palmeiras, em cima do ídolo são paulino.











16 de jan. de 2014

Um farol, 365 clicks

Belíssima homenagem à Bahia feita por Tunisio Alves Filho! Ele passou um ano fotografando todos os dias o Farol da Barra dos mais diversos ângulos e fazendo uso dos mais variados artifícios.

Por onde quer que fosse e da forma que fosse, lá estava o Farol, dia após dia, sempre imponente!




























15 de jan. de 2014

As inspiradoras caixas de papelão para bebês da Finlândia

Na década de 30, a Finlândia era um país pobre e a mortalidade infantil era alta ─ 65 em mil bebês morriam. Foi quando o governo instituiu uma medida em que todas as mulheres grávidas passaram a receber gratuitamente um kit maternidade, desde que visitem um médico ou uma clínica pré-natal antes do quarto mês de gestação.


O kit inclui uma caixa de papelão com um pequeno colchão, que pode ser usada como cama durante os primeiros meses de vida do bebê, macacões, um saco de dormir, roupas de inverno, produtos de banho e fraldas.


Vale ressaltar que as mães podem escolher entre receber a caixa ou uma ajuda financeira, que atualmente é de 140 euros (R$ 390), mas 95% optam pela caixa.


Muitas crianças, de todas as classes sociais, têm seus primeiros cochilos dentro da segurança das quatro paredes da caixa de papelão. "Os bebês costumavam dormir na mesma cama que os pais e foi recomendado que esse costume acabasse”, disse à BBC Panu Pulma, professor de História Finlandesa e Nórdica da University of Helsinki. “Incluir a caixa no kit serviu como um incentivo para os pais colocarem os bebês para dormir separados deles.”


Em um certo momento, mamadeiras e chupetas foram removidos do kit para incentivar o aleitamento materno. “Um dos principais objetivos de todo o sistema era fazer com que as mulheres amamentassem mais e funcionou”, disse Pulma. 

Atualmente, A Finlândia  é o "melhor país do mundo para ser mãe", segundo o relatório anual da ONG Save the Children.

20 de dez. de 2013

Era uma vez uma campanha de Natal criativa e engajadora



Nos anos 40, a então já centenária fabricante de brinquedos FAO Schwarz, que até hoje pode ser visitada em uma loja em Nova York - palco da mítica cena de Quero ser Grande, em que Tom Hanks e Robert Loggia dançam em um gigantesco piano no chão -, criou uma simples e brilhante campanha de marketing. Consistia basicamente no número de uma central telefônica no qual as crianças poderiam 'discar' e falar diretamente com o Papai Noel. Com a ajuda dos pais, milhares delas fizeram inúmeros pedidos: paz mundial, carrinhos, bonecas, ursos, coelhos e o que mais a imaginação permitisse.



A ação, como um completo case de PR, foi sugerida com exclusividade para a prestigiosa revista Life, que fez uma galeria sensacional da criançada.


Não vi nada minimamente criativo ou inovador nas campanhas desse Natal, o que, com tantas ferramentas disponíveis, acaba sendo bastante decepcionante. Fica, portanto, essa ação de mais de 70 anos atrás como uma referência e um alerta sobre a nossa paralisia.





Feliz Natal e meus votos de um Ano Novo com mais ideias e iniciativas... e menos xororô!