18 de set. de 2012

Fukt Magazine


Fukt magazine é uma publicação anual baseada em Berlim dedicada ao desenho contemporâneo. Seu foco é perseguir, com a maior simplicidade possível, o valor do desenho como uma forma de expressão praticamente autônoma.


A revista, que acaba de chegar à décima primeira edição, é editada e coordenada por Björn Hegardt e conta com uma dezena de autores, muito diversos entre si (em termos de técnicas, origens, formações, materiais e verves), porém todos unidos nesta bandeira.




  


17 de set. de 2012

Como um único homem conseguiu mudar o destino de uma aldeia inteira com... cores!

As chamadas vilas militares foram construídas no final de 1940 e 1950 em Taiwan com o propósito de servir de moradia provisória para os soldados nacionalistas, contudo acabaram  tornando-se assentamentos permanentes. A maioria delas, hoje, se assemelha a favelas, em decorrência do abandono e dos maus tratos.



Como você pode ver pelas imagens acima, uma delas, entretanto, conseguiu fugir à regra, graças a Huang Yung-fu, um veterano de guerra de 88 anos de idade. Conhecida como Rainbow Village, a vila localizada em Taichung tem cores em cada centímetro quadrado e acabou se transformando em um pedaço do céu no meio da rotina caótica do local.


Huang é um artista autodidata e começou a pintar para ele mesmo, mas logo foi descoberto por estudantes de uma universidade próxima. Eles tiraram fotos de seu trabalho que se tornaram virais, transformando o pequeno povoado em uma grande atração turística de Taiwan.









Bravo!!!

14 de set. de 2012

11 doses de street art para você se embriagar no final de semana

Segue uma seleção de inéditas aqui capturadas no sensacional Street Art Utopia:


(STMTS na Grécia)


(De autoria desconhecida/Registrada na Polônia)


(Fauxreel em Toronto, Canadá)


 (Autor desconhecido/Brest - França)


(Isaac Cordal na Espanha)


(Eduardo Kobra em NY)


(Kenny Random em Londres)


(Ernest Zacharevic na Malásia)


(Dihzahyners Project no Líbano)


(Por MTO - França)


(Para fechar, nada mais apropriado do que um Bansky)

13 de set. de 2012

Que tal comprar um livro no sebo atracado logo ali???

O Book Barge é um sebo itinerante que que funciona em um barco. Ele percorre as hidrovias do Reino Unido a uma velocidades de 4 milhas por hora (embora geralmente fique ancorado em Staffordshire).


 
A proprietária, Sarah Henshaw, inspirou-se no movimento slow food para transformar o barco que adquiriu em 2009 em abrigo para prateleiras e mais prateleiras de relíquias literárias. Ela explica o porquê: '...esperamos promover um estilo de vida menos apressado e cheio de prazeres ociosos, xícaras de chá, conversas, cultura e, claro, bons livros... Eu esperava que, ao criar um espaço como esse, os clientes percebessem como livrarias independentes podem oferecer uma experiência de compra mais agradável que encontram on-line ou nas prateleiras de supermercados.'


O Book Barge oferece ainda sessões de “biblioterapia”. Por meio de uma boa conversa com cada cliente, os tripulantes da navegação estão aptos a sugerir obras que possam completar as atuais preferências literárias da freguesia, além de desvendar aspectos do seu “leitor interior” ainda desconhecidos.



Na página do Facebook (sim, o barco tem uma fan page e um perfil no Twitter), você encontra maiores informações.



Adorei a ideia!

(via Flavorwire)

Bansky em GIFs animados

O artista sérvio ABVH concebeu uma série de GIFs animados reinterpretando obras de arte famosas de Bansky. Ficou bem bacana!







(via DesignBoom)

10 de set. de 2012

Marcos López: nosso Andy Warhol tresnoitado, na ressaca de tequila de segunda

Convidado para o Festival Internacional de Fotografia ,que acontece no final deste mês em Paraty, o argentino Marcos López é daqueles fotógrafos com marca registrada. Quem já viu uma de suas obras reconhece seu estilo.


Conhecido como o 'David LaChapelle latino', à semelhança do americano, López monta, para cada fotografia, um verdadeiro set de filmagem, ou seja, luz artificial, modelos, produção e, certamente, um roteiro muito bem definido.


Suas fotografias são carregadas de referências culturais argentinas, humor e ironia, personagens com estereótipos latino-americanos, com um sarcasmo inteligente e provocador. Em entrevista concedida ao Estúdio Madalena ano passado, ele não economizou em provocações: "Para fazer fotografia latino-americana, não é necessário ir a Cuzco, Machu Picchu, nem às pirâmides astecas, ou ter a foto do Condor-dos -Andes. Nas fotos me interessa a identidade visual, a textura que quero referenciar".


Tem mais: “Decidi falar das minhas dores, dos meus mortos e das minhas penas, como um Andy Warhol tresnoitado, na ressaca de tequila de segunda. Além disso, interessa--me reivindicar a nossa selvagem América, o nosso modo de pensar e de nos expressarmos esteticamente com uma personalidade pela qual não temos de pedir autorização a ninguém”
  






3 de set. de 2012

Um Jardim de Livros

A obra do artista italiano Massimo Bartolini, em Ghent, na Bélgica, desperta em todo o leitor o desejo do teletransporte.


O nome da instalação montada até 16 de setembro é Bookyard, e faz parte do festival de arte contemporânea TRACK. E o melhor é que os visitantes podem pegar emprestado ou comprar os livros das prateleiras




(via Menos um na Estante)

Estradas Musicais

Se imagine agora em uma estrada, dirigindo tranquilamente, vidros abertos, até que começa a ouvir notas familiares "mi-mi-fa-sol-sol-fa-mi"...  Conforme você acelera, as notas continuam "re-do-do-re-mi-mi-re-re" e você olha para o seu rádio: desligado! De onde vem a nona sinfonia de Beethoven então? 


Da estrada! Provavelmente, uma estrada japonesa, já que lá que se popularizaram as chamadas 'melody roads' ou 'musical roads' - embora a primeira tenha sido criada na Dinamarca em 1995, com o nome de Asphaltophone. As ranhuras do asfalto são marcadas e é o contato do pneu que gera o som. Detalhe: para o motorista ouvir a música com clareza, tem que andar a 45 quilômetros por hora, ou seja, trata-se de um projeto para evitar acidentes causados pelo excesso de velocidade



"Eu não tenho dúvidas de que faria muito sucesso, com direito a Leão em Cannes e muito resultado para o cliente, caso aqui no Brasil, alguma marca de seguros, uma montadora ou mesmo um banco, realizasse uma ação de comunicação envolvendo a implantação dessas “melody roads”­ nas estradas brasileiras", escreveu recentemente o professor da Faculdade de Comunicação e Marketing da Faap/SP, Eric Messa, em  artigo publicado no Meio & Mensagem. 

O vídeo abaixo mostra o impressionante efeito proporcionado pela passagem de um carro em uma melody road: