O próximo 7 de setembro será lembrado nos Estados Unidos — mais
precisamente, em Nova York — como o Dia Mundial da Música Brasileira.
A
iniciativa é da ONG americana Arc (Archive of Contemporary Music), um
centro de pesquisa e documentação que reúne, em sua sede, em Manhattan,
uma das maiores coleções de música pop dos Estados Unidos, com mais de dois milhões
de gravações — em vinil, CD e até fitas cassete —, sem contar livros,
revistas, vídeos, filmes e fotos.
Obs: Ilustram esse post algumas das referências históricas à nossa música que você encontra por lá (aqui a relação completa)
Em parceria com a Universidade de Columbia, os organizadores do Brazilian
World Music Day pretendem promover, na semana do evento, shows,
seminários e palestras, além de lançar um site com informações sobre
artistas de praticamente todos os gêneros, do rock à bossa nova,
passando por forró e eletrônica. É o segundo ano do projeto que, em 2011, foi dedicado à música dos países
muçulmanos - confira aqui
O Arc tem um grupo de conselheiros de peso, gente como o Martin
Scorsese, Paul Simon, Keith Richards, Johnathan Demme, David Byrne,
Youssou N’Dour e outros, que ajudam a manter a entidade.
Acompanhe o blog, para saber das novidades sobre o Brazilian World Music Day, que conta com a direção do produtor Beco Dranoff, autor do premiadíssimo doc Beyond Ipanema
20 de ago. de 2012
16 de ago. de 2012
Tag me if you can
A agência online de viagens Expedia colocou o surfista Nathan Jolliffe para percorrer o mundo. A cada dia ele posta um vídeo novo de um lugar diferente. Cabe a nós a 'simples' tarefa de marcá-lo antes, num perímetro de até 10 metros no mapa, para ganhar o prêmio diário de 10 mil dólares australianos.
Para 'jogar', obviamente, é preciso se cadastrar e, portanto, adicionar a marca ao seu dia a dia nas redes. Se for ativo nas redes, tem acesso a mais dicas da localização.
Interessou? Clica aqui
Achei uma boa sacada!
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Mais uma lição de marketing da IKEA
SUKIMA Gallery é mais um fantástico projeto da IKEA cuja ideia é mostrar com a irreverência característica de sempre a arte de mobiliar pequenos espaços de maneira eficaz e sem perder a comodidade.
No caso, a marca se apropriou de lugares incrivelmente pequenos, em ruas estreitas, becos e até debaixo de escadas em Tóquio, no Japão. Fez aquilo que todo marca quer, mas poucas sabem fazer: entrar no nosso contexto, sem incomodar!
No caso, a marca se apropriou de lugares incrivelmente pequenos, em ruas estreitas, becos e até debaixo de escadas em Tóquio, no Japão. Fez aquilo que todo marca quer, mas poucas sabem fazer: entrar no nosso contexto, sem incomodar!
El arte es basura
O street artist espanhol Francisco de Pajaro pauta seu trabalho a partir da máxima El arte es basura, ou em um bom português, A arte é lixo. Seus trabalhos incríveis podem ser vistos pelas ruas de Barcelona.
(via Converse Blog)
(via Converse Blog)
14 de ago. de 2012
Dignas de Nota
O blog Letters of Note,
como bem define o seu criador, o inglês Shaun Usher, é dedicado à correspondência off line de gente digna de nota, como costumam dizer acerca de famosos e celebridades.
Lá estão, por exemplo, a última carta escrita por Maria Antonieta antes da sua condenação, conselhos de literatura enviados por F. Scott Fitzgerald à então aspirante a escritora Frances Turnbull, correspondências trocadas entre Woody Allen e sua então musa Diane Keaton, os atritos entre John Lennon e Paul McCartney... e por aí vai!
Gosto particularmente da carta enviada em 1970 por Gene Wilder para o diretor Mel Stuart como pré-condição para aceitar o papel de Willy Wonka em 'A Fantástica Fábrica de Chocolate':
"..."When I make my first entrance, I'd like to come out of the door carrying a cane and then walk toward the crowd with a limp. After the crowd sees Willy Wonka is a cripple, they all whisper to themselves and then become deathly quiet. As I walk toward them, my cane sinks into one of the cobblestones I'm walking on and stands straight up, by itself; but I keep on walking, until I realize that I no longer have my cane. I start to fall forward, and just before I hit the ground, I do a beautiful forward somersault and bounce back up, to great applause."
Ao ser perguntado porquê, ele respondeu: "Because from that time on, no one will know if I'm lying or telling the truth."
Shaun Usher: 'Letters of Note' from The Lost Lectures on Vimeo.
Lá estão, por exemplo, a última carta escrita por Maria Antonieta antes da sua condenação, conselhos de literatura enviados por F. Scott Fitzgerald à então aspirante a escritora Frances Turnbull, correspondências trocadas entre Woody Allen e sua então musa Diane Keaton, os atritos entre John Lennon e Paul McCartney... e por aí vai!
Gosto particularmente da carta enviada em 1970 por Gene Wilder para o diretor Mel Stuart como pré-condição para aceitar o papel de Willy Wonka em 'A Fantástica Fábrica de Chocolate':
"..."When I make my first entrance, I'd like to come out of the door carrying a cane and then walk toward the crowd with a limp. After the crowd sees Willy Wonka is a cripple, they all whisper to themselves and then become deathly quiet. As I walk toward them, my cane sinks into one of the cobblestones I'm walking on and stands straight up, by itself; but I keep on walking, until I realize that I no longer have my cane. I start to fall forward, and just before I hit the ground, I do a beautiful forward somersault and bounce back up, to great applause."
Ao ser perguntado porquê, ele respondeu: "Because from that time on, no one will know if I'm lying or telling the truth."
Achei no Vimeo uma palestra - naquele formato das apresentações do TED que estamos acostumados - em que o próprio Shaun conta toda a história de surgimento do blog e fala sobre a importância desse acervo offline ser resgatado e disseminado justamente por uma mídia online. Vale muito a pena gastar 17 minutos nisso:
Shaun Usher: 'Letters of Note' from The Lost Lectures on Vimeo.
13 de ago. de 2012
E se aquela música virasse uma tira de quadrinhos?
Quadrinhos Rasos é um divertidíssimo projeto de tirinhas baseadas em
músicas, idealizado por Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho. Os
dois se impuseram a tarefa de conceber e desenhar quadrinhos utilizando
como base letras de músicas as mais diversas. Para se ter uma ideia, os
desenhistas vão de Arnaldo Antunes a Sheila Mello, passando por
Carrapicho e Adriana Calcanhotto sem perder o rebolado. Divirta-se:
(via Zupi)
(via Zupi)
8 de ago. de 2012
Kubrick em Amsterdam
De Nova York para Amsterdam, do design para o cinema, do inocente para o sádico. A dica de hoje é a Stanley Kubrick - The Exhibition, que vai até setembro no EYE Film Institute Netherlands.
A exposição é uma co-produção da EYE com o Deutsches Filmmuseum de Frankfurt, e mostra todos os aspectos envolvidos na criação de filmes de Kubrick: de roteiros a storyboards, de modelos de ajuste a adereços reais, de trajes a clipes de seus filmes e documentários.
A exposição é uma co-produção da EYE com o Deutsches Filmmuseum de Frankfurt, e mostra todos os aspectos envolvidos na criação de filmes de Kubrick: de roteiros a storyboards, de modelos de ajuste a adereços reais, de trajes a clipes de seus filmes e documentários.
Entre os destaques: o machado original com que o personagem de Jack Nicholson
derruba a porta do banheiro em “O Iluminado” para matar a atriz Shelley Duvall; o fuzil e o capacete de Matthew Modine no
filme “Nascido para Matar”; as máscaras usadas por Nikole Kidman em “De Olhos
Bem Fechados”; os figurinos usados em “Barry Lyndon”... Pode-se ver ainda a nave,
o olho do computador HAL 9000, o capacete do astronauta e a cabeça do gorila do
filme “Odisséia no Espaço”, o croqui da sala de comando do Pentágono e a ogiva
atômica do filme “Dr. Fantástico”, sem contar a
cadeira em formato de mulher nua e outros adereços usados na produção de "Laranja Mecânica".
Precisa falar algo mais?! Para quem estiver por aquelas bandas, imperdível!
7 de ago. de 2012
Um século de design para a criançada
Em cartaz desde o final de julho no MoMA, a mostra Century of the Child tem a ambiciosa proposta de apresentar um século de design para a criançada.
São mais de 500 objetos de 20 países que materializam a relação entre as crianças e os artistas que desenham para elas.
Não faltam os tijolinhos da Lego, os cubos de Erno Rubik, a velha lousinha mágica, casas e mais casas de bonecas, livros infantis, além de objetos educacionais de várias épocas e origens.
A ideia, além de apresentar as obras, é analisar o aumento da preocupação e investimento com as crianças, bem como entender o que de fato essa faixa etária precisa para prosperar e crescer como cidadãos. A curadoria é de Juliet Kinchin.
Bem que essa podia vir para o Brasil, hem?!
São mais de 500 objetos de 20 países que materializam a relação entre as crianças e os artistas que desenham para elas.
Não faltam os tijolinhos da Lego, os cubos de Erno Rubik, a velha lousinha mágica, casas e mais casas de bonecas, livros infantis, além de objetos educacionais de várias épocas e origens.
Das
muitas obras em exposição, alguns destaques incluem os quadrinhos de Lyonel Feininger, o berçário em estilo Bauhaus de Alma
Siedhoff-Buscher, um patinete Skippy Racer de 1933, The Gremlins
de Roald Dahl e uma seleção de
peças originais do set da Playhouse do personagem Pee-Wee.
A ideia, além de apresentar as obras, é analisar o aumento da preocupação e investimento com as crianças, bem como entender o que de fato essa faixa etária precisa para prosperar e crescer como cidadãos. A curadoria é de Juliet Kinchin.
Bem que essa podia vir para o Brasil, hem?!
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