“Zeitgeist (pronúncia: tzait.gaisst) é um termo alemão cuja tradução significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo.” Bom, isso é o que diz a Wikipedia
Dito isso, vamos ao que interessa. O Hype Machine, um agregador de músicas no formato MP3 postadas em blogs do mundo todo, acaba de finalizar a terceira edição do Music Blog Zeitgeist, um balanço do ano que terminou com base nas referências sonoras feitas pelos blogueiros dos quatro cantos do mundo.
Para ilustrar a versão deste ano, o Hype Machine chamou vários designers para ilustrar os 50 melhores artistas - as imagens dos mais bem cotados: Phoenix, Passion Pit e Animal Collective acompanham este post. 
(Referência: Blog da Renata Simões)
Talvez não passe de uma tímida tentativa de fazer frente aos compartilhadores de vídeos online. Seja como for, o endereço remete a várias preciosidades, como as primeiras incursões cinematográficas de John Carpenter, diretor de clássicos como 'Fuga de Nova York ' e 'Memórias de um Homem Invisível'; 'Asylum', obra dirigida pelo roteirista de 'Psicose', Robert Block; e mesmo 'The Ruthless Four', um spaghetti western com ninguém menos do que Klaus Kinski, astro de Nosferatu e Fitzcarraldo, obras primas de Werner Herzog. 
Sua primeira intervenção de que se tem notícia aconteceu em Berlim, quando recortou uma imagem de um cartaz e escreveu acima do rombo deixado: “Sequestro visual - pagar agora”.
Uma faceta do seu trabalho que logo ganhou notoriedade foi o 'assassinato' de modelos de campanhas de moda, como se pode ver logo abaixo.
Zevs, como é conhecido, basicamente reproduz as marcas em suas cores originais, mas usando tinta em excesso e em locais inusitados ou, no mínimo, não apropriados. Os logos se dissolvem, como se estivessem sangrando, na frente de quem os observa.





Impressa em papel comestível com tinta idem, uma enciclopédia recheada de informações sobre alimentação e digestão foi enviada a farmacêuticos alemães pelo medicamento anti-ácido Talcid.
As pessoas que visitam a sede da
No final do ano passado, a companhia começou a realizar seminários de dois dias ao preço de US$ 4 mil, sobre como recriar a essência de sua cultura empresarial. Agora, acaba de relançar o
Adquirida pela
Por se tratar de uma organização sem fins lucrativos, no entanto, a Kalmanovitz precisa se desfazer da marca até o final deste ano. Para saber quanto a Pabst valeria, ela contratou uma auditoria que chegou a um número: US$ 300 milhões. Em vez de simplesmente esperar um comprador, o que é bastante improvável no ainda incerto cenário econômico americano, duas agências de publicidade, a
O 
O projeto, cuja premiére aconteceu no início de dezembro em Londres, foi concebido pela Coca-Cola para promover sua marca de energético Relentless. Através do
Ao se sentar, em vez de ser recebido por um garçom, o cliente se depara com uma tela touch screen com acesso à Internet, na qual digita o número de pessoas que estão na mesa. Na sequência é atribuída uma cor a cada pessoa para a correta identificação do pedido dos pratos e das bebidas. Além do cardápio, estão disponíveis informações que vão desde a proveniência dos ingredientes até a quantidade de calorias das iguarias. Enquanto a comida não vem, o cliente pode se entreter navegando pela Rede e, como não poderia deixar de ser, na hora da dolorosa, basta digitar os dados do seu cartão.
O grande barato da coisa é justamente a chegada do pedido. Existe um sistema de trilhos de aço em espiral ligado à cozinha que traz a refeição até ao centro da mesa, fazendo assim com que todos os pratos caiam literalmente do céu. Para evitar acidentes durante o transporte, panelas e garrafas são afixadas em anéis presos em dois tubos metálicos paralelos. Depois de a comida aterrissar, os clientes podem se servir em pratos de cerâmica encontrados sobre a mesa ou optar mesmo por comer direto da panela.
O conceito inspira-se nos pratos de sushi japoneses, servidos através de tapetes rolantes, mas desenvolve-o e melhora-o. As vantagens são visíveis: há um ganho considerável de tempo, menos custos para o proprietário do restaurante e menos enganos no atendimento aos clientes - o computador não erra. Apenas a limpeza das mesas não é ainda automática.
Esse é o mote do curta 'Osmar, a primeira fatia do pão de fôrma', animação dirigida pelo paulistano Alexandre Machado que faturou a MIP Junior, principal feira de programas infanto -juvenis para a TV, que acontece anualmente em Cannes, na França. Graças justamente a essa boa recepção internacional, Alexandre acaba de assinar um contrato com uma produtora dos EUA que pretende conceber um programa de 26 episódios baseado em Osmar. Confira abaixo o trailer:
Há cambojanos batendo bola ao lado de 'elefantes-táxis', meninos do Tibete jogando uma pelada literalmente sem roupa, um grupo de pescadores brincando nas areias do Fiji, crianças budistas disputando a redonda em Mianmar, e até vietnamitas exibindo com orgulho a camisa da seleção brasileira.
Chamado de Projeto "Home Alone" (título do filme em inglês), o estúdio criou 22 perfis no Twitter que representavam os personagens da comédia, e 




Com o slogan 'Life in short films', o site permite fazer buscas de filmes por duração (3,5 ou 10 minutos), país de origem, premiações ou indicações em festivais, ou ainda temática e estilo. Possui também uma loja online que oferece compilações dos curtas mais vistos por ano.
O fotógrafo 
Embora tenham caído um pouco em desuso com toda a parafernália tecnológica adotada na maioria das campanhas publicitárias atuais, os jingles - mensagens publicitárias musicadas e elaboradas com um refrão simples e de curta duração - continuam sendo uma excelente alternativa para conquistar a atenção do público para uma determinada marca.
Passados doze anos e pensando justamente em gerar uma reflexão sobre o atual uso e percepção de suas peças, a marca desenvolveu um experimento chamado 
Stevens, que trabalha em uma padaria e no Museu Guggenheim de Manhattan, não conseguiu, segundo o "Times", os direitos autorais necessários para editar o disco, algo que não o preocupa muito até porque "até sete segundos das criações musicais" podem ser utilizados sem restrições.
A carioca Luiza Prado recriou todo as letras do alfabeto a partir de pratos de alimentos. Para ver a página com mais invencionices da garota no Flickr, clique
De outubro de 2008 a abril de 2009. Este foi o tempo que o designer 
Isto se traduz em um mapa com 40 microcontos impressos sobre carrinhos em miniatura que obviamente, estão em um congestionamento. Fechado, o livreto mede 12 x 10 cm, mas totalmente aberto chega a medir quase um metro de largura.
As histórias, com até cinquenta caracteres, foram publicadas originalmente no endereço do autor no