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19 de dez. de 2013

Vovós roqueiras

Em Grandmas Rock, o fotógrafo australiano Jay Hynes flagra doces vovózinhas em sua rotina diária com camisas de tradicionais banda de rock, normalmente associadas à rebeldia. Belos e saborosos contrastes!








30 de jul. de 2013

Wines that Rock

"Uma grande degustação de vinhos inspirados pela música”. Essa é a proposta da Wines that Rock, vinícola americana cujas inspirações são Pink Floyd, Rolling Stones, Grateful Dead e The Police.

No rótulo de cada garrafa são utilizadas capas dos álbuns ou chamadas às músicas específicas, para criar um impacto desde a escolha do produto. "Tradicionalmente, você cria o vinho e, em seguida, o nomeia com base em sua personalidade. No nosso caso, desenvolvemos garrafas que capturam a atitude da música já em sua essência”, afirma Ron Roy, co-fundador da Wines That Rock.

Alguns dos sabores disponíveis são "Rolling Stone Forty Licks Merlot", "Pink Floyd The Dark Side of the Moon Carbernet Sauvignon" e "Woodstock Chardonnay".

Eles possuem ainda um wine club em parceria com a revista Rolling Stone onde os assinantes recebem quatro vezes ao ano três garrafas inspiradas em bandas de rock, além de uma assinatura anual da publicação.

7 de abr. de 2013

12 cervejas criadas ou inspiradas por bandas de rock

Cresce a lista de 'cervejas roqueiras' ou, se preferir, 'bandas cervejeiras'. Confira abaixo uma seleção de rótulos nacionais e estrangeiros, começando pela Destroyer do Kiss, que você pode adquirir aqui

Seguindo na linha rock pauleira com a Bastards do Motorhead (à venda aqui)


Hora e vez do AC/DC que ganhou uma premium lager alemã em homenagem aos seus 40 anos de carreira (à venda aqui)


O Iron Maiden já tem dois rótulos: a americana Maiden the Shade e a inglesa Trooper




O Rolling Stones ganhou uma linha de cervejas em sua homenagem no Japão


A cervejaria americana Left Hand lançou uma série em homenagem ao Metallica chamada Fade to Black



A banda inglesa Elbow, por sua vez, lançou recentemente a cerveja Build a Rocket, Boys!


Por aqui, o Sepultura puxa a fila com a Sepultura Weissbier, lançada pela Bamberg



O folclórico Velhas Virgens já tem uma IPA e uma witbier para você beber em alto volume, como eles mesmos propõem no site



Nenhum de Nós e Raimundos fecham essa seleção (à venda aqui e aqui)



2 de ago. de 2012

Like a Rolling Stone


Nos primeiros quatro meses de 1965, Bob Dylan atravessou toda a região nordeste dos Estados Unidos de ônibus, tocando em colégios e grandes arenas. Depois, rodou toda a costa Oeste para promover seu novo álbum... Quando desembarcou em Londres, parecia um morto-vivo. As unhas amarelas por causa da nicotina, as olheiras moldando seu rosto cadavérico, a pele descamando. Seja por conta do efeito das drogas que ingeria ou das pílulas para dormir, Dylan padecia de uma profunda depressão.


Nos shows, tudo parecia mecânico: as músicas que tocava não lhe pertenciam mais; parecia que não haviam sido compostas por ele. Estava sempre aparentando pressa para o concerto acabar logo e sumir do palco. Era insuportável se ouvir. Blowin’  in the wind lhe provocava, literalmente, ataques de pânico! Ele decidiu, então, abandonar tudo. Viajou para Nova York e, de lá, partiu como um verdadeiro mochileiro para Woodstock, decidido a nunca mais compôr.

“Eu definitivamente creio  que  ‘Like a Rolling Stone’ não poderia ter surgido de outra forma…”

Transcendental! Talvez esse seja o adjetivo mais apropriado para aquele que, se não foi o maior, certamente foi o mais emblemático sucesso da carreira de Bob Dylan. Uma amostra do que chamamos de ‘insight’ e o case muito bem escolhido por Jonah Lehrer para introduzir seu “Imagine – How Creativity Works”. Colaborador da Wired e da New Yorker, Lehrer defende em sua obra que a criatividade não é um dom e não se situa no terreno da metafísica, muito pelo contrário, ela é uma habilidade que ele se propõe a esmiuçar.


Há, segundo ele, uma lógica por traz de todo processo criativo.  E  o primeiro passo é a ruptura, como aconteceu com Dylan. É ela que dá margem a uma mudança de perspectiva que Lehrer apregoa ao hemisfério direito do cérebro. Segundo ele, essa é a região da ‘conotação’, ou seja, aquela que enxerga o entorno, o contexto – não a árvore, mas a floresta; em contraposição ao hemisfério esquerdo do cérebro, responsável pela denotação, que se resume à mera descrição do que vemos.

Para sermos mais criativos, precisamos exercitar o hemisfério direito do cérebro. Considere esse clássico:

“Marsha e Marjorie nasceram no mesmo dia do mesmo mês do mesmo ano e são filhas do mesmo pai e da mesma mãe. Ainda assim não são gêmeas. Como isso é possível?”  (1)

Ou ainda:

“ Rearranje as letras n-e-w-d-o-o-r em uma única palavra” (2)

Outro belo case resgatado por Lehrer em sua obra é o da 3M que teria, segundo ele, sido pioneira na estratégia de permitir que seus colaboradores realizem atividades consideradas, à primeira vista, improdutivas no ambiente de trabalho, como jogar sinuca ou dar uma volta de skate – “... é curioso notar que muitas pessoas acham que o Google criou isso”. Além dos emblemáticos post-its, a companhia americana possui um portfolio de 55 mil patentes desenvolvidas para as mais diversas aplicações. “Nós somos uma empresa incomum. Não temos um nicho ou um foco particular. Basicamente, tudo o que fazemos são coisas novas. Não importa realmente que tipo de coisas são essas”, afirma Larry Wendling, vice-presidente de pesquisas da 3M.


A chave aqui é o relaxamento do cérebro. “Não é um acaso o fato de muitos insights acontecerem durante um rotineiro banho quente. Para muitas pessoas, essa é a hora mais relaxante do dia”, comenta Jonah Lehhrer.

É senso comum que a concentração e o foco são prioritários para um bom rendimento, contudo essas prerrogativas se constituem na verdade em grandes obstáculos para a criatividade. Experimente, enfim, observar o que está diante de você. O que você vê? Um texto na tela do computador? Um reflexo de si mesmo? Se a sua resposta foi a primeira alternativa, seria bom desligar a máquina por alguns instantes... E aí:

“ How does it feel
To be without a home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?”

·         (1) Trigêmeas
·         (2)One word

25 de out. de 2011

Abrem-se as cortinas para o Metallica na Índia

O Metallica fará seu primeiro grande show na Índia esta semana, na inauguração do circuito de Greater Noida, perto de Nova Délhi, que receberá também pela primeira vez no país uma prova de Fórmula 1. Para promover o show, a vodka Vladivar lançou várias ações. Essa aí abaixo rolou em um cinema - na mesma linha da ação da Carlsberg que postamos por aqui nesse mês. Muito bacana!



(via UOD)

4 de jul. de 2011

Linda McCartney: Life in Photographs

Linda Eastman era recepcionista na revista Town and Country, em 1966, quando conseguiu uma credencial para fotografar os Rolling Stones. Ela havia estudado fotografia na Universidade do Arizona e suas imagens espontâneas fizeram tanto sucesso que acabaram abrindo espaço para que ela seguisse na carreira. Um ano depois, durante uma viagem de trabalho a Londres, acabou conhecendo Paul McCartney no clube Bag ’o Nails. Os dois se apaixonaram e se casaram em 1969.


Mergulhada definitivamente na efervescência musical da década, Linda clicou retratos impressionantes de artistas como Aretha Franklin, Jimi Hendrix, Bob Dylan, Janis Joplin, Simon & Garfunkel, The Who, The Doors e Grateful Dead, além dos próprios Beatles, obviamente.


Esses registros acabam de ser reunidos pela Taschen em uma edição limitada, com uma seleção feita pelo próprio Paul do que havia de melhor entre as 200 mil fotos produzidas por ela. Linda McCartney: Life in Photographs (69,90 dólares) é um livro imperdível tanto para quem ama música quanto para quem ama fotografia. A seguir, uma galeria com alguns dos cliques feitos por Linda.


 Beatles, 1968.


Janis Joplin com Big Brother e Holding Company, São Francisco, 1967.


Jimi Hendrix Experience, em 1967.


Brian Jones e Mick Jagger, Nova York, 1966. 

8 de nov. de 2010

Record Club

Record Club é um projeto do cantor e compositor norte-americano Beck que  tem como objetivo reunir músicos de várias bandas para regravar, na íntegra, álbuns clássicos em apenas um dia, sem nenhum tipo de ensaio ou arranjo pré-concebido.


O projeto, que começou no ano passado, já recriou “Songs Of Leonard Cohen” (com MGMT, Little Joy e Devendra Banhart), “Kick”, do INXS (com Sérgio Dias dos Mutantes e as bandas Liars e St. Vicent) e “Velvet Underground & Nico”. A última a sair da fornalha foi a versão de Live at the Acropolis, do compositor grego Yanni, que contou com a participação de Thurston Moore do Sonic Youth e da banda Tortoise.

Todas as faixas estão disponíveis no site do artista. Confira abaixo algumas pérolas:





13 de jul. de 2010

As lições de gestão do Grateful Dead

Nesse Dia do Rock, publico aqui um post que mostra que grandes lições de negócios saem dos lugares mais inesperados e aulas de inovação vêm dos lugares mais insuspeitos, até mesmo de uma banda de rock hippie.


A banda Grateful Dead, fundada em São Francisco nos anos 60 pelo carismático Jerry Garcia, se tornou um dos ícones da contracultura, graças a obras primas do rock, como o álbum American Beauty, de 1970.

Pois bem, especialistas em negócios estão mostrando que o legado do Dead vai além. Práticas adotadas pela banda nos anos 60 e 70 mostram que eles anteciparam algumas das principais tendências atuais na área de gestão.

Replico abaixo uma seleção feita recentemente pela revista Atlantic Monthly


Fidelização do cliente - A banda foi pioneira na criação de uma linha telefônica direta para fãs, que podiam reservar ingressos por telefone. Esse tipo de serviço em corporações americanas só começou a surgir uma década depois. A Broadway adotou a prática no fim dos anos 80, para os ingressos;

Gestão 360 graus - Em contraponto à rígida estrutura verticalizada de outras bandas, o Grateful Dead estabeleceu uma gestão horizontalizada. A banda era administrada por um conselho, composto dos músicos, da equipe sonora e até de membros do fã-clube. O cargo de CEO era ocupado em revezamento pelos principais membros do grupo;

Modelo Free - O modelo de negócios grátis, tema principal do último best seller de Chris Anderson, foi antecipado em três décadas pela banda. Nos anos 70, o Grateful Dead incentivou os fãs a gravarem em cassete os concertos do grupo e distribuí-los de graça. “A melhor forma de criar demanda para o seu produto é dá-lo de graça”, escreveu em 1994, na Wired, o ex-letrista do Dead, John Perry Barlow;

Redes sociais - O fenômeno das redes sociais também foi antecipado pela comunidade de fãs da banda. Nos anos 80, os sociólogos acreditavam que os membros de comunidades a distância não criavam elos duradouros. Hoje, graças a Orkut e Facebook, todo mundo sabe que não é assim. A falácia do argumento já tinha, no entanto, sido provada em 1986 num estudo comportamental feito nos Estados Unidos com is fãs mais fanáticos da banda, conhecidos como Deadheads, cujo estilo é o mesmo das atuais comunidades online.

12 de mai. de 2010

Nirvana Baby


Spencer Elden, então com quatro meses de idade, foi o protagonista de uma das mais conhecidas capas de cd da década de 90, Nevermind, da banda que se tornou ícone do movimento conhecido com grunge, Nirvana.

Hoje, aos 19 anos, ele trabalha para Shepard Fairey, o artista que criou o famoso pôster da campanha de Barack Obama e ícone da arte de rua com os lambe-lambes de seu personagem Obey Giant.


Dois anos atrás, à convite da MTV, Spencer voltou a mergulhar numa piscina atrás de uma nota de um dólar – desta vez usando um calção de banho, ao invés do nu original.

No vídeo abaixo, ele conta um pouco o que tem feito por aí.

27 de abr. de 2010

AC/DC na Fachada do Castelo

A fachada do Rochester Castle, na Inglaterra, virou pano de fundo para um verdadeiro videoclipe ao ar livre da banda australiana AC/DC. Fantástica projeção mapeada produzida pela Seeper



(via ideafixa)

17 de dez. de 2009

Fazendo um som com Iggy Pop
sem sair de casa

A Orcon da Nova Zelândia, empresa prestadora de serviços de banda larga e VoIP, descobriu uma maneira diferenciada de se promover. Eles chamaram o avô do punk Iggy Pop, que recebeu uma proposta interessante: fazer uma jam session ao vivo com mais 8 músicos amadores, que estariam conectados em diferentes lugares da Nova Zelândia.

O cantor logo botou sua calça jeans velha e apertada, tirou a camisa e foi para seu estúdio em Miami para gravar a tal versão. Foram escolhidos 8 músicos entre mais de 200 que se inscreveram no Facebook para tocar o clássico “The Passenger”. O resultado é bem interessante como você pode ver no vídeo abaixo.



(via Y2)
Compilação reúne os 'melhores' gritos da história do rock

Um disco de vinil com os 74 melhores gritos da história da música foi editado em Nova York, apresentando uma seleção que inclui pedaços de músicas de artistas como Slayer, Bjork, The Who, Iggy Pop, The Stooges e De La Soul, entre muitos outros.

Com 500 cópias prensadas, o disco "Favorite Recorded Scream" , que dura apenas 3 minutos e 32 segundos, está sendo vendido por US$ 15 nas lojas especializadas de Manhattan e pela Internet. A obra é uma iniciativa do artista Leroy Stevens, de 25 anos.

O lado A do vinil apresenta todos os gritos encadeados, enquanto no B eles aparecem separados por dez segundos de silêncio. "Este é o momento no qual as palavras não importam. É um desafogo emocional", contou Stevens em uma entrevista recente para o New York Times.

Stevens, que trabalha em uma padaria e no Museu Guggenheim de Manhattan, não conseguiu, segundo o "Times", os direitos autorais necessários para editar o disco, algo que não o preocupa muito até porque "até sete segundos das criações musicais" podem ser utilizados sem restrições.

Enfim, boa dica de presente para o Natal, hem?

6 de out. de 2009

Alan you're a Guitar Hero

Vídeo sensacional criado pela AMV BBDO de Londres para promover a nova parceria entre a Doritos e o game Guitar Hero no Reino Unido.