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13 de jun. de 2013

Conheça o incrível estacionamento subterrâneo de bicicletas que os japonenes criaram


 O Eco Cycle segue a lógica japonesa “Cultura acima do solo, função abaixo do solo”. Trata-se de um estacionamento pré-moldado e totalmente automatizado que armazena até 204 bicicletas a doze metros abaixo da calçada, abrigadas da chuva e protegidas contra roubos.


Usuários pagam 2.600 yens (56 reais – estudantes pagam meia) por mês para ter direito a estacionar suas bicicletas.



Vale ressaltar  que cerca de 90% da população de Tóquio vai de metrô e trem para o trabalho e um terço dela completa o trajeto com bicicletas. São mais ou menos 3,5 milhões de usuários procurando um lugar para estacionar a bicicleta diariamente nas ruas da capital japonesa, famosa pela falta de espaço para construção.

Grande achado do ISVOR

29 de nov. de 2012

O incrível playgroud de crochê de Toshiko Horiuchi

Woods of Net é um playground inteiramente feito de crochê. Levou cerca de um ano para ser concluído e se tornou uma exposição permanente da artista Toshiko Horiuchi Macadam dentro do Hakone Open Air Museum, no Japão.


A ideia do playground surgiu meio que sem querer, quando duas crianças, em uma de suas exibições em uma galeria, perguntaram se podiam brincar nas estruturas criadas. Ela não negou, mas ficou observando receosa as crianças subirem na estrutura. Eis que o insight lhe permitiu vislumbrar uma nova dimensão para sua arte.




Almofadas, balanços e bolsas fazem parte da instalação que os pequenos podem mexer e puxar à vontade.



Toshiko Horiuchi é especialista em criar grandes ambientes têxteis, interativos, e com cores vibrantes.
Formada na Tama Art University, começou sua carreira têxtil em 1966 como designer de uma das mais importantes tecelagens do mundo, a Boris Kroll de Nova York.


Hoje, a artista plástica conta com diversos “plays” ao redor do Japão.


25 de out. de 2012

Seu mundo é uma bolha ou um tanque de guerra?

Como ver o mundo se os espaços de convivência e socialização estão cada vez mais restritos e limitados? Talvez a alternativa seja nos alojarmos em uma espécie de bolha ou, quem sabe, em um tanque de guerra.


Esse é o pressuposto que norteia a obra do artista japonês Masakatsu Sashie, que explora o que seria um pós-apocalipse em suas pinturas.  



As tais bolhas gigantes ou aquários adornados por logotipos e objetos icônicos do universo cultural japonês parecem levitar, enquanto tanques de guerra carregados de fragmentos de vending machines, placas de fast food e personagens de video game avançam sobre o que pode ter 'sobrevivido a tudo'...





Aterrador, não?!  

9 de out. de 2012

Kintsugi: A Arte da Reparação

Quando os japoneses consertam objetos quebrados, eles exaltam os danos preenchendo as rachaduras com ouro. Eles acreditam que há uma história ali e, portanto, identificam mais beleza e, consequentemente, valor.


Essa técnica de restauração feita com uma mistura de amálgama e ouro ganhou o status de arte e recebeu o nome de kintsugi.


Tal técnica está associada ao espírito zen budista de mushin (estado de não-mente) - desapego e aceitação das circunstâncias. Não é incomum que peças quebradas e reparadas sejam mais valorizadas do que as novas.



O que achei mais interessante ao pesquisar mais sobre esse tema é que o foco deixa de ser os cacos caídos ao chão e passa a ser a construção de uma peça cheia de vida novamente, mais bonita e mais forte…com identidade. Nada de lamentos!



3 de set. de 2012

Estradas Musicais

Se imagine agora em uma estrada, dirigindo tranquilamente, vidros abertos, até que começa a ouvir notas familiares "mi-mi-fa-sol-sol-fa-mi"...  Conforme você acelera, as notas continuam "re-do-do-re-mi-mi-re-re" e você olha para o seu rádio: desligado! De onde vem a nona sinfonia de Beethoven então? 


Da estrada! Provavelmente, uma estrada japonesa, já que lá que se popularizaram as chamadas 'melody roads' ou 'musical roads' - embora a primeira tenha sido criada na Dinamarca em 1995, com o nome de Asphaltophone. As ranhuras do asfalto são marcadas e é o contato do pneu que gera o som. Detalhe: para o motorista ouvir a música com clareza, tem que andar a 45 quilômetros por hora, ou seja, trata-se de um projeto para evitar acidentes causados pelo excesso de velocidade



"Eu não tenho dúvidas de que faria muito sucesso, com direito a Leão em Cannes e muito resultado para o cliente, caso aqui no Brasil, alguma marca de seguros, uma montadora ou mesmo um banco, realizasse uma ação de comunicação envolvendo a implantação dessas “melody roads”­ nas estradas brasileiras", escreveu recentemente o professor da Faculdade de Comunicação e Marketing da Faap/SP, Eric Messa, em  artigo publicado no Meio & Mensagem. 

O vídeo abaixo mostra o impressionante efeito proporcionado pela passagem de um carro em uma melody road: 

16 de ago. de 2012

Mais uma lição de marketing da IKEA

SUKIMA Gallery é mais um fantástico projeto da IKEA cuja ideia é mostrar com a irreverência característica de sempre a arte de mobiliar pequenos espaços de maneira eficaz e sem perder a comodidade.


No caso, a marca se apropriou de lugares incrivelmente pequenos, em ruas estreitas, becos e até debaixo de escadas em Tóquio, no Japão. Fez aquilo que todo marca quer, mas poucas sabem fazer: entrar no nosso contexto, sem incomodar!








 

18 de jul. de 2012

Japão: A Terra das Vending Machines

O Japão possui a maior concentração de vending machines do mundo, com a proporção de uma máquina para cada 24 pessoas. O país também é conhecido por incrementar cada vez mais a tecnologia presente nas maquininhas que vendem absolutamente tudo aquilo que se possa imaginar...















4 de jul. de 2011

Fantasias Orientais

Love Hotels é um inusitado ensaio fotográfico da americana Misty Keasler sobre os nada convencionais motéis japoneses.


A cultura oriental é muito mais discreta em relação à sexualidade, então não há anúncios com placas como vemos nos motéis aqui e ao redor do mundo. Essa foi uma das dificuldades encontradas por Keasler, que passava por eles sem percebê-los durante os oito meses que passou no país, quando idealizou o projeto de fotografar seus quartos como parte de um estudo cultural do romance no Japão.




De tão peculiares, algumas vezes parecem até galerias de arte, parques de diversão, corredores de hotéis, enfermaria de hospitais, exposições – há até um quarto temático todo decorado em homenagem à Hello Kitty. Enfim, à primeira vista, podem parecer tudo, menos quarto de motéis.



A fotógrafa justifica a decisão de captar os quartos excluindo as pessoas pois acredita que eles têm uma espécie de vida própria.




As imagens peculiares foram reunidas no livro “Love Hotels: The Hidden Fantasy Rooms of Japan”. À venda na Amazon por 26 doletas.

(via Fubiz)