O futuro, agora: a varejista Tesco montou numa estação de metrô na Coréia um display com alguns de seus principais produtos. Para fazer as compras, os consumidores precisavam apenas tirar fotos dos QR Codes com seus celulares. A partir daí, os produtos eram automaticamente incluidos em um carrinho virtual por meio de um aplicativo e, após o pagamento via cartão de crédito, as compras entregues.
Parece simples, não?! Segundo a Tesco, com a iniciativa, 10 milhões de pessoas visitaram o seu site usando smartphones, o número de novos membros cresceu 76% e as vendas online deram um salto de 130%. Confira o vídeo-case:
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30 de set. de 2011
16 de mai. de 2011
Por que comprar se você pode pegar emprestado?
Seguindo um pouco a linha do post anterior, saiba que a onda do compartilhamento virtual está chegando ao seu quartinho da bagunça e que você pode começar a fazer dinheiro com o que antes só servia para juntar pó.
No próximo mês, entrará no ar o serviço mais abrangente de consumo colaborativo do Brasil: o DescolaAí. Trata-se de uma rede social na qual você pode alugar um objeto de que precisa, mas que não vale a pena comprar.
O DescolaAí vai funcionar assim: o consumidor cadastra seus dados pessoais e seus interesses. Na outra ponta, alguém (também cadastrado) faz uma relação de coisas que pretende alugar. Um sistema de geomarketing cruza as informações de quem procura um objeto com o perfil de quem tem esse objeto. A ideia é apresentar pessoas próximas, num raio de até 1 quilômetro. Ambos se encontram na rede, conversam e fecham o negócio.
Para ter certeza de que quem bate em sua porta não é um ladrão, mas sim um pretendente para sua máquina de costura, o DescolaAí gera uma senha idêntica para o locatário e o locador. Ambos devem anunciar o código logo no primeiro encontro. Há um minicontrato para garantir o uso correto. Se houver qualquer problema, o portal faz a intermediação. O pagamento só ocorre depois que o produto é devolvido e checado. Na última etapa, cada um dos negociadores dá uma nota para o processo.
Os negócios de compartilhamento nos Estados Unidos vêm se expandindo rapidamente. Na mesma linha do DescolaAí, há pelo menos três grandes empresas americanas: o NeighborGoods, o SnapGoods e o ShareSomeSugar. Todos promovem o aluguel de objetos na vizinhança.
Há também os sites especializados. O ThredUp é um deles. O portal americano visa à troca de roupas. Nasceu com o foco nos adultos, mas logo descobriu outro filão de mercado, as crianças. Pelo ThredUp, são negociadas cerca de 14 mil peças infantis todo mês. Aquelas roupinhas que ficaram pequenas para os filhos.
Essas empresas buscaram inspiração na mesma fonte, a Zipcar. A americana não fabrica, não conserta nem vende automóveis. Ela os distribui por diferentes pontos da cidade, para atender aquele que precisa de um carro naquele momento. É diferente das companhias convencionais de aluguel, principalmente porque você pode ter o automóvel só por algumas horas. O crescimento da Zipcar na última década é surpreendente: uma média de 30% ao ano. Poucas empresas alcançaram essa taxa. Em nove anos, ela expandiu 674%. Estima-se que os usuários do serviço economizem uma média de US$ 400 a US$ 600 por mês com seguro, manutenção e combustível.
(Publicado originalmente na última edição da Revista Época)
No próximo mês, entrará no ar o serviço mais abrangente de consumo colaborativo do Brasil: o DescolaAí. Trata-se de uma rede social na qual você pode alugar um objeto de que precisa, mas que não vale a pena comprar.
O DescolaAí vai funcionar assim: o consumidor cadastra seus dados pessoais e seus interesses. Na outra ponta, alguém (também cadastrado) faz uma relação de coisas que pretende alugar. Um sistema de geomarketing cruza as informações de quem procura um objeto com o perfil de quem tem esse objeto. A ideia é apresentar pessoas próximas, num raio de até 1 quilômetro. Ambos se encontram na rede, conversam e fecham o negócio.
Para ter certeza de que quem bate em sua porta não é um ladrão, mas sim um pretendente para sua máquina de costura, o DescolaAí gera uma senha idêntica para o locatário e o locador. Ambos devem anunciar o código logo no primeiro encontro. Há um minicontrato para garantir o uso correto. Se houver qualquer problema, o portal faz a intermediação. O pagamento só ocorre depois que o produto é devolvido e checado. Na última etapa, cada um dos negociadores dá uma nota para o processo.
Os negócios de compartilhamento nos Estados Unidos vêm se expandindo rapidamente. Na mesma linha do DescolaAí, há pelo menos três grandes empresas americanas: o NeighborGoods, o SnapGoods e o ShareSomeSugar. Todos promovem o aluguel de objetos na vizinhança.
Há também os sites especializados. O ThredUp é um deles. O portal americano visa à troca de roupas. Nasceu com o foco nos adultos, mas logo descobriu outro filão de mercado, as crianças. Pelo ThredUp, são negociadas cerca de 14 mil peças infantis todo mês. Aquelas roupinhas que ficaram pequenas para os filhos.
Essas empresas buscaram inspiração na mesma fonte, a Zipcar. A americana não fabrica, não conserta nem vende automóveis. Ela os distribui por diferentes pontos da cidade, para atender aquele que precisa de um carro naquele momento. É diferente das companhias convencionais de aluguel, principalmente porque você pode ter o automóvel só por algumas horas. O crescimento da Zipcar na última década é surpreendente: uma média de 30% ao ano. Poucas empresas alcançaram essa taxa. Em nove anos, ela expandiu 674%. Estima-se que os usuários do serviço economizem uma média de US$ 400 a US$ 600 por mês com seguro, manutenção e combustível.
(Publicado originalmente na última edição da Revista Época)
22 de jan. de 2010
Estereótipos
E se as tradicionais embalagens de junkie food, maços de cigarro e potes de comprimidos passassem a acondicionar comida saudável, como vegetais e frutas? Isso afetaria suas opções de consumo? Você pensaria em rever seus hábitos?

E se as tradicionais embalagens de junkie food, maços de cigarro e potes de comprimidos passassem a acondicionar comida saudável, como vegetais e frutas? Isso afetaria suas opções de consumo? Você pensaria em rever seus hábitos?
Essa é a questão levantada pela série Stereotype, do designer Daizi Zheng, na qual o mirtillo, também conhecido como a fruta da longevidade, ganha forma de comprimidos; aipos imitam batatas fritas; e tirinhas de cenoura se oferecem para uma tragada.

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