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27 de set. de 2012

Ele vê pessoas na multidão

Foi parar no Fubiz esta semana o fantástico trabalho do paulista Guilherme Kramer, 'I see people in the crowd'.




No decorrer de um ano, ele transformou as paredes do escritório da AgênciaClick Isobar em arte. São vários rostos diferentes; uma verdadeira multidão pintada com nanquim.










18 de jan. de 2012

DESK - Onde a criatividade aflora

Aquelas bugigangas que você guarda na mesa podem ter um papel essencial no surgimento de boas ideias. Inspirado por essa influência do ambiente de trabalho sobre o potencial criativo, o desenvolvedor americano Jongmin Kim criou o projeto Desk, que reúne as mesas dos escritórios de designers, desenvolvedores e ilustradores de diversas partes do mundo.


Com decorações que vão bastante além dos bonequinhos de personagens do Bob Esponja, o projeto tem o objetivo de inspirar criativos digitais, que, por sua vez, podem enviar fotografias de suas estações de trabalho por meio de um formulário disponível no site.



Cada um mais bacana que o outro...












18 de mai. de 2011

Diga-me onde trabalhas...

Bureaucratics é o nome de um projeto que deu origem a um livro e exposição. O seu autor, Jan Banning, é um fotógrafo holandês que percorreu o mundo documentando repartições públicas e espaços de trabalho normalmente voltados para atividade administrativas e burocráticas onde são notórios os contrastes sócio-culturais. Ao todo foram fotografados oito países de cinco diferentes continentes: China, Estados Unidos, Libéria, Bolívia, França, Índia, Rússia e Iêmen.



Para Banning, as imagens são representativas da organização dos países em que foram feitas e mostram como cada Estado se apresenta a seus cidadãos. "Estes escritórios são, por um lado, a vitrine do Estado, mas também são o lugar onde o indivíduo comum passa grande parte do seu tempo", disse ele à BBC Brasil.



A ideia do projeto, segundo ele, surgiu ao ser convidado para fotografar ações de descentralização da administração em Moçambique, para um artigo sobre a ajuda para o desenvolvimento do país, que seria publicado em uma revista holandesa.



"No fim das contas, o artigo foi reduzido a uma página e eles decidiram publicar oito páginas de fotografias", contou. As imagens de Moçambique não entraram no projeto final por serem em preto e branco, mas inspiraram a ideia de fotografar outros funcionários do governo no mundo.


O fotógrafo diz que os países que fazem parte do projeto foram escolhidos "pelo conteúdo, e não só porque nos dariam fotos pitorescas". "Os Estados Unidos entraram porque são uma superpotência; a Índia, porque é a maior democracia do mundo; a China, por ser o maior país socialista; a Bolívia, por ser o país com maior percentual de índios na América Latina. Cada um desses países representa uma ideia política maior."


Em dois outros países, no entanto, Banning não conseguiu permissão para fotografar. Ele havia escolhido Cuba e o Vaticano, que acabaram ficando fora do livro.


Banning contou ainda que as diferenças entre o funcionamento da máquina estatal são perceptíveis entre os países. "Em alguns deles, como na França, encontrei uma burocracia que, de certo modo, funcionava, mesmo que as pessoas tivessem que esperar bastante. Em outros, como no Iêmen, parecia que eles tinham a estrutura, mas não o conteúdo. Havia mesa e cadeiras, mas as pessoas eram como atores, representando um papel de funcionário."


"É como se todo Estado respeitável precisasse de uma burocracia. Em alguns países ela está fazendo um trabalho. Em outros, só parte das pessoas está fazendo o trabalho, as outras são quase como uma decoração", concluiu.



O livro Bureaucratics custa US$ 60s (cerca de R$ 98) e pode ser comprado pelo site da editora americana Nazraeli Press ou pelo site do próprio fotógrafo.


As imagens estão em exibição nos Estados Unidos e na Europa. Entre junho e agosto, estarão em San Juan, na Argentina e, em seguida, na cidade de Nequen, na Patagônia.

19 de ago. de 2009

Colmeia Corporativa

A sede da agência de notícias financeiras Bloomberg, em Manhattan, é mais do que uma arquitetura arrasadora. Seu ponto principal lembra os favos de uma colmeia, com funcionários expostos em cada nível.

Edificado sobre os andares do escritório onde o fundador, Michael Bloomberg, atual prefeito de Nova York, iniciou sua trajetória de sucesso há quase cinquenta anos atrás, o prédio inteiro é desprovido de paredes e divisórias.

Os principais ganhos desse formato de escritório, destacado na obra 'SEGREDOS DO SUCESSO DOS GRANDES HOMENS DE NEGÓCIOS', a ser lançado em setembro pela Editora Nobel, é agilidade na comunicação e transparência total nas relações.