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24 de mai. de 2013

SolarKiosK - Uma grande ideia para acabar com a escuridão na África

SolarKiosK é o primeiro quiosque do mundo 'alimentado' inteiramente por meio de energia solar ou, como chamam seus criadores, a empresa alemã SolarKiosk GmbH, uma “unidade de negócios autônoma”. 


Instalado no ano passado num vilarejo da Etiópia, um dos países mais pobres do mundo, ele vende de tudo: alimentos, pilhas, lanternas, bebidas, medicamentos, cartões para celular, entre outros produtos típicos de um posto comercial convencional. Seu diferencial, no entanto, reside da oferta de energia, limpa e renovável, produzida pelos painéis solares no teto. O sistema fornece eletricidade para uma geladeira que funciona como frigorífico comunitário e também para recarga de aparelhos celulares ou computadores.


Dependendo das condições do local, dá até para oferecer TV, internet e música. As luzes também fornecem uma alternativa mais segura e mais barata para as lâmpadas de querosene, que são frequentemente usadas por famílias da região e emitem gases perigosos.

O próximo passo é expandir o projeto para as regiões mais remotas de toda a África, onde 800 milhões de pessoas não têm acesso à energia. Cada um desses quiosques vai ser operado por um membro da comunidade local, que receberá treinamento específico.


4 de mar. de 2010

Ele levou a lousa para a Internet

Formado em Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachussets, Salman Khan 'literalmente' levou a lousa para a tela do computador de milhares de pessoas. Basicamente, apenas com o auxílio do Microsoft Paint, ele desenvolve tutoriais em matemática, química, física e uma centena de assuntos mais complexos (para eu que sou de humanas, o termo mais correto seria indecifráveis) que são uma mão na roda para cerca de 70 mil estudantes que acessam seus vídeos mensalmente.

De acordo com uma reportagem do San Francisco Chronicle, Salman Khan começou dando aulas de reforço à distância para sua sobrinha, Nadia, em 2004, e logo outros membros da família se juntaram a ela. Percebeu então que seria mais prático gravá-las e disponibilizá-las no YouTube, o que tornou suas aulas disponíveis para um público ainda maior.

Muitos comentários sobre os vídeos no YouTube refletem o porquê de seu enorme apelo - são 35 mil acessos por dia. Em um dos tutoriais da Khan Academy, por exemplo, as respostas incluem: "Por que meu professor de cálculo não me disse que era tão simples?" ou "Eu era uma negação no meu curso de física. Você me salvou". Outros chegam a aclamar o autor do vídeo: "Você é o deus da matemática!!!"



Já são mais de 1100 vídeos disponíveis, sendo que todos, basicamente, possuem a mesma estrutura: um fundo negro com linhas brilhantes e coloridas para as equações, que são resolvidas, simultaneamente, com as explicações.

Todo o retorno financeiro de Khan é proveniente dos anúncios no YouTube, mas já há conversas adiantadas com investidores para ampliar a operação, que hoje se restringe apenas a ele. Confira abaixo um breve vídeo de apresentação desse admirável exemplo de empreendedorismo social.


15 de jan. de 2009


Fazer a ponte entre empreendedores com idéias inovadoras e oganizações interessadas em apoiá-las. Essa é a proposta do programa Changemakers, criado pela Ashoka, organização internacional de apoio ao empreendedorismo social. No endereço changemakers.net, grandes empresas e investidores anunciam competições que têm como objetivo encontrar as melhores soluções para grandes questões sociais e ambientais. Funciona assim: uma determinada empresa que está interessada em encontrar projetos de combate à violência doméstica, por exemplo, anuncia sua proposta no site. Empreendedores do mundo todo que desenvolvam ações relacionadas ao tema proposto inscrevem seus projetos. Em fóruns online, interessados e curiosos podem enviar perguntas, fazer críticas e dar sugestões. Uma banca de especialistas seleciona os finalistas com base em critérios como inovação, impacto social e sustentabilidade. A votação final das propostas é feita pelo público por meio da Internet e os projetos vencedores ganham prêmios em dinheiro e visibilidade internacional. Nike, Coca-Cola e Citibank são algumas das empresas que já recorreram ao Changemakers, que deve chegar ao Brasil ainda este ano.

(referência: Época Negócios)