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14 de mai. de 2012

5 novos sites nacionais de e-commerce que você precisa conhecer

Personalização e comodidade são os termos que melhor definem os projetos abaixo. Cada um, a seu modo, procura, como aquela velha e boa vendinha do bairro, chamar o cliente pelo nome, conhecer suas necessidades e antecipar suas demandas.

Dieta Bistrô – A partir de 40 opções de receitas, os clientes recebem kits semanais ou mensais de refeições saudáveis na porta de casa ou do escritório. Primeiro, você escolhe seu tipo de dieta: Low Carb, Baixo Índice Glicêmico, Balanceada, Celíaca, Vegetariana ou Kosher. Depois, encomenda um kit (que pode ser semanal, quinzenal ou mensal) ou então pratos avulsos. Detalhe: não há nada congelado; vem no sistema fresh delivery, no qual o oxigênio é retirado da embalagem e nitrogênio é injetado no lugar. Cinco almoços ou jantares saem por R$ 99,90.

IGLUU – A proposta é criar cardápios com base nas preferências de cada cliente. O serviço, contudo, não prepara a comida, manda a receita e a lista de compras, com um comparador de preços, por e-mail. Uma maneira prática de abastecer a despensa e evitar o desperdício. Ainda em fase beta.





CluBeer - Clube online em que os sócios escolhem um dos quatro planos disponíveis (Santo Agostinho, Saint Patrick, Gambrinus e Ninkasi) e recebem, todo mês, um kit com cervejas diversas e um material explicativo sobre as bebidas. As assinaturas variam de um mês a um ano, e os preços vão de R$ 44,30 para a assinatura de um ano com entrega mensal do kit com quatro cervejas especiais nacionais, como a Bamberg Camila Camile e a  Dama Indian Lady, a R$ 105 por um mês pelo kit com duas cervejas Super Premium, como a Delirium Tremens e a Tripel Karmeliet. A entrega é para todo o território nacional, sendo que o frete é grátis para a cidade de São Paulo.



oLook – Um site de moda personalizada para mulheres. A partir do preenchimento de um perfil de consumo de moda - 24 perguntas comparativas entre estilos diferentes - , a olook sugere e desenha mensalmente coleções únicas de bolsas, sapatos e acessórios e, de acordo com o interesse, manda fabricar e vende. Tudo sob medida, no modelo fast fashion.


Personal Trainer Virtual – O cliente recebe um login e senha para receber semanalmente toda a prescrição de seu treinamento e programa alimentar. O valor mínimo da mensalidade é de 80 reais e inclui downloads de vídeos com cada exercício proposto, além de emails e sms motivacionais.

30 de mai. de 2011

6dollarshirts

Sim, o nome se adequa perfeitamente à proposta, oferecer pela Internet um mundo de estampas de camisetas pela bagatela de 6 doletas, ou melhor ainda, 6 peças por US$ 50!


E, pelo que pude ver, não fica a dever em nada para a nossa Banca de Camisetas e congêneres. Fica a dica. Para saber mais, clique aqui

16 de mai. de 2011

Por que comprar se você pode pegar emprestado?

Seguindo um pouco a linha do post anterior, saiba que a onda do compartilhamento virtual está chegando ao seu quartinho da bagunça e que você pode começar a fazer dinheiro com o que antes só servia para juntar pó.


No próximo mês, entrará no ar o serviço mais abrangente de consumo colaborativo do Brasil: o DescolaAí. Trata-se de uma rede social na qual você pode alugar um objeto de que precisa, mas que não vale a pena comprar.

O DescolaAí vai funcionar assim: o consumidor cadastra seus dados pessoais e seus interesses. Na outra ponta, alguém (também cadastrado) faz uma relação de coisas que pretende alugar. Um sistema de geomarketing cruza as informações de quem procura um objeto com o perfil de quem tem esse objeto. A ideia é apresentar pessoas próximas, num raio de até 1 quilômetro. Ambos se encontram na rede, conversam e fecham o negócio.


Para ter certeza de que quem bate em sua porta não é um ladrão, mas sim um pretendente para sua máquina de costura, o DescolaAí gera uma senha idêntica para o locatário e o locador. Ambos devem anunciar o código logo no primeiro encontro. Há um minicontrato para garantir o uso correto. Se houver qualquer problema, o portal faz a intermediação. O pagamento só ocorre depois que o produto é devolvido e checado. Na última etapa, cada um dos negociadores dá uma nota para o processo.



Os negócios de compartilhamento nos Estados Unidos vêm se expandindo rapidamente. Na mesma linha do DescolaAí, há pelo menos três grandes empresas americanas: o NeighborGoods, o SnapGoods e o ShareSomeSugar. Todos promovem o aluguel de objetos na vizinhança.

Há também os sites especializados. O ThredUp é um deles. O portal americano visa à troca de roupas. Nasceu com o foco nos adultos, mas logo descobriu outro filão de mercado, as crianças. Pelo ThredUp, são negociadas cerca de 14 mil peças infantis todo mês. Aquelas roupinhas que ficaram pequenas para os filhos.


Essas empresas buscaram inspiração na mesma fonte, a Zipcar. A americana não fabrica, não conserta nem vende automóveis. Ela os distribui por diferentes pontos da cidade, para atender aquele que precisa de um carro naquele momento. É diferente das companhias convencionais de aluguel, principalmente porque você pode ter o automóvel só por algumas horas. O crescimento da Zipcar na última década é surpreendente: uma média de 30% ao ano. Poucas empresas alcançaram essa taxa. Em nove anos, ela expandiu 674%. Estima-se que os usuários do serviço economizem uma média de US$ 400 a US$ 600 por mês com seguro, manutenção e combustível.

(Publicado originalmente na última edição da Revista Época)

Me empresta seu e-book?


Em tempos de literatura digital, o velho hábito de “surrupiar” a biblioteca alheia será substituído pela prática de descolar o link alheio. Quem patrocina a novidade são duas das maiores livrarias norte-americanas, Amazon e Barnes & Noble. Ao permitir a prática de empréstimo de suas versões digitais, elas causaram um rebuliço no mercado e já alimentaram o surgimento de pelo menos dois sites (BookLending e Lendle) especializados em serviços de intermediação entre os leitores. 


O funcionamento é simples. Pelo site das livrarias, o proprietário indica que quer emprestar o livro e informa nome e e-mail do agraciado. Este recebe uma mensagem, aceita a oferta e a operação se completa. Há algumas restrições: a editora da obra tem de concordar com a prática, cada empréstimo dura no máximo 14 dias e só pode ser feito uma única vez. Além disso, enquanto o exemplar estiver emprestado, o dono não poderá lê-lo. Cabe destacar também que nem o dono do livro nem quem o toma emprestado precisa, obrigatoriamente, ter o leitor eletrônico das livrarias (Kindle, da Amazon, e Nook, da B&N). As obras podem ser acessadas nos programas para PC, Mac, iPad, iPhone, BlackBerry e Android, que as empresas disponibilizam gratuitamente.


No esquema das livrarias, não existe a possibilidade de o leitor procurar um livro para empréstimo. Depende de uma combinação prévia com algum conhecido que possua o livro que ele deseja. Por isso surgiram os dois sites de intermediação, que se encarregam de listar o acervo dos usuários e facilitar a troca. Há ainda um subproduto interessante desta prática. Como o controle da operação fica a cargo das livrarias, que se encarregam de apagar o exemplar da conta de quem o tomou emprestado e retorná-lo para a conta do proprietário original, as tradicionais discussões sobre se o volume foi restituído (“claro que eu já te devolvi!”) ou não tendem a ser coisa do passado.

31 de ago. de 2010

Endorse for a Cause - O valor de uma indicação revertido para uma causa

Simples e admirável a proposta do Endorse for a Cause. Lançada ontem, a plataforma permite direcionar um percentual pré-definido do valor investido em compras em alguns dos maiores varejistas online dos Estados Unidos para ONGs e/ou atividades sociais.


Target, Old Navy, eBags, eToys, Crocs e Adobe são algumas das marcas que já aderiram à proposta, que conta com parcerias já firmadas com Kiva, The Humane Society Of The U.S., The American Cancer Society e American Red Cross, entre outras. É possível sugerir livremente outras entidades para integrar a plataforma.

Funciona assim: o usuário cadastrado compartilha via Twitter ou Facebook ítens de varejo de alguma das lojas cadastradas na plataforma para amigos e conhecidos que, se comprados, automaticamente têm um percentual, que varia de 0,7% a 8%, direcionado para as instituições de caridade escolhidas.

Vale replicar por aqui imediatamente. Veja abaixo um vídeo explicativo:



(via TechCrunch)

28 de jul. de 2010

Você me empresta aquela sua vassoura por alguns dias?

Seja a tal vassoura do título desse post, aquela barraca de praia que você só usou uma vez, o violão do seu cunhado que queria ser cantor sertanejo, a bicicleta enferrujada da sua filha ou a prancha de surf que você guarda como relíquia, enfim… a probabilidade de você ter em casa uma série de coisas que não usa com muita frequência é enorme, certo? 

Pois o site SnapGoods surgiu para que você possa ganhar algum dinheiro enquanto não usa esses objetos, e ser uma mão na roda para um amigo ou vizinho por uns dias. Trata-se de um serviço de aluguel localizado, que conecta pessoas com algum grau de afinidade. Aluguel por dia, por semana, por mês... você que decide o tempo e o valor de cada objeto, posta no site e quem sabe alguém vai te agradecer muito por isso. Por enquanto ainda só funciona em NY, mas tem todo o potencial para ser replicado.

8 de jul. de 2010

IndieReader coloca os autores na linha de frente

De uma maneira simplificada, o IndieReader é um espaço virtual de venda de obras literárias artesanais ou que não passaram pela fôrma industrial. Tal qual a Etsy, uma espécie de e-Bay de produtos vintage que atrai milhões de visitantes diariamente, o site se propõe a colocar os autores na linha de frente com seu público, servindo como plataforma e selo de qualidade.


As obras são impressas no sistema conhecido como 'print on demand', processo eletrônico de impressão sob demanda ideal para pequenas tiragens. Contra o estigma daqueles que veem com desconfiança tudo que não tem 'etiqueta', o IndieReader aponta como referências um time e tanto: Gertrude Stein, Zane Grey, Anais Nin, Edgar Allan Poe e Virginia Woolf.


Além da louvável iniciativa, outra surpresa boa do site é a revista mensal, que traz entrevistas com figuras renomadas da cena indie em geral, como Kim Hastreiter (editora da PaperMag) e o marketing-man Seth Godin. A pergunta de abertura: Qual o livro que mudou a sua vida?



8 de jun. de 2010

Você faz o seu!

Com consumidores cada vez mais exigentes em relação ao que vão adquirir, algumas companhias tem investindo ao máximo na customização de seus produtos para se diferenciar, e adotaram a web como plataforma principal de distribuição. Saindo das lojas online de camisetas e bonés customizáveis, que já existem aos montes, vale a pena conferir algumas propostas bastante 'arrojadas' lançadas recentemente:


No site australiano Shoes of Prey, é possível criar um sapato, escolhendo o modelo, a altura do salto, as cores, estampas e costuras. Os valores são definidos pelos componentes;


Para quem é aficcionado por chocolate, a dica é o Create my Chocolate, site criado pela Chocrí, uma startup alemã fundada em setembro de 2008, e lançada nos Estados Unidos em janeiro deste ano. Lá, é possível desenvolver barrinhas de design único, com os tipos de chocolate e complementos de preferência - frutas, amêndoas, pimenta e, até mesmo, ingredientes orgânicos;


Cansou de uva passas com banana? Pois tanto o Elements Bar quanto o Me and Goji são sites em que qualquer pessoa pode montar uma barra de cereais original. Basta escolher os ingredientes, batizar a criação e receber a obra em casa em uma embalagem totalmente customizada;


Já a marca canadense RedMoon é especializada na criação de rações a partir da preferência de donos exigentes, que criam suas próprias fórmulas e adicionam os ingredientes desejados, além do formato do alimento. A ração seca customizável é baseada em vários tipos de carne e suplementos, e todos os produtos não possuem grãos, soja, glúten, trigo ou milho. O dono escolhe primeiro a base da fórmula e, ao mesmo tempo, indica o tamanho e nível de atividade metabólica do animal. Depois, basta selecionar o tamanho do biscoito da ração e o tamanho do saco;



Criado em Xangai, mas com entregas em qualquer parte do mundo, o Blank Label, por sua vez, foca na customização de camisas sociais, onde é possível escolher desde as cores e o formato dos botões, até a espessura da gola e a medida dos ombros;


Por fim, até mesmo artigos mais luxuosos como bolsas e jóias também já permitem a mais plena customização na web. No primeiro caso, o endereço certo é a Laudividni, onde os modelos podem variar de US$ 400 a US$ 1000; e, no caso das jóias, a dica é a Gemvara, onde um anel de noivado/casamento pode sair de U$ 250 a U$ 3.000.


21 de mar. de 2010

Forever Young

Para mostrar que o e-commerce pode estar ao alcance de qualquer um para o que quer que seja, o Swedish Post lançou uma interessante campanha estrelada pelo veterano ator Bo Brundin, que até então jamais havia mexido em um computador. A ideia foi 'comprar' a juventude de Brundin de volta pela Internet, recriando o quarto que ele morava na década de 60.

O astro de 'Quando as águias se encontram' ganhou um blog para detalhar as peças que decoravam seu quarto na época e negociar as ofertas. Não demorou muito para alcançar seu intento.Confiram abaixo o vídeo-case:

5 de ago. de 2009

Camisetas Virais

Agora você pode sair às ruas com uma camiseta estampada com seu viral favorito. Grande sacada da Shirts Taste Good, uma operação in house criada esse ano por um grupo de amigos web designers. As estampas são criativas, e todas gravadas com tinta no tecido, de forma artesanal. Por enquanto estão disponíveis 25 modelos para compra e as páginas dedicadas a cada um vem acompanhadas do vídeo relacionado embedado.

Os modelos custam em média US$ 17,95, fora o frete. O site tem ainda um área para sugestões daqueles que ainda não figuram por lá. Vale a visita.

Confira abaixo alguns exemplos:








28 de jul. de 2009


Uma ideia inovadora para um varejista de alimentos: unir a compra online com a retirada dos produtos no ponto de venda, sem a necessidade de sair do carro. Esse é o conceito da francesa Chronodrive., criada para contornar algumas das principais barreiras atuais à disseminação das compras online de alimentos: preocupações com privacidade; serviço de entrega sem flexibilidade, caro e pouco conveniente, e falta de confiança nos pagamentos online.

A Chronodrive foi desenvolvida pelo grupo varejista Mulliez na cidade de Lille, em 2004, para atender as necessidades de um grupo crescente de consumidores que querem que suas compras de supermercados sejam simples, rápidas e flexíveis. Todas as lojas da marca estão localizadas em cruzamentos importantes de vias expressas, como forma de aproveitar um fluxo intenso e constante de potencias consumidores.


Funciona como um e-commerce tradicional, com as imagens e descrição dos produtos e a colocação dos itens em um carrinho. Os pedidos podem ser pagos online ou na hora da retirada dos produtos.


Após a realização da compra online é chegada a hora da retirada dos produtos que pode ser efetuada na loja mais próxima duas horas depois da confirmação do pedido e fica disponível pelas 24 horas seguintes. Para retirar as compras, os clientes entram no terreno da loja, param o carro ao lado de um dos quiosques disponíveis e digitam o código da compra.
Os quiosques são ergonomicamente projetados para que os consumidores façam a transação com conforto de dentro do carro. O passo seguinte é parar o carro em uma vaga numerada da área de recebimento e aguardar no máximo cinco minutos (a média é de 2min30s), tempo que demora para que um funcionário da loja finalize o pedido, leve-o ao carro e coloque as compras no porta-malas.