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12 de jun. de 2012

ItsNOON - A Rede Social Criativa


Qual o papel da bicicleta na sociedade? Como você quer trabalhar usando o seu celular? Qual é a força do jovem da periferia? O que é um empreendedor criativo para você? Esses são alguns exemplos de ‘chamadas criativas’ que podem ser encontradas na plataforma ItsNOON, bela amostra de DNA nacional do que pode ser chamado de crowdsourcing. 


As pessoas podem enviar textos, imagens, vídeos ou áudios para responder às tais ‘chamadas criativas’. Os melhores trabalhos são remunerados, e os proponentes ganham em troca uma coleção de inspirações que podem ser ponto de partida para aprimorar seus produtos, serviços e formas de se comunicar.


Diversas empresas já utilizaram o sistema, entre elas Itaú Cultural, Vivo e Santander. A revista ProXXIma, por exemplo, recebeu mais de cem respostas criativas para a chamada ‘O que é crowdsourcing para você?’. Além de pagar  R$ 100 para os 21 melhores trabalhos, imprimiu o grande vencedor na ilustração de capa da edição especial sobre crowdsourcing, de maio de 2012.

26 de mai. de 2011

Crowdsourcing de Moda


Mais uma startup promissora. Empresas enviam briefings de estampas, croquis, ilustrações, jóias, sapatos, identidade visual, etc. Qualquer participante do FashionLab pode entrar no projeto e concorrer ao prêmio estipulado por cada Marca.

O site de criação coletiva será lançado oficialmente daqui 8 dias, mas quem quiser já pode inscrever seu e-mail para participar da fase “beta”.

(via UOD)

18 de out. de 2010

Seu suor está à venda?


Inspirado no nome de uma geringonça fake desenvolvida no século XVIII que se dizia apta a vencer os maiores enxadristas da época, o projeto Mechanical Turk, criado em 2005 pela Amazon, é uma espécie de classificados online de pequenos serviços. Qualquer pessoa pode ganhar alguns centavos de dólar desempenhando tarefas como classificar websites, catalogar imagens com tags, fazer buscas em bases de dados, transcrever podcasts, identificar objetos em imagens de vídeo, resumir ou parafrasear fragmentos de texto – atividades que, em sua maioria, são de difícil execução para um computador, mas bastante simples para um ser humano.


O funcionamento do MTurk é bem básico. Dentre as diversas tarefas publicadas no site, você escolhe uma ou várias, realiza e pronto. Os solicitantes, então, avaliam seu trabalho e lhe remuneram. Aos residentes nos Estados Unidos, os pagamentos são feitos normalmente em cheque, já os estrangeiros apenas podem "optar" por trocar os seus ganhos por vale-compras na própria Amazon.


Além de oferecer às empresas um manancial de teletrabalhadores dispostos a executarem pequenas tarefas, o Amazon Mechanical Turk vem se tornando um grande exemplo do uso de crowdsorcing. Why are you here, right now?, um dos projetos pioneiros baseados na ferramenta, gerou uma publicação onde mil pessoas oriundas de todas as partes do mundo responderam à questão que dá nome ao livro pelo preço de um centavo de dólar. A obra foi editada e organizada em um período de 50 dias.


A ideia que motivou a criação do Mechanical Turk, diga-se de passagem, surgiu da necessidade da Amazon em resolver o problema de produtos duplicados em sua loja. O sucesso ao longo destes cinco anos é inegável: mais de cem mil ‘trabalhadores’ cadastrados em 200 países.

Um grande adepto do MTurk é o designer do Google Creative Lab Aaron Koblin, especialista em “transformar montanhas de dados em coisas legíveis”, que ficou conhecido recentemente pela participação no desenvolvimento do “filme interativo em HTML5″ The Wilderness Downtown, feito para a música We Used To Wait, do grupo Arcade Fire. Em Bicycle Built for Two Thousand, por exemplo, Koblin coletou trechos contendo vozes de 2.088 pessoas de 71 países do mundo que, quando unidas, formavam a canção “Daisy Bell”, do inglês Harry Dacre. O curioso é que cada participante apenas repetiu um barulho que ouvia, sem ter ideia de que aquilo viraria música. Já em Johnny Cash Project, cada envolvido fazia um desenho que formaria uma sequência com os demais, gerando um videoclipe para a música “Ain’t no Grave”, canção inédita do cantor lançada em álbum póstumo (American VI) no início deste ano.


Outro que vem tendo  grandes resultados na utilização da ferramenta é o ProPublica, uma das mais notáveis empreitadas na produção de jornalismo investigativo independente, que, inclusive, acaba de elaborar um guia de utilização do MTurk na área. Vale a pena dar uma olhada.

Quem sabe, enfim, alguém não replica a iniciativa por aqui...

7 de out. de 2010

Jogando por um Mundo Melhor

Jane McGonigal, uma designer de jogos de realidade alternativa (ARG), apontada pela MIT Technology Review como um dos top 35 jovens inovadores em tecnologia, acredita que um game pode, de fato, tornar o mundo um lugar melhor. Esse foi o estímulo que lhe permitiu desenvolver o Breakthroughs to Cures, um jogo de geração de idéias online projetado para mudar a nossa forma de pensar a pesquisa médica. 


O jogo parte de um cenário hipotético futuro:  uma contaminação generalizada provocou uma doença neurológica que pode infectar mais de 100 milhões de pessoas. Líderes do governo americano convocam um painel para investigar formas de acelerar o ritmo das investigações e a descoberta de tratamentos ou mesmo a cura para a doença antes que ela se dissemine.
 

Durante um período de 24 horas, os jogadores deverão contribuir com uma ideia - em 140 caracteres ou menos, naturalmente - para resolver o problema. McGonigal espera que essa plataforma ajude a refletir sobre novas maneiras de alterar a pesquisa médica acadêmica e desenvolvimento de medicamentos.


"O jogo é a ferramenta perfeita para ajudar a promover o tipo de pensamento não convencional e que é necessário para criar mudanças radicais na área da saúde e acelerar a velocidade com que os tratamentos são entregues", afirma Nancy Barrand, da Robert Wood Johnson Foundation’s Pioneer Portfolio, que financiou o projeto de McGonigal.

A julgar pelos seus trabalhos anteriores, Cruel 2 Be Kind, game onde os jogadores deviam "atacar" outras pessoas com atos gentis, e World Without Oil, game que instigava os internautas a pensarem em alternativas para a atual sociedade dependente do petróleo, que acumulou mais de dois milhões de jogadores de 15 países, desde a sua criação em 2007, a nova iniciativa de McGonigal é promissora. 



Vale, enfim, assistir acima o vídeo de sua apresentação no TED no início desde ano e, abaixo, o vídeo de lançamento de Breakthroughs to Cures.





14 de ago. de 2010

Mais uma da Wired

A Wired acaba de lançar um interessante projeto de crowdsourcing na área musical, que além de denotar engajamento, inspira mais credibilidade ainda para esse que é um dos produtos editoriais mais inovadores do mundo. A partir de trilhas de baixo, guitarra e bateria lançadas em parceria com a Indaba Music, os leitores são convidados a adicionar outros elementos musicais e vocais, de forma a compor uma peça sinergética.  


Com milhares de participações, a Wired já selecionou  o top 5 e está pedindo votações para escolher o vencedor. Mas não fica por aí… Na sequência começa uma competição para remixes da música vencedora.

Acesse esse link para ouvir e votar 

10 de ago. de 2010

OpenBuildings

O recém-lançado OpenBuildings é um fantástico banco de dados online que organiza grandes exemplos da arquitetura mundial em um esforço para compartilhar informações, destacar diferenciais e permitir o contato entre profissionais da área.


A plataforma online já disponibiliza o perfil e a ficha técnica completa de duas mil edificações, incluindo a área construída e os principais materiais utilizados, além de fotos, vídeos e até mesmo os esboços e publicações disponíveis a respeito.

Há vários métodos de navegação dos ítens já catalogados - rede, listas, slideshow e Google Maps. Basta se cadastrar para editar ou adicionar proezas arquitetônicas mundo afora, bem como avaliar e comentar cada uma.


Em breve, um aplicativo para iPhone, chamado simplesmente de 'Buildings', disponibilizará passeios virtuais para tornar ainda mais conveniente o aprendizado sobre o nosso mundo construído.

25 de jun. de 2010

The Tunnel - O filme que está desafiando Hollywood

Você estaria interessado em fazer parte da produção de um filme? Pois é, essa é basicamente a proposta de “The Tunnel“, um inovador projeto de crowdsourcing que está desafiando Hollywood.


A ideia é vender frames do filme por apenas $1 para conseguir levantar fundos para o que a Distracted Media está chamando de 135K Project, o custo necessário para que o filme seja finalizado ($135,000), e que será distribuído totalmente free via torrent.

Se der certo, estaremos diante de uma nova fórmula para as produções independentes, que desafia o poder dos grandes estúdios de Hollywood, e traz consigo um novo approach ao mundo do cinema, tanto na sua forma de produção quanto de distribuição.


As páginas do Facebook e a conta do Twitter do filme estão sendo constantemente atualizadas com novas fotos e materiais de divulgação do projeto. Abaixo uma sinopse em inglês e um teaser do filme, que será um mix de thriller e terror.

An investigation into a government cover-up leads to a network of abandoned train tunnels deep beneath the heart of Sydney. As a journalist and her crew hunt for the story it quickly becomes clear the story is hunting them.



(Referência: Y2)

27 de mai. de 2010

O Testemunho das Multidões


Um projeto que se iniciou como um site de jornalismo colaborativo em 2007 no Quênia, durante a transição do governo local – que provocou diversos conflitos generalizados, o Ushahidi, grande vencedor do The Bobs este ano, tem a proposta de mapear os locais que mais precisam de ajuda em uma região afetada por um desastre natural, como um terremoto ou enchente, por exemplo.

Voluntários podem enviar informações sobre pessoas desaparecidas, desabamentos, falta de água, incêndios, pontes quebradas, entre outros, diretamente das ruas, seja por meio de SMS, emails ou mensagens no Twitter.


O projeto já havia ganhado destaque mundial em 2009 ao ser apontado como uma das 50 empresas mais inovadoras pela Technology Review, do MIT, e ficou conhecido mundialmente nas tragédias que afetaram o Haiti e o Chile no início do ano e, mais recentemente, ao mapear os efeitos do vazamento de óleo no Golfo do México.


O Ushahidi - que significa “testemunho”, em Swahili, uma das línguas faladas no Quênia - foi idealizado pela advogada e blogueira Ory Okolloh. Ela estava morando na África do Sul, voltou ao Quênia para votar e observar a eleição de 2007, mas recebeu ameaças por causa de seu trabalho e decidiu voltar à África do Sul. Ela então publicou na Internet a ideia de uma ferramenta de mapeamento que permitisse que as pessoas relatassem a violência e outros comportamentos ilegais de forma anônima. Alguns aficionados em tecnologia viram a mensagem dela e construíram a plataforma durante um fim de semana prolongado.

Confira no vídeo abaixo detalhes do funcionamento desta fantástica ferramenta de exercício da cidadania.

31 de mar. de 2010

Leitor e Co-Autor

Inspirador projeto de crowdsourcing promovido pela editora romena Vellant. Assumindo que cada leitor interpreta um livro de forma diferente, a editora resolveu lançar algumas páginas de uma obra semi-acabada  no Facebook, convidando as pessoas a tomar parte do projeto, reescrevendo a história através de suas próprias visões, seja com ilustrações, comentários ou reflexões.

O conteúdo foi reunido, editado, diagramado e, finalmente, teve sua versão impressa lançada. Como não poderia deixar de ser, os fãs ou co-autores foram chamandos para o cocktail de lançamento. O buzz gerado foi proporcional à engenhosidade da ação. Confiram o vídeo-case abaixo:

4 de jan. de 2010

Que tal começar o ano comprando uma cervejaria?

Muita gente gostaria de ser dono de bar. Outros já prefeririam ter a sua própria cervejaria. Agora isso é possível, a partir de 5 dólares.

A história é a seguinte: a propriedade da cervejaria Pabst Brewing Co, reconhecida internacionalmente por comercializar as cervejas Blue Ribbon, foi confiada à Kalmanovitz Charitable Foundation quando seu proprietário, Paul Kalmanovitz, faleceu.
Por se tratar de uma organização sem fins lucrativos, no entanto, a Kalmanovitz precisa se desfazer da marca até o final deste ano. Para saber quanto a Pabst valeria, ela contratou uma auditoria que chegou a um número: US$ 300 milhões. Em vez de simplesmente esperar um comprador, o que é bastante improvável no ainda incerto cenário econômico americano, duas agências de publicidade, a Forza Migliozzi e a The Ad Store, foram contratadas e estão testando literalmente os limites da fidelidade à marca, tentando obter a quantia.

A ação, baseada no modelo de crowdsourcing, está toda ancorada em um site, o buyabeercompany.com, que abre a possibilidade de contribuição com várias quantias. Por enquanto, os interessados apenas se cadastram e sinalizam a intenção de doar. Eles serão convocados a colocar o dinheiro caso o valor total seja alcançado. A menor contribuição possível é de 5 dólares e garante um certificado de posse e uma garrafa. Vinte e cinco dólares garantem o mesmo certificado, além de um pack com seis cervejas. Na prática, compra-se a cerveja e se arremata um pedaço da empresa junto.

O site possui um contador e quanto mais dinheiro entra, mais perto de zero o valor fica. Em cerca de um mês e meio, já se arrecadou 100 milhões de dólares (em intenções, é bom enfatizar). Resta saber se na hora do 'vamos ver', não vai ter gente se fazendo de rogado. Seja como for, no entanto, não resta dúvida que se trata de uma ação de marketing exemplar.
(Referência: e.ideias)