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26 de out. de 2012

Nada como uma boa música para melhorar a comunicação

Principal violinista da South Carolina Philharmonic, Jarrod Haning mostra nessa apresentação do 
TEDxColumbia o supreendente poder da música no nosso cérebro. 


Segundo ele, a música atua da mesma maneira que a linguagem em sua concepção e, sobretudo, na sua compreensão. Deleite-se!

29 de ago. de 2012

Será mesmo pura ficção?

Emily Dickinson disse, há mais de cem anos atrás, que 'não há fragata como um livro para nos levar para terras distantes'. E é a mais pura verdade ... Porém, para a educadora Jessica Wise, a literatura vai muito além do que entreter ou expiar as angústias do mundo. As ficções determinam a nossa forma de ver as coisas e moldam nossos pontos de vista e perspectivas muito mais do que se possa imaginar!

 

5 de jun. de 2012

Você REALMENTE sabe POR QUE faz o que faz?

Simon Sinek tem um modelo simples mas poderoso para uma liderança inspiradora. Tudo começa com um círculo dourado e a questão"Por que?"


Para ele, as pessoas se convencem de algo pelo 'porquê', e não pelo 'o que'. “Cada organização no planeta sabe o que faz. Alguns sabem como fazem. Mas poucas, muito poucas pessoas ou organizações sabem o porquê fazem o que fazem. E por ‘por que’ não quero dizer ‘fazer lucros’. Isso é um resultado. Por ‘por que’ eu quero dizer: qual seu propósito? Qual é a causa? Qual é a sua crença? Por que sua organização existe? Por que você sai da cama pela manhã? E por que alguém deveria se importar?”

Vale a pena assistir a palestra que ele deu a respeito do tema no TED:




Aqui o site para entender melhor o conceito... Tô já aqui matutando sobre meus porquês agora...

29 de ago. de 2011

Ursus Wehrli e a reconstrução da arte

Nascido em 1969, o tipógrafo de formação Ursus Wehrli é também músico, acrobata, produtor de shows de variedade... e, sem sombra de dúvidas, o "Kaberetist" mais famoso da Suíça hoje. O termo, por aquelas bandas, significa humorista, daqueles que chegam com seu banquinho no palco para imitar políticos e apresentar esquetes cômicos.
 
No entanto, ao lado de sua atuação, Ursus Wehrli sempre teve um hobby e é dele que vamos tratar aqui: recriar, ou melhor, rearranjar telas dos grandes mestres da pintura.


Para dar uma idéia do tipo de "brincadeira artística" proposta por ele, vamos a um exemplo. Na famosa tela em que Vang Gogh pintou seu quarto em Arles -com aquela visão frontal da cama e da janela, em tons cor de fogo -, Wehrli decidiu dar uma arrumadinha na bagunça: reproduziu com exatidão a pintura, "guardando" porém todos os quadros que estavam na parede embaixo da cama e empilhando os móveis sobre ela.


Já na tela de Magritte em que se vê homenzinhos com guarda-chuvas caindo do céu, como gotas, o humorista decidiu ordenar a chuva humana usando a altura como critério. Reproduziu-a, impondo contudo uma ordem crescente: primeiro caem os homens bem pequenininhos, em seguida os de estatura mediana e na última coluna "chovem" os senhores maiores.


O procedimento é quase estruturalista, uma vez que pinça e agrupa os elementos mais básicos com os quais os artistas compõem suas telas: as formas e as cores.


Recentemente, Ursus Wehrli esteve no TED e falou sobre essa sua maneira peculiar de visualizar a arte e, quem sabe, o próprio mundo:



Segundo um belo artigo escrito por Ilana Goldstein e publicado no Trópico, 'enquanto muitos dos artistas modernos e contemporâneos transgridem, subvertem e confundem, Ursus Wehrli parece dar vazão a um desejo reprimido do leigo de rearrumar, reconstruir e, sobretudo, encontrar um sentido nas obras de arte'. Em outras palavras, Ursus Wehrli talvez faça aquilo que muitos gostariam de fazer: aproximar-se da produção artística para torná-la mais palatável e compreensível.

17 de ago. de 2011

Você já hackeou seu trabalho hoje?

Joshua Klein é um hacker, no melhor sentido da palavra. Ele cria soluções plausíveis e eficientes para problemas comuns, trabalhando com temas bem diversos, da inteligência dos corvos a como utilizar wikis de forma subversiva no ambiente de trabalho .

Em seu ultimo livro, Hacking Work, Joshua fala sobre um assunto interessantíssimo: como quebrar regras cretinas no ambiente de trabalho e criar situações em que os colaboradores e a empresa ganhem com isso?


Na apresentação do TEDxDublin, Joshua conta algumas dessas histórias de hacks corporativos: um funcionário que criou um sistema que preenchia automaticamente formulários de despesas, economizando 4 horas por semana; e a desobediência de um grupo de funcionários que virou case de negócio internacional, transformando não só a vida dos empregados, mas melhorando o relacionamento com os clientes da empresa e um dos grandes diferenciais de mercado da Best Buy (o case TwelpForce ganhou o Cannes Titanium em 2010).



(via UOD)

18 de jul. de 2011

Cem artistas em um

Shea Hembrey resolveu organizar uma bienal, reunindo obras de 100 artistas. Acontece que ele seria o autor das 100 obras.

Cansado de sair insatisfeito de exposições e museus, Shea passou dois anos no seu estúdio bolando personagens e construindo peças de artes. Imaginou nomes, paixões, origens e, para cada uma de suas criaturas, concebeu uma obra.

Com isso, montou a bienal Seek - ou melhor, montou o catálogo dela, pois apesar das obras existirem fisicamente, elas não estão expostas. Em Seek, Shea apresenta seus artistas e suas produções. Mas mais do que apreciar as peças - que têm uma qualidade artística inegável - ele dá um tapa de luva em muita gente de nariz em pé por aí. Confira e se inspire em sua palestra proferida recentemente no TED:

4 de mai. de 2011

Os taxistas de Buenos Aires e o TED

Você já ouviu falar bastante do TED neste blog, mas ainda se trata de uma iniciativa bastante desconhecida da população em geral. Na última edição em Buenos Aires, os organizadores levaram a missão de disseminar os valores transmitidos no evento muito a sério e bolaram uma ação genial para fazer seu conteúdo ser reverberado para muito além da platéia. Confira:



(via UOD)

20 de jan. de 2011

Como olhar para a vida e achar ela incrível

Neil Pasricha, autor do blog 1000 Awesome Things faz uma palestra emocionante e muito inspiradora no TED sobre como olhar para a vida e achar ela verdadeiramente incrível. Veja a palestra no vídeo abaixo (em inglês).



(via Viu Isso?)

13 de dez. de 2010

Você nunca mais vai dizer que odeia estatística

Hans Rosling é médico, pesquisador e, pode-se dizer sem medo de errar, um desbravador. Depois de ter identificado uma doença induzida pela fome na África rural, graças aos seus conhecimentos na área de estatística, Hans fundou em 2005, junto com seus filhos, a Gapminder Foundation, uma organização sem fins lucrativos baseada na Suécia.


A atividade inicial da Gapminder foi desenvolver o Trendalyzer, um software que transformava informações chatas em gráficos animados e interativos. Em março de 2007, o Google adquiriu o Trendalyzer e o time de desenvolvedores foi para empresa da Califórnia. O Trendalyzer se tornou o Google Public Data Explorer


E o que faz de Rosling um desbravador? Hoje ele dedica seu tempo a destroçar os mitos e informações incorretas que são divulgados massivamente sobre os denominados países do Terceiro Mundo. Ele consegue provar que historicamente as nações em desenvolvimento têm obtido resultados tão bons e até mais rapidamente do que os países ricos – mais na área social do que na econômica, é verdade. Por exemplo: mostra que o atual PIB das Filipinas é igual ao dos Estados Unidos em 1915, durante a I Guerra Mundial. Entretanto, os americanos só atingiram a atual taxa de mortalidade infantil filipina em 1957, o que, para ele, prova que os países emergentes não estão tão atrasados como pensa a maioria das pessoas.



Tudo isso faz de Rosling uma espécie de Pop-Tedster (como é conhecido um Astro do TED), graças a sua capacidade de apresentar estatísticas globais de uma forma que qualquer pessoa possa não só entender, mas também se divertir com a sua narrativa quase que "futebolística" da evolução dos indicadores dos países - a apresentação acima foi vista mais de 1,5 milhão de vezes e é um dos maiores cases da história do TED.


Não precisa ser um gênio pra saber que a expectativa de vida e renda no mundo todo era menor em 1810 que em 2010, mas como – e para onde – essas estatísticas se moveram ao longo do tempo? No vídeo abaixo, recém divulgado nas redes sociais, Rosling apresenta 200 anos de história do mundo em 4 minutos em uma fantástica produção da BBC, usando a técnica de realidade aumentada. O vídeo faz parte da série The Joy of Stats. Para você nunca mais dizer que odeia estatística!

7 de out. de 2010

Jogando por um Mundo Melhor

Jane McGonigal, uma designer de jogos de realidade alternativa (ARG), apontada pela MIT Technology Review como um dos top 35 jovens inovadores em tecnologia, acredita que um game pode, de fato, tornar o mundo um lugar melhor. Esse foi o estímulo que lhe permitiu desenvolver o Breakthroughs to Cures, um jogo de geração de idéias online projetado para mudar a nossa forma de pensar a pesquisa médica. 


O jogo parte de um cenário hipotético futuro:  uma contaminação generalizada provocou uma doença neurológica que pode infectar mais de 100 milhões de pessoas. Líderes do governo americano convocam um painel para investigar formas de acelerar o ritmo das investigações e a descoberta de tratamentos ou mesmo a cura para a doença antes que ela se dissemine.
 

Durante um período de 24 horas, os jogadores deverão contribuir com uma ideia - em 140 caracteres ou menos, naturalmente - para resolver o problema. McGonigal espera que essa plataforma ajude a refletir sobre novas maneiras de alterar a pesquisa médica acadêmica e desenvolvimento de medicamentos.


"O jogo é a ferramenta perfeita para ajudar a promover o tipo de pensamento não convencional e que é necessário para criar mudanças radicais na área da saúde e acelerar a velocidade com que os tratamentos são entregues", afirma Nancy Barrand, da Robert Wood Johnson Foundation’s Pioneer Portfolio, que financiou o projeto de McGonigal.

A julgar pelos seus trabalhos anteriores, Cruel 2 Be Kind, game onde os jogadores deviam "atacar" outras pessoas com atos gentis, e World Without Oil, game que instigava os internautas a pensarem em alternativas para a atual sociedade dependente do petróleo, que acumulou mais de dois milhões de jogadores de 15 países, desde a sua criação em 2007, a nova iniciativa de McGonigal é promissora. 



Vale, enfim, assistir acima o vídeo de sua apresentação no TED no início desde ano e, abaixo, o vídeo de lançamento de Breakthroughs to Cures.





22 de set. de 2010

Zeitgeist Minds - O TED do Google

O projeto Zeitgeist | Great Minds of Our Time (Grandes Mentes de Nosso Tempo) é um apanhado com os melhores vídeos dos eventos Google Zeitgeist, realizados anualmente.


Listinha básica de speakers que já passaram por lá: Alex Bogusky, Carlos Slim, Clay Shirky, Don Tapscott, Forest Whitaker, Howard Schultz, John Battelle, Jeffrey Immelt, Richard Branson, Ted Turner e Tim O'Reilly.

16 de nov. de 2009

Insights do TEDxSP

Eu achava que quinze minutos era um tempo muito escasso para fazer uma apresentação, mas nesse final de semana tive a oportunidade de descobrir que estava completamente enganado. A primeira edição do TED no Brasil reuniu no Teatro da Mooca especialistas dos mais variados ramos de atividade, tendo como fio condutor a inovação, e mostrou que quinze minutos são mais do que suficientes para expor com brilhantismo qualquer tema.

O TED, sigla para Technology, Entertainment and Design, e cujo lema é Ideas worth spreading, começou com uma conferência nos idos de 1984, reunindo grandes pensadores com a premissa de disseminar conhecimento e expor idéias para mudar atitudes, comunidades e o mundo. Desde então o evento foi crescendo em escala exponencial. Ocorre anualmente na cidade de Long Beach, na Califórnia, durante quatro dias.

Bill Clinton, Bono Vox, JJ Abrams (criador da série Lost), Chris Anderson (editor chefe da revista Wired e autor do livro 'A cauda longa'), Jeff Bezos (fundador da Amazon), Al Gore, Stephen Hawking e Peter Gabriel são alguns dos colaboradores do evento.

A primeira edição do TED no Brasil que o blog Mosca Branca acompanhou nesse final de semana foi primorosa em todos os sentidos: palestrantes, conteúdo, diversidade de assuntos, organização, amplitude e grandiosidade do público que esteve presente. Em breve, todas as apresentações estarão disponíveis na íntegra aqui. Enquanto isso, confira abaixo alguns dos insights apresentados:

Bicicleta de Bambu

O bambu é uma uma planta que consegue ser versátil e eficiente ao mesmo tempo. Uma de suas principais vantagens é agregar, em um mesmo material, flexibilidade e resistência. Graças a essas características ele é aplicável nas mais diversas áreas, podendo ser usado para várias finalidades. Uma delas, bem original, é o transporte.

O designer brasileiro Flávio Deslandes pesquisou durante alguns anos as propriedades do bambu. Após esse tempo de estudo, ele projetou uma bicicleta cuja armação, ao invés do tradicional alumínio, é feita de, vejam só, bambu!

O modelo custa a partir de EUR $ 3.800,00 e já vem sendo produzido na Dinamarca. Para maiores informações, clique aqui

Os montadores de paredes

Valério Dornelles inventou uma nova forma de levantar paredes - e sua inspiração foi o filho de 7 anos brincando com Lego. Criado em 2000, o novo sistema de construção é baseado em tijolos de tamanhos diferentes, que podem ser encaixados da mesma forma que as peças do brinquedo. O novo sistema foi patenteado e deu vida ao que hoje é a Tecno Logys, que já conta com mais de 15 mil apartamentos montados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os blocos permitem erguer paredes com o dobro da velocidade tradicional, mas o manuseio do material é mais complexo e demanda treinamento. Para isso, foi criada uma escola de pedreiros que, de acordo com a proposta da empresa, passaram a ser chamados de 'montadores de parede'. O método foi incluído entre as 1001 maiores inovações brasileiras pela consultoria Monitor Group.

A água que vem do ar

O publicitário Danilo Mendes abandonou o universo das grandes empresas para participar da fundação de uma start-up em um segmento cada vez mais crucial para o mundo: água. A empresa que ele criou, a HNF Water, criou uma máquina que extrai a água da umidade do ar. A solução foi apresentada recentemente em Riad, capital da Arábia Saldita, que sofre terrívelmente com a escassez de água, e foi bastante elogiada. Outro uso que vem sendo estudado é nas sessões de hemodiálise.

Nós do Morro

Em 1986, Guti Fraga criou no Morro do Vidigal, no Rio de Janeiro, um grupo de teatro com jovens da favela que ganhou o nome de 'Nós do Morro'. Em mais de duas décadas, foram encenadas 75 peças que mudaram a vida não só de quem assistiu, mas de quem atuou. Conheça um pouco mais sobre esse maravilhoso projeto, que emocionou a todos no TED, assistindo ao vídeo abaixo:



Já ouviu falar de Gabi Amarantos? Deveria.

Sabe qual foi a única exigência que Chris Anderson, editor chefe da cultuada revista americana Wired e autor dos best sellers 'A Cauda Longa' e 'Free', fez ao vir ao Brasil no final do ano passado? Conhecer Gabi Amarantos. Nunca ouviu falar? Tudo bem, eu também não a conhecia.

Fui apresentado a ela na palestra do genial Ronaldo Lemos, um dos maiores especialistas em direitos autorais do Brasil e autor do livro 'Tecnobrega - O Pará reinventando o negócio da música'. Gabi Amarantos é a vocalista da banda Tecnoshow, um dos maiores expoentes do tecnobrega. O ritmo é uma síntese da mistura da música eletrônica e da cultura de DJs com a canção romântica brasileira, o pop internacional, o calypso e outros ritmos tradicionais do norte do país.

O principal meio de divulgação do gênero são os bailes organizados pelas “aparelhagens”, equipes de som que competem pela atenção do público tanto por meio do áudio como com cenários de palco mirabolantes e shows de efeitos especiais e iluminação.

Além do Tecnoshow, as principais bandas e aparelhagens paraenses de tecnobrega são Tupinambá, AR-15, Companhia do Tecno, Beto Metralha, Poderoso Rubi, Banda Mega Pai-D'Égua e Príncipe Negro.

O funcionamento: as bandas e DJs gravam de uma a quatro músicas num estúdio (normalmente caseiro). Mandam as canções para rádios e aparelhagens. Os camelôs compilam as músicas de maior sucesso em um CD e vendem nas ruas. O CD custa entre R$ 3 e R$ 4; um DVD, R$ 10. São 400 cds e 100 dvds por ano em um mercado que movimenta cerca de R$ 2 milhões por mês.

Vote na Web

Lançado oficialmente no TED, Vote na Web é uma iniciativa bem bacana, ancorada em um site na Internet, onde você pode ver e votar nas leis em pauta na Câmara e no Senado e comparar suas posições com o resultado da votação dos políticos.

Pode também acompanhar o representante em quem votou e ainda ver o seu grau de afinidade com os políticos. Uma ferramenta incrível para favorecer um voto mais consciente e realmente capaz de representar os interesses de cada um. Vale conhecer

Many Eyes

A pesquisadora brasileira Fernanda Viégas, Ph.D pelo Media Lab, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), acredita que a forma como as pessoas vêem as informações e conseguem estabelecer relações entre elas faz a diferença para o debate público de ideias e para o engajamento dos cidadãos na realidade. Por isso, especializou-se em visualização de dados e fundou, com Martin Waterbarg, o site Many Eyes, mantido pela IBM dos Estados Unidos.
O site é uma experiência colaborativa que analisa os impactos das técnicas de divulgação de informações sobre o debate público. Além de acessar e comentar gráficos que apresentam de forma visual estatísticas tão distintas quanto o índice de desemprego americano por estado e os termos mais associados por homens e mulheres ao assunto suicídio no Google, qualquer pessoa pode criar seus próprios gráficos usando os data sets disponíveis. Na era da chamada 'obesidade da informação', um projeto mais do que pertinente.

NAVE

“A única coisa que pessoas enterradas há meio século no brasil achariam absolutamente normal se revivessem hoje seriam as escolas". Essa frase proferida por Silvio Meira em uma de suas palestras sobre tecnologia da informação reflete o quanto as nossas escolas ainda estão atrasadas em relação ao mundo e aos meios digitais em matéria de educação e modus operandi das dinâmicas escolares.

Pensando nisso, o Governo do Estado do Rio de Janeiro - através de sua Secretaria de Estado de Educação e de Cultura - em parceria com a Oi Futuro (núcleo de responsabilidade social da empresa Oi) iniciaram o projeto NAVE (Núcleo Avançado em Educação) que nada mais é do que o conceito de escola do Futuro.

O NAVE é o Colégio Estadual José Leite Lopes. Na parte da manhã o colégio segue a grade curricular normal do MEC como qualquer outro colégio. Mas à tarde os 600 alunos podem se deliciar com os ensinamentos do mundo digital. Nessa grade, há matérias variadas como Programação de games, Roteiros para Mídias Digitais, Geração Multimídia, TV Digital, etc. Este seguimento do NAVE é chamado de Fábrica de Cultura Digital.

A meta do NAVE é preparar jovens que, no futuro, possam ter facilidade para exercer profissões modernas como, por exemplo, roteiristas, programadores, designers e gestores para atuar em TV digital, internet, celular e jogos eletrônicos. Recentemente, a escola Cícero Dias no Recife também passou a adotar o modelo.

Pedalando e Educando

Em 2001, impulsionado por um desejo em viajar pelo mundo, o arquiteto mineiro Argus Caruso Saturnino desenvolveu um projeto educacional chamado "Pedalando e Educando", que consistia em passar às crianças de escolas públicas o conhecimento e a experiência adquirida nas localidades que percorria.

Através da Internet, as escolas receberam perodicamente um material didático inovador com fotos e textos relatando a aventura de volta ao mundo de bicicleta. Toda a viagem foi elaborada para utilizar-se de rotas que potencializam o interesse pela História, Geografia e o dia a dia dos locais visistados. O objetivo era que o material fosse utilizado em sala de aula para discussão com um profissional de ensino.

Durante três anos e meio, Caruso pedalou por 28 países, percorrendo 35 mil quilômetros pelas rotas tradicionais, como a Inca e a da Companhia das Índias Orientais, registrando em textos e imagens as peculiaridades e as culturas dos países que visitou. Sua aventura começou em dezembro de 2001, em Cordisburgo, no interior mineiro. De lá, a expedição solitária a bordo da "magrela" passou pela Bolívia, Peru, Tanzânia, Quênia, Egito, Jordânia, Síria, Turquia, Líbano, Irã, Grécia, Romênia, Hungria, Croácia, Eslovênia, Itália, França, Inglaterra, Índia, Nepal, Tailândia, Laos, Camboja, Malásia, Indonésia, Timor Leste e Austrália.

Em janeiro de 2010, Caruso inicia a nova fase do projeto, agora denominado "A Escola do Mundo", no qual vai percorrer cidades do Norte e do Nordeste do Brasil, levando esses relatos e fotos para crianças dessas localidades.

Farmácias Vivas

O uso de ervas medicinais, muitas delas cultivadas no fundo do quintal, é uma prática secular baseada no conhecimento popular e transmitido oralmente, na maior parte das situações. É difícil encontrar alguém que não curou a cólica infantil com camomila ou erva-doce ou o mal estar de uma ressaca com chá de folhas de boldo, sem qualquer receita médica.

Numa população com baixo acesso a medicamentos, como a brasileira, agregar garantias científicas a essa prática terapêutica traz variadas vantagens. Esse é o pressuposto que deu origem ao projeto “Farmácias Vivas” que apóia pessoas carentes que não tem condições de comprar medicamentos. Para eles, a única opção é utilizar remédios da natureza ou dos vendedores de ervas.

Nas farmácias vivas, os medicamentos são preparados em laboratório de fitoterápicos sob responsabilidade de um farmacêutico especialmente treinado. Para sua administração, o princípio ativo é mantido nas plantas (e não isolado como faz a indústria farmacêutica) na forma de chás, xaropes, tinturas e cápsulas gelatinosas.

O projeto foi criado no Ceará, mas hoje também está presente em Brasília, no Piauí e no Pará.

Central da Periferia

Para finalizar esse post, não poderia deixar de fora a provocante e entusiasmante palestra da atriz e apresentadora da TV Globo, Regina Casé. Ela trouxe ao palco do TED suas descobertas na produção do programa Central da Periferia, criado em 2006, em que pela primeira vez na história dos veículos de comunicação de massa, a cultura original das favelas e comunidades carentes pôde ser mostrada de fato como é, sem maquiagens ou juízos de valor.

Vale a pena assistir os dois vídeos abaixo que registram os melhores momentos do programa que, como a própria Regina Casé disse em sua apresentação, infelizmente ainda esbarra no nojinho da 'elite pseudo intelectual' pela autêntica produção cultural da periferia.



13 de jan. de 2009

No final de outubro do ano passado criei uma newsletter e dei a ela o nome de moscabranca. Passei a enviá-la semanalmente a amigos, parentes e colegas de trabalho. Para minha satisfação, houve um retorno bastante positivo e o meu mailing aumentou consideravelmente. Foram dez edições até que resolvi transformá-la neste blog.
Relacionei abaixo algumas das notas publicadas nesse período. Elas servem como uma carta de apresentação.
Espero que lhe agrade.



Em 1978, veja lá há quanto tempo faz isso, Kip Tindell, Garret Boone e John Mullen abriram uma loja de varejo cuja finalidade era 'ajudar as pessoas a simplificar sua vida'. Com um investimento inicial de apenas US$ 35 mil, eles criaram a The Container Store, um espaço onde você encontra todos os tipos e tamanhos possíveis e imaginários de caixas, organizadores e embalagens. Seus departamentos e categorização de produtos são voltados para soluções e vão de closets a garagem, passando por cozinha, escritório e até mesmo lixo. Fiéis ao princípio de ajudar a resolver tudo, desde o mais ínfimo dos problemas de armazenamento para os desafios organizacionais mais intimidantes, eles cresceram e muito.

Já por nove anos seguidos a The Container Store está na lista das melhores empresas para trabalhar da revista Fortune. A empresa orgulha-se de ser conhecida por dedicar 241 horas de treinamento a cada funcionário. Hoje opera com lojas de 2.500 m2 em média e carrega mais de 10 mil produtos inovadores. Seu centro de distribuição em Dallas Forth Worth tem 72.500 m2 e a empresa trabalha em 20 mercados distintos, com 42 lojas distribuídas de costa a costa dos EUA. Atualmente, estima-se que suas vendas atinjam US$ 500 milhões por ano.

Conheça alguns dos produtos que fazem dessa loja uma mosca branca, na melhor acepção do termo:

no cabide




no laptop


na bolsa




para conhecer mais produtos, acesse o site http://www.containerstore.com/

Reportagem recente da Revista Exame descreve uma loja localizada em Colônia, na Alemanha chamada Globetrotter. A loja é inteiramente dedicada a artigos de esportes de aventura. O que a diferencia, no entanto, é a possibilidade de experimentação. Logo ao entrar na loja, por exemplo, há um vasto átrio com uma cúpula que simula uma floresta tropical, onde fica uma piscina que faz o papel de lagoa. Nela, é possível testar caiaques, canoas, roupas e equipamentos mergulho à venda na loja. Não muito longe dali, pode-se pôr à prova casacos e calçados impermeáveis em uma espécie de câmara dotada de um chuveiro gigante que simula uma chuva torrencial. Em outro compartimento, com temperatura de 25 graus negativos, os interessados em roupas e sacos de dormir para expedições polares podem conferir o grau de proteção das peças com uma ajuda incomum: eles são filmados com uma câmera de infravermelho que exibe, em uma tela de plasma, a forma como o calor se distribui pelo corpo. Os produtos de montanhismo, por sua vez, são dispostos sobre pedras como se estivessem num campo-base para escalada do monte Everest, e ao lado os visitantes podem testar artigos para alpinismo em paredes de escalada e ao som do canto dos pássaros. A loja chega a atrair aos sábados cerca de 15 mil visitantes. Tem muito mais. Confira as imagens e para saber mais, acesse o site http://www.globetrotter.de/




O que você já comprou pela Internet? Cds, livros, dvds... talvez um eletrodoméstico ou mesmo um carro. Mas duvido que você já tenha comprado sêmen online! Isso mesmo, basta acessar o site http://www.portaldosemen.com.br/ para ter acesso a 'promoções imperdíveis'. Em destaque, uma dose do Nelore padrão Checurupadu que pode ser adquirida por R$ 2.500,00. É possível parcelar e a entrega é feita, com frete gratuito, para todo o país. Com o perdão do trocadilho, nessa época de 'vacas magras', quem sabe não é um bom investimento...


Saara Barhoum tem apenas 11 anos e já é uma estrela da TV. Ela apresenta o programa Os Pioneiros do Amanhã e, pela projeção que alcançou, pode ser compara a nossa Maysa. O rato Farfour, a abelhinha Nahoul e o coelhinho Assud são os personagens que dividem o cenário do programa, transmitido na Palestina pela TV Al-Aqsa, emissora controlada pelo partido político/grupo terrorista Hamas.
Acompanhe a saga dos personagens: com sua voz fininha e inocente, o rato Farfour ensina as crianças a odiar os judeus e convida a galerinha a se engajar na guerra santa contra os inimigos de Alá. Depois da apenas cinco episódios, Farfour foi martirizado (o personagem morreu espancado por um soldado israelense), mas o programa ganhou um amiguinho ainda mais radical: a abelhinha Nahoul, cuja missão é vingar a morte de Farfour. Como a vida em Gaza não está nada fácil, ela acabou também sendo martirizada. É aí que entra em cena o coelhinho Assud - cujo lema é levar alegria para as crianças da Palestina (acabando com os judeus).

Perguntada sobre o que quer fazer quando crescer em reportagem publicada no jornal inglês The Times, a menina Maysa dos palestinos afirma convicta: "morrer na luta contra os israelenses" .


Se diferenciar é uma tarefa cada vez mais árdua para as marcas e, consequentemente, para as agências. Árdua, mas necessária. Com a avalanche de produtos similares nas prateleiras e a consolidação de novos meios de distribuição, sobretudo aqueles apoiados em novas tecnologias, as empresas precisam buscar, cada vez mais, alternativas para serem, aos olhos do consumidor, 'moscas brancas'. Uma idéia interessante foi colocada em prática pela agência britânica Street Advertising Agency recentemente e contou com uma boa receptividade. Trata-se do cleanadvertising ou propaganda limpa. O modelo consiste em estampar o anúncio de uma marca em uma parede ou calçada suja utilizando jatos de pressão de água ou panos. A imagem limpa fica gravada na sujeira. Como bem antecipou Ana Clara Costa em sua coluna semanal Mídia & Cia na Istoé Dinheiro, a prática não existe ainda no país, mas tem tudo para dar certo, pegando carona, inclusive, no movimento pró-sustentabilidade. Confira algumas das ações já promovidas:








Você se lembra do Marillion? A banda inglesa formada em 1978 estourou no país na década de 80 com sucessos como 'Kayleigh' e 'Hooks on you'. Em 1987, com a saída de Fish, vocalista e principal nome da banda, por problemas com álcool e drogas, a banda entrou em um período de ostracismo, até que, em meados de 1997, o tecladista Mark Kelly publicou uma mensagem na Internet informando que a banda não tinha dinheiro para tocar ao vivo nos Estados Unidos devido à falta de apoio de uma gravadora. Os fãs decidiram então unir esforços e conseguiram juntar mais de 60 mil dólares (39 mil euros). Foi graças a esse dinheiro que a banda organizou a sua maior digressão em solo americano.

No final de outubro do ano passado, a banda lançou mais um apelo aos fãs, convidando-os a encomendar uma cópia de uma edição de luxo de um CD duplo da banda pelo preço de 29,99 libras (40 euros) antes do lançamento do disco, que deverá ocorrer apenas no final deste ano com a chancela da gravadora própria do Marillion. Mais de 12 mil fãs já acorreram ao pedido, o que somado dá o total de 725 mil dólares. Para incentivar as pessoas a participar, a banda prometeu indicar o nome dos que encomendaram o CD na lista de créditos do álbum. A campanha envolveu também o sorteio de prémios especiais como visitas ao estúdio do Marillion para acompanhar as sessões de gravação, excursão com todas as despesas pagas à convenção do Marillion na Holanda, receber telefonemas dos músicos, bilhetes para concertos e livre-trânsito para os bastidores das atuações ao vivo.
O exemplo acima ilustra aquilo que convencionou-se chamar de crowdfunding, ou seja, uma comunidade de colaboração financeira. A idéia é simples: criar uma gama de patrocinadores para um determinado projeto por meio da web. Apoiadores depositam pequenas quantias para financiar propostas em que acreditam, gerando milhões. Desde que adotou o método do crowdfunding, o Marillion, por exemplo, financiou a gravação de seus álbuns Anoraknophobia, de 2001, e Marbles, de 2004, e diz ter uma base de dados de mais de 80 mil fãs/usuários ativos.

Conheça abaixo outros exemplos de crowdfunding em que você pode se cadastrar como apoiador ou apresentar o seu trabalho gratuitamente para potenciais admiradores/investidores:

Música (http://www.sellaband.com/) - O artista cadastra uma demonstração de seu trabalho e, se agradar aos usuários, pode ter seu disco patrocinado;

Software (http://www.cambianhouse.com/) - É possível criar e aprimorar modelos de software online;

Moda (http://www.catwalk.com/) - Internautas podem acompanhar o trabalho dos estilistas cadastrados e "adotar" financeiramente aquele que mais lhe agradar. O patrocínio é de 15 euros;

Jornalismo (http://www.spot.us/) - Usuários sugerem pautas de grandes reportagens investigativas, uma equipe estabelece o budget e os internautas patrocinam a matéria preferida.



Todo bom bebedor sabe: para não passar mal, é preciso forrar o estômago! No Arizona, uma lanchonete acabou literalmente com os problemas dos 'paus d'água'. Trata-se do Heart Attack Grill, um estabelecimento cujo singelo slogan é “Taste Worth Dying for”. Lá, você irá matar a sua fome e será servido por sexy-garçonetes vestidas em trajes de enfermeira. No cardápio, que não tem refrigerante light, você encontra cigarros sem filtro e a especialidade da casa, o “Bypass Burger” nas suas variações: simples, duplo, triplo e até quádruplo. Caso você não tenha se dado conta, ‘bypass’ é uma técnica cirúrgica que faz um desvio em vasos obstruídos, geralmente do coração. O lugar também é “children friendly” e oferece aos pequenos uma linha completa de cigarros feitos de doce para que fiquem iguaizinhos ao papai!!
Quem passou por lá, garante que é imperdível!


"Escrever é cortar palavras", dizia Carlos Drummond de Andrade. "Enxugar até a morte", complementava João Cabral de Melo Neto. O escritor curitibano Samir Mesquita seguiu à risca os poetas com a recém lançada coletânea Dois Palitos, que reúne 50 microcontos, cada um com até 50 caracteres. Uma caixa de fósforos serve de embalagem para o pequeno livro que pode ser folheado e adquirido no site http://www.samirmesquita.com.br/



Para você que está cansado de comer do mesmo Mc Donald's, algumas moscas brancas espalhadas pelo mundo. Veja aquele que mais combina com o seu estilo.

1) Explícito


Cabbages & Condoms é uma rede de restaurantes da Tailândia. Há camisinhas nas paredes e imagens delas impressas no carpete. Com a conta, ao invés de receber balinhas de menta, você ganha camisinhas. Os lucros do restaurante são revertidos para a instituição Population and Community Development Association.

2) Implícito


O primeiro restaurante sob o mar do mundo surgiu no Hilton Maldives Resort & Spa em abril de 2007. O restaurante Ithaa, que significa pérola no idioma local, fica a cinco metros sob as ondas do Oceano Índico e é envolto por uma cadeia de corais vibrantes.

3) Aéreo


Dinner in the sky é um restaurante de Bruxelas, na Bélgica, que serve o jantar para 22 pessoas a 46m de altura no céu. A mesa e as cadeiras foram especialmente planejadas para serem elevadas por um guindaste. O rango lhe tomará suados 8 mil euros (cerca de 19.600 reais).

4) Pé no Chão

As pessoas podem sim comer na privada e se divertir. O Marton Theme Restaurant, na cidade de Kaohsiung, Taiwan, tem o tema “banheiro” e é um grande sucesso. Ficar lá é como estar em um banheiro gigantesco. Eles também servem a comida em bandejas com o formato de tampas de assentos de vasos sanitários. Banheiras foram transformadas nas mesas, através de um tampo de vidro colocado no topo. Ao invés de guardanapos, os clientes usam rolos de papel higiênico para limpar a boca e as mãos. Torneiras foram transformadas em fontes e mictórios em lustres.

Não dá para ir e não provar a sobremesa...


Você já ouviu falar no termo 'murketing'? A união das palavras marketing e murky (nebuloso, em inglês) é um neologismo criado pelo jornalista americano Rob Walker para sintetizar a relação em que as marcas se dedicam a construir uma relação de cumplicidade com o consumidor - em que as armas mais eficazes passam longe de campanhas convencionais na TV. Segundo ele, que acaba de lançar o livro Buying In, muitas vezes, os consumidores que nem são alvo de determinada campanha publicitária descobrem um produto e passam a comprá-lo e recomendar aos amigos. Daí, o fabricante tem que correr para tentar entender esse novo consumidor.
Exemplos não faltam, mas um dos mais célebres é o caso da Converse, fabricante dos tênis All Star, símbolos de rebeldia para uma legião de consumidores. A empresa ganhou fama no começo do século 20, quando um jogador profissional de basquete chamado Chuck Taylor tornou-se um dos primeiros atletas a fazer propaganda de um produto. Taylor foi contratado para visitar clínicas de basquete em todo o país e promover os tênis All Star junto aos atletas. Logo a Converse se tornou líder em calçados esportivos - e durante décadas reforçou sua imagem com a contratação de novos astros do esporte. Nos anos 80, porém, quando concorrentes como a Nike inundaram as lojas com modelos de tecnologia mais avançada, a velha fabricante entrou numa espiral de decadência que quase a levou à falência. O que salvou a Converse foi o fato de, aos poucos, os próprios consumidores começarem a associar o All Star a uma aura de contestação e descompromisso. À revelia da empresa, a imagem foi cristalizando de tal maneira que os tênis chegaram aos pés de roqueiros e artistas que nunca pisaram numa quadra de basquete. Com a fama de "descolada", a Converse alcançou novos públicos e se manteve no mercado. Hoje, a própria empresa se vale desta imagem em suas campanhas, com a contratação de ídolos como Julian Casablancas, vocalista da banda Strokes.
A Nike comprou a fabricante do tênis All Star por US$ 305 milhões em 2003, mas isso não afetou em nada a áurea alternativa do produto. O caso descrito acima, no entanto, nos animou a recordar ('recordar é viver') outros antes obscuros, hoje 'turbinados' objetos de desejos que se encaixam na moderníssima alcunha 'murketing'...






Na onda da caipirinha superfaturada, os paulistanos têm agora a oportunidade de experimentar um café muito especial: o Jacu Bird Coffee. A xícara, que custa a bagatela de R$ 14,00, já está disponível na rede Suplicy Cafés Especiais. Mas este café, que só poderia mesmo ter sotaque capixaba, assim como uma grande colaboradora desta newsletter, é realmente uma mosca branca.

Além da rede Suplicy, o Jacu Bird Coffee já está disponível nas cafeterias 'mais in' de Tóquio, Londres, Los Angeles e São Francisco. A venda é uma exclusividade da Fazenda Camocim, de propriedade de Henrique Slope.

Notem a origem desta preciosidade: o jacu é uma ave (Penelope purpurascens) que habita as montanhas do Espírito Santo. O bichinho se alimenta dos frutos do café e depois de um processo super refinado de fermentação, que alguns conhecem por digestão, bota para fora grãozinhos de Jacu Bird Coffee. Sim, caquinha de passarinho por R$ 14,00. E aí? Topa um?




Vou começar e você termina ok: "Que legal nós dois/Pelados aqui/Que nem me conheceram/O dia que eu nasci/Que nem no banho/Por baixo da etiqueta/É sempre tudo igual/O curioso e a xereta/Que gostoso, sem frescura/Sem disfarce, sem fantasia/Que nem seu pai, sua mãe/Seu avô, sua tia...

Sim, a moda agora é ficar pelado. Não faltam opções para se praticar livre, leve e solto. Confira algumas atividades, digamos, inusitadas:




Deve ter marmanjo feliz da vida assistindo às notícias sobre a crise financeira no Naked News, canal de notícias disponível na internet e, em alguns países, em canais de TV fechados. Entre uma queda e outra da Bolsa, lá se vai uma peça de roupa da apresentadora, para aliviar o estresse do espectador.



Um spa urbano em San Francisco oferece uma aula semanal de Naked Yoga aos domingos. Após as aulas, os alunos se reúnem, vestidos, para discutir suas experiências.


Se com roupas especiais e equipamentos já é difícil, imagina só sem nada disso. O grupo americano Stone Nudes (um trocadilho com o termo stone, que em inglês pode significar "completamente" ou "rocha", e nudes, que significa nu) lançou nos Estados Unidos a moda de escalar montanhas sem roupa, que já chegou à Inglaterra.


As sessões de aeróbica não devem ser muito agradáveis de ver, mas pelo menos ninguém mais vai suar nas aulas durante o Naked Sunday (domingo sem roupa), instituído por uma academia na Holanda. Tomara que todo mundo lembre de limpar os aparelhos e o colchonete.


Ninguém pode reclamar se encontrar "cabelos" na comida, em um dos Clothing Optional Dinner (jantares com roupa opcional), realizados em restaurantes de Nova York. A última moda agora é reunir um grupo de amigos e ir jantar completamente nu. O duro é esconder a barriga depois da comida.

(via http://revistagalileu.globo.com/)





A imagem acima revela o ambiente de uma competição que ocorreu recentemente em um shopping de Cingapura. O evento atraiu diversos participantes que concorriam a um prêmio de US$ 1,3 mil. O jogo em questão: SUDOKU. Projetado por Howard Garns, um arquiteto aposentado de 74 anos de idade e construtor independente de quebra-cabeças, o jogo originalmente chamava-se Number Place e surgiu nos Estados Unidos, e não no Japão, como muitos imaginam, no entanto, foi na terra do sol nascente que ele virou febre e ganhou esse nome, que é a abreviação japonesa para a longa frase, suuji wa dokushin ni kagiru (数字は独身に限る), que significa os dígitos devem permanecer únicos.
Basicamente, o SUDOKU é uma grade de 9×9 constituída de sub-grades de 3×3 chamadas de regiões. Algumas células já contém números, chamadas como números dados. O objetivo é preencher as células vazias, com um número em cada célula, de maneira que cada coluna, linha e região contenham os números 1–9 apenas uma vez.
O jogo já ganhou algumas variações como o KAKURO, onde o objetivo do problema reside em colocar números de 1 a 9 (sem repetição) de tal forma que a soma de todos os números em cada entrada vertical ou horizontal seja igual ao número da dica associada.

Brasileiros do Instituto de Química da UNESP, campus de Araraquara, desenvolveram recentemente o Chemical SUDOKU, uma adaptação que apresenta conceitos da tabela periódica de maneira lúdica e interativa. A regra é simples, basta inserir os elementos nas linhas e colunas sem que se repitam.


Mas o Troféu moscabranca vai para o Sudoku Toilet Roll, desenvolvido pela Paramount Zone. Trata-se de um rolo de papel higiênico com tabelas de SUDOKU impressas. Basta destacar um dos quadradinhos e deixar a diversão rolar! Só não se esqueça da borracha.





Imagine uma suíte só sua, com jacuzzi no terraço e vista privilegiada para a Lagoa da Conceição, cartão-postal de Florianópolis. Imaginou? Agora, entre sem medo. O hotel é todo seu. É isso mesmo. Estabelecimentos com apenas um quarto (e um visual um tanto inesperado), como o Bistrô Isadora Duncan, em Santa Catarina, viraram mania mundial. Só há espaço para um casal por noite, não tem recepção nem serviço de quarto, mas a sensação é única.
Conheça algumas das opções mais charmosas e faça já a sua reserva que, normalmente, deve ser feita com pelo menos seis meses de antecedência:


O único quarto do Utter Inn fica sobre a água, no meio do Lago Malaren, em Vasteras, na Suécia. Áreas de lazer? Todo o entorno pode ser chamado assim. Mergulhar, pescar ou remar até as ilhas próximas, todas desertas, são as opções de passeio. Diária de US$ 750,00.


O Cedar Creek Treehouse, em Ashford, no Estados Unidos, como o próprio nome diz, é uma casa na árvore. O quarto foi construído em um cedro de 25 metros de altura. Não há luxo, mas algum conforto está garantido. Há luz, água, gás e uma pequena geladeira. Por motivos óbvios, é proibido fumar. Diárias de US$ 300,00.



O Hotel Everland é, literalmente, um bloco verde e branco instalado no topo da galeria de arte Palais de Tokyo, em Paris. Dentro, há um pequeno lounge, um banheiro e uma cama king size. O destaque do momento fica por conta da vista privilegiada para a Torre Eiffel, mas pode mudar a qualquer momento, já que o hotel é itinerante e pode ser transportado para qualquer canto por meio de um guindaste. Ele já esteve em Burgdorf Neuchâtel, na Suíça, e em Leipzig, na Alemanha. Diárias de US$ 800,00.



O bistrô Isadora Duncan é uma das raras opções de guest room no país. A diária custa R$ 450,00 para o casal e com direito à café na saída.




Você conseguiria fazer uma apresentação em 18 minutos? Talvez sim, talvez não, depende... pode ser que um pouco de inspiração ajude. Nesse caso, a mosca branca é o TED, sigla para Technology, Entertainment and Design, e cujo lema é Ideas worth spreading. O TED começou com uma conferência nos idos de 1984, reunindo grandes pensadores com a premissa de disseminar conhecimento e expor idéias para mudar atitudes, comunidades e o mundo. Desde então o evento foi crescendo em escala exponencial. Ocorre anualmente na cidade de Long Beach, na Califórnia, durante quatro dias. São cerca de 50 palestrantes de diversos países, compartilhando avanços em diversas áreas, como ciência, economia, questões globais e artes. Detalhe: todos têm o grande desafio de apresentar suas idéias e descobertas em apenas 18 minutos! Bill Clinton, Bono Vox, JJ Abrams (criador da série Lost), Chris Anderson (editor chefe da revista Wired e autor do livro 'A cauda longa'), Jeff Bezos (fundador da Amazon), Al Gore, Stephen Hawking e Peter Gabriel são alguns dos colaboradores.
Desde 2007, o site TED Talks (http://www.ted.com/) foi a saída encontrada para disponibilizar essas idéias para o grande público. Um repositório online com mais de 300 palestras de 18 minutos, com excelente qualidade, podem ser assistidas em caráter colaborativo (Creative Commons). Você pode acompanhar os vídeos e as discussões por RSS/Podcast, em alta definição, ou acompanhar as novidades pelo TED blog.
Em setembro desta ano, foi criado no Youtube o grupo TEDTalks em português. Está no ar desde o final de setembro e já conta com 16 vídeos legendados e mais de 150 participantes!



Falando em lei seca, lei da chinela e correlatas, 'cer-veja' só uma coisa, moscas brancas são o que não faltam quando o assunto é uma gelada. Se você quer se presentear ou deixar alguém muito feliz neste Natal, seguem alguns gadgets para deixar qualquer cervejeiro ensandecido:

Para os bebedores esportistas



Invencionice austríaca: enquanto você pedala, esfria a cerveja!

Para os high-tech

O pendrive cheio de cerveja tem capacidade que varia de 128 MB a 8 GB

Para os preguiçosos



A geringonça inventada por um estudante americano é ativada por controle remoto. A lata gelada sobe da geladeira até uma catapulta que é então direcionada a seu alvo. Ela então arremessa a cerveja a uma distância de 3 metros. Tem capacidade para 24 latas.

Para os desconfiados





Desconfiado que o garçom tá sacaneando na contagem oficial das cervejas para o pagamento? Então... peça para ele usar o seu abridor.

Para os caseiros





A geladeira sueca Asko HojePub vem com um reservatório com capacidade para 5 litros de chopp. A torneira fica na porta, o que evita o abre e fecha. É só servir!

Para os românticos

Ring thing é a única aliança que também abre cerveja.





Para os mórbidos

O tiozinho aí da foto, Bill Bramanti, quis eternizar sua paixão pela cerveja, mandando construir um caixão em forma da lata da bebida.O caixão possui as cores azul e vermelha que caracteriza o rótulo da sua marca preferida.Bill já testou o caixão mas jura não querer morrer tão cedo. Atualmente, o caixão está sendo usado para manter as latinhas de cerveja geladas nas festas.






Em um dia que poderia ter sido normal de sexta-feira na vida do jovem israelense Dan Ariely, tudo mudou de maneira irreversível em questão de segundos. A explosão de um grande foguete de sinalização, do tipo usado para iluminar campos de batalha à noite, cobriu 70% do seu corpo com queimaduras de terceiro grau. Ariely passou os três anos seguintes enrolado em bandagens de hospital. Impedido de participar das atividades diárias dos amigos e da família, começou a observar as atividades que faziam parte de seu cotidiano como se fosse um estrangeiro. Percebeu, por exemplo, que as enfermeiras que trocavam as suas bandagens, pegavam a ponta da bandagem e a arrancavam o mais depressa possível. A teoria delas estava baseada na hipótese de que a dor aguda provocada por um puxão vigoroso era preferível para o paciente do que uma dor mais prolongada motivada por um puxão devagar. Dan não concordava com o método, mas na situação indefesa em que se encontrava, tinha pouca influência sobre o modo como o tratavam.

O experimento, no entanto, o motivou a criar, muitos anos depois, já na condição de professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o instigante ‘Previsivelmente Irracional’, lançado no Brasil pela editora Campus. Sua tese é a de que não apenas estamos muito distantes da perfeição, mas que a capacidade de contrariar nossos próprios interesses é tamanha que chega a ser previsível. “Nossos comportamentos irracionais não são aleatórios nem destituídos de sentido. São sistemáticos e, já que os repetimos incessantes vezes, são previsíveis”, afirma.

Por meio de uma série de experiências surpreendentes ele mostra, por exemplo, porque continuamos com dor de cabeça depois de tomar uma aspirina de R$ 0,05, mas essa dor de cabeça desaparece quando a aspirina custa R$ 0,50; ou porque os pratos principais caros do cardápio aumentam a receita de qualquer restaurante mesmo que ninguém os compre; ou ainda porque é tão comum prometermos a nós mesmos que vamos fazer dieta, mas essa idéia desaparece quando chega a sobremesa.
Em 210 a.C., escreve Ariely, o comandante chinês Xiang Yu preparava um ataque contra as forças da dinastia Qin. Após cruzar o rio Yangtze, ele surpreendeu suas tropas queimando seus barcos e panelas. Sem condições de retroceder nem de manter as posições, só restava a opção de partir para o ataque. Xiang e seus soldados venceram as nove batalhas seguintes. O bom senso manda que mantenhamos sempre o maior número de opções à mão. Mas será que essa é a decisão mais racional?
Poucos sabem usar todas as funções de uma câmera digital ou de um novo laptop - mas existe certo conforto em saber que um dia, caso a necessidade apareça, elas estarão lá. Ninguém tem tempo nem disposição de manter contato com aqueles amigos de décadas atrás que pedem para ser adicionados como amigos no Orkut. Mas e se um dia resolverem marcar aquele encontro de 30 anos de formatura do ensino médio? Para investigar o peso das múltiplas opções, Ariely bolou um experimento virtual que envolvia três portas coloridas. Sentado diante de um computador, cada participante tinha um limite de 100 cliques e três portas coloridas para escolher. Cada uma delas envolvia uma pequena recompensa, que variava de 1 a 10 centavos. Eis a suposição: após algumas vezes, o jogador perceberia qual porta tinha um bom prêmio e continuaria clicando nela até o fim do experimento, certo? Errado. Ariely e seus colegas ficaram surpresos ao constatar que a maioria dos participantes continuava desperdiçando cliques na tentativa de encontrar uma porta melhor. O teste foi refinado: ao clicar em uma nova opção, haveria um desconto de 3 centavos (e não só mais a perda de um clique). O resultado foi o mesmo.
"Em nossa sociedade moderna, somos constantemente lembrados de que podemos fazer qualquer coisa e ser o que quisermos. Temos de nos desenvolver de todas as maneiras possíveis; devemos experimentar todos os aspectos da vida; temos de nos certificar de que, das mil coisas a ver antes de morrer, não paramos na de número 999", escreve Ariely. Essa compulsão por buscar tudo o tempo todo, de abrir todas as portas, mesmo aquelas que não oferecem uma recompensa que valha a pena, é uma das características mais marcantes de nossa irracionalidade.

Enfim, na condição em que você se encontra, você está plenamente apto a fazer o teste da bandagem e tirar suas próprias conclusões. Que tal?






A foto aí de cima é para lhe inspirar. Trata-se de uma cena daquela que é considerada a mais difícil ultramaratona do mundo, a Badwater Ultramarathon. Ela é realizada anualmente no famoso Vale da Morte, nos Estados Unidos. Nesta prova, a temperatura varia de 0º a 58ºC. A temperatura no chão, chega perto dos 100ºC. Como se não bastasse, a prova inicia a 180 metros abaixo do nível do mar e termina a 1940 metros de altitude, aproximadamente. A distância é de singelos 230 km.

Mas que raios nós, preguiçosas mosquinhas, teríamos a ver com isso? Ora, ora, ora! Uma das promessas mais ouvidas no início de todo ano é a de que 'este ano eu vou praticar algum esporte'. O problema é que eu não consigo me acostumar com academia, diz fulano. Beltrano, por sua vez, levanta a bandeira da falta de tempo. Já sicrano, vai mais longe, e diz que não encontrou nenhum esporte que se adequasse ao seu perfil. Muita calma nessa hora! É claro que não é de uma hora para outra que você vai parar em uma Badwater Ultramarathon... Mas também não é por isso que vamos nos dar por conformados. O moscabranca apresenta abaixo algumas opções bastante interessantes que, não tenho dúvidas, despertarão o atleta que existe dentro de nosotros.




Papel embrulha pedra, tesoura corta papel e pedra esmaga tesoura. Que tal reviver o imbatível jogador de jó-ken-pô que você já foi em 2009? A atividade tem uma entidade reguladora, a Sociedade Mundial da Pedra, Tesoura e Papel (http://www.worldrps.com/), uma liga americana disputadíssima (http://www.usarps.com/) e um torneio mundial, cuja edição deste ano aconteceu em Pequim, na China, e contou com a cobertura da ESPN.



Essa é para os mais aguerridos. Guerra de travesseiros é coisa séria em várias partes do mundo. O pillow fight é uma febre principalmente no Canadá, que tem até liga profissional - a PFL que existe desde 2004 (http://www.gopfl.com/). A luta dura cinco minutos e é declarado vencedor o que derruba o travesseiro do outro.





"É uma combinação de força e técnica", afirma a canadense Erin, popularmente conhecida como Killer bea, atual campeã mundial.



Para quem aprecia algo mais, digamos, moderno, uma modalidade que acabou de aterrissar no país é a do arremesso de celular. O primeiro campeonato brasileiro - organizado por Fernando Muylaert, apresentador do programa "Vida Loca Show", do canal Multishow - aconteceu no campus da USP em junho deste ano e reuniu 70 participantes. A idéia é protestar contra a dependência que esses aparelho provocam. O vencedor conseguiu arremessar seu celular a uma distância de 67,47 metros. Todos os participantes obrigatoriamente doaram o seu celular, ou o que sobrou dele, para ser reciclado. O torneio deverá acontecer novamente no ano que vem e estuda-se a possibilidade de que ele seja uma seletiva para o mundial que ocorre anualmente na Finlândia.



Uma conceituada consultoria de design de São Francisco realizou recentemente uma pesquisa sobre a influência do ambiente de trabalho na produtividade das pessoas. O estudo feito com 2013 funcionários de todos os escalões em oito setores da economia americana chegou a conclusões interessantes. Cinqüenta e oito por cento dos entrevistados disseram ter vergonha de mostrar o local de trabalho para clientes e fornecedores, 90% acreditam que melhorias no ambiente de trabalho teriam impacto positivo nos resultados da empresa, e, pasmem, 48% trabalhariam uma hora a mais por dia, com satisfação, se o escritório fosse mais acolhedor. Diante desses dados, o moscabranca foi a campo e montou uma lista de inovações que podem colaborar para fazer o dia a dia no escritório mais prático, agradável e, sobretudo, mais inspirador em 2009:

Para reuniões de emergência

Esta é a Cloud Portable Meeting Room, uma sala de reuniões inflável! Ela é feita de nylon resistente e pode ser levada para qualquer lugar, pois cabe dentro de uma mochila. Ela pode ser inflada em apenas três minutos e usada pelo tempo que for necessário, graças ao ventilador que acompanha o produto.



Ar condicionado pessoal

Sabe quando você chega no escritório e o ar condicionado está no máximo, e você morre de frio porque esqueceu o casaco? E ainda pior, quando o ar quebra e você morre de calor porque abrir a janela não adianta? O “C2 Climate Control” da Hermann Miller é um aquecedor e também um ar condicionado pessoal, tudo graças a uma “tecnologia termo-elétrica.” Ele gasta apenas 1.5 amps de energia, 10% do consumo de um aquecedor tradicional.






Café quentinho...

Quer coisa mais chata que você pegar uma xícara de café e notar que poucos instantes depois de ficar repousando na mesa ele está frio? Com este aquecedor USB é possível mantê-lo sempre quentinho, mesmo que passe hoooras concentrado naquela apresentação de power point. O produto mantém uma temperatura de até 40ºC de aquecimento.

... até mesmo no trânsito!

A caneca Warming/Cooling foi feita para quem passa muito tempo preso no engarrafamento entre um compromisso e outro, e quer manter o seu café quente ou mesmo gelar o seu refrigerante. A caneca se encaixa no suporte para copos do seu carro e usa a energia do isqueiro carro.




Mantenha-se hidratado, sem fazer esforço

Do mesmo modo que o cafezinho, beber água é essencial. E muita gente esquece ou tem preguiça de levantar para fazer isso. Nada mais prático, portanto, do que um mini bebedor na sua própria mesa. Ele suporta até 2 litros de água, o que equivale a até 8 copos de 250ml.




A revolução do post-it

Procurando uma forma mais ecologicamente correta de colocar seus recados na parede? A Audiovox apostou em uma inovação que reduz o uso de papel para essas mensagens rápidas que precisamos usar com tanta freqüência. O dispositivo funciona escrevendo-se com a ponta dos dedos o que se deseja no bloco preto que pode ser visto no centro da figura. O conteúdo da escrita aparece automaticamente no pequeno visor amarelo situado logo acima, e pode ser auto-programado.



Mobile Work na veia

Se você pensa que “carregar o escritório com você” quer dizer levar seu notebook para onde você vai, pense de novo! O Trunk Station é uma criação japonesa e tem espaço para colocar o computador, arquivos e até itens decorativos e assim transformá-lo em um completo escritório móvel!
Ambiente customizado


Ambiente customizado

Se a sua cadeira de trabalho não é das melhores, você acaba se sentando com a postura errada, o que traz aquela incômoda e inevitável dor nas costas. Neste caso a melhor coisa a se fazer é investir em uma cadeira ergonômica, como esta Workstation da Agent Digital. Esta estação de trabalho tem uma cadeira extremamente confortável, com espaço para o monitor, teclado e mouse. Mas o melhor de tudo é que ela pode ser fechada para ocupar menos espaço quando não estiver em uso.
Vou aí lhe mostrar o planejamento que eu fiz



Vou aí lhe mostrar o planejamento que eu fiz

Você se sente preso a sua mesa? Então vai gostar da ScooterDesk, a mesa que anda com você! A ScooterDesk vem com rodinhas, um assento e uma mesa para você trabalhar andando pelo escritório.




Cada um no seu quadrado

Se você é daquelas pessoas que precisa estar sozinho para se concentrar em seu trabalho, a sua próxima mesa tem que ser a Eclipse Office. O mais interessante dessa mesa, é a forma como ela cria um redoma em torno de quem estiver sentado, isolando-o do ambiente externo. O mais bacana é que essa redoma é toda articulável, trazendo diversas opções. É possível também cobrir a redoma com um papel de parede virtual, recriando suas emoções daquele momento em seu ambiente de trabalho.


Trabalhe o seu eu

Não parece exatamente, mas isso não é um objeto de tortura da época da inquisição espanhola, mas um singelo massageador de pulso. Com um massageador desses em cima da mesa, seu rendimento no trabalho tende a aumentar consideravelmente.
Enfim, alimente o espírito



Enfim, alimente o espírito

O ChocoClock é um relógio feito sob medida para os ansiosos de plantão. Cada vez que o ponteiro chega em uma hora inteira, uma portinha se abre e - tcha-ram - um doce novo aparece no meio do seu estressante dia de trabalho. Á propósito, ele tem um botão de trapaça também, na parte de cima, que abre automaticamente a porta, a qualquer horário.


(referências: http://www.digitaldrops.com.br/)


Se você já foi, é ou pensa que é DJ, essa nota é para você. Acaba de chegar ao mercado o primeiro setup portátil para DJs do mundo, o Pacemaker, fabricado pela sueca Tonium. Esse pequeno aparelho, que cabe na palma da mão, promete cumprir todas as funções de uma cabine de DJ. Suas faixas são armazenadas em um disco rígido de 120 GB, que aguenta cerca de 14 000 MP3 192 kbps de 6 minutos. Seleção de música, volume dos canais, EQ, efeitos e tempo são controlados por batidas, passadas de dedo ou movimentos circulares no touchpad. A tela LCD colorida mostra a lista de músicas, o ritmo para cada canal e o tempo corrido ou restante. Barras circulares indicam volume, EQ e níveis de efeitos, enquanto bolhas pulsantes dão uma indicação visual das batidas que tocam em cada canal. A porta mini-USB permite transferir faixas e mixes, atualiza o firmware e carrega a bateria. Tem também entrada para cabo elétrico, além de entrada de 3,5 mm para fones de ouvido e saída master para caixas de som ou amplificador. Ufa!
Acesse o site http://www.pacemaker.net/ e compartilhe gratuitamente os mixes criados por DJs do mundo todo com o aparelho. Ah, custo estimado: 600 euros.




Segundo informações da agência Magnet, antes de entrar para o Google Maps, uma pequena floresta de uma cidade holandesa chamada Brummen teria passado pelo Photoshop, software licenciado pela Adobe, e apareceria no site com suas árvores repetidas. Logo surgiu um artigo da Wikipedia mostrando que esta não é uma prática inédita e abordando a questão da censura no serviço Google Maps, com desfoques de determinadas áreas ou até mesmo a remoção de trechos de imagem.

Polêmicas à parte, hoje em dia, você realmente não sabe se as fotos que está vendo são autênticas. Entretanto, no que depender de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), isso pode acabar. Eles acabaram de inventar um software que promete detectar toda e qualquer manipulação de imagem – uma espécie de anti-Photoshop. O programa usa leis da física e da matemática para analisar as imagens. Ele calcula, por exemplo, a incidência de luz sobre cada elemento da foto. Isso porque, quando alguma coisa é inserida artificialmente em uma imagem, sua iluminação geralmente destoa do resto – aponta para o lado errado, ou é forte ou fraca demais. “Nós queremos restaurar a confiança das pessoas nas fotos digitais”, diz o pesquisador Kimi Johnson, do MIT. O software ainda está no laboratório, mas logo poderá chegar ao mercado – a própria Adobe já se interessou em comercializá-lo.

Enquanto isso não acontece, o blog Photoshop Disasters (http://photoshopdisasters.blogspot.com/) nos brinda com uma seleção pra lá de mosca branca:




Como a própria chamada diz: Mariah and her new body, quase encostando o queixo no ombro.



Os trigêmeos torcedores



mão boba



está faltando alguma coisa, não?